Resumo elementar de archeologia christã

Joaquim Possidónio Narciso da Silva · Capítulo 52 de 53

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Resumo elementar de archeologia christã

Indice

 

Pag.

Ao leitor. 5

Introducção. 7

C I—Principios da arte christã no Occidente.

Primeiro periodo. 13

C II—Descripção das catacumbas de Roma; 1.º 14 periodo.

Symbolos ou allegorias dos primitivos christãos. 16

Monogramma de Christo. 18

Sarcophagos. 21

Edificios religiosos construidos nos tres primeiros seculos. 23

Cemiterios. 24

Paramentos e objectos do culto. 25

C III—Estylo latino. 25

Caracteres d'este estylo. 31

Decoração dos monumentos do periodo latino. 32

Narthex, fachadas e portaes das basilicas. 33

Janellas e vidraças. 33

Altar nas egrejas do Occidente. 36

O ciborium durante o periodo latino. 39

Cemiterios—sarcophagos—campas e tumulos. 42

Os calices e patena. 45

Os crucifixos e os castiçaes. 48

Diptycos. 49

Estofos preciosos. 50

Paramentos sacerdotaes. 53

Mosteiros latinos. 55

Iconographia do periodo latino. 55

Caracteres do estylo bysantino. 57

Systema de construcção. 58

Duração exterior e interna das egrejas. 58

C IV—Periodo Roman. 60

Caracteres do estylo lombardo. 62

Duração monumental. 66

Estylo roman durante os seculos XI e XII. 67

Caracteres da architectura roman. 69

Esculptura monumental no seculo XI. 71

Atrios e portaes romans. 73

Caixilhos rendilhados e vidraças pintadas. 75

Columnas anneladas—ornato designado—garra. 77

Capiteis da architectura roman. 78

Arcadas e arcaduras nos seculos XI e XII. 79

Triforiums e cornijas. 81

Contrafortes e telhados. 83

Torres e campanarios. 84

Pintura das paredes e pintura historica. 86

Altares fixos, retabulos e relicarios. 89

Piscinas. 93

Doceis—Cadeiras episcopaes. 95

Capellas funerarias—tumulos—pedras tumulares. 96

Pias baptismaes. 98

Esmaltes. 99

Ourives de Limoges. 101

Calices e patênas. 102

Grades. 103

Alfaias religiosas. 104

Restauração artistica. 105

Custodias—pyxides e ciborios. 106

Relicarios e urnas. 108

Corôas suspensas nos altares. 112

Cruzes d'altar e para procissões e candelabros. 113

Evangeliarios e suas capas. 116

Baculos pastoraes e sapatos lithurgicos. 120

Mitras. 122

Alfaias preciosas e paramentos sacerdotaes e suas côres. 123

Abbadias—Mosteiros—Claustros dos capitulos. 129

Iconographia, a sciencia das imagens. 132

A cruz e a crucificação. 137

Personagens e accessorios historicos e allegoricos. 143

Evangelistas e seus symbolos. 152

Assumptos religiosos representados sobre os monumentos

dos seculos XI e XII. 155

C V—Periodo ogival. 159

Diversas fórmas de ogiva. 160

Origem da ogiva e do estylo ogival. 162

Periodo de transição do estylo roman para o ogival. 164

Caracteres da architectura ogival. 165

Plano das egrejas do XIV e do XV seculos e aspecto exterior

das egrejas. 169

Systema de construcção. 172

Esculptura monumental. 175

Fachadas—Alpendres—Postaes. 179

Janellas no periodo de transição. 185

Rosaceas—Vidraças incolores. 192

Vidraças pintadas. 195

Idem do XIII seculo. 200

Idem pintadas do XIV seculo. 204

Amarello de prata. 206

Vidraças pintadas do XV seculo. 207

Idem pintadas do XVI seculo. 211

Idem do XVII seculo. 214

Idem do XVIII seculo. 216

Pilares—Columnas. 216

Bases e columnas. 219

Capiteis. 221

Modilhões—misulas. 223

Arcadas—arcaduras. 224

Cornijas—platibandas. 228

