Cinquenta Tons de Liberdade
— Eu suspiro, ignorando o resto de sua sentença.
Este capítulo é longo, por isso está dividido em 4 partes.
Ethan e Mia estão de volta.
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— Ethan teve o suficiente, por enquanto. Vamos lá, meninas. Vamos bater no chão. Faça uma pose, jogue algumas formas, trabalhe fora as calorias da mousse de chocolate.
Kate fica de pé imediatamente.
— Vem? — Ela pergunta a Elliot.
— Deixe-me observar você, — ele diz. E eu tenho que desviar o olhar rapidamente, corando no olhar que ele lhe dá. Ela sorri enquanto fico em pé.
— Eu vou queimar algumas calorias, — eu digo, e me inclino para sussurrar no ouvido do Christian: — Você pode me ver.
— Não se curve, — ele rosna.
— Ok. — Eu levanto abruptamente. Uau! A cabeça roda e eu agarro o ombro de Christian enquanto a sala muda e se inclina um pouco.
— Talvez você deva ter um pouco mais de água —
Christian bufa, uma advertência clara a sua voz.
— Eu estou bem. Estes lugares são baixos e os meus saltos são altos.
Kate pega a minha mão, e eu tomo uma respiração profunda. Eu a sigo e a Mia, perfeitamente equilibrada, na pista de dança.
A música é pulsante, uma batida Techno com uma linha de baixo batendo. A pista de dança não está lotada, o que significa que temos algum espaço. A mistura é eclética, jovens e velhos dançando pela noite fora. Eu nunca fui uma boa dançarina. Na verdade, é apenas desde que eu estive com o Christian que eu danço em tudo. Kate abraça-me.
— Estou muito feliz, — ela grita por cima da música, e ela começa a dançar. Mia está fazendo o que Mia faz, sorrindo para nós, lançando-se ao redor. Puxa, ela está ocupando muito espaço na pista de dança. Olho para trás em direção à mesa. Nossos homens estão nos observando. Eu começo a me mover. É um ritmo pulsante. Eu fecho meus olhos e me entrego a ele.
Abro os olhos para encontrar a pista de dança enchendo.
Kate, Mia e eu somos forçadas a nos aproximar. E para minha surpresa eu acho que eu estou realmente me divertindo. Eu começo a me mover um pouco mais. . .
bravamente. Kate dá-me dois polegares para cima, e eu mando de volta para ela.
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Eu fecho meus olhos. Por que eu passei os primeiros vinte anos da minha vida não fazendo isso? Eu escolhi a leitura sobre a dança. Jane Austen não têm grandes músicas para mover e Thomas Hardy. . . caramba, ele teria se sentido culpado como um pecado por não ter dançado com sua primeira esposa. Eu ri com o pensamento.
É Christian. Ele me deu essa confiança no meu corpo e como eu posso movê-lo.
De repente, há duas mãos em meus quadris. Eu sorrio.
Christian se juntou a mim. Eu sacudo, e suas mãos se movem para trás e me apertam, depois de volta para meus quadris.
Abro os olhos. E Mia está olhando para mim com horror.
Merda. .. .
Eu sou tão ruim assim? Eu chego até as mãos de Christian. Elas são peludas. Porra! Elas não são dele. Eu giro ao redor, e em cima de mim, esta um gigante loiro com mais dentes do que é natural e um sorriso malicioso para exibi-los.
— Tire suas mãos de mim! — Eu grito com raiva sobre a música palpitante e apologética.
— Vamos, docinho, é apenas diversão. — Ele sorri, segurando as mãos simiescas para cima, seus olhos azuis brilhando sob as luzes ultravioletas pulsantes.
Antes de saber o que estou fazendo, eu bato nele com força no rosto.
Ow! Merda. . . minha mão. Pica.
— Fique longe de mim! — Eu grito. Ele olha para mim, colocando a mão o rosto vermelho. Enfio minha mão não lesionada na frente do rosto, espalhando os meus dedos para mostrar-lhe os meus anéis.
— Eu sou casada, seu idiota!
Ele encolhe os ombros arrogantes e dá-me um meio sorriso, de desculpas.
Olho em volta freneticamente. Mia está à minha direita, olhando para o Gigante Loiro. Kate se perde no momento fazendo a sua coisa. Christian não está na mesa. Oh, eu espero que ele tenha ido ao banheiro. Eu me afasto uma frente que conheço bem. Oh merda. Christian coloca o braço em volta da minha cintura e me move para o lado dele.
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— Mantenha a porra das suas mãos longe da minha mulher, — diz ele. Ele não está gritando, mas de alguma forma ele pode ser ouvido sobre a música.
Puta merda!
— Ela pode cuidar de si mesma — o gigante loiro grita.
Move a mão de sua bochecha onde eu lhe dei um tapa, e Christian bate nele. É como se eu estivesse assistindo em câmera lenta. Um golpe perfeitamente cronometrado direto no queixo que se move a uma velocidade tal, mas com tão pouco desperdício de energia, o Gigante Loiro não o vê chegando. Ele desmorona no chão como a escoria que ele é.
Porra.
— Christian, não! — Eu suspiro em pânico, de pé na frente dele para segurá-lo. Merda, ele vai matá-lo. — Eu já o bati —
eu grito por cima da música. Christian não olha para mim.
Ele está olhando para meu agressor com uma maldade que eu não vi antes que queima em seus olhos. Bem, talvez uma vez depois que Jack Hyde fez um avanço para mim.
Os outros dançarinos se movem para fora como uma onda em uma lagoa, abrindo espaço ao nosso redor, mantendo uma distância segura. O
loiro Gigante se embaralha em seus pés quando Elliot junta-se a nós.
Oh não! Kate está comigo, boquiaberta para todos nós.
Elliot agarra o braço de Christian enquanto Ethan aparece, também.
— Acalme-se, ok? Não foi com má intenção. — O gigante loiro mantém as mãos levantadas em sinal de derrota, batendo em retirada. Os olhos de Christian o seguem para fora da pista. Ele não olha para mim.
