Talvez Não
Capítulo 5
Já se passaram três dias desde o nosso m om ento no banheiro. Tenho notado que ela m antém as portas fechadas agora, o que é bom . Tenho certeza de que ela está chateada por ter se perm itido um m om ento de fraqueza. Ela não parece ser o tipo de ceder tão facilm ente quanto ela quase fez.
De qualquer m aneira, eu não consigo decidir se eu fiz a coisa certa. Metade de m im se alegra com o fato de que eu fui capaz de sair, m as a outra m etade não pode acreditar o quão estúpido eu fui por deixar passar um a oportunidade com o essa. Eu poderia ter ficado com ela, e agora, m ais do que provavelm ente, nunca ficarei. Mas é m elhor assim , porque a últim a coisa que eu preciso é ficar com um a com panheira de quarto que poderia ser a irm ã do m eu m elhor am igo. Mas ela deixa isso duro, trocadilho intencional, quando entra na sala de estar do j eito que ela está agora. Ela não está com suas roupas de trabalho, m as o que ela está vestindo não m elhora em nada. Ela está usando um top fino sobre algo que é dificilm ente um short de pij am a, e ela andou entre m im e a TV m ais vezes do que posso contar.
Merda.
Agora ela está vindo em m inha direção com livros nas m ãos.
Merda.
Ela está sentando no sofá. Ao m eu lado. Com aquele top fino. Sem sutiã.
Posso lidar com isso. Eu forço m eus olhos na TV, ainda em busca de qualquer pornô em que ela atuou. Eu poderia sim plesm ente perguntar a ela, m as isso não é um a boa ideia. Se ela sabe que eu sei que ela fez um film e pornô, ela provavelm ente faria tudo o que pudesse para ter certeza de que eu nunca descubra.
Ela se inclina para frente e pega o controle rem oto e, em seguida, aponta para a TV para silenciá-la. Eu não sei o que ela pensa que é, m as se ela não quer ouvir a TV, ela pode ir para o seu quarto. Eu pego o controle rem oto e ligo o som novam ente. Ela suspira e abre um dos seus livros e com eça a ler.
Eu finj o que estou prestando atenção na TV, m as eu não posso parar de roubar olhares para ela, porque puta merda, eu não posso acreditar que me afastei dela. Eu sou um idiota.
Ela pega o controle rem oto e silencia a TV novam ente, possivelm ente porque um a das m eninas estava gritando no topo dos seus pulm ões. Será que Bridgette é escandalosa durante o sexo? Provavelm ente não. Ela é m ais provavelm ente teim osa, recusando-se a desistir de qualquer um de seus sons.
Eu tiro a TV do m udo de novo e ela atinge o seu ponto de ruptura. — Eu estou tentando estudar, Warren. Pelo am or de Deus, você ainda consegue o m esm o efeito quando está no m udo.
Eu a olho com curiosidade. — Com o você sabe? Você é um a especialista em pornografia?
Ela olha para m im , um flash de suspeita em seus olhos. — Você pode, por favor, por um a noite, abrir m ão do seu vício para que eu possa estudar em paz e com sossego?
Bridgette disse, por favor.
— Vá estudar no seu quarto. — eu digo.
Sua boca cerra em um a linha fina. Ela em purra o livro do seu colo e levanta. Ela cam inha em direção à TV e alcança atrás, puxando a tom ada. Depois de voltar para o sofá, ela puxa o livro de volta para o seu colo e volta a estudar.
Eu não sei com o pude ir além da sua atitude horrível o suficiente para sequer ficar atraído por ela. Ela é vil. Eu não m e im porto o quão gostosa ela é, ela nunca vai encontrar alguém que consiga suportar a sua personalidade.
— Você pode ser um a verdadeira puta às vezes, você sabe disso?
Ela solta um suspiro exasperado. — Sim , bem . Você é viciado em pornografia.
Eu rio baixinho. — Pelo m enos eu não estive em um pornô.
Seus olhos oscilam em m inha direção. — Eu sabia que você estava escutando.
Eu dou de om bros. — Eu não consegui evitar. Você estava tendo um a conversa com o se fosse um ser hum ano real. Foi fascinante.
Seu foco recai sobre as páginas do livro. — Você é um idiota.
— Você é um a oportunista.
Ela fecha o livro com um a batida e se vira para m im no sofá. — Um a oportunista? Você está brincando com igo?
Eu puxo o m eu j oelho para cim a, viro e a encaro. — Você não acha que parece um pouco suspeito você aparecer do nada e afirm ar ser a irm ã, há m uito perdida, para a banda m ais popular local de Austin?
Ela parece capaz de assassinato. — Warren, eu sugiro que você pare de fazer acusações contra pessoas que você não sabe absolutam ente nada.
Eu sorrio, porque eu sei que cheguei a ela. Eu poderia sair vitorioso novam ente.
— Eu aprendi o suficiente sobre você para saber que você não m erece ser confiável. — eu pego o livro e coloco de novo em seu colo e aponto para o seu quarto. — Agora pegue o seu dever de casa e volte para o seu quarto em prestado.
— MEU quarto em prestado? Você nem paga aluguel, Warren.
— Nem você, Bridgette.
— Tudo que você faz é assistir film e pornô e olhar para m inha bunda. Você é um pervertido preguiçoso.
— Tudo que você faz é exibir sua bunda e fantasiar sobre m im beij ando você.
— Você é noj ento. — ela diz. — Por um a questão de fato, assista pornografia. Tenho certeza de que você precisa de todas as dicas que você pode conseguir.
Ok, isso é baixo. Ela pode insultar a m inha preguiça, m inhas finanças, m eu novo vício em pornografia, m as ela não pode insultar m inhas habilidades no quarto. Especialm ente quando ela não tem experiência em prim eira m ão. — Eu não preciso de dicas para agradar um a m ulher, Bridgette. Eu nasci com talento natural.
