Resumo elementar de archeologia christã
Indice
Pag.
Ao leitor. 5
Introducção. 7
C I—Principios da arte christã no Occidente.
Primeiro periodo. 13
C II—Descripção das catacumbas de Roma; 1.º 14 periodo.
Symbolos ou allegorias dos primitivos christãos. 16
Monogramma de Christo. 18
Sarcophagos. 21
Edificios religiosos construidos nos tres primeiros seculos. 23
Cemiterios. 24
Paramentos e objectos do culto. 25
C III—Estylo latino. 25
Caracteres d'este estylo. 31
Decoração dos monumentos do periodo latino. 32
Narthex, fachadas e portaes das basilicas. 33
Janellas e vidraças. 33
Altar nas egrejas do Occidente. 36
O ciborium durante o periodo latino. 39
Cemiterios—sarcophagos—campas e tumulos. 42
Os calices e patena. 45
Os crucifixos e os castiçaes. 48
Diptycos. 49
Estofos preciosos. 50
Paramentos sacerdotaes. 53
Mosteiros latinos. 55
Iconographia do periodo latino. 55
Caracteres do estylo bysantino. 57
Systema de construcção. 58
Duração exterior e interna das egrejas. 58
C IV—Periodo Roman. 60
Caracteres do estylo lombardo. 62
Duração monumental. 66
Estylo roman durante os seculos XI e XII. 67
Caracteres da architectura roman. 69
Esculptura monumental no seculo XI. 71
Atrios e portaes romans. 73
Caixilhos rendilhados e vidraças pintadas. 75
Columnas anneladas—ornato designado—garra. 77
Capiteis da architectura roman. 78
Arcadas e arcaduras nos seculos XI e XII. 79
Triforiums e cornijas. 81
Contrafortes e telhados. 83
Torres e campanarios. 84
Pintura das paredes e pintura historica. 86
Altares fixos, retabulos e relicarios. 89
Piscinas. 93
Doceis—Cadeiras episcopaes. 95
Capellas funerarias—tumulos—pedras tumulares. 96
Pias baptismaes. 98
Esmaltes. 99
Ourives de Limoges. 101
Calices e patênas. 102
Grades. 103
Alfaias religiosas. 104
Restauração artistica. 105
Custodias—pyxides e ciborios. 106
Relicarios e urnas. 108
Corôas suspensas nos altares. 112
Cruzes d'altar e para procissões e candelabros. 113
Evangeliarios e suas capas. 116
Baculos pastoraes e sapatos lithurgicos. 120
Mitras. 122
Alfaias preciosas e paramentos sacerdotaes e suas côres. 123
Abbadias—Mosteiros—Claustros dos capitulos. 129
Iconographia, a sciencia das imagens. 132
A cruz e a crucificação. 137
Personagens e accessorios historicos e allegoricos. 143
Evangelistas e seus symbolos. 152
Assumptos religiosos representados sobre os monumentos
dos seculos XI e XII. 155
C V—Periodo ogival. 159
Diversas fórmas de ogiva. 160
Origem da ogiva e do estylo ogival. 162
Periodo de transição do estylo roman para o ogival. 164
Caracteres da architectura ogival. 165
Plano das egrejas do XIV e do XV seculos e aspecto exterior
das egrejas. 169
Systema de construcção. 172
Esculptura monumental. 175
Fachadas—Alpendres—Postaes. 179
Janellas no periodo de transição. 185
Rosaceas—Vidraças incolores. 192
Vidraças pintadas. 195
Idem do XIII seculo. 200
Idem pintadas do XIV seculo. 204
Amarello de prata. 206
Vidraças pintadas do XV seculo. 207
Idem pintadas do XVI seculo. 211
Idem do XVII seculo. 214
Idem do XVIII seculo. 216
Pilares—Columnas. 216
Bases e columnas. 219
Capiteis. 221
Modilhões—misulas. 223
Arcadas—arcaduras. 224
Cornijas—platibandas. 228
Estabilidade e plano das abobadas. 231
Egrejas que teem a sua nave central muito mais elevada que
