Talvez Não
Capítulo 6
Estou convencido de que nunca dorm i tão bem quanto ontem à noite. E m esm o que ela tenha m e expulsado da sua cam a, eu ainda m e sinto vitorioso. Com o a realeza.
Depois que eu tom ei banho e m e vesti, m e j unto a Ridge na cozinha. Ele está lim pando o que parece com um café da m anhã, o que é estranho, porque nenhum de nós j am ais faz café da m anhã. Mas então eu entendo quando Maggie em erge de seu quarto.
— Bom dia, Maggie. — eu digo para ela com um sorriso.
Ela m e olha com cautela. — O que há com você?
Naquele m om ento, a porta do quarto de Bridgette abre. Todos nós a assistim os entrar na sala de estar. Ela faz um a pausa quando olha para cim a e vê todos olhando para ela.
— Bom dia, Bridgette. — eu digo com um sorriso triunfante. — Dorm iu bem ?
Ela vê o olhar na m inha cara e im ediatam ente revira os olhos. — Foda-se, Warren. — ela cam inha até a cozinha e com eça a vasculhar a geladeira em busca de algo para com er. Eu a observo o tem po todo, até Ridge bater no m eu om bro.
— Você fez sexo com ela? — ele sinaliza.
Eu im ediatam ente balanço a cabeça em defesa. — Não. — eu sinalizo de volta. — Pode Ser. Eu não sei. Foi um acidente.
Maggie e Ridge riem . Ele pega a m ão de Maggie e a puxa para o seu quarto. — Vam os lá. — ele sinaliza. — Eu não quero estar aqui quando Bridgette perceber o erro dela.
Eu os observo voltar para o quarto de Ridge, e então viro e enfrento Bridgette. Ela está olhando para m im .
— Você acabou de dizer a ele que fizem os sexo?
Encontro-m e m ais um a vez balançando a cabeça. — Ele j á sabia. Eu disse a ele no outro dia.
Bridgette inclina a cabeça para o lado. — Tivem os relações sexuais na noite passada. Com o é que você disse a ele antes de acontecer?
Eu sorrio. — Eu tive um bom pressentim ento.
Ela deixa a cabeça cair em derrota, até que ela está olhando para o teto. —
Eu sabia que era um a m á ideia.
— Foi um a ótima ideia. — eu digo.
Ela olha para m im com tanta seriedade quanto pode reunir. — Foi um a coisa de um a única vez, Warren.
Levanto dois dedos. — Foram duas vezes, na verdade.
Ela faz um a cara que m e perm ite saber o quanto eu estou a irritando. — Estou falando sério, Warren. Nós não vam os fazer isso de novo.
— Graças a Deus. — eu digo, lentam ente cam inhando em direção a ela. — Porque foi horrível, não foi? Eu poderia dizer que você não estava gostando. — eu continuo a atravessar a cozinha até que estou a m enos de um centím etro de tocá-la. — Você não estava gostando especialm ente da parte quando você estava de costas, e a m inha língua...
Ela dá um tapa com a m ão sobre a m inha boca para m e calar. Ela está olhando para m im , com olhos estreitos. — Estou falando sério, Warren. Isso não m uda nada. Nós não som os um casal. Na verdade, eu provavelm ente vou trazer outros caras para casa e você precisa estar preparado para isso.
Ela retira a m ão da m inha boca e eu discordo. — Você não vai.
Ela olha para m im com um brilho com petitivo nos olhos. — Eu vou. É por isso que eu te avisei para não ficar pegaj oso.
Ha. Ela acha que isso é pegaj oso? Se ela sorrir com o ela fez ontem à noite, ela vai descobrir o quão grudento eu posso ser.
— Se você não quer que eu te queira m ais, não é assim tão difícil. — eu digo a ela. — Só não sorrir para m im . — eu m e inclino para frente até que m eus lábios estão em seu ouvido. — Se você não sorrir para m im , eu não vou ter o desej o de fazer todas essas coisas ruins para você. Porque o seu sorriso é incrível, Bridgette.