As mudanças de músicas de letras explícitas de — Sexy Bitch— a um número de dança pulsando Techno onde uma mulher canta com uma voz apaixonada. Elliot olha para mim, então através de Christian, e libera Christian, puxa Kate para uma dança. Coloco os braços em volta do pescoço de Christian, até que ele finalmente faz contato com os olhos, os olhos ainda em chamas primal e selvagens. Um vislumbre de um adolescente brigando.
Puta merda.
Ele perscruta o meu rosto.
— Você está bem? — Pergunta, finalmente.
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— Sim. — Eu esfrego minha mão, tentando dissipar a dor, e trazer as minhas mãos até o peito. Minha mão está latejando. Eu nunca bati em ninguém antes. O que me possuiu? Tocar-me não era o pior crime contra a humanidade. Era?
Mas no fundo eu sei por que bati nele. É porque eu sabia instintivamente como Christian reagiria vendo algum
estranho me apalpando. Eu sabia que ele iria perder seu precioso autocontrole. E o pensamento de que algum estúpido poderia atrapalhar meu marido, meu amor, bem, isso me deixa louca. Realmente louca.
— Você quer sentar?— Christian pergunta sobre a batida pulsante.
Oh, volte para mim, por favor.
— Não. Dança comigo.
Ele olha para mim, impassível, sem dizer nada.
Toque-me. . . a mulher canta.
— Dança comigo. — Ele ainda está furioso. — Dance.
Christian, por favor. — Tomo suas mãos. Christian observa atrás do cara, mas eu começo a me mover contra ele, torcendo-me ao seu redor.
A multidão de dançarinos está circulando-nos mais uma vez, embora há agora uma zona de exclusão de dois metros em torno de nós.
— Você bateu nele? — Christian pergunta, em pé imóvel.
Tomo suas mãos punhos.
— Claro que eu fiz. Eu pensei que era você, mas suas mãos eram mais peludas. Por favor, dance comigo.
Quando Christian olha para mim, o fogo em seus olhos lentamente muda, evolui para algo mais, algo mais sombrio, alguma coisa mais quente.
De repente, ele agarra meus pulsos e me puxa para nivelar contra ele, prendendo minhas mãos atrás das costas.
— Você quer dançar? Vamos dançar, — ele rosna perto da minha orelha, e enquanto ele roda seus quadris em torno de mim, não posso fazer nada, apenas seguir, suas mãos segurando as minhas contra meu traseiro.
Oh. . . Christian pode se mover, realmente se mover. Ele me mantém perto, não me deixa ir, mas suas mãos gradualmente relaxam na minha, me liberta. Minhas mãos rastejam ao redor, nos braços, sentindo seus músculos 354
agrupados por meio de sua jaqueta, até os ombros.
Aperto-me contra ele, e sigo seus movimentos lentamente enquanto ele sensualmente dança comigo no ritmo da batida pulsante da música do clube.
No momento em que agarra a minha mão e gira-me primeiro uma forma, depois o outro, eu sei que ele está de volta comigo. Eu sorrio. Ele sorri.
Nós dançamos juntos e é libertador, divertido. Sua ira esquecida ou suprimida, ele gira em torno de mim com habilidade consumada no nosso pequeno espaço na pista de dança, nunca me deixando ir. Ele faz-me graciosa, o que é a sua habilidade. Ele faz-me sexy, porque é isso que ele é.
Ele me faz sentir amada, porque, apesar de suas cinquenta máscaras, ele tem uma riqueza de amor para dar.
Vê-lo agora, se divertindo. . . poderia ser perdoado por pensar que ele não tem um cuidado no mundo. Mas eu sei que seu amor é nublado com questões de protecionismo e sobre controle, mas ele não me faz amá-lo menos.
Estou sem fôlego quando troca de uma música para outra.
— Podemos sentar?— Engasgo-me.
— Claro. — Ele me leva para fora da pista.
— Você me fez muito quente e suada, — murmuro quando voltamos para a mesa.
Ele puxa-me em seus braços.
— Eu gosto de você quente e suada. Embora eu prefira fazê-la quente e suada em privado, — ele ronrona, e um sorriso lascivo puxa seus lábios.
Enquanto eu me sento, é como se o incidente na pista de dança nunca aconteceu. Estou vagamente surpreendida que não fomos expulsos.
Olho em torno do bar. Ninguém está olhando para nós, e eu não posso ver o Gigante Loiro. Talvez ele saiu, ou talvez ele tenha sido expulsos. Kate e Elliot estão sendo indecentes na pista de dança, Ethan e Mia menos. Eu tomo outro gole de champanhe.
—Aqui. — Christian coloca um copo de água a minha frente e me observa atentamente. Sua expressão é expectante. — Beba-o agora.
Faço o que me disse. Além disso, eu estou com sede.
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Ele levanta uma garrafa de Peroni do balde de gelo sobre a mesa e toma um longo gole.
— O que aconteceria se tivesse imprensa aqui? — Eu pergunto. Christian imediatamente sabe a que estou me referindo a ele batendo no Gigante Loiro em sua bunda.
— Eu tenho advogados caros, — ele diz friamente, tudo de uma vez a arrogância em pessoa.
Eu franzo o cenho para ele.
— Mas você não está acima da lei, Christian. Eu tinha a situação sob controle.
Seus olhos são gelados.
— Ninguém toca o que é meu, — ele diz, com a finalidade de relaxar, como se eu não percebesse o óbvio.
Oh. . . Eu tomo mais um gole do meu champanhe. De repente eu me sinto sobrecarregada. A música é alta, batendo, minha cabeça e os pés estão doendo, e me sinto tonta. Ele pega minha mão.
— Vem, vamos embora. Eu quero te levar para casa , —
ele diz. Kate e Elliot se juntam a nós.
— Você já vai? — Kate pergunta e sua voz é esperançosa.
— Sim, — Christian diz.
— Bom, nós vamos com vocês.
Enquanto esperamos Christian para recuperar o meu casaco, Kate me pergunta.
— O que aconteceu com esse cara na pista de dança?
