Netter Atlas de Anatomia Ortopédica
CAPÍTULO 6: Mão
CAPÍTULO 6
Mão
Anatomia Topográ ca
Osteologia
Radiologia
Trauma
Tendões
Articulações
Outras Estruturas
Procedimentos Menores
História da Doença Atual
Exame Físico
Origens e Inserções
Músculos
Nervos
Artérias
Distúrbios
Distúrbios Pediátricos
Acessos Cirúrgicos
ANATOMIA TOPOGRÁFICA
ESTRUTURA APLICAÇÃO CLÍNICA
Tendão do m. Não está presente em todas as pessoas.
palmar longo Pode ser usado para enxerto de tendões
“Tabaqueira Local do escafoide. Sensibilidade dolorosa
anatômica” no local pode indicar fratura do escafoide
Articulação Local comum de artrite e fonte de dor
carpometacarpal radial na mão
do polegar
Eminência tenar Atro a pode indicar compressão do nervo
mediano (p. ex., síndrome do túnel do
carpo)
Eminência Atro a pode indicar compressão do nervo
hipotenar ulnar (p. ex., síndrome do túnel cubital ou
ulnar)
“Prega palmar Local aproximado do arco palmar
proximal” super cial na palma
“Prega palmar Local das articulações metacarpofalângicas
distal” na região palmar
OSTEOLOGIA
RADIOLOGIA
TRAUMA
TENDÕES
image
ZONA LIMITES COMENTÁRIOS
ZONAS DOS TENDÕES DOS MM. FLEXORES
I Distal à Lesão de um único tendão (FSD).
inserção do Reparo primário. O encurtamento do
FSD tendão >1 cm resulta em contratura da
AIFD. Pode também resultar em efeito
quadriga
II Retináculo “Terra de ninguém”. Os dois tendões (do
dos mm. FSD e do FPD) requerem reparo precoce
exores (com 7 dias) e mobilização. Lesões
dos dedos podem ocorrem em diferentes locais de
cada tendão e longe do corte da pele.
Preservar as “polias” A2 e A4 da bainha
brosa durante o reparo
III Palma Reparo primário. Lesões ao arco arterial
e ao nervo mediano são comuns
IV Túnel do Deve liberar e reparar o “ligamento
carpo carpal transverso” durante o reparo do
tendão
V Punho e Reparo primário (+ alguma lesão
antebraço neurovascular). Os resultados são
geralmente favoráveis
Polegar Distal à Reparo primário do tendão. Taxa de re-
I inserção do ruptura é alta
FLP
Polegar Retináculo Reparo primário do tendão. Preservar
II dos mm. tanto a “polia” A1, como também a
exores do oblíqua
polegar
Polegar Eminência Não operar nessa zona. O ramo
III tenar recorrente (motor) tem risco de ser
lesionado
ZONAS DOS TENDÕES DOS MM. EXTENSORES
I Articulação “Dedo em Martelo”. Tala de extensão
IFD por 6 semanas contínuas
II Falange Rupturas completas: reparo primário e
média tala de extensão
III Articulação Lesão no feixe central. Tala de extensão
IFP por 6 semanas. Se os “ligamentos
triangulares” romperem também, as faixas (bandas) laterais migram para a palma, resultando no dedo em botoeira
IV Falange Reparo primário do tendão (e das faixas
proximal [bandas] laterais, se for necessário)
seguido de tala de extensão
V Articulação Geralmente soco com lesão cortocontusa
MCF pelos dentes. É necessário o reparo do
tendão e das faixas (bandas) sagitais
VI Metacarpal Reparo primário e movimentação
precoce/tala dinâmica
VII Punho O retináculo provavelmente será
lesionado. Reparo primário do tendão,
mobilização precoce/tala dinâmica
VIII Parte distal Na junção musculotendínea. Reparo
do primário do tecido tendíneo com antebraço imobilização
IX Parte Frequentemente há lesão muscular. Alto
proximal índice de lesão neurovascular. Reparo
muscular e imobilização
do
antebraço
ESTRUTURA DESCRIÇÃO COMENTÁRIO
BAINHA SINOVIAL DOS TENDÕES DOS MM. FLEXORES
Bainha Túnel osteofribroso revestido Local de possível
comum dos com tenossinóvia Protege, infecção;
tendões dos lubri ca e nutre o tendão procurar por
músculos sinais de
exores Kanavel (ver a
tabela de
Distúrbios)
Polias Espessamentos da bainha A2 e A4 (sobre
(“roldanas”) para estabilizar os tendões – F1 e F2) são mais
5 partes anulares importantes; (A1[AMCF], A3[AIFP], devem estar A5[AIFD] sobre as intactas para articulações; A2 e A4 sobre prevenir a as falanges) e 3 ou 4 partes deformidade em
cruciformes da bainha “corda de arco”
brosa dos tendões
A1 pode levar ao dedo “em
gatilho”
A3 cobre a AIFP e o ligamento
palmar (lâmina)
Vínculos Os 2 vínculos (longo e curto) Os vínculos são
garantem a vascularização arrancados na dos tendões dentro da ruptura do FPD
bainha do tipo 1 (lesão
hipovascular) e
cam preservados
nas rupturas dos
tipos 2 e 3
Ligamento Espessamento anterior Os tendões dos
palmar (palmar) da cápsula articular músculos FSD e
(“lâmina”) das articulações FPD inserem-se
interfalângicas aqui para
exionar a AIFP e
a AIFD,
respectivamente.
