Netter Atlas de Anatomia Ortopédica
CAPÍTULO 4: Braço
CAPÍTULO 4
Braço
Anatomia Topográ ca
Osteologia
Radiologia
Trauma
Articulações
Outras Estruturas
Pequenos Procedimentos
História da Doença Atual
Exame Físico
Origens e Inserções
Músculos
Nervos
Artérias
Distúrbios
Distúrbios Pediátricos
Acessos Cirúrgicos
ANATOMIA TOPOGRÁFICA
ESTRUTURA APLICAÇÃO CLÍNICA
M. tríceps Pode ser palpado na face posterior do braço. Uma
braquial avulsão/ruptura de tendão pode ser palpada na
região proximal ao olécrano
M. bíceps Pode ser palpado na face anterior do braço
braquial
Fossa O tendão do m. bíceps braquial pode ser palpado
cubital neste ponto. Se rompido, o tendão não pode ser
palpado
Epicôndilo Local de origem do tendão extensor comum.
lateral Sensível na epicondilite lateral (“cotovelo de
tenista”)
Epicôndilo Local de origem do tendão exor comum. Sensível
medial na epicondilite medial (“cotovelo de gol sta”)
Olécrano Extremidade proximal da ulna. Sensibilidade
dolorosa pode indicar fratura
Cabeça do Extremidade proximal do rádio. Sensibilidade
rádio dolorosa pode indicar fratura
OSTEOLOGIA
RADIOLOGIA
TRAUMA
1Nota da Revisão Cientí ca: Essa radiogra a mostra
outro sinal da fratura supracondilar que é a perda da angulação anterior do capítulo.
ARTICULAÇÕES
LIGAMENTOS FIXAÇÕES COMENTÁRIOS
COTOVELO
• O cotovelo compreende três articulações: 1. Art. umeroulnar
(tróclea e incisura troclear): articulação do tipo gínglimo
2. Art. umerorradial (cabeça do rádio e capítulo do úmero):
“Articulação do tipo trocóidea”
3. Art. radiulnar proximal (cabeça do rádio e incisura radial)
• Sua função principal é atuar como uma alavanca para levantar
e posicionar a mão adequadamente no espaço
• Dois movimentos principais: 1. Flexão e extensão: 0-150° (ADM
funcional: 100° [30°-130°]); o eixo é a tróclea
2. Pronossupinação: 70° pronação − 80° supinação (ADM
funcional: 100° [50° pronação − 50° supinação]); o eixo é a articulação umerorradial
• A estabilidade é promovida pela combinação de contenções
ósseas (articulações) e ligamentares; realizando ângulos de
11°-16° em valgo
Ligamento Colateral Ulnar (LCU)
Parte Do epicôndilo medial Mais importante
(faixa) (inferiormente) ao contenção para o estresse
anterior processo coronoide em valgo, sempre tenso;
(medialmente) geralmente rompe fora
(“tubérculo do processo coronoide sublime”)
Parte (faixa) Do epicôndilo medial Tenso/resiste em valgo
posterior à incisura troclear em exão (>90°)
Parte (faixa) Do olécrano Estabiliza a incisura
transversa (medialmente) ao troclear
processo coronoide
(medial e
inferiormente)
Ligamento Colateral Radial (LCR)
“Parte Do epicôndilo lateral Contenção em varo;
radial” do ao ligamento anular estabiliza o ligamento
LCR* do rádio anular do rádio
(anteriormente)
“Parte Do epicôndilo lateral Suporte para a
ulnar” do à crista do músculo subluxação da cabeça do
LCR* supinador da ulna rádio; lesão resulta em
instabilidade rotatória
posterolateral
“Colateral Do ligamento anular Estabiliza o ligamento
lateral à crista do músculo anular do rádio durante
acessório” * supinador o estresse em varo
Ligamento Partes anterior e Permite a rotação da
anular posterior da incisura cabeça do rádio; estirado
radial da ulna ou rompido na
subluxação ou luxação da
cabeça do rádio
Outros
Cápsula Articulações Estabilizador secundário,
articular adjacentes propensa à contratura
Ligamento Da ulna Tenso na supinação,
quadrado (anterolateralmente) estabiliza a articulação
ao colo do rádio
(anteriormente) (sob radiulnar proximal o ligamento anular (ARUP) do rádio)
Corda Da parte proximal da Estabiliza a articulação
oblíqua ulna (lateralmente) durante a
ao colo do rádio pronossupinação
* Nota da Revisão Cientí ca: A terminologia anatômica não
reconhece a divisão do ligamento colateral radial em “parte ulnar”, “parte radial” e “ligamento colateral lateral acessório”.