— Ele estava me apalpando.
— Eu abri meus olhos e você estava acertando-o.
Eu dou de ombros.
— Bem, eu sabia que Christian iria termonuclear, e que poderia arruinar a sua noite. — Eu realmente não processei como me sinto sobre o comportamento de Christian. Eu estava preocupada com o pior.
— Nossa noite, — ela esclarece. — Ele é um pouco de cabeça quente, não é?— Kate acrescenta secamente, olhando para Christian que recolhe o meu casaco.
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Eu bufo e sorrio.
— Você poderia dizer isso?
— Eu acho que você lida com ele também.
— Lidar?— Eu franzo a testa. Posso lidar com Christian?
— Aqui. — Christian segura meu casaco aberto para mim para que eu possa colocá-lo.
— Acorde Ana. — Christian está me sacudindo delicadamente.
Chegamos de volta na casa. Relutantemente eu abro meus olhos e cambaleio da minivan. Kate e Elliot desaparecem, e Taylor está esperando pacientemente ao lado do veículo.
— Preciso levar você? — Christian pergunta.
Sacudo a cabeça.
— Eu vou buscar a senhorita Grey e o Sr. Kavanagh —
Taylor diz.
Christian acena com a cabeça, em seguida, leva-me a porta da frente.
Meus pés estão latejando, e eu tropeço depois dele. Na porta da frente, ele se abaixa, agarra meu tornozelo, e gentilmente arranca fora um sapato em primeiro lugar, depois o outro. Oh, que alívio. Ele endireita e olha de baixo para mim, segurando meus Manolos.
— Melhor? — Ele pergunta, divertido.
Concordo com a cabeça.
— Eu tive visões deliciosas destes ao redor de meus ouvidos, — ele murmura, olhando melancolicamente para os meus sapatos. Ele balança a cabeça e, tomando minha mão mais uma vez, leva-me pela casa escura, e sobe as escadas para o quarto.
— Você está destruída, não é? — Diz ele em voz baixa, olhando para mim.
Concordo com a cabeça. Ele começa a desatar o cinto no meu casaco.
— Eu vou fazer isso, — eu murmuro, fazendo uma tentativa indiferente para empurrá-lo.
— Deixe-me.
Eu suspiro. Eu não tinha ideia de que eu estava tão cansada.
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— É a altitude. Você não está acostumada. E a beber, é claro. — Ele sorri, despoja-me do meu casaco, e joga-o em uma das cadeiras do quarto.
Pegando minha mão, ele me leva para o banheiro. Por que estamos indo por aqui?
— Sente-se, — ele diz.
Eu sento na cadeira e fecho os olhos. Eu escuto enquanto ele mexe com as garrafas sobre a pia. Estou cansada demais para abrir meus olhos e descobrir o que ele está fazendo. Um momento depois, puxa minha cabeça para trás, e eu abro os olhos, surpresa.
— Olhos fechados, — Christian diz. Caramba, ele está segurando uma bola de algodão! Gentilmente, ele esfrega por cima do meu olho direito.
Sento-me chocada como ele metodicamente remove a maquiagem.
— Ah. Aqui está a mulher com quem casei, — ele diz depois de alguns poucos panos.
— Você não gosta de maquiagem?
— Eu gosto o suficiente, mas eu prefiro o que está abaixo dela. — Ele beija minha testa. — Aqui. Pegue-os. — Ele coloca alguns Advil em minha mão e me dá um copo de água.
Eu olho e franzo o cenho.
— Pegue-os, — ele ordena.
Desvio o olhar, mas faço o que está dizendo.
— Ótimo. Você precisa de um momento a sós? — Ele pergunta sarcasticamente.
Eu bufo.
— Tão modesto o Sr. Grey. Sim, eu preciso fazer xixi.
Ele ri.
— Você espera que eu vá embora?
Eu riu.
— Você quer ficar?
Ele inclina sua cabeça para um lado, a sua expressão divertida.
— Você é um pervertido filho da puta. Fora. Eu não quero que você me assista fazer xixi. Esse é um passo longe demais. — Eu defendo e aceno-lhe para fora do banheiro.
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Quando eu saio do banheiro, ele está de pijamas. Hmm...
Christian em PJs. Hipnotizada, eu olho para o abdômen, seus músculos, seu caminho feliz. É uma distração. Ele caminha para mim.
— Apreciando a vista? — Pergunta ele ironicamente.
— Sempre.
— Eu acho que você está um pouco bêbada, Sra. Grey.
— Acho que, pela primeira vez, eu tenho que concordar com você, Sr.
Grey.
— Deixe-me ajudá-la a tirar o pouco que há de vestido.
Realmente deve vir com um alerta de saúde. — Ele se vira em torno de mim e desfaz o único botão no pescoço.
— Você estava tão bravo, — murmuro.
— Sim. Eu estava.
— Comigo?
— Não. Não com você. — Ele beija meu ombro. — Pela primeira vez.
Eu sorrio. Não bravo comigo. Isto é progresso.
— Fez uma boa mudança.
— Sim. Fez. — Ele beija meu ombro, em seguida, outros botões do meu vestido caem para baixo sobre a minha parte traseira e no chão. Ele elimina a calcinha ao mesmo tempo, deixando-me nua. Subindo, ele pega a minha mão.
— Dê um passo, — ele comanda, e eu dou um passo para fora do vestido, segurando sua mão para equilibrar.
Ele se levanta e joga o meu vestido e calcinha na cadeira junto com o casaco de Mia.
— Braços para cima, — ele diz em voz baixa. Ele desliza sua camiseta em cima de mim e puxa-a para baixo, cobrindo-me. Estou pronta para a cama.
Ele puxa-me em seus braços e me beija, minha respiração hortelã misturando-se com a sua.
— Por mais que eu adoraria me enterrar em você, Sra.
Grey, você bebeu demais, você está em cerca de oito mil pés, e você não dormiu bem na 359
noite passada. Venha. Vá para a cama. — Ele puxa o edredom e eu escalo dentro. Ele me cobre e beija minha testa mais uma vez.