Previnem a
hiperextensão
ARTICULAÇÕES
LIGAMENTO FIXAÇÕES COMENTÁRIOS
ARTICULAÇÃO CARPOMETACARPAL
Do Polegar
• Articulação selar. Altamente móvel, apresenta estabilidade
óssea e ligamentar. Predisposto a desenvolver osteoartrite
• Movimentos primários: exão, extensão, adução e abdução
• Movimentos complexos (combinados): oposição, retropulsão,
abdução palmar, abdução/adução radial (lateral)
Cápsula Da base do Reveste a articulação e é um
articular metacarpal estabilizador secundário
ao trapézio
“Oblíquo Da “face “Beak” ligament. Fixa os
anterior ulnar” da fragmentos na fratura de
(palmar)” base do 1º Bennett. Fornece resistência
MC ao primária para impedir a tubérculo do subluxação. Lesões podem trapézio levar à osteoartrite
“Radial Do dorso do O mais forte. Fornece suporte
dorsal” trapézio à radial e dorsal. Rompe na
região luxação posterior (dorsal) dorsal da
base do MC
1º Da “face Previne o desvio radial do 1º
intermetacarpal ulnar” da MC
base do 1º
MC à “face
radial” da
base do 2º
MC
“Oblíquo Do trapézio Estabilizador secundário
posterior” à região
dorsal da
“face ulnar”
da base do
MC
“Colateral Da região Limita a abdução e a extensão
ulnar” anterolateral
do trapézio
à “face
ulnar” da
base do MC
“Radial lateral” Radialmente Abaixo da inserção do tendão
no trapézio ALP e na base
MC
Dos Dedos
• Articulações planas. A 2ª e 3ª articulações CMC quase não
possuem movimento; assim, em razão desta imobilidade,
permitem uma angulação mínima na fratura metacarpal. A 4ª e
5ª articulações CMC apresentam maior mobilidade
anteroposterior; logo, em razão desta mobilidade, permitem uma
angulação maior na fratura metacarpal
Cápsula Da base do Aumenta a estabilidade
articular metacarpal
ao carpo
Ligamentos Da base do Ligamentos dorsais (mais
CMC metacarpal fortes), palmares, interósseos
ao carpo
Intermetacarpal Entre as Aumenta a estabilidade ulnar
bases dos e radial da articulação CMC
ossos
metacarpais
adjacentes
LIGAMENTO FIXAÇÕES COMENTÁRIO
ARTICULAÇÃO METACARPOFALÂNGICA
Do Polegar
• Articulação sinovial (diartrose). Movimento: primário = exão
e extensão; secundário = rotação, adução, abdução
Cápsula Reveste a Estabilizador secundário
articular articulação (dorsalmente). Tenso em
exão
Colaterais Da cabeça do Estabilizador primário.
(“radial e metacarpal à Tenso em exão, testar em
ulnar”) região palmar da 30° de exão O lig.
falange proximal colateral “ulnar” é afetado
na lesão do polegar do esquiador
Colateral Do ligamento Tenso em extensão. Testar
(“parte palmar ao lig. sua integridade em
acessória”) colateral extensão
Palmar Da região Estabilizador primário em
(lâmina) palmar da extensão. Frouxidão em
cabeça do extensão indica lesão no
metacarpal à lig. palmar (+/– “lig. região palmar da colateral acessório”). base da falange
proximal
Dos dedos
• Articulação sinovial (diartrose). Movimento: primário = exão
e extensão (ADM 0-90°); secundário = desvio radial e ulnar
• A assimetria da cabeça do metacarpal e da origem do ligamento
colateral resulta no efeito de virabrequim (“cam e ect”) (tenso
na exão e frouxo na extensão)
Cápsula Reveste a Estabilizador secundário,
articular articulação re exões sinoviais palmar
e dorsal
Colaterais Da região dorsal Estabilizador primário,
(“radial/lateral da cabeça do MC tenso na exão, frouxo na
e à região palmar extensão
ulnar/medial”) da base da F1
Colateral Da região Do palmar aos colaterais;
(“parte palmar da estabilizam os ligamentos
acessória”) cabeça do MC ao palmares
lig. palmar
(lâmina)
Palmar Da região Limita a extensão, suporte
(lâmina) palmar da palmar
cabeça do MC à
região palmar da
base da F1
Metacarpal Entre as cabeças Conecta os ligamentos
transverso dos metacarpais palmares, as articulações
profundo adjacentes e o MCF e os metacarpais
lig. palmar das Pode prevenir articulações MCF encurtamentos em
decorrência de fraturas
isoladas dos metacarpais
LIGAMENTO FIXAÇÕES COMENTÁRIOS
ARTICULAÇÃO INTERFALÂNGICA PROXIMAL
• Articulações do tipo gínglimo. Movimento primário = exão e
extensão (AIFP: ADM 0-110°, AIFD: ADM 0-60°). Movimento
mínimo de rotação ou desvio. Não há efeito virabrequim “cam
e ect” nesta articulação. A articulação IFP tem propensão ao
enrijecimento/contratura após lesão e/ou imobilização
Cápsula Reveste a Estabilizador fraco,
articular articulação especialmente no dorso (o
feixe central fornece mais suporte)
Colateral Da parte Estabilizador primário para
(“radial e central da os movimentos de desvio.