Eu m e afasto devagar e olho para ela. Ela está tentando controlar a ascensão e queda do seu peito, m as não está m e enganando. Eu sorrio, e o m ais fraco dos sorrisos aparece em seus lábios. Estendo a m inha m ão e toco o canto da sua boca com o m eu dedo. — Você é tão provocadora.
Ela se afasta de m im e calm am ente em purra contra o m eu peito. Ela pega sua bebida e volta para seu quarto sem dizer m ais nada.
Eu pressiono a cabeça contra a porta do arm ário e suspiro pesadam ente. O que eu fiz? O que, em nom e de Deus, eu fiz para m im m esm o?
• • •
Bridgette e eu tínham os o dia de folga hoj e, e eu tinha certeza de que depois da nossa interação nesta m anhã e especialm ente depois de ontem à noite, que ela estaria em cim a de m im ao anoitecer. No entanto, ela m e ignorou com pletam ente. Ela ficou no quarto a m aior parte do dia, e ela nem sequer tom ou conhecim ento de m im . Agora j á passa das onze da noite. Eu tenho que estar no trabalho am anhã de m anhã, e eu sei que ela tem um a aula m ais cedo, por isso a m inha esperança de um terceiro round está rapidam ente dim inuindo.
Ela ainda trancou a porta quando ela tom ou banho m ais cedo.
Sento-m e na beira da m inha cam a e contem plo a noite anterior, passando sobre cada m ovim ento na m inha cabeça, querendo saber onde eu errei. A única coisa que posso concluir é que eu não fiz nada de errado. Eu fiz tudo certo, e isso a assustou, porque ela não está acostum ada com caras que tom am o controle sobre ela. Eu a fiz se sentir fraca.
Ela não gosta de se sentir fraca. Ela obviam ente tem problem as graves com poder e eu baguncei a cabeça dela. Isso provavelm ente devia m e fazer sentir culpado, m as, na verdade, eu estou orgulhoso. Eu am o o que eu tenho com ela. Eu am o que eu estou lentam ente descobrindo-a. E a m elhor parte é que eu tenho a sensação de que ela vai voltar para um a repetição. Talvez não esta noite, m as ela vai voltar, porque ela é hum ana. Todo ser hum ano tem um ponto fraco e eu acho que acabei de descobrir qual é o dela.
Eu.
Eu rastej o para baixo das cobertas e fecho os olhos, m as j á posso dizer que não vou conseguir dorm ir. É com o se a noite passada tivesse despertado essa fom e dentro de m im e se eu não alim entá-la todas as noites antes de ir para a cam a, eu nunca vou cair no sono. Eu conto carneirinhos, conto estrelas, repito versículos da Bíblia na m inha cabeça, que eu aprendi quando eu tinha cinco anos. Nada disso funciona, porque eu ainda estou aqui, um a hora m ais tarde e eu ainda estou acordado.
Gostaria de saber se ela está acordada.
Gostaria de saber se ela abriria a porta se eu batesse.
Eu j ogo as cobertas e com eço a cam inhar para a m inha porta, m as im ediatam ente eu viro para o criado-m udo por um preservativo. Tudo o que estou vestindo são boxers, então eu o coloco debaixo do elástico e abro a porta do quarto.
Seios.
Os peitos dela.
Eles estão bem aqui.
Sua m ão está no ar, prestes a bater na m inha porta. Ela parece tão chocada que eu a abri e que ela está de pé aqui. Ela está usando um sutiã de renda preta e o par m ais ínfim o de calcinha que eu j á vi na m inha vida. Ela abaixa o braço e nós olham os fixam ente um para o outro por uns sólidos cinco segundos, antes que eu estej a puxando-a para dentro, batendo a m inha porta e em purrando-a contra ela. Sua língua está na m inha boca m ais rápido do que eu posso escorregar m inha m ão debaixo do seu sutiã.
— É isso que você usa para dorm ir? — eu digo contra sua boca, puxando as alças do sutiã para baixo.