— Feche os olhos. Quando eu voltar para a cama, eu vou esperar que você esteja dormindo. — É uma ameaça, um comando. . . é Christian.
— Não vá, — eu imploro.
— Eu tenho algumas chamadas a fazer, Ana.
— Hoje é sábado. É tarde. Por favor.
Ele passa a mão pelos cabelos.
— Ana, se eu for para a cama com você agora, você não vai ter qualquer descanso. Dorme. — Ele é inflexível. Eu
fecho meus olhos e os seus lábios roçam minha testa mais uma vez.
— Boa noite, bebê, — ele suspira.
Imagens do dia lampejam pela minha mente. . . Christian puxando-me por cima do ombro no avião. Sua ansiedade quanto à possibilidade de que eu não gostasse da casa.
Fazer amor esta tarde. O banho. Sua reação ao meu vestido.
Minha mão formiga com a lembrança do Loiro Gigante. E, em seguida, Christian me colocando na cama.
Quem teria pensado? Eu sorrio muito, a palavra progresso corre pelo meu cérebro enquanto eu derivo.
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Capítulo 15
Eu estou muito quente. Christian está quente. Sua cabeça está no meu ombro, e ele está respirando suavemente no meu pescoço enquanto dorme, com as pernas enfiadas nas minhas, o seu braço em volta da minha cintura. Eu hesito na borda da consciência, consciente de que se eu acordar totalmente eu vou acordá-lo, também, e ele não dorme o suficiente.
Vagamente minha mente vagueia através dos acontecimentos da noite de ontem.
Bebi demais. Estou impressionado que Christian me deixou. Sorrio quando me lembro dele me colocando na cama. Isso foi doce, realmente doce e inesperado.
Eu faço um rápido “check up” mental de como estou me sentindo.
Estômago? Bem. Cabeça? Surpreendentemente, tudo bem, mas difusa.
Palma da minha mão ainda está vermelha da noite de ontem. Sheesh.
Ociosamente eu penso sobre as palmas das mãos de Christian quando ele me bateu. Eu me contorço e ele
acorda.
— O que aconteceu? — Seus olhos cinzas sonolentos procuram o meu.
— Nada. Bom dia. — Corro os dedos da minha mão ilesa pelos cabelos.
— Sra. Grey, você está linda esta manhã, — diz ele, beijando minha bochecha, e eu acendo por dentro.
— Obrigada por cuidar de mim na noite passada.
— Gosto de cuidar de você. É o que eu quero fazer, — ele diz calmamente, mas seus olhos o traem quando o triunfo explode em suas profundezas cinzas. É como se ele vencesse a World Series ou o Super Bowl.
Oh, meu Cinquenta.
— Você me faz sentir amada.
— Isso é porque você é , — ele murmura e aperta meu coração.
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Ele aperta minha mão e eu estremeço. Ele me solta de imediato, alarmado.
— O soco? — Pergunta ele. Seus olhos gelados enquanto ele examina os meus, e sua voz esta cheia de ira.
— Eu lhe dei um tapa. Eu não bati nele.
— Aquele filho da puta!
Pensei que nós tínhamos resolvidos isso na noite passada.
— Eu não posso suportar que ele tocou em você.
— Ele não me machucou, ele foi apenas inadequado.
Christian, eu estou bem. Minha mão está um pouco vermelha, isso é tudo. Certamente você sabe o que é isso?
— Eu sorrio, e sua expressão muda para uma surpresa divertida.
— Por que Sra. Grey, eu estou muito familiarizado com isso. — Seus lábios torcem em diversão. — Eu poderia me reencontrar com esse sentimento neste minuto, se assim o desejar.
— Oh, guarde a palma de sua mão inquieta, Sr. Grey. — Eu percorro seu rosto com a minha mão machucada, meus dedos acariciando sua costeleta. Gentilmente eu puxo os pelinhos. Isto o distrai, e ele pega a minha mão e planta um beijo carinhoso. Milagrosamente, a dor desaparece.
— Por que você não me disse que isso doeu na noite passada?
— Um. . . Eu realmente não senti isso na noite passada.
Está tudo bem agora.
Seus olhos suavizam e sua boca entorta. — Como você está se sentindo?
— Melhor do que eu mereço.
— Você tem absolutamente um braço direito bom, Sra.
Grey.
— Você faz bem em lembrar, Sr. Grey.
— Sério?— Ele rola de repente, de modo que ele está totalmente em cima de mim, pressionando-me no colchão, segurando meus pulsos acima da minha cabeça. Ele olha para mim.
— Eu brigo com você todo o dia, Sra. Grey. Na verdade, subjugar você na cama é uma fantasia minha. — Ele beija minha garganta.
O quê?
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— Eu pensei que você me subjugava o tempo todo. — Eu suspiro quando ele mordisca o lóbulo da minha orelha.
— Hmm. . . mas eu gostaria de alguma resistência, — ele murmura, seu nariz contornando minha mandíbula.
Resistência? Não me movo. Ele para, liberando minhas mãos, e inclina-se nos cotovelos.
— Você quer que eu lute com você? Aqui? — Eu sussurro, tentando conter minha surpresa. Ok, o meu choque. Ele balança a cabeça, seus olhos encobertos, mas cauteloso enquanto ele mede a minha reação.
— Agora?
Ele encolhe os ombros, e eu vejo voar a ideia em sua mente. Ele me dá um sorriso tímido e acena mais uma vez, lentamente.
Oh meu Deus. . . Ele está tenso, deitado em cima de mim, e sua ereção crescente está cavando tentadoramente em minha carne macia querendo me distrair. Que história é essa? Brigas? Fantasia? Será que ele vai me machucar?
Minha deusa interior sacode a cabeça “Nunca”. Ela tem seu quimono de caratê, e ela está com novos golpes. Claude ficaria satisfeito.
— É isso que você quis dizer sobre a vinda para a cama com raiva?
Ele acena com a cabeça mais uma vez, seus olhos ainda cautelosos.
Hmm. . . meu Cinquenta quer rugir.
— Não morda seu lábio, — adverte.