as outras naves lateraes e aquellas tendo igual altura. 232
Perfis das nervuras—fecho da abobada. 234
Arcos butantes—contrafortes. 236
Gargulas. 242
Nichos e doceis. 243
Torres—campanarios. 247
Pavimentos. 251
Lages gravadas com embutidos. 253
Labyrinthos. 254
Pinturas das paredes. 256
Cruz da consagração. 262
Altares—tabernaculos—piscinas. 263
Frontaes—baldaquinos. 265
Retabulos—banqueta. 268
Sacrarios. 274
Cadeiras de côro. 277
Jubes—cruzes triumphaes. 281
Pulpitos—confessionarios. 284
Capellas funereas—tumulos—campas. 286
Pequenos monumentos funereos do XV e do XVI seculo. 294
Pias baptismaes—pias para agua benta. 298
Grades—barreiras de metal e de madeira. 301
Orgãos e caixas para elles. 304
Alfaias religiosas—esmaltes. 306
Calices—patenas. 310
Custodias—pyxides sem pé. 313
Relicarios—braços—pés. 317
Esmoleres—relicarios—diversos. 327
Vasos para os Santos Oleos. 331
Corôas com luzes—castiçaes. 333
Estantes para o côro. 338
Livros do Evangelho—manuscriptos lithurgicos—miniaturistas. 339
Thuribulos—gomis—pratas para offerendas. 342
Insignias—medalhas dos peregrinos. 346
Estofos preciosos. 348
Pannos de raz. 350
Vestimentas sagradas. 351
Mitras. 356
Abbadias—mosteiros. 357
Egrejas—claustros—casa do capitulo. 359
Aposento dos irmãos leigos—aposentos para hospedes. 363
Celleiros—officinas—prisões. 365
Cartuchas. 367
Mosteiros para mulheres—conventos do recolhidas. 368
Hospitaes. 368
Iconographia do periodo ogival. 369
Representação da Santissima Trindade. 370
O crucifixo—a crucificação. 371
O sol—a lua. 373
Imagem de Nossa Senhora—o Menino Jesus. 374
A Annunciação—a morte de Nossa Senhora. 376
Os apostolos—os evangelistas. 377
Scenas diversas. 379
Sibyllas. 382
C VI—Periodo da renascença. 383
Caracteres da architectura da renascença. 385
Começo. 385
Decoração. 387
Plano das egrejas. 389
Fachadas das egrejas. 391
Abobadas. 392
Torres. 392
Altares. 392
Tabernaculos. 393
Cadeiras do côro, obra de talha e confessionario. 394
Jubéos e balaustradas. 394
Caixas de orgão. 395
Pulpitos. 396
Tumulos e campas. 396
Pias baptismaes. 398
Obras de ourivesaria e de esmalte. 398
Calices. 399
Custodias. 400
Relicarios. 400
Estofos preciosos. Tecidos. 401
Bordados. 402
Pannos de Raz. 402
Iconographia. 403
Lista dos assignantes. 409 Notas:
[1] Extraido do Boletim de Architectura e Archeologia, n.º 2, Tomo V, pag. 20 a 22, anno 1886.
[2] Tinha a mesma designação que coemeteria e criptae.
[3] Era um calix mystico que continha o vinho que bebeu Jesus Christo na sua ultima ceia. Este calix tinha sido conservado por José de Arimathêa e transportado por elle para a Bretanha. (Inglaterra).
[4] Termo em inglez admittido pelos archeologos.
[5] Havia no paiz dois magnificos livros do côro, um do convento de Christo, em Thomar, e outro do convento de Belem. Este foi retalhado pelos orphãos da casa pia de Lisboa, que fizeram d'elle barretinas e talabartes. Ao outro livro foram cortadas as folhas de pergaminho, tendo vistosos arabescos e lettras floreteadas, coloridas e douradas, cujos preciosos fragmentos comprámos avulso aos poucos no anno de 1835.
[6] Ha um muito curioso no cabido da Sé de Vizeu, do qual tirámos o molde em 1869. Está exposto no museu do Carmo em Lisboa.