— Sim . — ela diz, sem fôlego. Ela inclina a cabeça e em purra o m eu rosto contra o pescoço dela. — Mas às vezes eu durm o nua.
Eu gem o e pressiono-m e contra ela, pronto para m e afundar dentro dela. — Eu gosto disso. — eu a giro até que seu peito está pressionado contra a porta e ela está de costas para m im . Eu envolvo m eu braço ao redor dela e pego um de seus seios enquanto deslizo m inha outra m ão para a sua bunda. Ela está em um fio dental. Um a pequenininha, m inúscula, preta, de renda, bonita calcinha fio dental. Eu esfrego m inha m ão sobre ela e, em seguida, deslizo os dedos por baixo do fino véu de tecido, puxando-a para baixo até os j oelhos. Eu vej o quando sua calcinha cai até os tornozelos e ela chuta de lado.
Eu m e posiciono atrás dela e passo as m ãos pelas costas e até a cintura. — Coloque as palm as das m ãos contra a porta.
Ela não se m ove im ediatam ente. Eu posso sentir sua hesitação. Tenho certeza que ela não quer entregar o controle de novo, m as ela precisa perceber que ela perdeu o controle no segundo que ela apareceu na porta do m eu quarto.
Eu vej o o m om ento em que ela lentam ente pressiona as palm as das m ãos contra a porta do m eu quarto. Eu m e inclino para frente e tiro seu cabelo do pescoço, deixando-o cair sobre seu om bro. — Obrigado. — eu sussurro contra o seu pescoço. Eu puxo seus quadris até que ela estej a alinhada contra m im , e então eu retiro m inha boxer e abro o preservativo.
— Incline-se um pouco m ais. — eu digo a ela.
Ela faz. Ela é um a aluna tão rápida.
Eu envolvo m eus dedos em seus cabelos e torço a m inha m ão ao redor até que eu tenho um a m ão cheia, e então eu puxo apenas o suficiente para que ela levante o rosto. Ela choram inga quando faço isso, e aquele pequeno choram ingo é tudo o que preciso para m e em purrar para dentro dela, até onde eu posso ir, até que ela estej a com pletam ente cheia.
— Faça esse som novo. — eu sussurro.
Ela não faz então eu puxo seu cabelo. O som escapa da sua garganta e é tão bonito e cheio de desej o. Eu tiro e em purro de volta para ela, e o m esm o som sai dos seus lábios. Eu não consigo aguentar. Eu não sei se posso fazer isso em pé, porque esse som está m e deixando tonto.
Eu cubro um a das suas m ãos com a m inha e aperto, dando-m e o suporte de parede que eu preciso para continuar entrando e saindo dela. Toda vez que ela choram inga eu em purro um pouco m ais forte. Ela com eça a choram ingar, m ais e m ais, ocasionalm ente, substituindo aquele som com o m eu nom e, e eu já sei que vou dormir como uma pedra esta noite.
Bem quando eu m e sinto chegando perto de liberar, eu puxo para fora dela e a reposiciono para que suas costas fiquem contra a porta. Eu levanto as pernas e as envolvo na m inha cintura, deslizando de volta para dentro dela com facilidade. Eu m antenho um braço em volta da cintura dela para segurá-la e m inha outra m ão pressionada contra a porta para o apoio. Minha língua está lutando contra a dela, e eu estou engolindo cada som que ela está disposta a m e dar.
Suas m ãos estão agarrando m eu pescoço, então eu alcanço atrás de m im e puxo um a das m ãos dela. Eu pressiono a palm a da m ão contra o peito e deslizo-o lentam ente para baixo, pelo seu estôm ago. Minha testa encontra a dela, e eu olho-a com força nos olhos. — Toque-se.
Seus olhos se arregalam , e ela com eça a sacudir a cabeça. Eu coloco m inha m ão em cim a da dela e olho para onde nossos corpos se j untam . Eu m ovo a m ão dela alguns centím etros a m ais até que seus dedos estão bem no lugar que eu quero. — Por favor. — eu expiro, desesperadam ente.
