Talvez Não

Colleen Hoover · Capítulo 7 de 14

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Talvez Não

Capítulo 7

Três sem anas sólidas.

Vinte e um a noites.

Transam os m ais de trinta vezes.

Absolutam ente zero de interação durante o dia.

Eu realm ente não a entendo. Eu não a conheço bem o suficiente para saber o que a faz explodir, ou por sua vez, a deixa tão quieta. Eu não sei por que ela se recusa a tratar o que está acontecendo entre nós com o se fosse qualquer coisa rem otam ente significativa, m as eu não estou reclam ando. Quer dizer, vam os lá. Fazem os sexo todas as noites e eu não tenho que paparicá-la durante o dia. Eu teria o arranj o perfeito se eu não quisesse apenas um pouco m ais dela. Mas até que eu possa chegar a outro nível com Bridgette, eu não quero nada entre nós. Especialm ente um novo com panheiro de quarto, que é que eu tenho m edo que possa acontecer. Brennan foi oficialm ente à turnê e se m udou, o que significa que seu quarto agora está disponível. Eu não suporto a ideia da irm ã de Bridgette se m udar, que é algo que eu as ouvi discutindo por telefone. Eu não sei o que ou quem Ridge tem em m ente, m as eu com certeza não aguento a possibilidade de outro cara se m udando. Por m ais que eu queira fingir que sou tão casual com este arranj o com o Bridgette, se outro cara, m esm o olhar, para o traseiro dela naquele short, eu não vou conseguir m e im pedir de chutar a bunda dele. E eu não sou m esm o o tipo de cara que briga, m as Bridgette m e faz querer lutar contra todos. Mesm o os caras nerds. Eu vou bater em todos os seres hum anos se isso significa m anter o arranj o que eu tenho acontecendo com ela.

É por isso que eu não consigo parar de olhar para o sofá agora. Há um a pessoa nele. Eu acho que é um a garota, porque eu vej o o cabelo louro espreitando debaixo do travesseiro, que está cobrindo o rosto dela, m as poderia ser um cara de cabelos com pridos. Um cara que eu não quero que sej a o nosso próxim o com panheiro de quarto. Eu continuo a observar o sofá, esperando que a pessoa acorde. Eu faço barulho suficiente na cozinha para acordar todo o apartam ento, m as quem quer que estej a neste sofá, está dorm indo com o um a pedra.

Eu term ino de despej ar o cereal na m inha tigela e trago para a sala. Desde que, quem quer que sej a, decidiu fixar residência onde eu tom o café da m anhã, sento no chão, bem na frente do sofá. Eu com eço a com er, m astigando o m ais alto que posso.

Gostaria de saber se ela ou ele é um am igo de Bridgette.

Não, Bridgette não trouxe alguém para casa ontem à noite. Eu sei disso porque fui buscá-la depois que eu saí do trabalho e viem os direto para casa e fom os direto para m inha cam a. Pensando sobre isso, nem sequer acendem os as luzes da sala de estar, então eu tenho certeza de quem quer que sej a, provavelm ente estava no sofá ontem à noite, nós apenas não percebem os.

Oh, cara. Eu m e pergunto se nós fizem os barulho? Nós nunca precisam os nos preocupar com o quão alto nós som os quando Ridge está em casa.

Um gem ido vem de debaixo do travesseiro e o corpo rola, m e encarando, então eu vej o, de fato, um a garota. Eu continuo sentado no chão, com endo m eu cereal. Eu vej o sua tentativa de abrir os olhos.

— Quem é você e por que você está dorm indo no m eu sofá? — eu finalm ente pergunto a ela.

Todo o seu corpo sacode com o som da m inha voz. Ela levanta o travesseiro e se afasta, fazendo contato visual com igo. Eu tenho que segurar um a risada, porque alguém escreveu: Alguém escreveu em sua testa, no rosto com um

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Sharpie .

Era m ais do que provável que tenha sido Ridge, então eu faço o que posso para evitar olhar para isso e, em vez disso, encaro seus olhos.

— Você é a nova com panheira de quarto? — eu digo com a boca cheia de cereal.

Ela balança a cabeça. — Não. — ela diz. — Eu sou um a am iga do Ridge.