Ela está m e olhando com o se estivesse prestes a m e dar um soco, m as eu não consigo parar de olhar para a sua boca, esperando que ela m e insulte novam ente. Em algum lugar, entre ser cham ado de idiota e este m om ento, eu fiquei m ais excitado do que j á estive em m inha vida. Eu estou esperando que ela estej a prestes ir furiosam ente para o seu quarto, porque eu j á conheço a m inha quota de contenção quando se trata dela.
Ela lam be o lábio inferior, e eu tenho que segurar a alm ofada do sofá para m e im pedir de atacar aquela boca. Seus olhos estão focados intensam ente sobre os m eus, e nós dois estam os respirando tão fortem ente por causa dos nossos ataques verbais, que posso sentir sua respiração em m eus lábios.
— Eu te odeio. — ela diz, com os dentes cerrados.
— Eu odeio você prim eiro. — eu assobio de volta.
Seu foco recai sobre m inha boca e assim que eu vej o o flash m ais ínfim o de desej o em seus olhos, eu avanço. Eu pego seu rosto e pressiono m eus lábios nos dela enquanto em purro-a de volta contra o sofá. Ela está m e em purrando para longe com os j oelhos, enquanto m e puxa para ela com as m ãos. Minha língua força através da barreira dos lábios dela e ela m e devora em resposta. Eu a beij o duro, e ela m e beij a ainda m ais duro. Eu estou puxando um punhado de seu cabelo enquanto ela arranha o m eu pescoço com as unhas. Porra, isso dói. Ela dói.
Eu quero mais.
Eu estou pairando sobre ela e, em seguida, m e pressionando contra ela, puxando o j oelho para que ela possa envolvê-lo em torno da m inha cintura. Suas m ãos estão no m eu cabelo, e eu não quero que ela se m ude. Eu quero que ela fique. Eu quero que ela sej a m inha com panheira de quarto para sem pre. Ela é a m elhor porra de com panheira de quarto que eu j á tive e m eu Deus, ela é tão agradável. Com o é que eu algum a vez pensei que ela fosse m á? Ela é tão, tão doce, e seus lábios são doces e Bridgette, eu amo o nome dela.
— Bridgette. — eu sussurro, querendo dizer o nom e dela em voz alta. Eu não sei com o eu odiei o seu nom e antes deste m om ento, porque é o nom e m ais bonito que eu j á disse em voz alta.
Eu m e afasto da sua boca e com eço a fazer o m eu cam inho até seu doce, doce pescoço. Assim que eu chego ao seu om bro, ela com eça a m e afastar com as m ãos.
Bem ali, eu pulo de volta à realidade e m e separo da sua boa vontade.
Eu passo para o outro lado do sofá, precisando do espaço para entender o que diabos aconteceu?
Ela senta-se rapidam ente no sofá. Lim pa a boca e eu corro m inhas m ãos pelo m eu cabelo, fazendo de tudo para que eu possa processar isso.
Ela é um a m egera m á. Eu fecho m eus olhos e enrugo m inha testa, tentando descobrir com o eu acabei de perder o controle com pleto de m im m esm o, sim plesm ente porque eu estava a beij ando. Eu penso sobre todas as m entiras que estavam apenas passando pela m inha cabeça, enquanto m eu pau tentava m e convencer que ela era realm ente um a pessoa decente.
Eu sou fraco. Eu sou tão fraco, e ela acabou de ganhar terreno novam ente.
— Não faça isso novam ente. — ela diz, com raiva e sem fôlego.
Sua voz m e faz estrem ecer. — Você que com eçou. — eu digo na defensiva.
Ela começou? Eu não me lembro. Poderia ter sido mútuo.
— Você beij a com o se estivesse tentando ressuscitar um gato m orto. — diz ela, desgostosa.
— Você beij a com o se fosse um gato m orto.
Ela puxa os j oelhos até o peito e envolve seus braços em torno deles. Ela parece extrem am ente desconfortável com o silêncio, por isso não m e surpreende quando ela cospe outro insulto. — Você provavelm ente fode com o um m acarrão flácido.
— Eu fodo com o se eu fosse o Thor.
Eu não estou olhando para ela, m as eu sei que o com entário tinha que fazê-la sorrir. Se ela fosse ao m enos capaz de sorrir. O silêncio cresce m ais pesado e nenhum de nós se m ove o que torna ainda m ais evidente que o que aconteceu foi um erro.
— Por que você está com gosto de cebola? — ela pergunta.
Eu dou de om bros. — Eu acabei de com er pizza.
Ela olha para a cozinha. — Sobrou?
Concordo com a cabeça. — Está na geladeira.
Ela im ediatam ente se levanta para cam inhar até a cozinha, e odeio que eu estej a olhando para sua cam isa. Eu posso ver seus m am ilos cutucando através do tecido fino, e eu quero apontar para ela e dizer, “Eu fiz isso! Isso tudo fui eu!”
Em vez disso, eu fecho m eus olhos e tento pensar sobre o que vai parar m eu desej o de segui-la até que a cozinha e dobrá-la sobre o balcão. Felizm ente, a porta do quarto do Ridge abre, por isso dou toda a m inha atenção a ele quando ele entra na sala de estar. Ele faz um a pausa quando m e vê sentado no sofá. Ele olha para a TV que não está nem m esm o ligada. — Por que você parece tão culpado?
Eu balanço m inha cabeça vergonhosam ente. — Eu acho que acabei de dar uns am assos em Bridgette. — eu sinalizo.
Ridge olha para Bridgette, que está em pé na cozinha, de costas para nós. Ele balança a cabeça em desapontam ento. Ou confusão.
— Por quê? — ele pergunta perplexo. — Ela fez de boa vontade?
Eu pego um a das alm ofadas do sofá e j ogo nele. — Sim , ela fez isso de bom grado, im becil. Ela m e quer.
