Adolpho Lutz: Viagens por Terra de Bichos e Homens
Anexo 3 - Relação da viagem feita a Sergipe, em serviço do Instituto Oswaldo Cruz, em 22 de julho de 1916
Anexo 3 – Relação da viagem feita a
Sergipe, em serviço do Instituto
Oswaldo cruz, em 22 de julho de
1916 *
Theophilo Martins
Aracaju
29.
Hospedei-me no hotel familiar; nesse mesmo dia fui à escola de aprendizes de marinheiros a fim de falar ao comandante, servindo-me da carta de apresentação fornecida pelo Dr. Penna. Fui bem recebido, porém não pôde principiar a colheita de material no mesmo dia por não se encontrar no hospital o Dr. Aristides, chefe da enfermaria.
30.
Voltei à Escola, onde tive ocasião de falar com o Dr. Aristides, entregando a carta dirigida pelo Dr. Penna. Começando nesse mesmo dia a fazer os exames de fezes nos aprendizes suspeitos.
1° exame.
Aprendiz n° 83. Dercilio Vianna das Chagas, 17 anos, natural do estado do Espírito Santo (Campo Grande). Alistou-se na escola do mesmo Estado em 20 de junho de 1914, foi transferido para a escola de Sergipe em 4 de abril de 1915, onde continua. Diz que quando paisano, tomava banhos nas lagoas de Campo Grande. No exame microscópico encontrei abundante material de bilharziose, e
ovos de outros vermes.1 Disse o doente ter visto numerosos caracóis nas lagoas em que se banhava.
2° exame, em 1° de junho [de] 1916
Aprendiz n° 42. Antenor Cavalcante Lima, 15 anos, natural de Aracaju. Alistou-se na escola em 16/3/1915. Diz que quando paisano tomava banhos nas lagoas de Mirão (Japaratuba), não conhecendo caracóis. No exame microscópico encontrei grande quantidade de ovos de bilharziose e algumas larvas móveis.
2/6 (3° exame)
Não fui à escola, aguardando no hotel material (fezes) que me devia enviar [o] Dr. Aristides, de uma doente suspeita, não encontrando absolutamente nada no material em questão.
4° exame: 3/6/1916
Aprendiz n° 25. Elias Mathias dos Santos, 15 anos, natural de Pernambuco, mora há três anos em Aracaju. Alistou-se na Escola em 10/2/1915. Já morou na Cidade de Capela (Sergipe). Disse que quando paisano tomava banhos nas lagoas de Aracaju, onde sempre notou presença de caracóis.
Encontrei abundante material de bilharziose.
5° exame.
Marcelino Chagas, enfermeiro da escola, natural da Bahia, 28 anos. Mora em Aracaju há 3 anos. Nunca tomou banho em lagoa, sendo negativo o resultado do exame.
4 de julho de 1916
Fui convidado pelo Dr. Aristides para ser apresentado ao governador do estado; recusei terminantemente, mas em vista da insistência, tive de o acompanhar ao Palácio Presidencial, em seguida fui também apresentado ao Dr. chefe de Polícia, ao Dr. Octaviano, Diretor de Higiene, e ao comandante do Corpo de Polícia de Aracaju. Todos me trataram com a maior atenção, por terem conhecimento de que eu era empregado do Dr. Oswaldo Cruz, oferecendo-me tudo o que fosse necessário, não os incomodando a não ser quando fui a Cabrita e Laranjeiras, que, por gentileza do Dr. Octaviano, fui acompanhado por um praça a fim de me indicar os caminhos das lagoas.
5/7/1916
Fui a Cabrita por ter informações de que lá havia grande quantidade de caracóis em algumas lagoas. Em companhia do enfermeiro da Escola, do praça fornecido pelo Dr. Octaviano, saí de Aracaju às 5 horas da manhã; durante a ida fui parando nas lagoas do caminho a fim de ver se encontrava alguns caracóis, não [os] encontrando absolutamente em nenhuma das lagoas que pude verificar. Chegamos a Cabrita às doze horas do dia, fiz uma vista da casa das máquinas e do Rio Pitanga que fornece água para o tanque que abastece a cidade. Neste tanque colhi alguns caracóis, e fora da água encontrei uma espécie diferente.
Na volta, tendo passado por lugares diferentes, examinei algumas bromélias, não encontrando larvas de mosquitos devido às águas serem novas. Encontrei também em algumas lagoas poucos caracóis; durante a viagem, os animais não foram atacados por mosquitos nem mutucas, devido à chuva lenta porém constante. Chegamos a Aracaju às 7 horas da noite.
6/7/1916
Pedi permissão ao comandante da escola para improvisar uma câmara escura, visto no hotel não haver lugar que se prestasse, e no próprio edifício da escola existir um pequeno quarto, único e mais prestável, apesar de pouca capacidade cúbica, pois mal podia revelar as chapas.
7/7/1916
6° exame, aprendiz n° 5.
Oscar Polido de Sant'Anna, 16 anos, natural de Sergipe (Curral do Meio), alistou-se na escola em 16/3/1915.
Quando paisano tomava banhos nas lagoas do Curral do Meio. Esse aprendiz era o mais amarelo; encontrei grande quantidade de ovos de bilharziose, e muitos com larvas que se moviam. No mesmo dia, por indicação do Dr. Travassos, diretor da Colônia Agrícola, que disse-me poder apanhar muitos mosquitos e mutucas, às 12 horas do dia montei a cavalo, em companhia de um guia, por ordem do Dr. Travassos, às 5h:30 da tarde chegamos à colônia. No mesmo dia colhi alguns anofelinos no cavalo, percorremos algumas lagoas não encontrando caracóis; só em um pequeno braço de um tanque, perto da casa do Dr. Travassos, colhi alguns caramujos.
8/7/1916
Voltei da colônia, chegando à tarde na pensão. Em caminho colhi algumas mutucas que picavam as orelhas do cavalo. Em uma casa onde parei para beber água, mesmo fora da porta, eu vi que as paredes estavam com pintas brancas em alguns lugares. Entrei, examinei alguns buracos e encontrei, com muita facilidade, larvas e ninfas do Triatoma rubrofasciata. A casa fica pouco mais de uma légua distante de Aracaju. Pertence ao Velho Xisto.