ulnar”) cabeça da F1
à região Tensão constante durante
palmar da F2 toda ADM
Colateral Da região Origem palmar até o eixo de
(“parte palmar da rotação: tenso na extensão,
acessória”) cabeça da frouxo na exão
falange Isto pode resultar em proximal ao contratura (não imobilizar lig. palmar em exão) (não no osso)
Palmar Da região Resiste (impede)
(lâmina) palmar da primariamente à
falange média hiperextensão. Possui à região xação distal forte e xação
palmar da proximal frouxa (mais falange propensa à lesão) Os proximal (via ligamentos “de contenção”
ligamentos de geralmente se encurtam contenção) após a lesão: contratura
OUTRAS ARTICULAÇÕES INTERFALÂNGICAS
• Articulação interfalângica (AIF) do polegar e articulações
interfalângicas distais (AIFD)
• Articulações do tipo gínglimo: Movimento primário = exão e
extensão (AIF: ADM 0°-90°; AIFD: ADM 0°-60°). Mínima rotação
ou desvio
Cápsula Reveste as Estabilizador fraco
articular articulações
Colateral Entre as Similar à AIFP, tensão
(“radial e falanges constante, sem efeito
ulnar”) adjacentes virabrequim
Colateral Da região Similar ao AIFP, menos
(“parte palmar aos propenso à contratura do
acessória”) ligamentos que a AIFP
colaterais
Palmar Região Resiste primariamente à
(lâmina) palmar, entre hiperextensão, pode ser
as falanges lesionado
OUTRAS ESTRUTURAS
Ligamento de Da bainha Estabiliza a pele e o feixe
Grayson dos tendões neurovascular.
do m. exor à Está envolvido na pele; da doença/nódulos de região palmar Dupuytren ao feixe neurovascular
Ligamento de Do periósteo Estabiliza a pele durante a
Cleland (lig. à pele exão/extensão; da região
cutâneo digital do dorso até o feixe
[interfalângico]) neurovascular
MOVIMENTO ESTRUTURA COMENTÁRIO
MOVIMENTO ARTICULAR
Articulação Metacarpofalângica
Flexão Músculos Inserem-se na falange proximal e
interósseos na faixa (banda) lateral (da
região palmar ao eixo de movimento)
Lumbricais Inserem-se na faixa (banda)
(radial) lateral (região palmar ao eixo de movimento da AMCF)
Extensão ED pela faixa Inserção da faixa (banda) sagital
(banda) na lâmina palmar, criando um
sagital “laço” em torno da base da
falange proximal e a articulação
estendida por meio do “laço”. ED
possui uma inserção mínima na
F1 (que não estende a
articulação), mas estende as
articulações via faixas (bandas)
sagitais
Articulação Interfalângica Proximal
Flexão Flexor Flexor primário da AIFP por meio
super cial da inserção na região palmar da
dos dedos base da falange média (FSD) Flexor secundário da AIFP Flexor
profundo dos
dedos (FPD)
Extensão ED via feixe O feixe central do tendão do ED
central insere-se na região dorsal da base
(faixa/banda) da F2 para estender a AIFP
Lumbricais Possui xação na faixa (banda)
via faixas (radial) lateral (dorsal ao eixo de (bandas) movimento) laterais
Articulação Interfalângica Distal
Flexão Flexor O tendão xa-se na região
profundo dos palmar da base, tracionando dedos (FPD) através da bainha tendínea
Extensão ED via A faixa (banda) lateral converge
porção para se inserir na região dorsal
terminal do da base da F3 tendão do m. Liga a AIFP e a AIFD durante a
extensor dos extensão; estende a AIFD quando
dedos a AIFP está estendida “Ligamento
retinacular
oblíquo
(LRO)”
OUTRAS ESTRUTURAS
ESTRUTURA DESCRIÇÃO COMENTÁRIO
APARELHO INTRÍNSECO
• Aponeurose extensora dorsal (também chamada de expansão
extensora, “capuz” dorsal ou “capuz” extensor)
^ Faixa Inserção na lâmina Estende a AMCF por
(banda) palmar (F1); o tendão um “laço” em torno
sagital do m. extensor dos da base de F1; as
dedos (ED) desliza por faixas (bandas) baixo sagitais radiais
(laterais) são fracas e
podem se romper
^ Fibras Cobrem a AMCF e a Mantêm o ED
oblíquas base da falange alinhado (no centro)
proximal acima da AMCF
^ Faixas As bras laterais da Palmar ao eixo da
(bandas) expansão extensora AMCF: exão da
laterais conectam as porções AMCF
tendíneas dos mm. Dorsal ao eixo da
interósseos/lumbricais AIFP: extensão da
para formar as faixas AIFP (bandas) laterais
• Tendão do músculo extensor dos dedos (ED) (extrínseco)
desliza por baixo da expansão extensora “capuz dorsal” (para
estender a AMCF) antes de se dividir em 3 partes na falange
proximal
^ Feixe ED divide-se em 3 partes Estes feixes se unem
lateral acima da F1 formando às faixas (bandas)
dois feixes laterais laterais
^ Feixe Feixe central da divisão Extensão da AIFP;
central em 3 partes; inserção na rompe na lesão em
base da F2 botoeira