— Você a quer? — ele parece genuinam ente chocado, com o se não esperasse por isso de j eito nenhum .
Eu balanço a m inha cabeça. — Não, eu não a quero. — eu sinalizo. — Mas eu sinto que eu preciso dela. Tanto. Ela é tão... — eu pauso m inhas m ãos por alguns segundos antes de continuar. — Ela é a m elhor pior coisa que j á aconteceu com igo.
Ridge vai de costas até que sua m ão está na porta da frente. — Eu vou passar a noite na Maggie. — ele sinaliza. — Nós vam os orar por você.
Eu dou o dedo conform e ele sai. Quando eu viro para encarar Bridgette, ela está cam inhando em direção ao seu quarto. Ela passa pela TV e nem sequer tem a audácia de conectá-la novam ente.
Eu ligo a TV, porque não há dúvida em m inha m ente agora. Eu tenho que encontrar aquele pornô, porque depois de experim entar aquele beij o, eu estou viciado. Viciado em todas as coisas de Bridgette.
• • •
Eu m al dorm i na noite passada. Estar no m esm o apartam ento com ela, sabendo que Ridge e Brennan saíram , era dem ais. Levou tudo que eu tinha para não arrum ar um a desculpa para bater na porta do quarto dela. Mas eu estou aprendendo com o sua m ente funciona, e eu sei que ela m e rej eitaria em um piscar de olhos, apenas para perm anecer no controle.
E agora, Ridge e Brennan ainda estão fora e ela está no trabalho e eu j á esgotei toda a pornografia no pay -per-view. Eu não consigo saber quanto pornô eu assisti nas últim as duas sem anas. É ridículo. Quantos poderiam haver? E eu reduzi aos que foram feitos nos últim os anos, porque ela tinha que ter m ais de dezoito anos, quando film ou. Ela tem vinte e dois agora, de m odo que há quatro anos de film es pornográficos para peneirar.
Meu Deus. Eu estou obcecado.
Estou com o um assediador.
Eu sou um assediador.
A porta da frente abre e Bridgette entra. Ela fecha com um a batida tão forte, que eu recuo. Ela cam inha até a cozinha e com eça a abrir e fechar arm ários. Ela finalm ente descansa as palm as das m ãos no balcão e olha diretam ente para m im . — Onde diabos você guarda o álcool?
Mal dia, eu acho.
Levanto-m e e cam inho até a pia. Abro o arm ário debaixo dela e tiro a garrafa de Pinho Sol. Eu nem sequer m e preocupo de pegar um copo para ela. Ela se parece com o tipo de pessoa que pode tom ar no gargalo.
— Você está tentando m e m atar? — ela pergunta, olhando para a garrafa nas m inhas m ãos.
Eu em purro-a em sua m ão. — Ridge acha que ele é inteligente escondendo em garrafas velhas e lim pas. Ele não gosta quando eu bebo todo o seu álcool.
Ela traz a garrafa para o nariz e estrem ece. — E uísque é a única coisa que você tem ?
Concordo com a cabeça. Ela encolhe os om bros, traz a garrafa aos lábios, inclina a cabeça para trás e tom a um longo gole.
Ela entrega a garrafa de volta para m im enquanto lim pa a boca com as costas da m ão. Tom o um gole da garrafa, em seguida, entrego-a de volta para ela. Nós fazem os isso várias vezes até que a raiva parece ter dim inuído, tanto quanto a raiva pode dim inuir no m undo de Bridgette. Eu coloco a tam pa de volta na garrafa e devolvo ao arm ário.
— Mal dia? — pergunto.
Ela se inclina contra o balcão e puxa o elástico da sua berm uda laranj a. — pior.
— Quer falar sobre isso?
Ela olha para m im , através de seus cílios e, em seguida, revira os olhos. — Não. — ela diz, sem rodeios.
Eu não forço. Eu nem m esm o sei se quero realm ente saber sobre o seu dia. Tudo e nada parecem tirá-la do sério, então ela provavelm ente está chateada com algo estúpido, com o um farol verm elho no seu cam inho para casa. Tem que ser desgastante responder a todos os aspectos da vida com tanta raiva.
— Por que você está sem pre tão brava?
Ela ri baixinho. — Isso é fácil. — diz ela. — Idiotas, clientes estúpidos, um trabalho de m erda, pais inúteis, am igos ruins, m au tem po, com panheiros de quarto irritantes que não sabem com o beij ar.
Eu rio com o últim o com entário, que eu tenho certeza que era para ser um a cutucada, m as pareceu m ais com o um flerte dissim ulado.
— Com o você está tão feliz o tem po todo? — ela pergunta. — Você acha que tudo é engraçado.
— Isso é fácil. — eu digo. — Grandes pais, sorte de ter um em prego, am igos leais, dias ensolarados e com panheiros de quarto que atuaram em film es pornô.
Ela olha para longe rapidam ente em um a tentativa de esconder um sorriso que quase apareceu em seu rosto. Deus, eu gostaria que ela soltasse esse sorriso, porque eu estou m orrendo de vontade de ver com o é. Desde que ela se m udou para cá, eu não tenho certeza se j á vi o seu sorriso.
— É por isso que você vê tanta pornografia? Porque você está esperando descobrir em qual deles eu estava?
Eu não concordo com cabeça, m as tam bém não discordo. Eu inclino m eu quadril para o balcão e dobro os braços sobre o peito. — Apenas m e diga o nom e dele.
— Não. — ela diz rapidam ente. — Além disso, eu era apenas um a coadj uvante. Eu nem sequer realm ente fiz algum a coisa.
Um a coadj uvante. Isso aj uda a dim inuir a m inha procura um pouco.
— Realmente não fazer nada não significa que não fez. .
Ela revira os olhos para m im , m as ela ainda está de pé aqui, então eu continuo. — Você estava nua?
— Foi um pornô, Warren. Eu não estava vestindo um suéter.
Isso significa que sim.