ESTABILIDADE DO COTOVELO
Estabilizadores Primários
Articulação umeroulnar Contenção primária em valgo
<20° ou >120° de exão
Contenção primária em varo em
extensão (2° em exão)
Ligamento colateral ulnar Contenção primária em valgo
(LCU) (especialmente a entre 20°-120° de exão
faixa anterior) Faixa anterior está sempre tensa,
faixa posterior tensa >90°
Ligamento colateral radial Contenção primária em varo em
(LCR) (especialmente a exão (2° em extensão)
parte ulnar) A parte ulnar do LCR previne a
subluxação da cabeça do rádio
(p. ex., IRPL)
Estabilizadores Secundários
Articulação umerorradial Contenção em valgo de 0°-30° de
(cabeça do rádio) exão
Partes anterior e posterior Contenção para estresse em varo
da cápsula articular e valgo
Origens dos tendões exor e Forças dinâmicas atuam para
extensor comum conter o estresse em varo e valgo
ESTRUTURA COMPONENTES COMENTÁRIOS
TÚNEL ULNAR (“CUBITAL”)
Limites • Teto: • Apertado na exão,
“ligamento comprime o nervo ulnar
arqueado” (de dentro do túnel ulnar Osborne) (“cubital”)
Do epicôndilo • Pode ser lesionado na
medial ao cirurgia de descompressão olécrano • Tipicamente não comprime o
• Assoalho: nervo ligamento • Epicondilectomia medial colateral ulnar ocasionalmente indicada (LCU) • Não comprime o nervo • Posterior:
cabeça medial do
m. tríceps
braquial
• Anterior:
epicôndilo medial
• Lateral:
olécrano
Conteúdo • Nervo: nervo • Comprimido na síndrome do
ulnar túnel ulnar (“cubital”)
• Fraturas (consolidação viciosa) do côndilo medial podem
provocar aprisionamento do nervo ulnar no túnel ulnar
(“cubital”)
• O “ligamento arqueado” também é conhecido como
ligamento/fáscia de Osborne e o retináculo do túnel ulnar
(“cubital”)
• Ver Capítulo 5, Antebraço para o túnel radial
OUTRAS ESTRUTURAS
ESTRUTURA DESCRIÇÃO COMENTÁRIOS
OUTRAS
ESTRUTURAS
Coxins Localizado nas fossas Pode ser deslocado pelo
adiposos coronóidea e do hematoma da fratura e
olécrano, envolvido na visto na radiogra a
como uma
exão ou na extensão radioluscência (“sinal
completa de vela”)
Bolsa Na ponta do processo Pode tornar-se
subcutânea do olécrano in amada ou infectada
do olécrano
Ligamento Uma faixa brosa Pode comprimir o nervo
de corre do processo mediano proximalmente
Struthers supracondilar anômalo
para o epicôndilo
medial do úmero
Aponeurose Faixa fascial do m. Cobre o nervo mediano
do músculo bíceps braquial e do e a artéria braquial e
bíceps tendão distal que corre pode comprimir o nervo
braquial profundamente para a mediano
fáscia do antebraço
Arcada de Fáscia espessa do septo Ocorre em 70% da
Struthers IM para o m. tríceps população; pode
braquial (cabeça comprimir o nervo medial), 8 cm ulnar proximal ao túnel
proximal ao epicôndilo ulnar (“cubital”) medial
Alça Ramos da artéria Pode comprimir o nervo
vascular de recorrente radial radial/NIP
Henry