9/7/1916
7° exame. Aprendiz n° 43, João de Vasconcelos, 15 anos, natural de Sergipe (Laranjeiras). Alistou-se na escola em 18/3/1915. Antes de entrar para a escola, tomava banhos nos riachos e lagoas de Laranjeiras, onde viu sempre muitos caracóis. Grande abundância de ovos de bilharziose.
8° exame. Aprendiz n° 37, Josino Ferreira de Sant'Anna, 17 anos, natural de Sergipe (Curral do Meio), alistou-se na escola em 16/3/1915. Quando paisano tomava banhos nos rios e lagoas do Curral do Meio, onde viu caracóis. Encontrei bastantes ovos de bilharziose e alguns com larvas móveis.
9° exame. 10/7/1916. Aprendiz n° 34, João Francisco Figueredo, 17 anos, natural de Sergipe (Capela). Alistou-se em 1915. Quando paisano tomava banhos nas lagoas de Capela, nunca viu caracóis nas referidas lagoas. Encontrei grande quantidade de ovos de bilharziose.
10° exame. Aprendiz n° 71, Lemitho do Carmo, 16 anos, natural do Espírito Santo (Cachoeira). Quando paisano tomava banhos no rio da cidade onde nasceu. Alistou-se na Escola do Espírito Santo em 3/7/1914, foi transferido para a de Sergipe em 3/5/1915, onde continua. Viu muitos caracóis, e no exame encontrei muitos ovos de bilharziose e de outros vermes.
Exames feitos em menores moradores vizinhos da Lagoa do Céu, lugar Canto Escuro.
José Correia dos Santos, 9 anos, natural de Propriá, Lagoa Comprida, mora em Aracaju há 4 meses, costuma tomar banhos na Lagoa do Céu. Encontrei ovos de outros vermes.
Pedro, filho de Regina, 5 anos, natural do Rosário (Maruim), Aracaju. Encontrei abundante material de bilharziose.
Joãozinho, irmão de Pedro, 2 anos, natural de Rosário; esses dois pequenos moram há meses na casa mais próxima à lagoa do Céu, onde encontrei caracóis em abundância.
12/7/1916.
Às 4h:30 da tarde, embarquei para a cidade de Laranjeiras, onde cheguei às 6 horas da noite, tomei hospedagem na Pensão Filomena.
Laranjeiras, 13/7/1916
Muito cedo, juntamente com o praça que me acompanhava por ordem do Dr. Octaviano, fui correr os rios e lagoas do lugar, encontrando todas muito cheias devido às chuvas que têm sido constantes; na volta entendi-me com o Dr. Bragança, o primeiro médico de Laranjeiras, que ofereceu-me lugar no hospital para que fizesse alguns exames sobre o material procurado.
À tarde fui ao Barro Vermelho, Rua do Buquim, onde me encontrei com o aleijado José Martins dos Santos, padrasto do Álvaro; indaguei sobre os rios e lagoas [em] que o Álvaro costumava tomar banhos, se existia aí algum menor que costumasse acompanhar este para os banhos; se existia também algum parente.
Foram-me apresentados 4 meninos, sendo um como irmão do Álvaro, e os outros, como companheiros de vadiagem; então combinei com os pequenos que me procurassem no hospital no outro dia, às 11 horas.
14/7/1916
1° exame: Aprijio José Martins, irmão de Álvaro, com 10 anos de idade, natural de Laranjeiras, morador no Bairro Vermelho, Rua do Buquim, que costumava tomar banhos na lagoa do Bom Gosto. Encontrei grande quantidade de ovos de bilharziose e muitas larvas móveis.
2° exame: Enicetho Antonio Menezes, com 14 anos de idade, natural de Laranjeiras, morador na Rua do Buquim. Este é bastante pálido. Também se banhava na Lagoa do Bom Gosto. Encontrei abundante material de Bilharziose.
15/7/1916
3° exame: Norival José dos Santos, com 12 anos de idade, natural de Laranjeiras, Bairro Vermelho. Tendo também por costume banhar-se nas águas da mesma lagoa, e no Rio Maruim. No exame microscópico encontrei abundância de ovos de bilharziose, com larvas móveis. Com o mesmo material injetei uma cadela pelo ânus, sendo informado de que a cadela nunca entrara em rios e lagoas; mesmo assim, antes de ser injetada fiz um exame de fezes, não encontrando ovos de vermes de espécie alguma.
4° exame: João Telles dos Santos, 13 anos, natural de Aracaju, disse costumar banhar-se no riacho de Tamandaí, que fica próximo da estação, encontrando no exame ovos de bilharziose.
Em alguns rios e lagoas de Laranjeiras colhi poucos caracóis devido às enchentes. Também colhi algumas plantas aquáticas, tirando poucas devido ao tempo que não permitia.
Em uma excursão que fiz ao sítio do Dr. Bragança, no caminho, pude colher algumas mutucas na ocasião em que picavam a orelha do animal. O material de mosquitos, apesar de meus esforços, não me foi possível, devido às chuvas que eram constantes.
Colhi carrapatos, muquiranas de porcos e micuim.
16/7/1916
Às 12 horas do dia, juntamente com o praça e meu material, embarcamos com destino a Aracaju, onde chegamos às 3 horas da tarde devido ter havido um descarrilamento.
Aracaju, 17/7/1916
Pela manhã fui à escola a fim de revelar algumas chapas.
Aracaju, 18/7/1916
Fiz novos exames de fezes. Examinei Ozório José da Silva Pereira, com 9 anos, morador em Aracaju há 8 anos, na Rua Canto Escuro. Disse costumar banhar-se na Lagoa do Céu. Este era natural de
Capela,2 não tive tempo suficiente para examinar o material, devido estar próximo o meu regresso.
Aracaju, 19/7/1916
Às 5 horas da manhã, fui ao sítio do Sr. Tunico, onde fica a Lagoa da Coceira, e Arão, lugar indicado pelo Álvaro, que dissera costumar nestas lagoas lavar cavalos e mesmo banhar-se.
Essa informação foi confirmada pela avó do Álvaro, que consegui encontrar morando na rua do Buquim, em Aracaju.
Nestas lagoas não encontrei caracóis, devido às enchentes, porém colhi algumas plantas aquáticas e águas, para serem examinadas.
De volta passei na Lagoa Caborje. Aí então encontrei alguns caracóis, fazendo o mesmo na Lagoa do Céu, onde existe com mais abundância que em qualquer outro lugar.