Complacente, eu libero o meu lábio.
— Eu acho que você me tem em desvantagem Sr. Grey. —
Eu bato meus cílios e contorço-me provocativamente abaixo dele. Isso pode ser divertido.
— Desvantagem?
— Certamente você já me tem onde você quer?
Ele sorri e aperta a sua virilha na minha mais uma vez.
— Bom ponto Sra. Grey , — ele sussurra e rapidamente beija meus lábios. De repente ele muda e leva-me com ele, assim que eu estou sentada de pernas aberta. Eu pego suas mãos, prendendo-as ao lado de sua cabeça, e ignoro o protesto de dor na minha mão. Meu cabelo cai em um véu de 363
cascata em torno de nós, e eu movo minha cabeça para que os fios acariciem seu rosto. Ele empurra o rosto, mas não tenta me parar.
— Então, você quer jogar duro?— pergunto, deslizando sobre a virilha dele.
Sua boca se abre e ele respira fortemente.
— Sim. — Ele sibila, e eu o solto.
— Espere— Eu pego o copo de água ao lado da cama.
Christian deve ter deixado aqui. Esta frio e com gás - muito frio para ter estado aqui por muito tempo e eu me pergunto quando ele veio para a cama.
Enquanto eu tomo um longo gole, Christian arrasta os dedos em pequenos círculos até minhas coxas, deixando minha pele formigando em seu rastro enquanto viajava atrás do meu pescoço nu. Ele põe as mãos em concha e aperta-me. Hmm.
Tomando uma folha do seu repertório impressionante, eu me inclino para frente e o beijo, despejando água fria em sua boca.
Ele bebe.
— Muito saborosa Sra. Grey,— ele murmura, ostentando um sorriso infantil e brincalhão.
Depois de colocar o copo na mesa de cabeceira, eu removo suas mãos da minha parte traseira e as fixo por sua cabeça mais uma vez.
— Agora se supõem que não devo estar disposta? — Eu sorrio.
— Sim.
— Eu não sou muito boa atriz.
Ele sorri.
— Experimente.
Eu me inclino para baixo e o beijo castamente.
— Ok, eu vou jogar — eu sussurro, arrastando meus dentes ao longo de sua mandíbula, sentindo a barba espinhosa debaixo dos meus dentes e minha língua.
Christian faz um som baixo, sexy em sua garganta e move-se, jogando-me na cama ao lado dele. Eu grito de surpresa, então ele está em cima de mim, e eu começo a lutar enquanto ele tenta agarrar minhas mãos.
Rudemente, eu coloco minhas mãos sobre o peito, empurrando-o com todas 364
as minhas forças, tentando movê-lo, enquanto ele se esforça para erguer minhas pernas com o joelho.
Eu continuo empurrando seu peito. Puxa, ele é pesado, mas ele não se mexe, não se congela como fez uma vez. Ele está gostando disso! Ele tenta agarrar meus pulsos, e finalmente, captura um, apesar das minhas tentativas valentes para deixá-los novamente livres. É a minha mão ferida, assim me rendo a ele, mas agarro seu cabelo com a minha outra mão e puxo com força.
— Ah! — Ele puxa a cabeça livre e olha para baixo para mim, seus olhos selvagens e carnal.
— Selvagem — ele sussurra, sua voz misturada com deleite obsceno.
Em resposta a esta palavra sussurrada, explode a minha libido, e eu paro de atuar. Mais uma vez eu me esforço em vão para libertar minha mão do seu agarre. Ao mesmo tempo, eu tento juntar meus tornozelos, e tirá-lo de cima de mim. Ele é muito pesado. Gah! É frustrante e quente.
Com um gemido, Christian capta minha outra mão. Ele possui dois pulsos meus na mão esquerda, e sua mão direita viaja agradavelmente -
insolentemente, quase pelo meu corpo todo, acariciando e sentindo a medida que avança, beliscando meu mamilo no caminho.
Eu grito em resposta, o prazer cravando brevemente, afiado, e quente do meu mamilo à minha virilha. Eu faço outra tentativa inútil de resistência, mas ele é demais para mim.
Quando ele tenta me beijar eu empurro minha cabeça para o lado para que ele não possa. Prontamente suas mãos insolentes movem-se da barra da minha camiseta até meu queixo, me segurando no lugar enquanto ele corre os dentes ao longo da minha mandíbula, imitando o que eu fiz para ele antes.
— Oh, bebê, luta comigo — ele murmura.
Eu torço e me contorço, tentando me livrar de seu poder impiedoso, mas é impossível. Ele é muito mais forte do que eu. Ele gentilmente morde meu lábio inferior quando a língua tenta invadir minha boca. E eu percebo que eu não quero resistir. Eu o quero, agora, como sempre faço. Eu paro de lutar e fervorosamente retorno o seu beijo. Eu não me importo que eu não 365
escovei os dentes. Eu não me importo que deveríamos estar jogando algum jogo. Desejo, quente e duro, surge através de minha corrente sanguínea, e estou perdida.
Destravo meus tornozelos, envolvo as minhas pernas em volta de seus quadris e uso meus calcanhares para empurrar o pijama para baixo sobre seu traseiro.
— Ana — ele suspira, e me beija por toda parte. E não somos mais lutadores, apenas mãos e línguas, e de toque e gosto, rápido e urgente.
— Tire a roupa, — ele murmura com voz rouca, sua respiração ofegante. Ele me arrasta para cima e puxa a minha camiseta em um movimento rápido.
— Você — eu sussurro, enquanto fico em pé, porque é tudo que eu posso pensar em dizer. Eu agarro a frente do pijama para arrancá-lo para baixo, liberando sua ereção. Eu agarro e aperto. Ele é duro. O ar assobia através de seus dentes, ele inala bruscamente, e me deleito em sua resposta.
— Porra — ele murmura. Ele se inclina para trás, levantando minhas coxas, inclinando-me para baixo em cima da cama enquanto eu puxo e espremo firmemente, correndo a minha mão para cima e para baixo nele.
