O Oitavo Selo
Heloisa Seixas chama-lhe quase romance na capa e quase memória na dedicatória, que é para Carlos Heitor Cony, o escritor com quem viveu. Abre num quarto de hospital que não é um cubículo de unidade de cuidados intensivos mas um quarto a sério, com paredes, porta e uma janela de vidros pintados, e com uma mulher a acompanhar com os olhos a linha que sobe e desce no monitor. O livro fica nessa zona entre o que aconteceu e o que se conta, e a autora não resolve a ambiguidade de propósito. O ficheiro não traz página de créditos, por isso o ano fica em branco.
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