Pedra Bonita
Antônio Bento toca o sino da matriz do Açu, vila do sertão que nunca cresceu, e serve o Padre Amâncio, que o recebeu na seca de 1904. Na rua grande, o Coronel Clarimundo compra algodão; o Major Evangelista pendura as gaiolas na janela, sem trocar palavra com a filha, D. Fausta, desde a morte da mulher. Debaixo da tamarineira, Joca Barbeiro fala da vida alheia e debocha da gente da Pedra Bonita, onde há quase um século correu sangue em nome de Deus. Bento é dos Vieiras, e por isso as mães do Açu tiravam os filhos de perto dele. Um santo junta romeiros na Pedra, o irmão Aparício está no cangaço, Domício vira chefe do povo do santo e o Açu passa a esperar o ataque. Com o padrinho à morte e duzentas praças chegadas ao Açu, Bento alcança a encruzilhada que dá para Dores e para a Pedra Bonita. O volume traz ainda o estudo de Paulo Rónai e a nota biográfica de Wilson Lousada.