— Você fez sexo diante das câm eras?
Ela balança a cabeça. — Não.
— Mas você ficou com um cara?
Ela balança a cabeça novam ente. — Não era um cara.
Puta merda.
Eu m e viro e seguro o balcão com um a m ão, enquanto faço o sinal da cruz sobre o m eu corpo com a outra. Quando eu viro, ela ainda está de pé no m esm o lugar, m as ela realm ente parece relaxada. Ela devia beber uísque todo dia.
— Então você está m e dizendo que você fez com outra garota? E isso está docum entado em algum lugar? No film e?
O canto da sua boca se enrola em um sorriso fantasm agórico.
— Você sorriu.
Ela para de sorrir im ediatam ente. — Eu não.
Dou um passo em direção a ela e aceno com a cabeça. — Sim , você sorriu. Eu fiz você sorrir.
Ela com eça a sacudir a cabeça em desacordo, então eu escorrego a m inha m ão atrás do seu pescoço. Seus olhos se arregalam , e eu tenho quase certeza que ela está prestes a m e afastar, m as não consigo evitar. Aquele sorriso.
— Você realmente sorriu, Bridgette. — eu sussurro. — E você precisa adm itir, porque foi fodidam ente bonito.
Ela ofega em choque um pouco antes dos m eus lábios chocarem contra os dela. Eu não acho que ela estava esperando este beij o acontecer, m as ela certam ente não está se opondo. Sua boca é quente e sensível e quando eu separo seus lábios com m inha língua, ela realm ente m e perm ite.
Eu não sei se é o uísque ou ela, m as m eu coração está debatendo no m eu peito com o um anim al enj aulado. Eu deslizo as m ãos pelas suas costas até se depararem com a bunda e eu aperto enquanto a levanto e a coloco no balcão.
Nossos lábios se separam , e nós olham os fixam ente um para o outro em silêncio, cada um de nós hesitante em acreditar que o outro não está prestes a ir em bora novam ente. Quando percebo que nenhum de nós parece querer acabar com isso, eu trago m inhas m ãos até o seu rosto e m e inclino novam ente, pegando seus lábios entre os m eus.
Isso é diferente do nosso beij o na outra noite. Nosso prim eiro beij o foi rápido e frenético, porque sabíam os onde ele acabaria.
Esse é lento e profundo, e parece que é apenas o com eço do que estam os prestes a experim entar esta noite. Desta vez, quando eu deixo a boca para provar seu pescoço, ela não m e afasta. Ela m e puxa para m ais perto, querendo que eu a beij e m ais duro.
— Warren. — ela sussurra, inclinando o pescoço para o lado, dando-m e a rédea livre da sua pele. — Se eu transar com você, você tem que prom eter que não vai ficar pegaj oso depois.
Eu rio, m as eu não m e afasto do seu pescoço. — Se você transar com igo, Bridgette, você é aquela que corre o risco de se tornar pegaj osa. Você vai querer
m uito m ais de m im , eu não vou conseguir diferenciar você e Saran Wrap{1}.
Ela ri, e eu m e afasto dela. Eu olho para baixo em sua boca e, em seguida, em seus olhos. — Meu Deus.
Ela balança a cabeça, confusa. — O que?
— Sua risada. — eu beij o-a na boca. — Fodidam ente fenom enal. — eu sussurro em sua boca. Eu a levanto do balcão e a m antenho enrolada ao m eu redor, enquanto faço o cam inho pela sala de estar. Assim que estam os no m eu quarto, eu fecho a porta e em purro-a contra ela. Eu a m antenho pressionada contra a porta com o m eu corpo, enquanto tiro a m inha cam isa. Acho a bainha da sua cam isa e com eço a puxar pela cabeça. — Eu não posso te dizer quantas vezes eu j á fantasiei sobre isso, Bridgette.
Ela m e aj uda a puxar sua cam isa sobre a cabeça. — Eu não tenho fantasiado sobre isso de j eito nenhum . — ela diz.
Eu sorrio. — Mentira.
Eu levanto-a novam ente e levo para a cam a. Assim que eu a abaixo e com eço a engatinhar para cim a dela, ela em purra m eus om bros e eu caio de costas. As m ãos dela encontram o botão do m eu j eans e ela abre. Eu tento assum ir o controle novam ente, em purrando-a de costas, m as ela não está cedendo. Ela m e atravessa e coloca as m ãos nos m eus bíceps, colocando m eus braços contra a cam a. — Eu controlo. — ela fala.
Eu não discuto. Se ela quer ficar no com ando, eu, absolutam ente, vou deixar.
Ela senta-se ereta e envolve as m ãos ao seu redor para abrir o sutiã. Eu levanto e com eço a chegar perto para aj udá-la, m as suas m ãos estão de volta em m eus braços em um flash. Ela m e em purra para o colchão novo. — O que eu acabei de dizer, Warren?
Puta merda. Ela não está brincando.
Concordo com a cabeça e concentro m inha atenção no sutiã, quando ela levanta e desata. Ela desliza as tiras lentam ente pelos braços e eu não posso tirar m eus olhos dela. Eu quero tocá-la, aj udá-la, ser o único a tirar o sutiã, m as ela não está perm itindo que eu faça qualquer coisa.
Minha respiração prende no peito quando ela arrem essa o sutiã para longe.
Meu Deus, ela é perfeita. Seus seios são do tam anho perfeito, parecendo que se encaixam m uito bem nas palm as das m inhas m ãos. Mas eu não sei, porque eu não tenho perm issão para tocá-los.
Tenho?
Hesitante, levanto as m ãos para sentir a suavidade da sua pele, m as ela im ediatam ente em purra m eus braços para longe dela, de volta para a cam a.
Deus é tortura. Seus seios estão bem aqui, a centím etros de m im , e eu não posso nem tocá-los.
— Onde estão os seus preservativos?
