O Assassino de Macário: Comédia em Três Atos
Itelvina
Onde estou?
LIBORIO
Menina...
ITELVINA
Quem me falla? quem é o senhor? (encarando-o) ah!
LIBORIO
Por quem é, socegue!
ITELVINA
Esta voz... esta cruel voz...
LIBORIO
Que é?
ITELVINA
Recordo-me... Macario, o meu noivo, a minha alma... ah! ah! ah! (recahe sobre o canapé e chora).
LIBORIO
(á parte) Palavra, que me mordem remorsos.... Se eu previsse... Acabou-se... Vou-lhe dizer tudo... (caminha para ella; mas reconsidera) É demais atormentar assim esta mulher com mentiras... Diabo! como ella chora... (avisinha-se) Minha senhora, então, então...