Voltei à pensão a fim de arrumar o meu material, em vista de se aproximar a chegada do paquete “Almirante Jaceguay,” que era esperado a 20 do corrente.
Em Aracaju fiz mais dois exames de fezes, sendo um de uma doente do Dr. Aristides, e o outro da menor Elza, com 2 anos de idade, e filha natural de Aracaju.
Por informações dos pais, essa menina nunca tomou banho em lagoas e rios. No exame feito não encontrei ovos de bilharziose e sim de outros vermes.
20/7/1916
Depois de ter minha bagagem arrumada, a fim de partir, fui despedir-me das pessoas [a] que fui apresentado pelo Dr. Aristides, ao mesmo tempo agradecer os auxílios que me prestaram durante minha permanência em Sergipe.
Finalmente, fui à Escola de Aprendiz de Marinheiros mais agradecer ao capitão-tenente, comandante da mesma, por ser o que mais se prestou, ao mesmo tempo mostrando-se interessado para melhor resultado possível das minhas pesquisas.
Em um dos exames, no aprendiz 34, encontrando material muito interessante, chamei a curiosidade do comandante para observar no microscópio um perfeito ovo de bilharziose, na ocasião em que a larva se deslocava, e ele mostrou-se perfeitamente admirado.
21/7/1916
Continuei a esperar o vapor, com o material pronto para embarcar.
22/7/1916
A fim de deixar em Aracaju uma pessoa prática para remeter material ao Instituto, combinei com o Sr. Marcelino Chagas, enfermeiro da Escola, que muito me auxiliou em meus serviços, prometendo-me satisfazer a qualquer pedido que lhe fosse dirigido.
Também combinei com o Sr. Antonio Gaston (Tunico), proprietário do sitio S. Francisco e [da] Lagoa da Coceira, lugar onde o Álvaro costumava lavar cavalos e tomar banhos. O Sr. Gaston ficou de remeter caracóis logo que a lagoa secasse. Para correspondência desse senhor, Rua da Estância, n° 17, Aracaju.
23/7/1916
Continuei a esperar o Jaceguay, que se achava encalhado em Penedo.
24/7/1916
Às 14 horas do dia, chegou o Jaceguay. Mandei todo o material nesse dia para bordo, e às 10 horas de 25, embarquei. Às 12 horas deixamos o porto de Aracaju, chegamos na Bahia a 26, e a 27 em Ilhéus, a 28 em Ponta d'Areia e Caravelas, onde saltei, colhendo em uma vala próxima alguns caracóis, e uma outra espécie sobre as pedras, colhendo mais algumas espécies na água salgada.
Voltei ao vapor. Chegamos a Vitória a 29.
Tendo eu indicações do Dr. Lutz para colheita de larvas em bromélias neste porto, e já preparado para saltar, achei-me impossibilitado devido à pouca demora do vapor, que chegando às 8:30 da manhã, largou às 10 horas, acontecendo o mesmo na minha ida.
Em Aracaju, procedi a um exame em fezes de um cão, que observei muitas vezes deitar-se perto da água na Lagoa do Céu, sendo o resultado do exame negativo.
De todas as pessoas que foram examinadas trouxe uma amostra de fezes, conservadas em formol a 10%, e tirei também fotografias, que acompanham com o material. Dia 30, à 1 hora, desembarquei no porto do Rio.
* Nos parágrafos iniciais de “Estudos sobre a esquistossomose, feitos no Norte do Brasil, por uma comissão do Instituto Oswaldo Cruz. Relatório e notas de viagem,” Adolpho Lutz e Oswino Penna declaram que seu objetivo era obter “informações sobre a prevalência do Schistosomum mansoni e estudar as condições locais nos focos de infecção”. Visitaram, então, as escolas de aprendizes marinheiros “que já haviam fornecido observações para o dr. Penna e material de estudo para o dr. Lutz”. Tais observações provieram, com certeza, dos dados e materiais biológicos recolhidos em Sergipe por Theophilo Martins, um ano antes da viagem de Lutz e Penna. Funcionário do Instituto Oswaldo Cruz, Martins trabalhava com Arthur Neiva, que, depois, o levaria para o Instituto Butantan. Ele foi enviado a Sergipe por Oswaldo Cruz, com instruções quanto ao que observar fornecidas por Lutz e Penna. Já bastante doente, Oswaldo Cruz logo deixaria a direção do Instituto batizado com seu nome para assumir, a 17.8.1916, a prefeitura de Petrópolis, à frente da qual permaneceria por menos de seis meses. Faleceria naquela cidade serrana na noite de 11.2.1917, aos 44 anos. A viagem de Lutz e Penna seria feita no início da gestão de Carlos Chagas como diretor do Instituto de Manguinhos. O relatório de Theopilo Martins, datilografado, até agora inédito, encontra-se em BR. MN. Fundo Adolpho Lutz, caixa 34, pasta 244, maço 6. [N.E.]
1 À margem, foi manuscrito a lápis o seguinte comentário: “Depois de 35 dias achou-se raros ovos de (?) e Tricocephalus, muitos de Ascaris; num deles vêem-se lombrigas”. [N.E]
2 Tudo indica que, ao datilografar o relatório, Martins pulou o nome de outra pessoa de quem colheu material naquele dia. [N.E.]
Report on AdolphoLutz’ January-March 1918 journey with
Heráclides-Cesar de Souza Araújo and Olympio da Fonseca Filho.
The report written by the three scientists of the Oswaldo Cruz
Institute was published in 1918, in Memórias do Instituto Oswaldo
Cruz, t.10, n.2, in Portuguese (p.104-73) and in English (p.83-102)
as “Report on the journey down the river Paraná to Asuncion and the return journey over Buenos Aires, Montevideo and Rio Grande”. The report contains 56 plates with copies of photographs taken by Araújo
and Fonseca Filho. The report was reviewed in Review of Applied
Entomology, London, 8 (series B), p.25-7, 1920. See maps in page
??? and photographs in page ???. [E.N.]
Expedition itinerary on the Paraná River in Brazil, Paraguay and
Argentina.
Roteiro da expedição pelo rio Paraná atravessando territórios do
Brasil, Paraguai e Argentina (BR. MN Fundo Adolpho Lutz, caixa 33,
pasta 244, maço 2).
Map showing Paraguayan towns and rivers visited by the Instituto
Oswaldo Cruz scientists during the 1918 expedition.
