O papel de parede amarelo e outros contos

Charlotte Perkins Gilman · Capítulo 9 de 9

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O papel de parede amarelo e outros contos

Referências bibliográficas

 

 

A glicínia gigante (The Giant Wisteria). The New England Magazine 4,

jun. 1891.

 

O papel de parede amarelo (The Yellow Wallpaper) . New England

Magazine 5, jan. 1892.

 

A cadeira de balanço (The Rocking-Chair). Worthington’s Illustrated

1, maio 1893.

 

A porta não vigiada (The Unwatched Door). Impress 1, 1894.

 

Quando fui uma bruxa (When I Was a Witch). Forerunner 1, 1910.

 

Água antiga (Old Water) . Forerunner 2, 1911.

 

Se eu fosse um homem (If I Were a Man). Physical Culture 32, jul.

1914.

Notas

 

1. O termo se refere à proibição do consumo de bebidas alcoólicas, instituída por vários Estados dos Estados Unidos a partir da década de 1840. Na década de 1920, a proibição entrou em vigor no país inteiro.

2. A caverna Mammoth, situada no estado de Kentucky, nos Estados Unidos, constitui o mais extenso sistema de cavidades subterrâneas do mundo, com mais de 640 quilômetros de túneis já explorados.

3. No teatro grego, o coro comentava as ações dos protagonistas. Assim, o que ela está dizendo aqui é que Jack fazia comentários enquanto os demais içavam o balde.

4. “A wet sheet for this ghost, if not a flowing sea”, no original. É uma citação de uma canção de marinheiros escocesa.

5. Nursery, no original em inglês. À época, era comum o uso de aposentos destinados a bebês e crianças no andar superior das casas de famílias mais abastadas.

6. Silas Weir Mitchell (1829-1914) foi o médico que submeteu Charlotte Perkins Gilman ao tratamento de cura pelo descanso; segundo ela, isso quase a levou à loucura. Ela afirmou, ainda, ter escrito o conto na esperança de que Mitchell mudasse a forma de tratar seus pacientes, sobretudo as mulheres.

7. Na cidade de Nova York, em prédios antigos com aquecimento central a vapor, a caldeira permanece ligada o tempo todo, sobretudo no inverno, e o controle dos radiadores de parede nem sempre funciona, levando a um aquecimento excessivo dos apartamentos. Isso ocorre até os dias de hoje.

8. No começo do século XX, os longos alfinetes cuja função era enfeitar e segurar os chapéus começaram a ser usados pelas mulheres como arma de defesa em casos de assédio. A reação masculina a esse empoderamento se deu por meio de leis que limitavam o tamanho e o uso dos alfinetes de chapéu, alegando que constituíam um risco a pessoas inocentes.

9. As valquírias, na mitologia nórdica, eram deidades femininas que serviam Odin (o principal deus da mitologia nórdica). Tinham o objetivo de eleger os mais heroicos guerreiros mortos em batalha e conduzi-los ao salão dos mortos. (N. E.)

10. Na mitologia romana, Juno é a rainha dos deuses, equivalente a Hera, da mitologia grega.

11. O voga é o remador que se senta mais próximo ao final do barco. Esta é a posição mais importante no barco, pois o voga estabelece o ritmo das remadas e é seguido pelos demais remadores.

12. Nausícaa, na Odisseia, é a princesa dos feácios que encontra Ulisses na praia, depois que o navio deste naufraga, e o leva ao palácio de seus pais.

13. Atalanta, personagem da mitologia grega, foi deixada para morrer assim que nasceu, porque seu pai desejava um filho homem. Foi salva por uma ursa, que a amamentou.

14. A pianola é um piano mecânico que toca automaticamente músicas pré-programadas; foi muito popular no final do século XIX e no início do século XX.

15. Abadessa francesa e uma intelectual do século XII, Heloísa foi considerada uma das primeiras mulheres escritoras do Ocidente cujo nome chegou aos dias de hoje. Teve um papel importante na literatura e no desenvolvimento da representação da figura feminina.

16. Possível referência à heroína do poema “Aramantha: A Pastorall”, do inglês Richard Lovelace (1617-1657), a qual foge da Guerra Civil Inglesa e busca refúgio num mundo verde de jardins, pradarias e bosques.

17. Na mitologia romana, Diana é a deusa das florestas, protetora dos animais silvestres, de fontes e rios e das mulheres, às quais assegurava partos sem dor.

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