Eu aponto para a cabeceira do lado oposto da cam a. Ela desliza para fora de m im e eu a observo de perto conform e ela anda até m inha m esa de cabeceira. Ela abre a gaveta e procura até que encontra um . Ela coloca-o entre os dentes quando cam inha de volta, em direção ao pé da cam a. Ela não sobe de novo em m im . Em vez disso, ela engancha seus polegares no cós do seu short e com eça a dançar com eles.
Eu estou m ais duro do que eu j á estive, e eu posso sentir m eu pulso m artelando em todo o m eu corpo. Ela precisa m uito se apressar e voltar para cim a de m im .
Ela fica de calcinha conform e se inclina e com eça a puxar m inha calça j eans o resto do cam inho para fora. Ela engancha as m ãos na m inha cueca e tira tam bém , enquanto a em balagem do preservativo ainda oscila entre os dentes. Seu cabelo é de com prim ento perfeito, arrastando levem ente sobre a m inha pele com o penas, cada vez que ela se inclina sobre m im .
Um a vez que todas as m inhas roupas estão fora, os olhos se concentram na m inha parte m ais dura. Um sorriso puxa seus lábios e seus olhos encontram os m eus. Ela tira o preservativo da boca.
— Im pressionante. — ela diz. — Isso definitivam ente explica seu ego inflado.
Eu tom o o insulto com o elogio, porque eu j á sei que Bridgette não é o tipo que distribui.
Ela m e atravessa novam ente, ainda usando sua calcinha. Ela se inclina para frente e pressiona as palm as das m ãos em m eus braços. Sua boca encontra a m inha e seus seios pressionam contra o m eu peito, fazendo-m e gem er. Isso é incrível. Tão bom . Estou preocupado agora, porque nós ainda não transam os e eu j á posso dizer que estou arruinado.
Eu posso sentir sua um idade através da calcinha enquanto ela, tortuosam ente, desliza para cim a e para baixo, para cim a e para baixo, tão lento quanto ela pode. Sua língua está na m inha boca, e eu continuo tentando agarrar a parte de trás da sua cabeça, ou agarrá-la pela cintura, m as toda vez que eu m exo, ela m e para.
Eu im aginei que ela seria m andona no quarto, m as nada com o isto. Ela não vai sequer m e deixar tocá-la, e essa porra está m e m atando.
— Abra a boca. — ela sussurra em m eu ouvido. Eu faço, e ela coloca a em balagem do preservativo entre m eus dentes. Eu m ordo e ela usa seus próprios dentes para agarrar a outra extrem idade, enquanto se afasta de m im , rasgando a em balagem entre as nossas bocas.
Ok, isso foi quente.
Tão quente.
Devíamos nos demitir e fazer isso em tempo integral.
Ela pega o preservativo e senta-se ereta. Ela olha para baixo e lam be os lábios conform e desliza o preservativo em cim a de m im e eu gem o, porque as m ãos dela são, porra. Elas são demais. Eu as quero em todos os lugares.
Eu entendo com o os caras podem dizer coisas estúpidas no auge da paixão, porque eu quero dizer m uito para ela agora. Eu quero dizer a ela que eu a am o e que som os alm as gêm eas e que ela deveria se casar com igo, porque suas m ãos m e fazem ter pensam entos estúpidos, estúpidos e falsos com o este.
Ela levanta-se m ais em seus j oelhos e puxa a calcinha para o lado, deixando-a quando com eça a abaixar-se em cim a de m im .
É oficial. Ela é a melhor companheira de quarto que eu já tive na minha vida.
Ela estrem ece um pouco quando com eça a m e levar para dentro dela, e eu m e sinto m eio m al por m achucá-la. Mas não m al o suficiente para m e im pedir de levantar m eus quadris e deslizar para ela o resto do cam inho.
Assim que nivelam os, gem em os em uníssono.
Eu nunca senti nada parecido.
É com o se o corpo dela encaixasse perfeitam ente ao m eu, cabendo cada linha, curva e m ergulho. Nenhum de nós se m ove um centím etro enquanto nós enchem os o quarto com suspiros pesados, dando-nos um m om ento de aj ustar à perfeição pura que acabam os de criar.
— Foda-se. — eu sussurro.
— Ok. — ela responde.
Ela com eça a se m over, e eu não sei o que fazer com igo m esm o. Minhas m ãos querem segurá-la pela cintura enquanto ela desliza para cim a e para baixo, m as eu tam bém sei que não tenho perm issão para tocá-la. Meus olhos a absorvem conform e ela continua seus m ovim entos, seus m ovim entos perfeitos, m etódicos, doces.
Após vários m inutos assistindo-a em cim a de m im com os olhos fechados e os lábios entreabertos, eu desisto. Eu não consigo não tocá-la. Minhas m ãos apertam a cintura dela e ela tenta afastá-las, m as eu só aperto m ais forte, levantando-a quando ela sobe e puxando-a para baixo quando ela cai. Ela desiste de tentar lutar contra m im depois de ver o quão m elhor a m inha força pode deixar.
Eu quero ouvir seu gem ido e eu quero ouvi-la desm oronar em cim a de m im , m as ela está segurando tudo, assim com o eu sabia que faria.
Eu deslizo as m ãos por suas costas e puxo-a para frente até que nossas bocas se encontram . Eu m antenho um a m ão na parte de trás da sua cabeça e um a na sua cintura enquanto ela continua seu ritm o em cim a de m im .
Eu curvo m inha m ão em torno de seu quadril e, lentam ente, deslizo sobre seu estôm ago, até que eu estou tocando-a. Eu deslizo um dedo entre nós, separando-a, sentindo seu calor e um idade m e envolverem . Ela gem e em m inha boca e eu com eço a esfregá-la, m as ela im ediatam ente para de se m over. Ela agarra m eu pulso e puxa-o para longe dela, batendo o m eu braço contra o colchão novam ente.