Estabilidade e plano das abobadas. 231

Egrejas que teem a sua nave central muito mais elevada que

as outras naves lateraes e aquellas tendo igual altura. 232

Perfis das nervuras—fecho da abobada. 234

Arcos butantes—contrafortes. 236

Gargulas. 242

Nichos e doceis. 243

Torres—campanarios. 247

Pavimentos. 251

Lages gravadas com embutidos. 253

Labyrinthos. 254

Pinturas das paredes. 256

Cruz da consagração. 262

Altares—tabernaculos—piscinas. 263

Frontaes—baldaquinos. 265

Retabulos—banqueta. 268

Sacrarios. 274

Cadeiras de côro. 277

Jubes—cruzes triumphaes. 281

Pulpitos—confessionarios. 284

Capellas funereas—tumulos—campas. 286

Pequenos monumentos funereos do XV e do XVI seculo. 294

Pias baptismaes—pias para agua benta. 298

Grades—barreiras de metal e de madeira. 301

Orgãos e caixas para elles. 304

Alfaias religiosas—esmaltes. 306

Calices—patenas. 310

Custodias—pyxides sem pé. 313

Relicarios—braços—pés. 317

Esmoleres—relicarios—diversos. 327

Vasos para os Santos Oleos. 331

Corôas com luzes—castiçaes. 333

Estantes para o côro. 338

Livros do Evangelho—manuscriptos lithurgicos—miniaturistas. 339

Thuribulos—gomis—pratas para offerendas. 342

Insignias—medalhas dos peregrinos. 346

Estofos preciosos. 348

Pannos de raz. 350

Vestimentas sagradas. 351

Mitras. 356

Abbadias—mosteiros. 357

Egrejas—claustros—casa do capitulo. 359

Aposento dos irmãos leigos—aposentos para hospedes. 363

Celleiros—officinas—prisões. 365

Cartuchas. 367

Mosteiros para mulheres—conventos do recolhidas. 368

Hospitaes. 368

Iconographia do periodo ogival. 369

Representação da Santissima Trindade. 370

O crucifixo—a crucificação. 371

O sol—a lua. 373

Imagem de Nossa Senhora—o Menino Jesus. 374

A Annunciação—a morte de Nossa Senhora. 376

Os apostolos—os evangelistas. 377

Scenas diversas. 379

Sibyllas. 382

C VI—Periodo da renascença. 383

Caracteres da architectura da renascença. 385

Começo. 385

Decoração. 387

Plano das egrejas. 389

Fachadas das egrejas. 391

Abobadas. 392

Torres. 392

Altares. 392

Tabernaculos. 393

Cadeiras do côro, obra de talha e confessionario. 394

Jubéos e balaustradas. 394

Caixas de orgão. 395

Pulpitos. 396

Tumulos e campas. 396

Pias baptismaes. 398

Obras de ourivesaria e de esmalte. 398

Calices. 399

Custodias. 400

Relicarios. 400

Estofos preciosos. Tecidos. 401

Bordados. 402

Pannos de Raz. 402

Iconographia. 403

Lista dos assignantes. 409 Notas:

 

[1] Extraido do Boletim de Architectura e Archeologia, n.º 2, Tomo V, pag. 20 a 22, anno 1886.

[2] Tinha a mesma designação que coemeteria e criptae.

[3] Era um calix mystico que continha o vinho que bebeu Jesus Christo na sua ultima ceia. Este calix tinha sido conservado por José de Arimathêa e transportado por elle para a Bretanha. (Inglaterra).

[4] Termo em inglez admittido pelos archeologos.

[5] Havia no paiz dois magnificos livros do côro, um do convento de Christo, em Thomar, e outro do convento de Belem. Este foi retalhado pelos orphãos da casa pia de Lisboa, que fizeram d'elle barretinas e talabartes. Ao outro livro foram cortadas as folhas de pergaminho, tendo vistosos arabescos e lettras floreteadas, coloridas e douradas, cujos preciosos fragmentos comprámos avulso aos poucos no anno de 1835.

[6] Ha um muito curioso no cabido da Sé de Vizeu, do qual tirámos o molde em 1869. Está exposto no museu do Carmo em Lisboa.