PEQUENOS PROCEDIMENTOS
PASSOS
ARTROCENTESE DO COTOVELO
1. Flexionar e estender o cotovelo, palpar a parte lateral do
côndilo do úmero, a cabeça do rádio e o olécrano lateralmente;
sentir o sulco triangular (“ponto fraco”) entre os três
2. Preparar a pele sobre o sulco (sabão antisséptico/iodo)
3. Anestesiar localmente a pele (1/4 do tamanho do ponto)
4. O braço pode ser mantido em extensão ou exão. Inserir a
agulha no “triângulo” entre os pontos de referência ósseos
(mirar no epicôndilo medial)
5. O líquido deve ser aspirado facilmente
6. Fazer curativo no local da in ltração
ASPIRAÇÃO DA BOLSA SUBCUTÂNEA DO OLÉCRANO
1. Preparar a pele sobre o olécrano (sabão antisséptico/iodo)
2. Anestesiar localmente a pele (1/4 do tamanho do ponto)
3. Inserir uma agulha de calibre 18 na parte utuante da bolsa e
aspirar o líquido
4. Se há suspeita de infecção, enviar o líquido para a coloração
de Gram e cultura
5. Fazer curativo no local da in ltração
INFILTRAÇÃO NO “COTOVELO DE TENISTA”
1. Perguntar ao paciente sobre alergias
2. Flexionar o cotovelo em 90°, palpar a inserção ERCC (local de
sensibilidade máxima) no epicôndilo lateral
3. Preparar a pele sobre a região lateral do cotovelo (sabão
antisséptico/iodo)
4. Anestesiar localmente a pele (1/4 do tamanho do ponto)
5. Inserir uma agulha de calibre 22 ou menor no tendão ERCC
na sua inserção no epicôndilo lateral. Aspirar para garantir que
a agulha não está em um vaso, em seguida in ltrar 2-3 ml de
preparação 1:1 local/corticosteroide (espalhar a in ltração por
todo o tendão)
6. Fazer curativo no local da in ltração
7. Anotar a melhora dos sintomas
HISTÓRIA DA DOENÇA ATUAL
EXAME FÍSICO
EXAME/OBSERVAÇÃO TÉCNICA APLICAÇÃO CLÍNICA
INSPEÇÃO
Recusando a usar o Observar o Fratura, luxação,
braço paciente subluxação da
(criança) cabeça do rádio
(pronação dolorosa)
Deformidade Comparar os dois Luxação, fratura,
grosseira, inchaço lados bursite
Realizando ângulos Negativo (<5°) Cúbito varo (p. ex.,
(normal 5°-15°) Positivo (>15°) fratura
supracondilar) Cúbito valgo (p. ex.,
fratura do
epicôndilo lateral)
Atro a muscular Examinar os Aprisionamento do
músculos da mão nervo (p. ex.,
síndrome do túnel
cubital)
PALPAÇÃO
Medial Epicôndilo e Dor: epicondilite
crista medial (cotovelo de
supraepicondilar gol sta), fratura,
medial ruptura/estiramento
Nervo ulnar no do LCU sulco ulnar Parestesia indica
aprisionamento do
nervo ulnar
Lateral Epicôndilo e Dor: epicondilite
crista lateral (cotovelo de supraepicondilar tenista), fratura lateral Dor: artrite, Cabeça do rádio fratura, sinovite
Anterior Tendão do m. Dor: ausência do
bíceps braquial tendão indica o na fossa cubital rompimento do
tendão do m. bíceps
braquial
Posterior Cotovelo Bursite do olécrano,
exionado: rompimento do
olécrano, fossa tendão do m.
do olécrano, tríceps braquial
tendão do m.