Sentindo uma gota de umidade em sua ponta, eu esfrego ao redor com o polegar. Quando ele me desce ao colchão, eu deslizo meu dedo na minha boca para saboreá-lo enquanto suas mãos viajam até o meu corpo, acariciando meus quadris, meu estômago, meus seios.
— Bom gosto? — ele pergunta pairando sobre mim, os olhos brilhando.
— Sim. Toma. — Eu empurro meu polegar em sua boca, e ele suga e morde. Eu gemo, seguro sua cabeça, e puxo-o para mim para que eu possa beijá-lo. Embalo minhas pernas em volta dele, empurro o pijama fora de suas pernas com meus pés, então cravo minhas pernas em volta da sua cintura. Seus lábios se arrastam do meu peito para o meu queixo, beliscando suavemente.
— Você é tão bonita. — Mergulha a cabeça mais baixo para a base da minha garganta. — Essa pele bonita.
Sua respiração é suave quando seus lábios deslizam para baixo nos meus seios.
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Quê? Estou ofegante, confusa, querendo, esperando agora. Eu pensei que este ia ser rápido.
— Christian. — Eu ouço o apelo calmo na minha voz e o alcanço prendendo minhas mãos em seu cabelo.
— Silêncio — ele sussurra e circula meu mamilo com a língua antes de puxá-lo em sua boca e chupa duro.
— Ah! — Eu gemo e me contorço, inclinando minha pélvis para tentá-lo. Ele sorri contra a minha pele e volta sua atenção ao meu outro seio.
— Impaciente, Sra. Grey? — Ele então suga com força no meu mamilo. Puxo seu cabelo. Ele geme e olha para cima.
— Eu vou amarrar você — ele adverte.
— Tome-me — eu imploro.
— Tudo a seu tempo — ele murmura contra a minha pele.
Sua mão percorre a uma velocidade irritantemente lenta para meu quadril, enquanto ele adora meu mamilo com a boca. Eu gemo alto, minha respiração curta e superficial, e eu tento mais uma vez seduzi-lo dentro de mim, balançando contra ele. Ele está grosso, duro e pronto, mas ele está brincando comigo.
Merda. Eu luto e torço, determinada a lhe tirar de cima de mim novamente.
— O que...
Agarrando minhas mãos, Christian me prende na cama, meus braços abertos, e apoia o peso corporal total em mim, completamente subjugando-me. Estou sem fôlego, selvagem.
— Você queria resistência — eu digo, ofegante. Ele se ergue sobre mim e olha para baixo, as mãos ainda presas em volta de meus pulsos. Eu coloco meus calcanhares em seu traseiro e empurro. Ele não se move. Gah!
— Você não quer jogar limpo? — Ele pergunta surpreso, os olhos brilhantes de emoção.
— Eu só quero que você faça amor comigo, Christian. —
Poderia ser mais clara? Primeiro nós estamos lutando e lutando então ele é todo terno e doce. É confuso. Eu estou na cama com o Sr. volátil.
— Por favor — Eu pressiono meus calcanhares contra seu traseiro uma vez mais. Ardentes olhos cinzas me buscam.
Oh, o que ele está 367
pensando? Ele mee olha momentaneamente perplexo e confuso. Ele libera as mãos e se senta sobre os calcanhares, puxando-me em seu colo.
— Ok, Sra. Grey, nós vamos fazer isso à sua maneira. —
Ele me pega pela cintura levanta e abaixa lentamente nele assim que eu estou montada nele.
— Ah! — É isso. Isto é o que eu quero. Isto é o que eu preciso. Passo meus braços em volta do seu pescoço, eu torço meus dedos em seu cabelo, glorificando no sentimento dele dentro de mim. Eu começo a me mover.
Assumindo o controle, levando-o no meu ritmo, a minha velocidade. Ele geme, e seus lábios encontram os meu, e estamos perdidos.
Eu arrasto os dedos pelo cabelo no peito de Christian. Ele deita de costas, parado e quieto ao meu lado enquanto nós
dois tomamos fôlego.
Suas mãos deslizam ritmicamente pelas minhas costas.
— Você está quieto — eu sussurro e beijo-lhe o ombro. Ele se vira e olha para mim, sua expressão é inexpressiva. —
Isso foi divertido.
Merda, há algo errado?
— Você me confunde Sra. Grey.
— Confundo você?
Ele muda de posição de modo que estamos face a face.
— Sim. Você. Você tendo a ultima palavra. É. . . diferente.
— Diferente bom? Ou diferente mal? — Eu arrasto o dedo sobre os seus lábios. Sua testa enruga, como se ele não entendesse muito bem a questão. Distraidamente, beija meu dedo.
— Diferente bom — ele diz, mas não parece convencido.
— Você nunca tinha se permitido essa fantasia antes? —
Eu coro enquanto eu digo isso. Eu realmente quero saber mais sobre meu marido colorido... hum, a vida sexual caleidoscópica antes de mim? Meu subconsciente olha-me cautelosamente sob seus óculos meia-lua com aros de tartaruga. Você realmente quer ir para lá?
— Não, Anastásia. Você pode me tocar. — É uma explicação simples que fala volumes. Naturalmente, as quinzes não podia.
368
— Sra. Robinson poderia tocar em você. — Eu sopro as palavras antes que meu cérebro registre o que eu disse.
Merda. Por que eu a mencionei?
Ele não se move. Seus olhos se arregalam com a sua oh-não-onde-ela-está-indo-com-issob expressão.
— Isso era diferente— ele sussurra.
De repente, eu quero saber.
— Diferente bom ou diferente mal?
Ele olha para mim. Dúvida e, possivelmente, dor cruza seu rosto, e fugazmente ele parece um homem se
afogando.
Por que eu a mencionei?
— Ruim, eu acho. — Suas palavras são quase inaudível.
Puta merda!
— Eu pensei que você gostasse dela.
— Eu gostei. Na época.
— Não agora?
Ele olha para mim, olhos arregalados, em seguida, lentamente balança a cabeça.
Oh meu Deus. . .
