
O Farol do Cabo do Mundo
de Júlio Verne

Freud disse que a civilização troca liberdade por segurança. Bauman argumenta que a troca se inverteu: ganhamos liberdade individual em quantidade que nenhuma geração teve e pagamos com insegurança permanente, no emprego, no vínculo e na própria identidade. O livro reúne ensaios sobre consumo, estranhos na cidade, turistas e vagabundos como as duas faces da mobilidade moderna. Publicado em 1997, é onde ele monta o argumento que desembocaria em Modernidade Líquida três anos depois.