tríceps braquial
EXAME/OBSERVAÇÃO TÉCNICA APLICAÇÃO
CLÍNICA
AMPLITUDE DE MOVIMENTO
Flexionar e estender Cotovelo ao lado: Normal: 0° a
exionar e 140°-150°; observe
estender o se ADM passiva >
cotovelo ADM ativa
Pronado e supinado Dobrar os Normal: supinado
cotovelos, 80°-85°, pronado
polegares para 75°-80° cima, girar o
antebraço
EXAME TÉCNICA APLICAÇÃO CLÍNICA
NEUROVASCULAR
Sensitivo
N. axilar (C5) Porção lateral e Dé cit indica lesão no
proximal do nervo/raiz
braço correspondente
N. radial (C5) Porção Dé cit indica lesão no
inferolateral e nervo/raiz posterior do correspondente braço
N. cutâneo Região medial do Dé cit indica lesão no
medial do braço braço nervo/raiz
(T1) correspondente
Motor
N. Resiste à exão Fraqueza = lesão do m.
musculocutâneo do cotovelo braquial/bíceps braquial
(C5-C6) ou no nervo/raiz
correspondente
N. Resiste à Fraqueza = lesão do m.
musculocutâneo supinação bíceps braquial ou no
(C6) nervo/raiz
correspondente
N. mediano Resiste à Fraqueza = lesão do m.
(C6) pronação pronador redondo ou no
nervo/raiz
correspondente
N. radial (C7) Resiste à extensão Fraqueza = lesão do m.
do cotovelo tríceps braquial ou no
nervo/raiz
correspondente
Re exos
C5 Bicipital Hipoatividade/ausência
indica radiculopatia
C6 Braquiorradial Hipoatividade/ausência
indica radiculopatia
C7 Tricipital Hipoatividade/ausência
indica radiculopatia
TESTES ESPECIAIS
Cotovelo de Deixar o punho Dor no epicôndilo lateral
tenista fechado, pronado, sugere epicondilite
estender o punho lateral e os dedos contra
resistência
Cotovelo de Braço supinado, Dor no epicôndilo medial
gol sta estender o punho sugere epicondilite
e o cotovelo medial
Instabilidade Flexão de 25°, Dor ou fraqueza indica
ligamentar aplicar estresse lesão no LCR/LCU
em varo/valgo
Pivot shift Cotovelo Apreensão, subluxação
(IRPL) supinado, palpável da cabeça do
estendido, rádio ou ondulações da
exionar o ombro pele sobre a cabeça do
acima da cabeça. rádio, teste positivo para
Carga axial instabilidade rotatória
supinada, posterolateral (IRPL) cotovelo em
valgo e
exionado
Sinal de Tinel Batida no sulco Formigamento na
do n. ulnar distribuição ulnar indica
(nervo) aprisionamento
Flexão do Flexão máxima Formigamento na
cotovelo do cotovelo por 3 distribuição ulnar indica
minutos aprisionamento
Pinch grip Pinçar com a Inabilidade (ou pinçar
ponta do polegar com a polpa digital, não
e do indicador com a ponta): patologia
NIA
Pulsos: braquial, radial, ulna
ORIGENS E INSERÇÕES
MÚSCULOS: ANTERIOR
ESTRUTURA RELAÇÃO
RELAÇÕES
N. Perfura o m. coracobraquial 8 cm distal ao
musculocutâneo processo coracoide, então ca entre os
músculos bíceps braquial e braquial de onde emerge o nervo cutâneo lateral do antebraço (ramo terminal)
N. radial Começa medial, então se torna espiralado
posterior e lateralmente ao redor do úmero (no sulco do n. radial em espiral) e emerge entre os músculos braquial e braquiorradial na face lateral do braço distalmente
N. ulnar Na face medial do braço, no sentido