Mapa indicativo de cidades e rios paraguaios percorridos pelos
pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz durante a expedição de
1918 (BR. MN Fundo Adolpho Lutz, caixa 33, pasta 244, maço 2).
Fig.1 – Bauru Hospital (1918). Photo originally published in Plate 20.
Hospital de Bauru (1918). Cópia fotográfica que corresponde à
imagem da Estampa 20 (Acervo MAST, Arquivo Olympio da
Fonseca. OF.F.0002/F.01).
Fig.2 – A patient with lepra mutilans at the Bauru Hospital (1918).
Photo originally published in Plate 20.
Caso de lepra mutilante encontrado no hospital de Bauru (1918).
Cópia fotográfica que corresponde à imagem originalmente
publicada na Estampa 20 (Acervo MAST, Arquivo Olympio da
Fonseca. OF.F.0002/F.02).
Fig.3 – Itapura Falls and Tietê River, right side. Photo originally
published in Plate 20.
Saltos de Itapura, rio Tietê, lado direito. Cópia fotográfica que
corresponde à imagem originalmente publicada na Estampa 20
(Acervo MAST, Arquivo Olympio da Fonseca. OF.F.0002/F.05).
Fig.4 – Itapura Falls and Tietê River, left side. Photo originally
published in Plate 21.
Saltos de Itapura, rio Tietê, lado esquerdo. Cópia fotográfica que
corresponde à imagem originalmente publicada na Estampa 21
(Acervo MAST, Arquivo Olympio da Fonseca. OF.F.0002/F.03).
Fig.5 – Itapura Railway, Corumbá – Ferryboat at the Jupiá Port,
Paraná River. Photo originally published in Plate 21.
E. de F. Itapura Corumbá – Ferryboat no porto Jupiá, rio Paraná.
Cópia fotográfica que corresponde à imagem originalmente
publicada na Estampa 21(Acervo MAST, Arquivo Olympio da
Fonseca. OF.F.0002/F.21).
Fig.6 – Steamboat Paraná, property of the Bus Company S. Paulo-
Mato Grosso.
Vapor Paraná da Companhia S. Paulo Mato-Grosso. Fig.6 da
Estampa 21.
Fig.7 – A tame Ariranha (Lutra paranaensis) in a hotel in Porto
Tibiriçá. Photo originally published in Plate 22.
Ariranha mansa no hotel de Porto Tibiriçá. Cópia fotográfica que
corresponde à imagem originalmente publicada na Estampa 22 (Acervo MAST, Arquivo Olympio da Fonseca. OF.F.0002/F. 56).
Fig.8 – Tapir hunt on the banks of the Pardo River, Mato Grosso.
Caçada de anta na margem do Rio Pardo (Mato Grosso). Fig.8 da
Estampa 23.
Fig.9 – Tapir hunt on banks of the Pardo River, Mato Grosso.
Caçada de anta na margem do Rio Pardo (Mato Grosso). Fig.9 da
Estampa 23.
Fig.10 – Stag hunt in the plains of Mato Grosso.
Caçada de cervo num campo de Mato Grosso. Fig.10 da Estampa
23.
Fig.11 – Cecropia trees on banks of the Paraná River. Photo
originally published in Plate 24.
Embaúbas no rio Paraná. Cópia fotográfica que corresponde à
imagem originalmente publicada na Estampa 24 (Acervo MAST,
Arquivo Olympio da Fonseca. OF.F.0002/F.22).
Fig.12 – Plains and ‘carnaubeiras’ (wax palm trees) on the Iguatemi
River banks, Mato Grosso (1918). Photo originally published in Plate
25.
Campos e carnaubeiras às margens do rio Iguatemi, Mato Grosso
(1918). Cópia fotográfica que corresponde à imagem originalmente
publicada na Estampa 25 (Acervo MAST, Arquivo Olympio da
Fonseca. OF.F.0002/F.06).
Fig.13 – Vegetation on the left bank of the Paraná River, with forest
and Eichhornia floating islands. Porto Xavier, February 1918 (?).
Photo originally published in Plate 25.
Vegetação da margem esquerda do rio Paraná, mostrando a mata e
os camalotes flutuantes de Eichhornia. Porto Xavier, fevereiro de
1918 (?). Cópia fotográfica que corresponde à imagem
originalmente publicada n Estampa 25. (Acervo da Casa de
Oswaldo Cruz, Departamento de Arquivo e Documentação, Fundo
IOC, AC-E 4-7).
Fig.14 – Porto Xavier, left bank of the Paraná River. Engineer Wilson
and Dr. Fonseca with a group of Cayuá Indians.
Porto Xavier, na margem esquerda do Rio Paraná. Engenheiro
Wilson e Dr. Fonseca com um grupo de índios caiuás. Fig.140 da
Estampa 27.
Fig.15 – Porto Xavier, left bank of the Paraná River. A traveler
protects himself against the mosquitoes.
Porto Xavier na margem esquerda do Rio Paraná. Companheiro de
excursão coberto para se proteger contra os mosquitos. Fig.15 da
Estampa 26.
Fig.16 – Adolpho Lutz, Heráclides-Cezar de Souza Araújo, and
indians in Barra do Pequeri, Paraná River. Photo originally published
in Plate 27.
Adolpho Lutz, Heráclides Cezar de Souza Araújo e indígenas na
barra do Pequeri, rio Paraná. Cópia fotográfica que corresponde à
imagem originalmente publicada na Estampa 27 (BR. MN. Fundo
Adolpho Lutz).
Fig.17 – Caiuás’ hut in Porto Xavier, at the mouth of the Ivahy and
the Veado rivers. February 1918. Photo originally published in Plate
28.
Cabana dos caiuás. Porto Xavier, entre a foz do rio Ivaí e do Veado.
Fevereiro de 1918. Cópia fotográfica que corresponde à imagem
originalmente publicada na Estampa 28 (Acervo da Casa de
Oswaldo Cruz, Departamento de Arquivo e Documentação, Fundo
IOC, AC-E 4-4).
Fig.18 – Caiuá Indians at the mouth of the Ivaí and the Veado rivers.
Entre a foz do rio Ivaí e do Veado. Índios caiuás. Fig.18 da Estampa
28.
Fig.19 – Caiuá Indians. Mouth of the Ivaí and the Veado rivers.
February 1918. Photo originally published in Plate 29.
Entre a foz do rio Ivaí e do Veado. Índios caiuás. Fevereiro de 1918.