— Oh, Christian. — Estou oprimida pelos sentimentos que inundam em mim. Meu menino perdido. Eu me lanço para ele e beijo seu rosto, seu pescoço, seu peito, suas pequenas cicatrizes redondas. Ele geme, puxa-me para ele, e me beija apaixonadamente. E muito devagar, e com ternura, no seu ritmo, ele faz amor comigo mais uma vez.
— Ana Tyson. Você se superou!
Ethan me aplaude enquanto vou para a cozinha para o café da manha. Ele está sentado com Mia e Kate no bar enquanto a cozinheira Sra.
Bentley faz biscoitos.
Christian não está em lugar nenhum.
— Bom dia, Sra. Grey. — Sra. Bentley sorri. — O que você gostaria para o café?
— Bom dia. Tudo que está fazendo, obrigada. Onde está o Christian?
369
— Lá fora. — Kate gesticula com a cabeça em direção ao quintal.
Ando até a janela que dá para o pátio e as montanhas. É
um claro dia de verão, com o céu todo azul, e meu marido bonito está cerca de vinte metros de distância numa profunda discursão com um cara.
— Esse é o Sr. Bentley que ele está falando — Mia diz na mesa de café da manhã. Eu me viro para olhar para ela,
distraída por seu tom aborrecido. Ela olha venenosamente para Ethan. Oh querido. Eu me pergunto mais uma vez o que está acontecendo entre eles. Franzindo a testa, eu viro a minha atenção de volta para o meu marido e Sr. Bentley.
O marido da Sra. Bentley é louro, de olhos escuros e magro, vestido com calças de trabalho e uma camiseta do Corpo de Bombeiros de Aspen.
Christian está vestido com calça jeans preta e camiseta.
Enquanto os dois homens andam devagar pelo gramado em direção a casa perdidos em sua conversa, Christian casualmente se curva para pegar o que parecia um bastão de bambu que deve ter sido fundido ou descartado no canteiro.
Fazendo uma pausa, Christian distraidamente mantém a cana no comprimento do braço meio que perdido em seus pensamentos, e a desliza pelo ar, apenas uma vez.
Oh. . .
O Sr. Bentley parece não ver nada de estranho em seu comportamento. Eles continuam a sua discussão, mais perto da casa desta vez, em seguida, uma pausa mais uma vez, e Christian repete o gesto. A ponta do bastão atinge o chão. Olhando para cima, Christian me vê de pé na janela.
De repente me sinto como se eu estivesse espionando. Ele para. Dou-lhe uma olhar envergonhado, em seguida, viro e vou de volta para o balcão do café da manhã.
— O que você está fazendo? — Kate pergunta.
— Apenas olhando Christian.
— Você entendeu mal. — Ela bufa.
— E você não, futura-cunhada? — Eu respondo, sorrindo e tentando enterrar o visual inquietante de Christian empunhando um bastão. Assusto-me quando Kate salta para cima e me abraça.
— Irmã — ela exclama, e não é difícil ser varrida por sua alegria.
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— Ei, dorminhoca. — Christian me acorda. — Estamos prestes a pousar. Aperte o cinto.
Eu tateei sonolenta o meu cinto de segurança, mas Christian se inclina e prende para mim. Ele beija minha testa antes de voltar para seu assento. Eu inclino a minha cabeça em seu ombro novamente e fecho os olhos.
Uma caminhada muito longa e um piquenique no topo de uma montanha espetacular me esgotaram. O resto do nosso grupo está tranquilo, muito, até Mia. Ela parece abatida, como tem estado o dia todo. Eu me pergunto como seu esforço com Ethan está indo. Eu nem mesmo sei onde eles dormiram noite passada. Meus olhos apanham os dela, e eu lhe dou um pequeno sorrido de “você esta bem”. Ela me dá um breve sorriso triste em retorno e volta ao seu livro. Eu espreito Christian através de meus cílios. Ele está trabalhando em um contrato ou alguma coisa, lendo-o inteiramente e anotando nas margens. Mas ele parece relaxado. Elliot está roncando baixinho ao lado de Kate.
Ainda tenho que encurralar Elliot e questioná-lo sobre Gia, mas tem sido impossível arrancá-lo longe de Kate. Christian não está interessado o suficiente para perguntar, o que é irritante, mas eu não o pressionei. Nós estivemos nos divertindo muito. Elliot descansa sua mão possessivamente sobre o joelho de Kate. Ela parece radiante, e pensar que apenas ontem à tarde ela estava tão insegura dele. Do que Christian o chamou? Lelliot.
Talvez é um apelido de família? Era doce, melhor do que prostituto.
Abruptamente, Elliot abre os olhos e olha direto para mim.
Eu coro, me sentido pega.
Ele sorri. — Eu com certeza amo o seu corar, Ana — ele brinca, estirando-se. Kate dá-me o seu sorriso de autossatisfação, o sorriso de “gato comeu o canário”.
O Oficial Beighley anuncia nossa aterrissagem em Sea-Tac, e Christian aperta minha mão.
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— Como foi seu fim de semana, Sra. Grey? — Christian pergunta, uma vez que estamos no Audi voltando para o Escala. Taylor e Ryan estão na frente.
— Bom, muito obrigada. — Eu sorrio, sentindo-me tímida, de repente.
— Podemos ir a qualquer momento. Convide quem você quiser.
— Devemos convidar o Ray. Ele gostaria da pesca .
— Essa é uma boa ideia.
— Como foi para você? — Eu pergunto.
— Bom, — ele diz depois de um momento, surpreso com minha pergunta, eu acho. — Muito bom.
— Você pareceu relaxar.
Ele encolhe os ombros. — Eu sabia que você estaria segura.
Eu franzo a testa.
— Christian, estou a salvo a maior parte do tempo. Eu já lhe disse antes, você vai morrer aos 40, se você mantiver este nível de ansiedade. E eu quero envelhecer com você Sr. Grey. — Eu agarro sua mão. Ele me olha como se ele não pudesse compreender o que estou dizendo. Ele gentilmente beija meus dedos e muda de assunto.
— Como está sua mão?