Eu preciso da m inha m ão para apoio, então eu a retiro e pressiono contra a porta ao lado da cabeça dela. Eu ainda estou segurando-a pela cintura, com o outro braço e lentam ente em purrando para dentro e para fora dela. Nossas testas ainda estão pressionadas, m as agora os m eus olhos estão focados na sua m ão, enquanto ela tim idam ente com eça a m over os dedos em um m ovim ento circular lento.
— Puta m erda. — eu exalo. Eu a assisto por m ais um m inuto, até que ela com eça a relaxar contra sua m ão, e então eu arrasto m eus olhos de volta para o seu rosto. Eu m e afasto e olho, observando com o a cabeça cai para trás contra a porta. Seus olhos estão fechados e os lábios estão entreabertos e tudo que eu posso sentir no m eu coração é beije-a, beije-a.
Meus lábios descem suavem ente contra os dela e ela gem e baixinho na m inha boca. Eu provoco os lábios com a ponta da m inha língua, deslizando-a através do seu lábio superior e, em seguida, sua parte inferior. Seus gem idos são cada vez m ais frequentes, e quanto m ais eu a pressiono contra a porta, m elhor eu posso sentir a sua m ão se m ovendo entre nós.
Eu não posso acreditar que esta é a vida real. Eu não posso acreditar que ela vive a um m etro e m eio de distância de m im e ela está disposta a m e dar essa parte dela. Eu sou o hom em m ais sortudo do m undo.
Ela com eça a choram ingar de novo, m as desta vez a m inha boca está descansando contra a dela e eu absorvo cada um dos sons que ela faz. Ela inclina seu rosto cada vez m ais no m eu, querendo que eu a beij e duro, m as estou gostando m uito disso. Eu am o o j eito que ela parece agora, de olhos fechados, a boca aberta, coração exposto. Eu não quero beij á-la. Eu quero m anter m eus olhos abertos e assistir cada segundo disso.
Eu paro de m e m over dentro dela e espero que ela term ine, porque se eu continuar m e m ovendo, não vou durar m ais um segundo. Ela com eça a abrir os olhos, se perguntando por que eu parei, por isso eu m e inclino na sua orelha. — Você está quase lá. — eu sussurro. — Eu só quero ver você.
Ela relaxa novam ente e eu continuo a observá-la, absorvendo cada gem ido, cada lam úria e cada m ovim ento que ela faz com o se eu fosse um a esponj a e ela fosse a m inha água.
Assim que as pernas com eçam a apertar em volta da m inha cintura, eu aperto seus quadris com as duas m ãos e continuo a m over dentro dela. Suas lam úrias se transform am em gem idos e seus gem idos se transform am no m eu nom e e isso nos leva dez segundos inteiros, antes de nós dois estarm os trem endo e tentando recuperar o fôlego, nos beij ando, tateando e, finalm ente, suspirando.
Seu corpo enfraquece em m eus braços e ela deita a cabeça no m eu peito. Eu trago a m inha m ão até o seu pescoço e beij o-a suavem ente em cim a da cabeça.
Depois de um m inuto sólido de trabalho para recuperar o fôlego e recuperar a capacidade de m e m over, eu lentam ente com eço a puxar para fora dela. Ela abaixa os pés para o chão e olha para m im . Ela não está sorrindo, m as eu posso ver a calm a por trás dos seus olhos. Isso era exatam ente o que ela precisava. Exatam ente o que eu precisava.
— Obrigada. — ela diz, de m odo prático.
Eu sorrio. — De nada.
Ela abaixa a cabeça, logo que com eça a sorrir e passa por baixo do m eu braço. Ela entra no banheiro e fecha a porta atrás dela. Eu m e inclino contra a parede e deslizo até o chão, com pletam ente incapaz de fazer m inhas pernas funcionarem para m e levar de volta para a cam a. Se eu não tivesse que esperar ela term inar no banheiro, eu dorm iria aqui m esm o no chão.