Incidente em Roswell
Stringfield, em entrevista com Moore, em julho…
Stringfield, em entrevista com Moore, em julho de 1979, declarou que seu genro, Jeffry Sparks, professor assistente de arte dramática do St. Leo's College, Dade City, Flórida, conversou com uma pessoa que alegava ter visto corpos de humanóides na Base Aérea de WrightPatterson, no decurso de 1966. Sparks revelou o nome de seu contato a Stringfield, que subseqüentemente conversou por longo tempo com essa testemunha, a 5 de julho de 1978.
O indivíduo em questão, identificado, a seu pedido, como J. K. por causa
dos
regulamentos
de
segurança,
ocupa
cargo
de
responsabilidade em uma firma particular de Tampa, Flórida. De 1966
a 1968, J. K. serviu como oficial de informação militar da Nike Missile Air Intelligente (ADCAP) (Serviço de Informação Aérea dos Mísseis Nike), em Wright-Patterson.
Enquanto se achava nessa base militar, J. K. alega ter observado os corpos de nove seres alienígenas mortos e conservados em condições de congelamento profundo, em compartimentos de vidro espesso, bem iluminados. Descreveu os corpos como de estatura baixa, com cerca de metro e vinte de altura e, sob as condições de iluminação vigentes, epiderme acinzentada. A área de pesquisa onde os corpos eram conservados achava-se sob pesada e constante guarda, externa e interna.
Enquanto observava os corpos disseram-lhe que havia nada menos de trinta assim conservados em Wright-Patterson. Embora visse os corpos, não observou nenhuma nave alienígena na base, mas foi informado de que elas existiam, tanto ali como na Base Aérea de Langley e na de McDill, Flórida.
Segundo J. K., unidades móveis altamente treinadas eram mantidas em determinadas bases militares em estado de alerta permanente, prontas para serem despachadas a qualquer ponto dos Estados Unidos a fim de recolherem OVNI’s caídos ao mar ou destroçados em terra. Contou também que "desde 1948, informação secreta referente à atividade dos OVNI’s envolvendo militares dos Estados Unidos acha-se contida em um centro de computação de Wright-Patterson" e que "dossiês de reforço em duplicata são secretamente mantidos em outras instalações militares selecionadas".
As declarações acima foram em parte confirmadas por Edward Gregory, de Livermore, Califórnia, que trabalhou na equipe de relações públicas da Base Aérea de Roswell sob as ordens do Tenente Haut, em 1947. (Consultar o Capítulo 4.) Gregory foi mais tarde transferido para o 462º. Esquadrão da USAF, cuja finalidade era investigar para a Força Aérea notícias referentes a OVNI’s, seguindo seus relatórios direto para o Q.G. do Comando de Defesa Aérea. Gregory declarou, em entrevista telefônica com Stan Friedman, que havia equipes de três homens altamente treinados para seguir, a qualquer momento, para um lugar onde se suspeitasse ter ocorrido a queda de um OVNI. Segundo Gregory, na época em que esteve no 462º., essas equipes foram diversas vezes convocadas para investigar supostas quedas de OVNI’s.
Entre os muitos pesquisadores do Incidente Roswell, Len Stringfield preocupou-se especialmente com a aparência física dos ocupantes do suposto disco voador. E conseguiu, no decurso de suas investigações, falar a médicos (não identificados por seu insistente pedido) convocados por agências do governo no inicio da década de 50, aparentemente para realizarem nova série de autópsias, além de outras feitas em 1947. É de se indagar o porquê de uma nova série de autópsias; talvez para comparação de dados, ou renovação de interesse nos supostos corpos alienígenas, que, segundo Stringfield, eram mantidos em formol entre autópsias - e ainda o são. Outras pesquisas intensivas são realizadas em dois importantes centros médicos dos Estados Unidos.
Stringfield fala de opiniões e informes gerais incompletos, porquanto médicos de diversas áreas de especialização foram utilizados para diferentes partes do processo de autópsia. Assim, caso quisesse romper o regulamento de segurança e falar no assunto, nenhuma fonte em separado tinha à sua disposição mais do que pequena parcela dos dados relevantes.
Alguns informes coletados de vários médicos proporcionam uma idéia geral de seres fisicamente humanóides, descritos em parte da seguinte maneira:
Altura aproximada entre um metro e um metro e vinte e cinco.
A cabeça, pelos padrões humanos, é grande em relação ao tronco e aos membros. Embora a capacidade cerebral não tenha sido especificada, é consideravelmente maior do que a dos seres humanos.
Cabeça e corpo não apresentam cabelos, embora haja menção a ligeira penugem no alto da cabeça.
Os olhos são grandes, profundamente engastados, espaçados e um tanto oblíquos.
Não há lóbulos ou carne nas orelhas estendendo-se além das fendas observadas de cada lado da cabeça.
O nariz não tem forma e as narinas são indicadas apenas por ligeira protuberância.
A boca é uma pequena fresta, que talvez não funcione como orifício para ingestão de alimentos. Não houve qualquer menção de dentes entre os informantes de Stringfield.
O pescoço é relativamente fino.
Braços e pernas são extremamente finos, chegando os primeiros quase à altura dos joelhos.
As mãos têm quatro dedos e nenhum polegar; dois dedos duplos têm o dobro do comprimento dos outros. Entre eles nota-se uma leve membrana. As unhas são alongadas.
A epiderme é de textura rija e acinzentada. Em alguns dos corpos conservados ela é marrom-escura, evidentemente queimada.
O sangue é líquido, mas não similar ao sangue humano na cor ou em qualquer tipo sanguíneo conhecido.
São conflitantes as notícias a respeito dos órgãos genitais; dizem alguns observadores que não há características distintivas de sexo, enquanto declaram outros que há corpos femininos e masculinos, sexualmente comparáveis aos dos seres humanos (embora Barnett achasse que todos os corpos que viu eram do sexo masculino).
Os informes sobre os órgãos internos não foram entregues a Stringfield.
Os autores publicam esta fotocópia (infelizmente de má qualidade), acompanhada da interpretação de um artista, sem comentários no sentido de pertencer ou não a certos aspectos significativos do Incidente de Roswell. A 22 de maio de 1950, um informante anônimo entregou o original da foto ao agente John Quinn da sucursal do FBI em Nova Orleans, alegando que a comprara a outro indivíduo pela soma de 1 dólar e que a “colocava nas mãos do governo” porque representava “um marciano nos Estados Unidos”. A foto, que pretende mostrar um sobrevivente alienígena de OVNI acidentado, sob a custódia de dois membros da polícia militar americana, surgiu pela primeira vez, segundo se diz, em Wiesbaden, Alemanha, no final de 40, nas mãos de um soldado americano que servia à época naquela cidade. Ignora-se como adquiriu a foto, assim como a identidade dos dois soldados fotografados, a localização da base militar onde se supõe tenha sido batida a foto e a exata natureza do aparelho portátil evidentemente usado para auxiliar a respiração do alienígena. A foto conheceu certa publicidade na Alemanha Ocidental em finais da década de 40, embora fosse em geral olhada com ceticismo por oficiais americanos do Governo Militar Aliado, existente à época.