^ Porção Con uência de duas Extensão da AIFD por
terminal do faixas (bandas) laterais meio da inserção na
tendão do conjuntas na região região dorsal da base
músculo dorsal da base da da F3; sofre avulsão
extensor dos falange distal na lesão do dedo em
dedos martelo
• Faixa Con uência dos feixes Os dois se unem
(banda) laterais do ED e das distalmente para
lateral faixas (bandas) laterais fazer a porção
conjunta da aponeurose extensora terminal do tendão
do músculo extensor
dos dedos
• “Ligamento Da lâmina palmar da Previne a subluxação
retinacular AIFP e da bainha dos dorsal da faixa
transverso” mm. exores para as (banda) lateral
faixas (bandas) laterais conjunta durante a
conjuntas extensão da AIFP
• Ligamento Faixas (bandas) Previne a subluxação
triangular transversais sobre F2 palmar da faixa
(aponeurose) conectam ambas as (banda) lateral
faixas (bandas) laterais durante a exão da
conjuntas e a porção AIFP; rompe na lesão
terminal do tendão do em botoeira m. extensor dos dedos
• “Ligamento Da região palmar da F1 Estende a AIFD
retinacular para a região dorsal da quando a AIFP está
oblíquo” F3/porção terminal do estendida
tendão do m. extensor
dos dedos
OUTRAS ESTRUTURAS
Junção Conexões tendíneas Previne extensão
tendínea entre os tendões do ED completa do dedo
para os dedos adjacentes quando o dedo proximalmente à AMCF adjacente está
exionado (ver pág.
155)
ESPAÇOS DA MÃO
ESTRUTURA CARACTERÍSTICAS COMENTÁRIO
Espaço tenar Entre os tendões exores Espaço potencial:
e o músculo adutor do local de possível
polegar infecção
Espaço Entre os tendões exores Espaço potencial:
mediopalmar e os metacarpais local de possível
infecção
Espaço de Entre o tendão exor e o Espaço potencial:
Parona músculo pronador abcesso em
quadrado. As bainhas ferradura pode
exoras do polegar e do ocorrer aqui como
dedo mínimo se trajeto de infecção
comunicam aqui proximal
Bolsa radial Extensão proximal da A infecção pode ter
bainha do FLP trajetória proximal
Bolsa ulnar Comunica-se com a A infecção da
bainha exora dos bainha comum dos
tendões do DMin, FSD e tendões dos mm.
FPD exores pode ter
trajetória proximal
para a bolsa
ESTRUTURA CARACTERÍSTICAS COMENTÁRIO
PONTA DO DEDO
Unha Epitélio córneo Em caso de avulsão
completa, considerar
substituição para evitar
eponíquio e adesão da
matriz
Vale
(leito)/matriz
da unha
Germinal Abaixo do O local em que a unha
eponíquio e do cresce (1 mm por semana)
vale da unha para deve estar intacto a margem da (reparado) para o lúnula crescimento normal da
unha
Estéril Abaixo da unha, Adere à unha. O reparo
distalmente à pode prevenir a lúnula deformidade da unha
“Polpa” Múltiplos septos, O panarício é uma infecção
nervos e artérias da “polpa”
Paroníquia Pregas radial e Lugar comum de infecção
ulnar da unha
Eponíquio Prega proximal Lugar comum de infecção
da unha
• A artéria digital é super cial/anterior ao nervo proximalmente,
mas passa dorsalmente ao nervo no dedo
• O feixe vasculonervoso palmar supre a parte distal e a ponta do
dedo
PROCEDIMENTOS MENORES
PASSOS
INFILTRAÇÃO DA ARTICULAÇÃO CMC DO POLEGAR
1. Perguntar ao paciente sobre alergias
2. Palpar a articulação CMC na região radial/lateral palmar
3. Preparar a pele sobre a articulação (sabão antisséptico/iodo)
4. Anestesiar a pele localmente (1/4 do tamanho do local)
5. Palpar a base do osso MC do polegar, fazer tração axial no
polegar, com leve exão para abrir a articulação. Usar agulha de
calibre 22 ou menor e introduzí-la na articulação (se for
necessário, usar um intensi cador de imagem para con rmar que
a agulha está na articulação). Aspirar para assegurar que a
agulha não atingiu um vaso. In ltrar 1-2 mL de 1:1 preparação
local de corticosteroide (sem epinefrina) na articulação CMC. O
líquido deve uir facilmente se a agulha estiver na articulação
6. Fazer um curativo no local da in ltração
BLOQUEIO NA BAINHA COMUM DOS TENDÕES DOS
MÚSCULOS FLEXORES
1. Perguntar ao paciente sobre alergias
2. Palpar os tendões dos músculos exores na prega palmar
distal acima da cabeça do osso metacarpal/roldana A1
3. Preparar a pele sobre a palma (sabão antisséptico/iodo)
4. Inserir agulha de calibre 25 no tendão exor ao nível da prega
palmar distal. Retirar a agulha muito suavemente, de modo que
que apenas fora do tendão, mas no interior da bainha. In ltrar
2-3 mL de anestésico local sem epinefrina (Adicionar
corticosteroide se a in ltração for para o dedo em gatilho.)