Cópia fotográfica que corresponde à imagem originalmente
publicada na Estampa 29 (Acervo da Casa de Oswaldo Cruz,
Departamento de Arquivo e Documentação, Fundo IOC, AC-E 4-5).
Fig.20 – Cliff on left bank of the Paraná River. Photo originally
published in Plate 30.
Barranco alto na margem esquerda do rio Paraná. Cópia fotográfica que corresponde à imagem originalmente publicada na Estampa 30
(Acervo MAST, Arquivo Olympio da Fonseca. OF.F.0002/ F.20).
Fig.21 – Sandstone walls, Paraná River, 1918. Photo used as image
for Plate 29.
Paredões de grés (arenito), rio Paraná, 1918. Cópia fotográfica que deu origem a imagem da Estampa 29 (Acervo da Casa de Oswaldo Cruz, Departamento de Arquivo e Documentação, Fundo IOC AC-E
4-3).
Fig.22 – Cliff on left bank of the Paraná River.
Barranco alto na margem esquerda do rio Paraná. Fig.22 da
Estampa 31.
Fig.23 – Mouth of Rio Ivaí.
Foz do Rio Ivaí. Fig.23 da Estampa 31.
Fig.24 – On board of the Paraná. Instituto Oswaldo Cruz research
team in Alto Paraná. On the right, Adolpho Lutz and on the left,
Olympio da Fonseca Filho. Photo not published in 1918.
A bordo do Paraná. Comissão do Instituto Oswaldo Cruz no Alto
Paraná, vendo-se à direita Adolpho Lutz e, à esquerda, Olympio da
Fonseca Filho. Foto não publicada no trabalho de 1918 (Acervo
MAST, Arquivo Olympio da Fonseca. OF.F.0002/F.17).
Fig.25 – Navigation in high Paraná. Instituto Oswaldo Cruz scientists
on board of the ship Espanã (Foz do Iguaçu, 1918). Photo not
published in 1918.
Navegação no Alto Paraná. Parte da comissão do Instituto Oswaldo Cruz a bordo do Espana (Foz de Iguaçu, 1918). Foto não publicada
no trabalho de 1918 (Acervo MAST, Arquivo Olympio da Fonseca.
OF.F.0002/F.18).
Fig.26 – Canion in the State of Paraná, south of the Sete Quedas
Falls, 1918. Photo not published in 1918.
Cânion do Paraná, abaixo das Sete Quedas, 1918. Foto não
publicada no trabalho de 1918 (Acervo MAST, Arquivo Olympio da
Fonseca. OF.F.0002/F.24).
Fig.27 – Dead giant bamboo. Left bank of the Paraná River.
Taquaruçu seco, na margem esquerda do Rio Paraná. Fig.24 da
Estampa 32.
Fig.28 -’Surubim’ fishing on the Paraná River.
Pesca de surubim, rio Paraná. Cópia fotográfica que corresponde à
Fig.25 da Estampa 32 (Acervo MAST, Arquivo Olympio da Fonseca.
OF.F.0002/F.25).
Fig.29 – A ‘surubim’ (a fish of the family Siluridae) caught in the
Paraná River.
Um surubim do Rio Paraná. Fig.26 da Estampa 32.
Fig.30 – Roseira motor-boat in Porto das Antas, Pequeri River, Mato
Grosso, 1918. Photo originally published in Plate 33.
Lancha Roseira em Porto das Antas, rio Pequeri, Mato Grosso,
1918. Cópia fotográfica que corresponde a imagem da Estampa 31
(Fig.27) (Acervo MAST, Arquivo Olympio da Fonseca.
OF.F.0002/F.07).
Fig.31 – Vegetation on banks of the Pequeri River. Paraná, January
30, 1918. Photo originally published in Plate 33.
Vegetação das margens do rio Pequeri. Paraná, 30.1.1918. Cópia
fotográfica que corresponde a imagem originalmente publicada na
Estampa 33 (Fig.28) (Acervo da Casa de Oswaldo Cruz,
Departamento de Arquivo e Documentação, Fundo IOC AC-E 4-2).
Fig.32 – Pequeri River.
Cenas do Rio Pequeri. Fig.29 da Estampa 33.
Fig.33 – Pequeri River. Photo originally published in Plate 34.
Cenas do rio Pequeri. Cópia fotográfica que corresponde a imagem
originalmente publicada na Estampa 34 (Fig.30) (Acervo MAST,
Arquivo Olympio da Fonseca. OF.F.0002/F.12).
Fig.34 – Arrival of the Roseira motor-boat, property of Lloyd
Paranaense, to Porto Mojoli (Paraná River, 1918). Photo originally
published in Plate 34.
Chegada da Lancha Roseira, do Lloyd paranaense, ao Porto Mojoli
(rio Paraná, 1918). Cópia fotográfica que corresponde a imagem
originalmente publicada na Estampa 34 (Fig.21) (Acervo MAST,
Arquivo Olympio da Fonseca. OF.F.0002/F.14).
Fig.35 – Porto Mojoli – islands, river 4 km wide. Photo originally
published in Plate 35.
Porto Mojoli – ilhas fronteiras ao porto. O rio aqui tem uma largura
de quatro quilômetros. Cópia fotográfica que corresponde a imagem
originalmente publicada n Estampa 35 (Fig.32) (Acervo MAST,
Arquivo Olympio da Fonseca. OF.F.0002/F.10).
Fig.36 – Idem. View from the river.
Porto Mojoli, visto do rio. Fig.33 da Estampa 35.
Fig.37 – Idem. Flatboats going to Mato Grosso.
Porto Mojoli. Partida das chatas para Mato Grosso. Fig.34 da
Estampa 36.
Fig.38 – Idem. Preparing for departure. Manager Jara, Commander
Ricardo Mendes, and Dr. Varella.
Porto Mojoli. Movimento do porto num dia de partida. Vê-se o
gerente Jara, o comandante Ricardo Mendes e o Dr. Varella. Fig.35
da Estampa 36.
Fig.39 – Idem. Paraguayan women and girls.
Porto Mojoli. Moças paraguaias. Fig.36 da Estampa 37.
Fig.40 – Porto Mojoli. Paraguayan woman on her way to mate
plantations in Mato Grosso.
Porto Mojoli. Uma paraguaia embarca rumo aos ervários do Mato
Grosso. Fig.37 da Estampa 37.
