
O papel de parede amarelo e outros contos
Reúne sete contos de Charlotte Perkins Gilman, escritora e ativista norte-americana do fim do século XIX. A peça central, publicada em 1892, acompanha uma mulher submetida ao chamado tratamento de repouso, proibida de ler e escrever durante a recuperação de uma crise nervosa. O texto tem tom autobiográfico: a autora viveu a depressão pós-parto e transformou sua experiência em ficção. Ao lado dele estão histórias como A glicínia gigante, Quando fui uma bruxa e Se eu fosse um homem, que misturam crítica social, fantasia e observação aguda sobre o lugar das mulheres em sua época. A tradução de Martha Argel, publicada pela Via Leitura em 2019, segue as primeiras edições dos textos. Uma porta de entrada para a obra de uma das vozes pioneiras da literatura feminista.