— Está melhor, obrigada.
Ele sorri.
— Muito bom, Sra. Grey. Você está pronta para enfrentar Gia de novo?
Oh Porcaria. Eu tinha esquecido que íamos vê-la esta noite para rever os planos finais. Mexo com os olhos.
— Eu poderia querer mantê-los afastados, mantê-lo seguro. — Eu sorrio.
— Proteger a mim? — Christian está rindo de mim.
— Como sempre, Sr. Grey. De todos as predadoras sexuais
— eu sussurro.
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Christian está escovando os dentes quando eu me arrasto para a cama. Amanhã voltamos à realidade de volta ao trabalho, os paparazzi, e Jack sob custódia, mas com a possibilidade de que ele tem um cúmplice.
Hmm. . . Christian foi vago sobre isso. Será que ele sabe?
E se ele soubesse, ele iria me dizer? Eu suspiro. Obter informações de Christian é como arrancar os dentes, e nós tivemos um fim de semana lindo. Não quero estragar nosso bem-estar, tentando arrancar as informações dele?
Foi um acontecimento vê-lo fora de seu ambiente normal, fora deste apartamento, relaxado e feliz com sua família.
Pergunto-me vagamente se é porque nós estamos aqui neste apartamento com todas as suas memórias e associações, deixando-o tenso. Talvez devêssemos nos mudar.
Eu bufo. Estamos nos mudando, estamos tendo uma enorme casa a remodelar na costa. Os planos de Gia estão completos e aprovados, e a equipe de Elliot começa a construir na próxima semana. Eu rio quando me lembro da expressão chocada de Gia, quando eu disse a ela que a vi em Aspen.
Acontece que não foi nada, apenas coincidência. Ela acampou no seu lugar de férias para trabalhar unicamente em nossos planos. Por um momento terrível que eu pensei que ela tinha ajudado na escolha do anel, mas aparentemente não. Mas eu ainda não confio em Gia. Eu quero ouvir a mesma história de Elliot. Pelo menos ela manteve a distância de Christian neste tempo.
Eu olho para o céu noturno. Eu vou sentir falta dessa visão. Esta vista panorâmica... Seattle aos nossos pés, tão cheio de possibilidades, ao mesmo tempo tão distantes.
Talvez isso seja problema, Christian estava isolado da vida real por muito tempo, graças a seu exílio auto imposto. No entanto, com sua família ao seu redor, ele é menos controlador, menos ansioso, mais livre, mais feliz. Eu me pergunto o que Flynn faria com isso.
Caralho! Talvez essa seja a resposta. Talvez ele precisa de sua própria família. Sacudo a cabeça em negação - somos muito jovens, muito novos para tudo isso. Christian entra na sala, sua aparência habitualmente linda, mas pensativo.
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— Tudo bem? — pergunto, ele acena com a cabeça distraidamente enquanto sobe na cama.
— Eu não estou ansiosa para voltar à realidade, —
murmuro.
— Não?
Sacudo a cabeça e acaricio seu rosto adorável.
— Eu tive um fim de semana maravilhoso. Obrigada.
Ele sorri suavemente.
— Você é minha realidade, Ana — ele murmura e me beija.
— Você sente falta dela?
— Falta do quê? — ele pergunta perplexo.
— Você sabe. A surra. . . e outras coisas, — eu sussurro, embaraçada.
Ele olha para mim, seu olhar impassível. Então dúvida atravessa seu rosto, seu olhar diz “ onde ela estar querendo ir com isso”.
— Não Anastásia, eu não sinto. — Sua voz é firme e tranquila. Ele acaricia o meu rosto. — Dr. Flynn me disse uma coisa quando você partiu, algo que ficou comigo. Ele disse que não poderia ser dessa maneira, se você não estivesse disposta. Foi uma revelação. — Ele para, e franze a testa. — Não conhecia outra maneira, Ana. Agora eu conheço. Tem sido educativo.
— Eu o educando? — Eu zombo.
Seus olhos amolecem.
— Você sente falta? — ele pergunta.
Oh!
— Eu não quero que você me machuque, mas eu gosto de jogar, Christian. Você sabe disso. Se você quisesse fazer alguma coisa. — Eu dou de ombros, olhando para ele.
— Alguma coisa?
— Você sabe, com um chicote ou cabo de chicote — eu paro, corando.
Ele levanta a sobrancelha, surpreso.
— Bem. . . vamos ver. Agora, eu gostaria de um pouco de baunilha à moda antiga. — O polegar contorna meu lábio inferior, e ele me beija mais uma vez.
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De: Anastásia Grey Assunto: Bom dia Data: 29 de agosto de 2011 09:14
Para: Christian Grey Sr. Grey Eu só queria te dizer que eu te amo.
Isso é tudo.
Sua sempre A x
Anastásia Grey Coordenadora Editorial, SIP
De: Christian Grey Assunto: Banimento Segunda-feira Triste Data: 29 de agosto de 2011 09:18
Para: Anastásia Grey
Sra. Grey Que palavras gratificantes de ouvir de minha esposa (errante ou não) em uma manhã de segunda-feira.
Deixe-me assegurar que me sinto exatamente da mesma maneira.
Desculpe o jantar esta noite. Espero que isso não vá ser muito entediante para você.
x
Christian Grey, CEO, Grey Participações e Empreendimentos Inc.
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Ah, sim. O jantar da American Association Shipbuilding. Eu mexo os olhos. . . mais camisas estufadas. Christian realmente me leva para as funções mais fascinantes.
De: Anastásia Grey Assunto: Os navios que passam na noite Data: 29 de agosto de 2011 09:26
Para: Christian Grey
Caro Sr. Grey Tenho certeza que você pode pensar em uma forma de apimentar o jantar. . .
Sua em antecipação Sra. G. x
Anastásia (não errante) Grey Coordenadora Editorial, SIP
De: Christian Grey Assunto: A variedade é o tempero da vida Data: 29 de agosto de 2011 09:35
Para: Anastásia Grey
Sra. Grey Eu tenho algumas ideias. . .