Fig.41 – Idem. Boarding house for travellers, property of the
Companhia Mate-Laranjeira.
Porto Mojoli. Casa da companhia Mate-Laranjeira, onde ficou
alojada a comissão. Fig.38 da Estampa 37.
Fig.42 – Idem. “Smoke” rises from Salto de Guaíra or Sete Quedas
Falls.
“Fumaça” eleva-se do Salto de Guaíra, ou Sete Quedas. Fig.39 da
Estampa 38.
Fig.43 – Idem. Fall n.18 – Partial view of the Guaíra Falls.
Salto 18. Parte dos Saltos de Guaíra. Fig.40 da Estampa 36.
Fig.44 – Partial view of the Guaíra Falls. Photo originally published in
Plate 39.
Parte dos Saltos de Guaíra. Cópia fotográfica que corresponde a
imagem da Estampa 39 (Fig.42) (Acervo MAST, Arquivo Olympio da
Fonseca. OF.F.0002/ F.23).
Fig.45 – Paraná River, south of Guaíra falls (100 m wide).
O Paraná, abaixo dos Saltos de Guaíra, tem apenas 100 metros de
altura. Fig.42 da Estampa 40.
Fig.46 – Paraná River whirlpools south of Guaíra Falls.
Turbilhões do Paraná, abaixo dos Saltos de Guairá. Fig.43 da
Estampa 40.
Fig.47 – Port in the Pequeri River where the Spanish Manoel Silvino
lived. Photo originally published in Plate 41.
Porto do rio Pequeri, onde morava o espanhol Manoel Silvino. Cópia
fotográfica que corresponde a imagem da Estampa 41 (Fig.44) (Acervo MAST, Arquivo Olympio da Fonseca. OF.F.0002/F.11).
Fig.48 – Departure of the Instituto Oswaldo Cruz research team.
Railroad from Porto Mojoli to Porto Mendes, 1918. Photo originally
published in Plate 41.
Estrada de ferro de Porto Mojoli a Porto Mendes, 1918. Partida da
Comissão do Instituto Oswaldo Cruz. Cópia fotográfica que
corresponde a imagem da Estampa 41 (Fig.45) (Acervo MAST,
Arquivo Olympio da Fonseca. OF.F.0002/F.13).
Fig.49 – House and cable railway in Porto Mendes. A three tons
boiler being hoisted up from the river.
Casa de residência e funicular em Porto Mendes. Vê-se o transporte
de uma caldeira pesando 3 toneladas. Fig.46 da Estampa 42.
Fig.50 – Bela Vista, lower Paraná River.
Bela Vista, no Baixo Paraná. Fig.47 da Estampa 42.
Fig.51 – The research team arrives in Porto Iguaçu. Photo originally
published in Plate 43.
Chegada da Comissão ao porto de Iguaçu. Cópia fotográfica que
corresponde à imagem originalmente publicada na Estampa 43
(Fig.48) (BR. MN. Fundo Adolpho Lutz, caixa 33, pasta 244, maço
2).
Fig.52 – España Steamboat leaving Porto Iguaçu for Posadas.
O vapor España deixa o porto de Iguaçu em viagem para Posadas.
Fig.49 da Estampa 43.
Fig.53 – Foz do Iguaçu, 1918. Police station, jail, and police
detachment. Photo originally published in Plate 44.
Delegacia, cadeia e sede do destacamento policial. Foz do Iguaçu,
1918. Cópia fotográfica que corresponde à imagem originalmente
publicada na Estampa 44 (Fig.50) (Acervo MAST, Arquivo Olympio
da Fonseca. OF.F.0002/F.27).
Fig.54 – Federal police station (abandoned before finished). Photo
originally published in Plate 44.
Cidade de Iguaçu. Quartel da força federal abandonado antes de ser
concluído. Cópia fotográfica que corresponde à da Estampa 44
(Fig.51) (Acervo MAST, Arquivo Olympio da Fonseca.
OF.F.0002/F.28).
Fig.55 – Customs (abandoned before finished).
Cidade de Iguaçu. Prédio da Mesa de Rendas, nas mesmas
condições. Fig.52 da Estampa 45.
Fig.56 – Iguaçu. Two well-grown specimens of llex paraguayensis
(‘erva-mate’, mate). Photo originally published in Plate 46.
Cidade de Iguaçu. Dois exemplares bem desenvolvidos da llex
paraguayensis (erva-mate). Cópia fotográfica que corresponde à da
Estampa 46 (Fig.53) (Acervo MAST, Arquivo Olympio da Fonseca.
OF.F.0002/F.26).
Fig.57 – Aracauria brasiliensis, Paraná indigenous pine tree.
Pinheiros do Paraná (Aracauria brasiliensis). Fig.54 da Estampa 45.
Fig.58 – Iguaçu Falls. Flowering Bauhinia. Photo originally published
in Plate 47.
Saltos de Iguaçu. Pé de Bauhinia em flor. Cópia fotográfica que
corresponde à da Estampa 47 (Fig.55) (Acervo MAST, Arquivo
Olympio da Fonseca. OF.F.0002/F.36).
Fig.59 – Iguaçu River, 3 km north of Santa Maria Falls. Photo
originally published in Plate 47.
O rio Iguaçu, três quilômetros acima dos Saltos de Santa Maria. Cópia fotográfica com imagem originalmente publicada na Estampa
47 (Fig.55) (Acervo MAST/ Arquivo Olympio da Fonseca.
OF.F.0002/F.30).
Fig.60 – Banks of the Iguaçu River. On the right, Adolpho Lutz and
on the left, standing on the tree trunk, Olympio da Fonseca Filho.
Photo originally published in Plate 48.
Margens do Iguaçu, vendo-se à direita Adolpho Lutz e, à esquerda,
de pé sobre o tronco, Olympio da Fonseca Filho. Cópia fotográfica que corresponde a imagem originalmente publicada na Estampa 48
(Fig.57) (Acervo MAST, Arquivo Olympio da Fonseca.
OF.F.0002/F.29).
Fig.61 – Brazil Hotel, property of Frederico Engel & Sons, and the
Iguaçu Falls.
Hotel Brazil, de Frederico Engel e filhos, com vista dos Saltos de
Iguaçu. Fig.58 da Estampa 48.
Fig.62 – Iguaçu Falls, hotel, and police station in Argentina.
Saltos de Iguaçu. Lado argentino com hotel e comissário de polícia.