5. Fazer curativo no local da in ltração
BLOQUEIO DIGITAL/METACARPAL
1. Preparar a pele sobre o espaço interdigital proximal dorsal
(sabão antisséptico/iodo)
2. Inserir agulha de calibre 25 entre as cabeças (“colos”) dos
ossos metacarpais (bloqueio metacarpal) ou também dos dois
lados da falange proximal (bloqueio digital) no espaço
interdigital. Aspirar para assegurar que a agulha não atingiu um
vaso. In ltrar 1-2 mL de anestésico local (sem epinefrina) dos
dois lados do osso. Considerar a possibilidade de ser necessário
in ltrar o anestésico também no dorso do dedo (acima do osso)
3. Tomar cuidado para não in ltrar muito líquido no espaço
fechado da parte proximal do dedo
4. Fazer curativo no local das in ltrações HISTÓRIA DA DOENÇA ATUAL
PERGUNTA RESPOSTA APLICAÇÃO CLÍNICA
1. Mão Direita ou esquerda A mão dominante é
dominante lesionada com mais
frequência
2. Idade Jovem Trauma, infecção
Meia-idade Artrite, compressão
nervosa
3. Dor
a. Início Aguda Trauma, infecção
Crônica Artrite
b. ACMC do polegar Artrite (OA)
Localização especialmente em
mulheres
Articulações MCF, IF Artrite (osteoartrite,
reumatoide)
Palmar (dedos) Tenossinovite purulenta
(+ sinais de Kanavel)
4. Rigidez Durante a manhã, há Artrite reumatoide
“travamento”/rigidez
Prendendo/gatilho Dedo em gatilho
5. Edema Depois do trauma Infecção (p. ex.,
tenossinovite purulenta,
panarício, paroníquia)
Sem trauma Dedo em gatilho,
artrite, gota e tendinite
6. Massa Cisto sinovial,
contratura de
Dupuytren, tumor de
células gigantes
7. Trauma Queda, lesões Fratura, luxação,
esportivas avulsão do tendão,
lesão ligamentar
Ferida aberta Infecção
8. Atividade Esportes, mecânica Trauma (p. ex., fratura,
luxação, lesão tendínea
ou ligamentar)
9. Sintomas Dor, torpor, Compressão nervosa (p.
neurológicos formigamento ex., túnel do carpo),
síndrome do
des ladeiro torácico,
radiculopatia (cervical)
Fraqueza Compressão nervosa
(normalmente no punho
ou mais proximal).
10. História Várias articulações Artrite reumatoide,
de artrites envolvidas síndrome de Reiter etc.
EXAME FÍSICO
EXAME TÉCNICA APLICAÇÃO CLÍNICA
INSPEÇÃO
Deformidade Desvio Artrite reumatoide
grosseira ulnar/pescoço de
cisne, lesão em
botoeira
Deformidade Fratura rotacional ou
angular
Posição do Flexão Contratura de
dedo Dupuytren,
tenossinovite
purulenta
Rotação dos dedos Fratura (aguda),
consolidação viciosa de
uma fratura
Alterações na Fria, alopecia, Doenças
pele, no cabelo unhas côncavas neurovasculares: de
e na unha etc. Raynaud, diabetes, lesão
nervosa
Edema IFD Osteoartrite: “nódulos”
de Heberden (nas IFD: nº 1),
IFP Nódulos de Bouchard
(nas IFP)
MCF Artrite reumatoide
Dedo fusiforme Tenossinovite purulenta
Atro a Eminência tenar Lesão no nervo mediano,
muscular STC, comprometimento
de C8/T1
Eminência Lesão do nervo ulnar (p.