anteroposterior do compartimento (atravessa o septo IM) dentro do túnel ulnar (“cubital”)
N. mediano Na face anteromedial do braço, inicialmente
lateral à artéria braquial, mas ao cruzá-la
torna-se medial
Artéria braquial Corre com o nervo mediano, então cruza por
baixo dele para tornar-se mais mediana na parte distal do braço/cotovelo
COMPARTIMENTOS
Anterior do Músculos: braquial, bíceps braquial,
braço coracobraquial
Neurovascular: nervo musculocutâneo, nervo mediano, artéria braquial, nervo radial
(distalmente)
Posterior do Músculos: tríceps braquial
braço Neurovascular: nervo radial (parte média do
braço), nervo ulnar (parte distal do braço), artéria recorrente radial
NERVOS
PLEXO BRAQUIAL
Fascículo Lateral e Medial
N. mediano (C[5]6-T1): corre na face medial do braço
(compartimento anterior), medialmente aos mm. bíceps braquial
e braquial (lateralmente à artéria braquial), então cruza
(medialmente) por cima da artéria e entra no antebraço sob a
aponeurose do músculo bíceps braquial (bicipital)
Sensitivo: Nenhum (no braço, ver Capítulo 6, Mão)
Motor: Nenhum (no braço, ver Capítulos 5 e 6, Antebraço e
Mão)
Fascículo Posterior
N. (C5-T1): começa medialmente ao úmero, atravessa
radial posteriormente pelo sulco do n. radial (onde ele pode
ser aprisionado em uma fratura de úmero, especialmente nas fraturas do 1/3 distal) com a artéria braquial profunda, então ca entre os mm. braquiorradial e braquial; divide-se, em seguida, nos ramos profundo (motor-NIP) e super cial (sensitivo)
Sensitivo: Face posterior: via nervo cutâneo posterior do
braço
Face lateral: via nervo lateral inferior do braço
Motor: • Compartimento posterior do braço
M. tríceps braquial
• Compartimento anterior do braço
M. braquial (parte lateral)
PLEXO BRAQUIAL
Fascículo Lateral
N. musculocutâneo (C5-C7): penetra o m. coracobraquial (6-8
cm abaixo do processo coracoide, onde há o risco de retração do
tendão conjunto), e depois corre entre os mm. bíceps braquial e
braquial, inervando a ambos. Existe um ramo terminal sensitivo
entre os mm. bíceps braquial e braquial no cotovelo
Sensitivo: Nenhum (no braço, ver Capítulo 5, Antebraço)
Motor: • Compartimento anterior do braço
M. coracobraquial
M. bíceps braquial
M. braquial (parte medial)
Fascículo Medial
N. cutâneo medial do braço (C8-T1): os ramos do fascículo
unem-se ao nervo intercostobraquial e passam subcutaneamente
na face medial do braço
Sensitivo: Face medial do braço
Motor: Nenhum
N. ulnar (C[7]8-T1): passa do compartimento anterior para o
compartimento posterior do braço, na face medial do braço sobre
o septo IM, e depois sob a “arcada de Struthers” em direção ao
m. tríceps braquial (cabeça medial), em seguida atravessa o
túnel ulnar (cubital) posteriormente ao epicôndilo medial do
úmero.
Sensitivo: Nenhum (no braço, ver Capítulos 5 e 6, Antebraço e
Mão)
Motor: Nenhum (no braço, ver Capítulos 5 e 6, Antebraço e
Mão)
ARTÉRIAS
RAMOS TRAJETO COMENTÁRIO/IRRIGAÇÃO
ARTÉRIA BRAQUIAL
A continuação da artéria axilar. Ela corre lateralmente ao n.