Fig.59 da Estampa 49.
Fig.63 – Iguaçu Falls. Partial view from Brazil Hotel.
Saltos de Iguaçu. Vista parcial tirada do Hotel Brazil. Fig.60 da
Estampa 49.
Fig.64 – Idem. Partial view from Brazil Hotel.
Saltos de Iguaçu. Vista parcial tirada do Hotel Brazil. Fig.61 da
Estampa 50.
Fig.65 – Santa Maria Falls, Iguaçu River, Brazil. Photo originally
published in Plate 50.
Saltos de Santa Maria, rio Iguaçu, lado brasileiro. Cópia fotográfica
que corresponde a imagem originalmente publicada na Estampa 50
(Fig.62) (Acervo MAST, Arquivo Olympio da Fonseca.
OF.F.0002/F.33).
Fig.66 – Iguaçu Falls, Brazil.
Saltos de Iguaçu. Lado brasileiro. Fig.63 da Estampa 51.
Fig.67 – Iguaçu Falls, Brazil. Photo originally published in Plate 51.
Saltos de Iguaçu. Lado brasileiro. Fotografia ampliada que
corresponde a imagem originalmente publicada na Estampa 51
(Fig.64) (BR. MN. Fundo Adolpho Lutz, caixa 33, pasta 244, maço
2).
Fig.68 – Iguaçu Falls, Brazil.
Saltos de Iguaçu. Lado brasileiro. Fig.65 da Estampa 52.
Fig.69 – Mouth of Iguaçu River and the triple frontier between
Argentina (left), Paraguay (center), and Brazil (right).
Foz do Iguaçu, limite de três países, ficando a Argentina à esquerda,
o Paraguai ao centro e o Brasil, à direita. Fig.66 da Estampa 52.
Fig.70 – Santa Maria Falls, Iguaçu River, 1918. Center: Adolpho
Lutz; left: Olympio da Fonseca; right: Heráclides-Cezar de Souza
Araujo. Photo not published in 1918.
Saltos de Santa Maria, Rio Iguaçu, 1918. Vê-se ao centro,
apoiando-se no cajado, Adolpho Lutz; à sua esquerda, Olympio da
Fonseca, e, ao lado deste, à direita da foto, Heráclides-Cezar de
Souza Araujo. Foto não-publicada no trabalho de 1918 (Acervo
MAST, Arquivo Olympio da Fonseca. OF.F.0002/F.31).
Fig.71 – Puerto Bertoni. Bell Steamboat descending the Paraná
River (Paraguai, 1918). Photo originally published in Plate 53.
Puerto Bertoni. O vapor Bell desce o rio Paraná (Paraguai, 1918).
Cópia fotográfica que corresponde a imagem originalmente
publicada na Estampa 53 (Fig.67) (Acervo MAST, Arquivo Olympio
da Fonseca. OF.F.0002/ F.62).
Fig.72 – Puerto Bertoni, lower Paraná River, August 7, 1918.
Puerto Bertoni, no Baixo Paraná, em 7.8.1918. Fig.68 da Estampa
53.
Fig.73 – Encarnación (Paraguay) and Posadas (Argentina), accross
the Paraná River.
Cidade de Encarnación (Paraguai). Do outro lado do Paraná vê-se
Posadas. Fig.69 da Estampa 54.
Fig.74 – Posadas, capital of Missiones, seen from Encarnación.
Posadas, capital das Missões, visto de Encarnación. Fig.69a da
Estampa 54.
Fig.75 – Paraguay River, Assunción and City Hall.
Rio Paraguai e vista de Assunção. Vê-se o palácio do governo.
Fig.70 da Estampa 55.
Fig.76 – Paraguay River, Assunción and City Hall.
Rio Paraguai e vista de Assunção, sobressaindo o palácio do
governo. Fig.71 da Estampa 55.
Fig.77 – San Bernardino, Paraguay. Photo not published in 1918.
São Bernardino, Paraguai. Foto não publicada no trabalho de 1918
(Acervo MAST, Arquivo Olympio da Fonseca. OF.F.0002/F.66).
Fig.78 – Assunción, harbour and town.
Porto e cidade de Assunção. Fig.72 da Estampa 56.
Fig.79 – San Bernardino, Paraguay. Photo not published in 1918.
São Bernardino, Paraguai. Foto não publicada no trabalho de 1918
(Acervo MAST, Arquivo Olympio da zFonseca. OF.F.0002/F.65).
Fig.80 – Assunción, harbour and town.
Porto e cidade de Assunção. Fig.73 da Estampa 56.
Fig.81 – Hotel del Lago, San Bernardino, Paraguay, 1918. Photo not
published in 1918.
Hotel del Lago, São Bernardino, Paraguai, 1918. Foto não publicada
no trabalho de 1918 (Acervo MAST, Arquivo Olympio da Fonseca.
OF.F.0002/F.64).
Fig.82 – San Bernardino – Lake Ypacarai (Paraguai, 1918). Photo
originally published in Plate 57.
Lago de Ypacaraí, em São Bernadino (Paraguai, 1918).
Cópia fotográfica que corresponde a imagem originalmente
publicada na Estampa 57 (Fig.74) (Acervo MAST, Arquivo Olympio
da Fonseca. OF.F.0002/F.63).
Fig.83 – San Brenardino. Pool of water remainder of the Salado River, covered with Eichornia spec. Photo originally published in
Plate 57.
São Bernadino. Restos do rio Salado cobertos com Eichornia sp.
Cópia fotográfica que corresponde a imagem originalmente
publicada na Estampa 57 (Fig.75) (Acervo MAST, Arquivo Olympio
da Fonseca. OF.F.0002/F.61).
Fig.84 – Botanical Gardens in Trinidad, near Assunción.
Vistas do Jardim Botânico em Trinidad, perto de Assunção. Fig.76
da Estampa 58.
Fig.85 – Victoria cruziana: leaves and flower (Trinidad, Paraguay).
Photo not published in 1918.
Victoria cruziana: folhas e flor (Trinidad, Paraguai). Foto não
publicada no trabalho de 1918 (Acervo da Casa de Oswaldo Cruz,
Departamento de Arquivo e Documentação, Fundo IOC AC-E 4-8).
Fig.86 – Botanical Gardens in Trinidad, near Assunción.
Vistas do Jardim Botânico em Trinidad, perto de Assunção. Fig.77
da Estampa 58.