hipotenar/mm. ex., síndrome do túnel
intrínsecos cubital)
EXAME TÉCNICA APLICAÇÃO CLÍNICA
PALPAÇÃO
Pele Quente, Infecção
vermelha
Fria, seca Comprometimento
neurovascular
Ossos Em todo seu Sensibilidade dolorosa pode
metacarpais comprimento indicar fratura
Falanges e Separadamente Sensibilidade dolorosa: fratura
articulações e artrite
dos dedos Edema: artrite
Tecidos Eminência tenar Atro a indica lesão no nervo
moles mediano
Eminência Atro a indica lesão no nervo
hipotenar ulnar
Palma (fáscia Nódulos: contratura de palmar) Dupuytren, estalo na roldana
A1 durante a extensão dos
dedos: dedo em gatilho
Tendões dos Sensibilidade dolorosa sugere
mm. exores: ao tenossinovite purulenta longo da região
palmar do dedo
Todas as partes Sensibilidade dolorosa: da ponta dos dolorosa paroníquia ou dedos panarício
EXAME TÉCNICA APLICAÇÃO CLÍNICA
AMPLITUDE DE MOVIMENTO
Dedo
Articulação Flexionar 90°, Redução da exão se
MCF estender 0°, engessado em extensão
aduzir/abduzir (ligamentos colaterais 0°-20° encurtam)
Articulação Flexionar 110°, A hiperextensão conduz à
IFP estender 0° deformidade em “pescoço de
cisne”
Articulação Flexionar 80°, Todos os dedos devem
IFD estender 10° apontar na direção do
escafoide em exão total
Polegar
Articulação Abdução radial: O movimento é no plano da
CMC exionar 50°, palma
estender 50°
Abdução palmar: O movimento é perpendicular
abduzir 70°, ao plano da palma aduzir 0°
Articulação No plano da
MCF palma: exionar
50°, estender 0°
Articulação No plano da
IF palma: exionar
75°, estender 10°
Oposição Tocar o polegar O movimento ocorre
na base do dedo principalmente na articulação
mínimo MCF
EXAMES TÉCNICA APLICAÇÃO CLÍNICA
NEUROVASCULAR
Sensitivo
Nervo radial Espaço O dé cit indica lesão do
(C6) interdigital dorsal nervo/raiz correspondente
do polegar
Nervo Margem radial do O dé cit indica lesão do
mediano (C6- dedo indicador nervo/raiz correspondente
C7)
Nervo ulnar Margem ulnar do O dé cit indica lesão do
(C8) dedo mínimo nervo/raiz correspondente
Motor
Nervo Extensão do dedo Fraqueza = m. extensor
radial/NIP na art. MCF dos dedos ou lesão do
(C7) nervo
Abdução/extensão Fraqueza = ALP/ELP ou
do polegar lesão do nervo/raiz
Nervo Flexão da art. IFP Fraqueza = Lesão do FSD
mediano/NIA dos dedos ou do nervo/raiz
(C8) correspondente
Flexão da art. IFD Fraqueza = Lesão do FPD
do dedo indicador ou do nervo (NIA)
Flexão da art. IF Fraqueza = Lesão do FLP
do polegar ou do nervo/raiz
correspondente
Ramo Oposição do Fraqueza = ACP, OP, ½
recorrente polegar FCP ou lesão do nervo;
motor (STC)
Nervo ulnar Abdução do dedo Fraqueza = Lesão dos mm.
(ramo interósseos dorsal/palmar
profundo) ou do nervo
(T1) Adução do Fraqueza = m. adutor do
polegar polegar ou lesão do
nervo/raiz
Re exo
Ho mann Pinçar a falange Só é patológico se a AIF do
distal do DM na polegar exionar:
exão da AIFD mielopatia
Vascular
Enchimento Comprimir a A cor (sangue) deve
capilar ponta do dedo retornar em menos de 2
segundos
Teste de Ocluir as artérias As mãos devem car rosas
Allen radial e ulnar, se a artéria que foi liberada
então liberar uma e os arcos estiverem delas patentes. Se a coloração
“rosada” não retornar =
lesão arterial
Doppler Arcos, pulsos Usar se estiver em dúvida a
digitais respeito de pulsos/vasos
patentes
EXAME TÉCNICA APLICAÇÃO CLÍNICA
TESTES ESPECIAIS
Teste Estabilizar a Incapacidade para exionar só
profundo AIFP em a AIFD indica doença do FPD
extensão,
exionar
apenas a AIFD
Teste do Estender todos Incapacidade de exionar a
exor os dedos, AIFP de um dedo isolado
super cial indica doença do FSD
exionar um só
dedo na AIFP
Sinal de Segurar papel A exão positiva da AIF
Froment com o polegar e sugere paralisia do m. adutor
com o do polegar e/ou do nervo indicador; ulnar puxar o papel
Teste de Compressão Dor indica artrite na
atrito na axial e rotação articulação CMC do polegar
articulação da articulação
CMC CMC
Teste de Estabilizar a Lassidão indica lesão no
instabilidade articulação ligamento colateral