Seus olhos abrem e concentram firm em ente nos m eus conform e ela lentam ente com eça a se m over novam ente. — Mantenha as m ãos no colchão, Warren. — ela avisa.
Droga, ela está deixando isso difícil. Eu preciso senti-la novam ente, e quando eu term inar de tocá-la, eu quero prová-la. Eu quero aquela um idade e calor em toda a m inha língua.
Mas, prim eiro, vou deixá-la fazer do seu j eito. Eu fecho m eus olhos e paro de tentar tom ar o controle. Concentro-m e em seu aperto, m e engolindo. Eu m e concentro no fato de que cada vez que seu corpo encontra o m eu, eu estou tão profundam ente dentro dela, quanto posso eventualm ente ir.
Ela se inclina para frente e os seios dançam para trás e para frente no m eu peito conform e ela se m ove em cim a de m im .
O céu definitivamente existe.
Minhas pernas com eçam a ficar tensas e m inhas m ãos estão à procura de algo para segurar, pois m e sinto chegando. Ela pode sentir que estou perto da liberação, então ela aperta em torno de m im e seus im pulsos tornam -se m ais rápidos e m ais fortes. Eu m antenho m eus olhos fechados, quando m eu corpo com eça a trem er debaixo dela.
Eu quero xingar, gem er e fazer com que ela saiba o quanto é bom conform e libero dentro dela, m as eu não faço um único ruído. Se eu não estou autorizado a tocá-la enquanto eu gozo, então ela não tem perm issão para ouvir o quanto eu am o pra caralho cada segundo disso.
Ela continua a m over-se em cim a de m im e eu calm am ente sucum bo aos trem ores. Quando acaba, ela para em cim a de m im . Abro os olhos para vê-la e pego-a sorrindo para m im . Tão logo ela percebe que eu estou olhando para ela, o sorriso desaparece.
Eu quero que ela entre em colapso contra o m eu peito. Eu quero rolar sobre suas costas e fazê-la gozar na m inha boca até que ela grite m eu nom e em êxtase, em vez de raiva.
Em vez disso, ela lentam ente desliza para fora de m im . Ela se levanta e se vira em direção ao banheiro. — Boa noite, Warren.
A porta se fecha atrás dela e eu fico deitado aqui em com pleta confusão. Eu estaria correndo atrás dela agora m esm o, m as eu ainda estou m uito fraco para m e m over.
Eu m e dou tem po para m e recom por, e então eu rem ovo o preservativo e atiro na lata de lixo no banheiro, no m eu cam inho para o quarto dela. Eu abro a porta bem no m om ento em que ela está rastej ando para a sua cam a. Assim que a cabeça encontra o seu travesseiro, eu estou em cim a dela, beij ando-a. Com o esperado, ela m e em purra.
— O que eu disse sobre ser pegaj oso? — ela fala, puxando o rosto do m eu.
— Eu não estou sendo pegaj oso. — eu digo, beij ando o cam inho até seu pescoço. — Nós não term inam os.
Ela se afasta ainda para m ais longe e em purra o m eu rosto de volta. — Eu tenho certeza que nós term inam os Warren. Cerca de três m inutos atrás.
— Eu term inei. — eu digo, olhando-a nos olhos. — Mas você não term inou. — eu posso sentir a resistência dela enquanto ela tenta rolar.
— Warren, pare. — ela fala, m e afastando.
Eu não m e afasto dela. Em vez disso, eu envolvo m eu braço ao redor dela e m ovo lentam ente a m inha m ão em seu estôm ago.
Foi quando ela m e deu um tapa.
Eu im ediatam ente recuo e olho para ela em estado de choque.
Ela m e em purra e foge em sua cam a até que suas costas estão na cabeceira da cam a. — Eu disse para parar. — ela diz, defendendo sua bofetada.
Eu m exo o m eu queixo de um lado para o outro, não sei o que fazer. Em todos os m eus anos de experiência com as garotas e até m esm o em todo o pornô recente que estive assistindo, não é assim que o sexo geralm ente acontece. As pessoas são egoístas por natureza e o fato dela não querer nem m esm o que eu a m asturbe, m e confunde pra caralho.
— Eu estou... — faço um a pausa e olho para ela. — Estou interpretando m al algum a coisa aqui? Porque eu pensei...
— Nós fodem os, Warren. Acabou, agora vai dorm ir.
Eu balanço m inha cabeça. — Não, Bridgette. Você fodeu. Você fez todo o trabalho e você nem sequer chegou a apreciá-lo. Eu não entendo por que você não m e deixa tocá-la.
Ela gem e, frustrada. — Warren, está tudo bem . Foi m uito divertido. — ela olha para longe de m im . — Eu só não gosto da outra parte, então vá para a cam a.
Ela não gosta da outra parte? A parte em que ela tem um incrível, orgasmo alucinante?
— Tudo bem . — eu digo. — Eu vou para a cam a.
— Obrigada. — ela m urm ura.
— Mas, prim eiro. — eu digo, segurando o m eu dedo. — Eu preciso saber algum a coisa.
Ela revira os olhos. — O quê?
Eu m e inclino para ela e olho para ela com fascinação. — É assim que sempre é o sexo com você? Você tem que estar no controle com pleto, até o ponto onde você sequer perm ite que alguém a m asturbe?
Ela m e chuta com o pé, tentando m e convencer a sair da cam a. — Eu não vou discutir m inha vida sexual com você, Warren. Volte para o seu quarto.
Ela foge para baixo em sua cam a até que sua cabeça encontra o travesseiro.
Ela rola até que suas costas estão para m im e ela puxa as cobertas sobre a cabeça.
Puta m erda. Isto é... eu nem sei o que pensar. Eu nunca conheci ninguém com o ela. Ela tem alguns problem as graves de controle.
— Bridgette. — eu sussurro, precisando que ela vire e fale com igo de novo. Ela m e ignora, m as não posso sair porque esta conversa tem de acontecer. — Você está m e dizendo que você nunca teve um orgasm o durante o sexo?