Hmmm. Não esperava por isso.

— Ridge só tem um am igo. Eu.

Ela revira os olhos e senta-se no sofá. Ela é bonita. Muito impressionante, Ridge.

— Cium ento? — ela pergunta, espreguiçando com um bocej o.

— Qual é o sobrenom e dele?

— Sobrenom e de quem ?

— Seu grande am igo, Ridge.

Ela suspira e sua cabeça cai contra o encosto do sofá. — Eu não sei o sobrenom e de Ridge. — ela diz. — Eu nem sei seu nom e do m eio. A única coisa que eu sei sobre ele é que ele tem um gancho direito m alvado. E eu estou apenas dorm indo no seu sofá porque o m eu nam orado de dois anos decidiu que seria divertido foder m inha com panheira de quarto e eu realm ente não queria ficar por ali para assistir.

Eu gosto dessa garota. Ela poderia com petir com Bridgette. E não digo por mim, digo apenas porque Bridgette é m á e, provavelm ente, não conhece um m onte de garotas que a enfrentaria. Isso poderia ser divertido. — É Lawson. — eu digo. — E ele não tem um nom e do m eio.

Ouço porta do quarto de Bridgette abrir e im ediatam ente viro para encará-la. Ela ainda está usando m inhas cuecas sam ba-canção da noite passada, m as ela colocou sua própria cam isa sobre elas. Deus, ela está tão gostosa. — Bom dia, Bridgette. Dorm iu bem ?

Ela olha para m im brevem ente e revira os olhos. — Foda-se, Warren.

O que, na linguagem de Bridgette significa, Sim, Warren. Eu dormi como um bebê, graças a você.

— Essa é Bridgette. — eu sussurro, voltando-m e para a garota no sofá. — Ela finge que m e odeia durante o dia, m as à noite ela m e ama.

A garota ri e faz um a cara com o se não acreditasse em m im .

— Merda! — Bridgette grita. Eu m e viro a tem po de vê-la equilibrar, agarrando o balcão. — Jesus Cristo. Ela chuta um a das m alas que ainda estão no chão ao lado do balcão. — Diga à sua am iguinha que se ela vai ficar aqui, precisa levar a m erda para o quarto dela!

Minha am iguinha? Viro-m e para enfrentar a garota no sofá de novo, com os olhos arregalados. Eu acho que Bridgette j á tem um problem a com esta garota. Mais um a razão para certificar de que ela se torne a nova com panheira de quarto, porque eu gosto de um a Bridgette irritada. Eu tam bém estou disposto a apostar que um a Bridgette cium enta vai ser m uito m ais pegaj osa, o que poderia trabalhar em m eu favor. Viro-m e e encaro Bridgette de onde estou sentado. — O que eu sou, sua vadia? Diga você m esm a.

Bridgette olha para a garota no sofá, em seguida, aponta para a m ala que ela quase tropeçou. — LEVE... SUA... MERDA... PARA... FORA... DA... COZINHA! — ela diz, antes de m archar de volta para o seu quarto.

Eu viro m inha cabeça lentam ente para enfrentar a garota novam ente. — Por que ela pensa que você é surda?

Ela encolhe os om bros. — Eu não faço ideia. Ela chegou a essa conclusão na noite passada e eu não a corrigi.

Eu rio. Que trote perfeito, e eu nem sequer tive que pensar nisso. — Oh, essa é clássica. — eu digo a ela. — Você tem algum anim al de estim ação?

Ela balança a cabeça.

— Oposição à pornografia?

— Sem oposição ao princípio da pornografia, m as ligeiram ente contra a participar de um a. — concordo com a cabeça, porque isso é provavelm ente um a boa coisa. Pelo m enos eu não vou ter o dobro da razão para assistir cada pornô que eu colocar as m ãos.

— Você tem am igos irritantes?

— Minha m elhor am iga é um a puta traíra e eu j á não estou falando com ela.

— Quais são seus hábitos de banho?

Ela ri. — Um a vez por dia, com um dia pulado de vez em quando. Não m ais do que 15 m inutos.

— Você cozinha?

— Só quando eu estou com fom e.

— Você lim pa depois?

— Provavelm ente m elhor do que você. — ela fala, olhando para a m inha cam isa, que eu usei com o guardanapo várias vezes durante esta conversa.