mediano e, depois, cruza por baixo desse nervo para assumir
uma posição mediana
Artéria braquial No sulco do Segue o trajeto junto com
profunda nervo radial o nervo radial, pode ser
lesada neste local
Artéria nutrícia Penetra no Irriga o úmero
do úmero canal nutrício
Artéria colateral Com o nervo Anastomosa-se com a
ulnar superior ulnar na parte artéria recorrente ulnar
média do braço posterior
Artéria colateral Ramos na parte Anastomosa-se com a
ulnar inferior distal do braço artéria recorrente ulnar
anterior
Ramos Geralmente Irriga a musculatura do
musculares rami ca braço
lateralmente
Artéria radial Ramo terminal Um dos 2 ramos terminais
Artéria ulnar Ramo terminal Um dos 2 ramos terminais
ARTÉRIA BRAQUIAL PROFUNDA
Artéria colateral Na região Anastomosa-se com a
radial anterolateral artéria recorrente radial
do braço
Artéria colateral Posteriormente Anastomosa-se com a
média ao úmero artéria recorrente
interóssea
Usada como pedículo no
retalho lateral do braço
ARTÉRIA RADIAL
Artéria Passa na parte Anastomosa-se com a
recorrente radial anterolateral artéria colateral radial
do braço Os ramos (alça vascular
de Henry) podem comprimir o n. radial
ARTÉRIA ULNAR
Artéria Na parte Anastomosa-se com a
recorrente ulnar anteromedial artéria colateral ulnar
(r. anterior) do braço inferior
Artéria Na parte Anastomosa-se com a
recorrente ulnar posteromedial artéria colateral ulnar
(r. posterior) do braço superior
Artéria Ramo É um tronco com vários
interóssea localizado ramos
comum medialmente
Artéria Posteriormente Anastomosa-se com a
recorrente ao cotovelo artéria colateral média
interóssea
Artéria Junto com a Irriga a musculatura do
interóssea (AA. membrana antebraço
interósseas interóssea
anterior e
posterior)
DISTÚRBIOS
DISTÚRBIOS PEDIÁTRICOS
DESCRIÇÃO AVALIAÇÃO TRATAMENTO
LUXAÇÃO CONGÊNITA DA CABEÇA DO RÁDIO
• Luxação HDA: pais observam • Assintomática:
congênita da a ADM diminuída, observação
cabeça do +/− dor ou • Sintomática (dor):
rádio deformidade (tardia) excisão da cabeça do
• Geralmente EF: ADM diminuída, rádio na maturidade
diagnosticada +/− visível a esquelética (diminui a
entre 2-5 anos cabeça do rádio dor, mas tipicamente
de idade e/ou sensibilidade não aumenta a ADM)
dolorosa
• Pacientes são RX: malformação da
tipicamente cabeça do rádio e do
muito capítulo do úmero
funcionais
• Unilateral ou
bilateral
• Associada a
outras
síndromes
SINOSTOSE RADIULNAR
• Falha da HDA/EF: ausência • Ressecção da
separação de de prono-supinação sinostose sem sucesso
rádio e ulna do Mediana/unilateral:
• Rotação do cotovelo/antebraço. observação
antebraço está Diferentes graus de • Osteotomia: mão
ausente deformidade xa dominante 20° de
• Pode estar (>60° é grave) pronação, não
associada a RX: Rádio está dominante 30° de
outras espessado, ulna está supinação
síndromes estreita
• Bilateral em
60% dos casos
OSTEOCONDROSE DO CAPÍTULO DO ÚMERO (DOENÇA DE
PANNER)
• Ossi cação HDA: dor na parte 1. Repouso (não
endocondral lateral do cotovelo arremessar, exercícios
desorganizada de início insidioso e de ginástica etc.)
por uso excessivo 2. AINE
• Mecanismo: (beisebol, 3. Imobilização (3-4
compressão ginástica) semanas)
em valgo EF: capítulo do Os sintomas podem
(arremessador) úmero SP, ADM persistir por meses,
ou sobrecarga diminuída mas a maioria resolve
axial RX: margens completamente
(ginastas) irregulares, +/−
• Geralmente ssurada,
< 10 anos de fragmentação
idade; (raramente corpos
meninos soltos)
>meninas
• Prognóstico
favorável a
longo prazo
ACESSOS CIRÚRGICOS
OceanofPDF.com