do dedo proximal;
aplicar estresse
em varo e valgo
Teste de Estabilizar a Lassidão em 30°: lesão do
instabilidade AMCF, aplicar ligamento colateral ulnar
do polegar estresse em Lassidão em extensão: lesão
valgo em do ligamento colateral extensão e em acessório e/ou da lâmina 30° de exão palmar
Teste Estender a A exão forçada da AIFP ou a
Bunnell- AMCF, incapacidade de exioná-la
Littler exionar indica músculos intrínsecos
passivamente a rígidos AIFP
Teste de Flexionar a A extensão rígida da AIFD
Elson AIFP a 90° (por meio das faixas
acima da borda [bandas] laterais) indica da mesa e lesão do feixe central do aplicar tendão do m. extensor dos
resistência à dedos (lesão em botoeira)
extensão na F2
ORIGENS E INSERÇÕES
MÚSCULOS
CONTEÚDO COMPARTIMENTO
COMPARTIMENTOS (10)
Tenar Músculos abdutor curto do polegar, exor curto do
polegar e oponente do polegar
Hipotenar Músculo abdutor do dedo mínimo, exor curto do
dedo mínimo e oponente do dedo mínimo
Adutor Músculo adutor do polegar
Interósseo Músculos interósseos palmares
palmar
(3)
Interósseo Músculos interósseos dorsais
dorsal (4)
FASCIOTOMIAS
Incisões 3 incisões (2 dorsais e 1 liberação do túnel do
carpo) podem liberar todos os compartimentos
Dorsal (1) Sobre o 2º MC, dissecar dos 2 lados: liberação
lateral/radial de 2 interósseos (2 dorsais e 1 palmar)
Dorsal (2) Sobre o 4º MC, dissecar dos 2 lados: liberação
medial/ulnar de 4 interósseos (2 dorsais e 2 palmares)
Medial Liberação do “ligamento carpal transverso” e, em
seguida, dos compartimentos tenar, hipotenar e adutor
NERVOS
PLEXO BRAQUIAL
Fascículo Medial
N. ulnar (C[7] 8-T1): passa pelo antebraço abaixo do FUC, sobre
o FPD. O ramo dorsal (cutâneo) divide-se proximalmente a 5 cm
do punho. Esse nervo continua na região ulnar da face dorsal dos
dedos como nervos digitais dorsais. O nervo ulnar entra no
canal de Guyon e então divide em ramos super cial (sensitivo)
e profundo (motor). O ramo profundo contorna o hâmulo do
hamato e passa junto com o arco palmar profundo (arterial). O
ramo super cial continua na face palmar dos dedos como nervos
digitais palmares.
Sensitivos: Região ulnar do dorso da mão: via ramo dorsal
Região dorsal dos dedos mínimo e anular: via nervos digitais dorsais
Região ulnar (medial) proximal da palma: via ramo palmar
Região ulnar (medial) distal da palma: via nervo digital palmar comum
Região palmar dos dedos mínimo e anular: via nervos digitais palmares próprios
Motor: Ramo super cial (sensitivo)
Palmar curto – apenas um músculo é inervado por
esse ramo
Ramo profundo (motor): segue com o arco palmar profundo (arterial)
• Compartimento hipotenar
Abdutor do dedo mínimo (ADMin)
Flexor curto do dedo mínimo (FCDMin)
Oponente do dedo mínimo (ODMin)
• Compartimento adutor
Adutor do polegar
• Músculos intrínsecos
Lumbricais (medial dois [3,4])
Interósseos dorsais (IOD)
Interósseos palmares (IOP)
• Compartimento tenar
Flexor curto do polegar (FCP) – apenas a cabeça
profunda
PLEXO BRAQUIAL
Fascículos Lateral e Medial
N. mediano (C[5]8-T1): passa pelo antebraço sobre o FPD. O
ramo palmar (cutâneo) rami ca-se proximalmente ao túnel do
carpo. O nervo mediano passa pelo túnel do carpo. O ramo
recorrente motor surge distalmente ao “ligamento carpal
transverso” (LCT) e supre os músculos da eminência tenar.
Variações anatômicas incluem a saída através (em risco na
liberação do túnel do carpo) ou abaixo do LCT. O restante do
nervo é sensitivo e inerva a região radial palmar de 3½ dedos.
Sensitivo: Palma: via ramo palmar (cutâneo)
Região palmar do polegar, DI, DM, região radial do DA: via nervos digitais palmares
Região dorsal e distal do polegar, DI, DM, região radial do DA: via nervos digitais palmares próprios
Motor: Ramo recorrente motor
• Compartimento tenar
Abdutor curto do polegar (ACP)
Oponente do polegar
Flexor curto do polegar (FCP) – apenas a cabeça
super cial
• Músculos intrínsecos
Lumbricais (lateral dois [1,2])
Fascículo Posterior
Radial (C5-T1): o ramo super cial passa abaixo do m.