As cobertas voam da sua cabeça e ela rola de costas. — Nunca foi um problem a com ninguém até você. — ela diz com raiva.
Eu rio e balanço a m inha cabeça e, por algum a razão, m e sinto extrem am ente feliz com isso. Porque ela aparentem ente ficou com alguns idiotas realm ente egoístas no passado, e eu estou prestes a m ostrar-lhe o que está faltando.
Ela puxa as cobertas sobre a cabeça e enfrenta o sentido oposto novam ente. Em vez de ficar em pé e cam inhar de volta para o m eu quarto com o eu sei que ela quer que eu faça, eu levanto as cobertas e deslizo atrás dela. Eu envolvo m eu braço, pressionando a palm a da m ão contra seu estôm ago, puxando-a contra o m eu peito.
Ela praticam ente rosna para m im . — Warren, pare. Acredite ou não, eu estou perfeitam ente feliz com a m inha vida sexual, e eu não preciso de você para Oh, meu Deus. — ela para no m eio do discurso, logo que eu a toco entre as pernas.
Eu descanso m inha bochecha contra a dela. — Eu preciso que você cale a boca, Bridgette.
Ela não se m ove, então eu a rolo sobre seu estôm ago e deslizo para cim a dela. Eu prendo seus braços com as m inhas m ãos, com o ela fez com igo antes. — Por favor, não resista a m im . — eu sussurro em seu ouvido. — Eu quero estar no controle, e eu quero que você faça o que eu digo. — eu corro m inha língua pela orelha dela e vej o o arrepio em seu pescoço. — Entendido?
Sua respiração está superficial, e ela fecha os olhos com força, com o aceno de cabeça.
— Obrigado. — eu digo a ela. Eu beij o m eu cam inho até seu pescoço e om bro, e depois desço m eus beij os lentam ente em toda as suas costas. Seu corpo inteiro está tenso e saber que ela nunca experim entou um orgasm o nas m ãos de outro cara j á m e deixa duro novam ente.
Chego até as coxas e abro as pernas com a m inha m ão. Ela esconde o rosto em seu travesseiro e isso m e faz sorrir. Ela nunca esteve tão vulnerável com outra pessoa, e ela não quer m e dar o prazer de ver o quanto ela gosta disso.
Eu m antenho m eus olhos voltados para ela de qualquer m aneira, quando lentam ente em purro dois dedos dentro dela, esperando que ela gem a em seu travesseiro.
Ela não faz um som , então eu retiro e coloco três dedos desta vez.
Eu pressiono m inha testa no travesseiro, próxim o ao rosto dela, e espero os sons escaparem .
Nada. Eu rio baixinho, porque eu realm ente tenho tudo planej ado.
Eu afasto a m inha m ão e a viro sobre suas costas. Seus olhos ainda estão bem fechados assim que eu pego seu m axilar e pressiono m eus lábios nos dela. Eu a beij o com força e profundam ente, até que ela com eça a m e beij ar de volta com m uita raiva. Ela puxa o m eu cabelo e abre as pernas para m im , querendo que eu m e enterre dentro dela.
Eu faço. Eu em purro a calcinha de lado e enfio nela tão duro e rápido que ela solta um gem ido e, meu Deus, eu preciso de mais disso. Muito mais. Mas eu não tenho um preservativo, e desta vez não é sobre m im , então eu saio dela. Eu tom o um dos seus seios em m inhas m ãos e o trago para a m inha boca.
Eu beij o lentam ente até o seu estôm ago e quanto m ais desço, m ais tenso fica o corpo dela. Eu posso sentir sua hesitação e parte de m im quer devorá-la im ediatam ente, m as parte de m im precisa saber se eu não estou indo longe dem ais, rápido dem ais. Eu posso dizer pela rigidez em sua postura que ela está nervosa agora. Eu posiciono m inhas duas m ãos em sua cintura e olho para ela. Ela está m astigando nervosam ente o lábio inferior e seus olhos estão aterrorizados.
— Você nunca deixou ninguém fazer isso com você? — eu sussurro.
Ela libera o lábio inferior com um aceno de cabeça. — Eu não gosto disto.
— Com o você sabe?
Ela encolhe os om bros. — Eu apenas sei.
Eu puxo seus quadris para baixo vários centím etros sobre a cam a. — Você é m uito teim osa para o seu próprio bem . — eu a levanto e com eço a abaixar a m inha boca para ela, m as ela se afasta e senta.
— Não. Eu não quero fazer isso.
Eu aperto seus quadris e puxo-a de volta para baixo. — Deite-se e feche os olhos, Bridgette.
Ela continua olhando para m im com m edo em seus olhos, recusando-se a deitar-se, então eu levanto sobre as palm as das m inhas m ãos. — Por favor, pare de ser tão teim osa e apenas relaxe? Foda-se, m ulher. Eu quero dar-lhe os m elhores 10 m inutos que você j á teve em sua vida, m as você está tornando isso m uito difícil.
Ela m orde o lábio, hesitante, m as ela faz o que eu digo e, lentam ente, abaixa-se na cam a, relaxando em seu travesseiro.
Eu sorrio, triunfante e pressiono m eus lábios no seu estôm ago novam ente. Eu com eço um pouco abaixo do um bigo e trilho beij os lentos todo o cam inho até que eu encontro a calcinha. Eu engancho m eus dedos no cós e puxo-a para baixo, sobre os quadris, sobre as coxas, e eu continuo a rem ovê-la lentam ente, até que eu estou em seus tornozelos. Um a vez que eu as j ogo no chão, eu levanto a perna dela e pressiono um beij o suave contra seu tornozelo, então sua panturrilha, então o interior de seu j oelho, repetindo os beij os todo o cam inho até a coxa dela, até que eu estou a centím etros de deslizar m inha língua dentro dela. Assim que eu coloco m inha boca sobre ela, posso sentir seu calor m e cham ando.