— Você escuta disco?

— Eu prefiro com er aram e farpado.

Ela é perfeita para nós.

— Tudo bem , então. — eu digo a ela. — Eu acho que você pode ficar.

Ela senta-se reta e puxa as pernas para cim a do sofá. — Eu não sabia que estava sendo entrevistada.

Eu olho para a m ala e depois de volta para ela. A m aioria das pessoas não viaj a com todos os seus pertences, e se ela está em busca de um lugar para viver, eu quero que sej a aqui para que eu possa garantir que o novo com panheiro de quarto não tenha um pau. — É óbvio que você precisa de um lugar para ficar, e nós tem os um quarto vazio. Se você não pegar, Bridgette quer que a sua irm ã se m ude no próxim o m ês e que essa é a última coisa Ridge e eu precisam os.

— Eu não posso ficar aqui. — ela diz, balançando a cabeça.

— Por que não? Pelo visto, você está prestes a passar o dia à procura de um apartam ento de qualquer m aneira. O que há de errado com este? Você não vai nem m esm o ter que andar m uito para chegar aqui.

A porta do quarto de Ridge abre e eu posso ver que os olhos da garota arregalaram ligeiram ente, com o se ela estivesse nervosa. Isso provavelm ente não é um bom sinal para Ridge, m as ele está tão preso à Maggie, acrescentar essa garota, com o um a com panheira de quarto não deve ser um problem a para qualquer um de nós. Eu pisco para ela e fico de pé para levar m inha tigela de volta para a cozinha. Falo e sinalizo ao m esm o tem po. — Você j á conheceu nossa nova com panheira de quarto?

Ridge olha para ela e, em seguida, olha para m im . — Sim . — ele sinaliza. — Ela precisa de um lugar para ficar, então eu provavelm ente vou deixá-la usar o quarto de Brennan. Ou se você quiser, ela pode ficar no seu quarto e você pode ficar com o de Brennan, então não terem os que dividir o banheiro com as m eninas.

Eu balanço m inha cabeça. — De j eito nenhum que você vai m e colocar m ais longe de Bridgette. Nosso sexo no banheiro é o m eu favorito.

Ridge balança a cabeça. — Você é patético. — ele cam inha de volta para seu quarto e eu olho para a nossa nova com panheira de quarto.

— O que ele disse? — ela pergunta, nervosa.

— Exatam ente o que eu pensei que ele ia dizer. — eu digo a ela. Eu ando para o m eu quarto e pego m inhas chaves na côm oda. Eu olho para o banheiro e vej o Bridgette na pia. Eu abro a porta e dou um beij o rápido em sua bochecha. Ela tenta se afastar de m im , m as tam bém vej o o sorriso com eçar em seus lábios.

Meus olhos caem para a Sharpie preta que está ao lado da pia. Eu pego e olho Bridgette desconfiado. Ela encolhe os om bros e eu rio.

Eu não achei que ela tivesse isso nela, m as depois da brincadeira do copo de água e agora isso, eu tem o que eu possa ter conhecido o m eu adversário. Pelo m enos, a nova com panheira de quarto foi hum ilhada cedo.

Eu fecho a porta do banheiro e volto para a sala de estar. — Ele disse que vocês dois j á fizeram um acordo. — eu aponto para o antigo quarto de Brennan. — Indo para o trabalho agora. Esse é o seu quarto, se você quiser colocar suas coisas nele. Você pode ter que j ogar a m erda toda de Brennan no canto, no entanto. — eu abro a porta e saio, m as viro antes de fechá-la. — Oh. Qual o seu nom e?

— Sy dney.

— Bem , Sy dney. Bem -vinda ao lugar m ais estranho que você algum a vez vai viver.

Eu fecho a porta atrás de m im , m e sentindo um pouco culpado que eu possa ter influenciado um pouco essa coisa de com panheiro de quarto ao m eu favor. Mas, falando sério. Isso não só garante que o nosso novo com panheiro de quarto não dará em cim a de Bridgette, com o tam bém contribui para um a dinâm ica interessante. Duas garotas em um a guerra de trotes deve ser a m elhor coisa que j á aconteceu com Ridge e com igo.