braquiorradial até o punho, então se bifurca em ramos medial e
lateral que suprem o dorso da mão e o espaço interdigital do
polegar. Eles continuam como nervos digitais dorsais até a
região dorsal dos dedos
Sensitivo: Região dorsal radial da mão: via ramo super cial
Região dorsal e proximal do polegar, DI, DM, região radial do DA: via nervos digitais dorsais
Motor: Nenhum (na mão)
ARTÉRIAS
TRAJETO RAMOS COMENTÁRIO/IRRIGAÇÃO
• Artéria radial: no punho, se divide e emite o ramo
super cial, que se anastomosa com o arco palmar super cial. O
ramo profundo passa através do ventre muscular do 1º
músculo interósseo dorsal e termina como arco palmar
profundo
• Artéria ulnar: no punho, se divide e emite o ramo profundo,
que se anastomosa com o arco palmar profundo. O ramo
super cial termina como arco palmar super cial
ARCO PALMAR PROFUNDO
Passa A. principal Continuação do ramo
anteriormente às do polegar profundo da artéria radial
bases dos ossos A. radial do Irriga a região radial do
metacarpais É indicador DI; pode se originar do
proximal ao arco Aa. digitais arco profundo
super cial próprias Dois ramos terminais da
do bifurcação da artéria polegar principal do polegar (2) Anastomosa-se com as
A. artérias digitais comuns
metacarpal
palmar (3)
ARCO PALMAR SUPERFICIAL
Localizado na linha A. digital Primeiro ramo do arco;
de Kaplan; distal palmar irriga a região ulnar do
ao arco profundo própria para dedo mínimo
o DMin Bifurcam-se no 2º ao 4º
A. digital espaços interdigitais palmar Passa nas margens radial e
comum (3) ulnar dos dedos
A. digital
palmar
própria
• O arco palmar super cial irriga a maior parte da mão/dedos. É
dominante em 2/3 dos indivíduos. Esse arco aparece completo
em 80% dos indivíduos
• O arco palmar profundo irriga o polegar (e a região radial do
DI). Normalmente não é o arco dominante. Esse arco aparece
completo em 98% dos indivíduos
• Os arcos são codominantes em 1/3 dos indivíduos. O teste de
Allen determina se o arco é completo (mas não mostra qual é o
dominante)
• As artérias são anteriores (palmares) em relação aos nervos,
mas cruzam os nervos e tornam-se dorsais a eles nos dedos
DISTÚRBIOS
DISTÚRBIOS PEDIÁTRICOS
DESCRIÇÃO AVALIAÇÃO TRATAMENTO
SINDACTILIA
• Falha na HDA: dedos estão 1. Aguardar
diferenciação conectados aproximadamente um
do tecido do EF: os dedos estão ano, depois realizar
dedo conectados até as cirurgia para separar os
• Anomalia pontas ou mais dedos
congênita abaixo 2. O planejamento
mais comum (incompletamente) cuidadoso da incisão e
da mão
• Completo RX: determinará se o enxerto de pele
(até a ponta os ossos estão melhoram os resultados
do dedo) vs. fundidos (complexo)
incompleto
• Simples
(tecido mole)
vs. complexo
(osso)
CAMPTODACTILIA
• Anomalia HDA: dedo 1. Conservador:
congênita em exionado. alongamento e tala.
exão dos Percebido ao 2. Contratura
dedos nascimento ou funcionalmente
• Geralmente durante a debilitante: cirurgia de
afeta a AIFP adolescência. liberação/transferência
do dedo EF: incapacidade de tendínea
mínimo extensão completa
• Tipo 1 da articulação
(crianças), RX: mostra a exão,
tipo 2 ossos tipicamente
(adolescentes) normais
• Etiologia:
inserção
anormal dos
lumbricais ou
do FSD
CLINODACTILIA
• Desvio do HDA/EF: desvio do 1. Moderado: sem
dedo no plano dedo, queixas tratamento
coronal estéticas e funcionais 2. Dé cit funcional:
• Desvio RX: mostra a falange correção
radial do média em forma de cirúrgica/osteotomia e
dedo mínimo delta realinhamento
nº 1
• Etiologia:
falange média
em forma de
delta
DESCRIÇÃO AVALIAÇÃO TRATAMENTO
POLEGAR DUPLICADO (POLIDACTILIA PRÉ-AXIAL)
• Um polegar HDA/EF: polegar 1. Reconstrução
extra ou uma extra/porção extra cirúrgica para obter
porção extra do polegar estabilidade do polegar.
dele RX: mostrará Geralmente conservam
• Classi cação falanges bí das ou as estruturas mediais
de Wassel (7 extras dependendo do polegar e
tipos): o tipo 4 é do tipo de reconstroem o lado
o mais comum duplicação lateral (p. ex., tipo 4)
• Autossômico
dominante ou
esporádico
• Associada a
algumas
síndromes
HIPOPLASIA DO POLEGAR
• Ausência HDA/EF: polegar 1. Tipo I: polegar
parcial ou pequeno ou pequeno: sem
completa do ausência do tratamento
polegar polegar 2. Tipo II-IIIA:
• Classi cação RX: varia entre reconstrução
de Blauth: tipos ossos pequenos, 3. Tipo IIIB-V (sem
I-V encurtados ou ACMC): amputação e
• Tratamento ausentes (falanges, policização
baseado na metacarpal e
presença da trapézio). Avaliar
articulação a presença da
CMC articulação CMC
• Associada a
algumas
síndromes
SÍNDROME DA FAIXA (BANDA) DE CONSTRIÇÃO
CONGÊNITA
• Faixas (bandas) HDA/EF: dedos 1. Amputações
constritivas curtos/truncados completas se necessário
levam à necrose com as faixas 2. Retirada/liberação
dos dedos ou (bandas) de das faixas (bandas).
redução do seu redução do Suturar a pele com a
crescimento crescimento técnica de Z-plastia
e/ou RX: falanges pode ser necessário
desenvolvimento pequenas,
• Não é encurtadas ou
hereditário ausentes
ACESSOS CIRÚRGICOS
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