— Warren, por favor... — ela com eça a protestar. Assim que a palavra, por favor, deixa sua boca, m inha língua desliza contra ela, separando-a. Ela levanta os quadris vários centím etros para fora da cam a e grita, então eu aperto a cintura dela e a em purro de volta para a cam a.
Ela é doce e salgada e assim que m inha boca está contra ela, eu estou convencido de que podia saciar cada gram a de fom e que eu vou sentir pelo resto da m inha vida.
Ela grita de novo, ainda tentando se afastar de m im . — O Que... Deus... Warren...
Eu continuo a lam ber, devorá-la, correndo a m inha língua sobre cada parte nua para que eu não deixe qualquer centím etro dela sem provar. As m ãos dela voltam para o m eu cabelo, no m om ento que m eus dedos encontram o seu cam inho de volta para dentro dela. Eu estou enchendo-a, consum indo-a com a m inha língua, e ela está tom ando cada gram a de m im que ela pode conseguir. Ela j á não está tentando fugir de m im . Agora ela está pressionando m eu rosto nela, m e im plorando para ir m ais rápido.
As m ãos dela deixam o m eu cabelo e encontram a cabeceira enquanto ela agarra forte e prende as pernas ao redor dos m eus om bros. Eu m antenho m eus dedos enterrados dentro dela quando ela grita m eu nom e a cada trem or que atinge o seu corpo. Eu continuo a agradá-la até que seus trem ores dim inuem e seus gem idos desaparecem no silêncio.
Eu beij o o interior da sua coxa conform e tiro m eus dedos dela. Eu beij o todo o cam inho até o seu estôm ago até que eu estou pressionado contra ela de novo, querendo deslizar para dentro dela e passar a noite.
Eu quero beij á-la, m as eu não sei se ela quer isso. Algum as garotas preferem não ser beij adas depois, m as m inha boca está doendo com a necessidade de sentir seus lábios contra os m eus.
Aparentem ente, ela quer a m esm a coisa, porque ela nem sequer hesita em puxar m eu rosto para o dela e m e beij ar com um gem ido. Há m uita pressão em cada centím etro do m eu corpo, porque eu quero transar com ela novam ente. A única coisa que pode aliviar essa pressão é em purrar para dentro dela, que é exatam ente o que eu faço.
Ela levanta os quadris e atende às m inhas estocadas e eu sei que eu deveria parar. Eu tenho que parar.
Eu não sei por que eu não consigo parar.
Eu nunca estive dentro de um a garota sem preservativo antes, m as ela m e deixa estúpido. Ela torna a m inha consciência inútil, e tudo o que posso pensar é no quanto isso é incrível.
E tam bém o quanto eu preciso parar.
Pare Warren. Pare.
De algum a form a eu saio de lá e pressiono o m eu rosto contra o seu peito, arfando.
Isso dói. Deus, com o dói. Eu m oro no quarto ao lado, onde há um a gaveta cheia de preservativos, m as eu não tenho certeza se conseguiria ir tão longe se eu tentasse levantar.
Ela puxa m eu rosto de volta para o dela e aperta seus lábios nos m eus. Ela desliza suas m ãos até a parte inferior das m inhas costas e m e puxa contra ela, pressionando o calor dela contra m im , enquanto m e im pele a m over-m e com ela.
Ela é incrível. Não é o m esm o que estar dentro dela, m as a form a com o ela está se m ovendo contra m im chega m alditam ente perto. Eu fecho m eus olhos e enterro m eu rosto contra seu pescoço enquanto trabalho para aum entar o ritm o entre nós.
Eu pego um punhado do cabelo dela e inclino o seu rosto enquanto olho para ela, observando com o nós dois estam os m ais próxim os ainda de outra liberação. Ela estrem ece e eu sinto o prim eiro dos seus trem ores passarem por ela. — Warren. — ela sussurra. — Me beij a.
Eu beij o.
Eu cubro a boca dela com a m inha e abafo os gem idos quando sinto o calor da m inha libertação se espalhando entre nós. Eu estou segurando-a tão forte quanto posso, beij ando-a tão duro quanto consigo.
Todo o m eu peso está contra ela, agora que eu estou fisicam ente incapaz de m e segurar por m ais um segundo. Suas m ãos deslizam do m eu pescoço e caem na cam a. Eu estou m uito fraco para falar, ou estaria dizendo a ela o quão incrível ela é. O quanto a sensação dela é boa. Com o seu corpo é perfeito e com o ela m e tem , com um a m ão só, por toda a eternidade.
Eu não posso falar, no entanto. Meus olhos se fecham de pura exaustão.
Pura, exaustão feliz.
• • •
— Warren.
Tento abrir m eus olhos, m as não posso. Ou sim plesm ente não quero. Eu não acho que j á experim entei um sono tão profundo quanto o que estou agora.
Sua m ão está no m eu om bro e ela está m e sacudindo. Eu ergo m inha cabeça e viro o rosto para ela, curioso para saber se ela está pronta para m ais um a rodada. Eu sorrio para ela com os olhos sonolentos.
— Vá para o seu quarto. — ela diz, m e chutando com os pés. — Você está roncando.
Meus olhos fecham novam ente, m as eles se abrem quando seus pés frios encontram o m eu estôm ago. Ela usa a força das pernas para tentar em purrar-m e para fora da cam a. — Vai. — ela gem e. — Eu não consigo dorm ir.
De algum a form a eu m e esforço para um a posição ereta. Olho para ela e ela rola para seu estôm ago, coloca o travesseiro em cim a e se esparram a pelo seu colchão.
Eu em baralho m eu cam inho através do quarto dela, pelo nosso banheiro e para a m inha própria cam a. Eu caio sobre ela e fecho os olhos, levando três segundos inteiros para voltar a dorm ir.