Fig.87 – Souza Araujo, Lutz, Migone, and Fonseca Filho in
Assunción (Paraguay) during the Paraná River expedition. Photo not
published in 1918.
Souza Araujo, Lutz, Migone e Fonseca Filho em Assunção
(Paraguai), durante a viagem pelo rio Paraná. Foto não publicada no
trabalho de 1918 (BR. MN. Fundo Adolpho Lutz, caixa 35, pasta
244, maço2).
Fig.88 – Copernicia australis. Botanical Gardens in Trinidad,
Paraguay River Valley, near Assunción, (Paraguay, between March 4
and 6, 1918). Photo originally published in Plate 59.
Copernicia australis. Jardim Botânico em Trinidad, vale do rio
Paraguai, perto de Assunção (Paraguai, entre 4 e 6.3.1918). Cópia
fotográfica que corresponde a imagem originalmente publicada na
Estampa 59 (Fig.78) (Acervo da Casa de Oswaldo Cruz,
Departamento de Arquivo e Documentação, Fundo IOC AC-E 4-9).
Fig.89 – Groves of ‘carnauba’ palm trees on the Paraguay River
banks. Photo originally published in Plate 60.
Carnaubais, rio Paraguai. Cópia fotográfica que corresponde a
imagem originalmente publicada naEstampa 60 (Fig.79) (Acervo
MAST, Arquivo Olympio da Fonseca. OF.F.0002/F.50).
Fig.90 – Rosario de Santa Fé (Argentina, 1918). Photo originally
published in Plate 60.
Rosário de Santa Fé (Argentina, 1918). Cópia fotográfica que
corresponde a imagem originalmente publicada na Estampa 60
(Fig.80) (Acervo MAST, Arquivo Olympio da Fonseca.
OF.F.0002/F.58).
Fig.91 – Buenos Aires seen from the Savoy Hotel dome.
Vista de Buenos Aires da cúpula do Hotel Savoy. Fig.81 da Estampa
61.
Fig.92 – Buenos Aires. Photo not published in 1918.
Vista de Buenos Aires. Foto não publicada no trabalho de 1918
(Acervo MAST, Arquivo Olympio da Fonseca. OF.F.0002/F.67).
Fig.93 – Buenos Aires seen from the Savoy Hotel dome.
Vista de Buenos Aires da cúpula do Hotel Savoy. Fig.82 da Estampa
61.
Fig.94 – Rio Grande. Brazilian coal warehouse on the harbour.
Cidade do Rio Grande. Depósito de carvão nacional no porto. Fig.83
da Estampa 62.
Fig.95 – Ditto. Shipment of Brazilian coal.
Cidade do Rio Grande. Carregamento de carvão nacional. Fig.84 da
Estampa 62.
Fig.96 – Rio Grande. ‘Swift’ Cold Storage Buildings.
Cidade do Rio Grande. Frigorífico da companhia Swift. Fig.85 da
Estampa 63.
Fig.97 – House owned by Swift protected against mosquitoes.
Casa da Swift, protegida contra mosquitos. Fig.86 da Estampa 63.
Fig.98 – Wire-fenced hotel and home for Swift employees.
Hotel e residência dos empregados da Swift, protegidos por tela de
arame. Fig.87 da Estampa 64.
Fig.99 – Bagé General Hospital.
Cidade de Bagé. Hospital da Misericórdia. Fig.88 da Estampa 64.
Fig.100 – Bagé. Hereford cattle at the Santo Antonio Ranch.
Cidade de Bagé. Gado Hereford na estância Santo Antônio. Fig.89
da Estampa 65.
Fig.101 – Bagé. Hereford cattle at the Santo Antonio Ranch.
Cidade de Bagé. Gado Hereford na estância Santo Antônio. Fig.90
da Estampa 65.
Fig.102 – Bagé. Hereford cattle at the Santo Antonio Ranch.
Cidade de Bagé. Gado Hereford na estância Santo Antônio. Fig.91
da Estampa 66.
Fig.103 – Idem. ‘Charqueada’ (building where jerked beef is
prepared) and ‘charque’ (beef being sun-dried).
Cidade de Bagé. Charqueada. O charque ao sol. Fig.92 da Estampa
66.
Fig. 104 – Idem. Charqueada’ and ‘charque’.
Cidade de Bagé. Charqueada. O charque ao sol. Fig.93 da Estampa
67.
Fig.105 – Porto Alegre, Rio Grande do Sul state capital.
Cidade de Porto Alegre. Fig.94 da Estampa 67.
Fig.106 – Porto Alegre.
Cidade de Porto Alegre. Fig.95 da Estampa 69.
Fig.107 – Ships on the coast of Rio Grande do Sul. Photo not
published in 1918.
Embarcações no litoral do Rio Grande do Sul. Foto não publicada no
trabalho de 1918 (Acervo MAST, rquivo Olympio da Fonseca.
OF.F.0002/F.44).
Fig.108 – Tamarix gallica. Sandy plains on the coast of Rio Grande
do Sul (Porto Alegre, March 17, 1918). Photo originally published in
Plate 68.
Tamarix gallica. Campos arenosos do litoral do Rio Grande do Sul
(Porto Alegre, 17.3.1918). Cópia fotográfica que corresponde a
imagem originalmente publicada em Estampa 68 (Fig.96) (Acervo
MAST, Arquivo Olympio da Fonseca. OF.F.0002/ F.46).
Fig.109 – Porto Alegre. Flora in the harbour sandy plains. Photo
originally published in Plate 69.
Cidade de Porto Alegre. Flora dos terrenos arenosos do porto.
Cópia fotográfica que corresponde a imagem originalmente
publicada na Estampa 69 (Fig.97) (Acervo MAST, Arquivo Olympio
da Fonseca. OF.F.0002/F.48).
Fig.110 – Porto Alegre. Caterpillar cocoons of the family Psychidae.
Photo originally published in Plate 70.
Cidade de Porto Alegre. Casulos de lagartas da família Psichidae.
Cópia fotográfica que corresponde a imagem originalmente
publicada na Estampa 70 (Fig.98) (Acervo MAST, Arquivo Olympio
da Fonseca. OF.F.0002/F.49).
Fig.111 – Florianópolis, Santa Catarina state capital.
Florianópolis, capital de Santa Catarina. Fig.99 da Estampa 70.
Fig. 112 – São Francisco, town and harbour (Santa Catarina, 1918).
Photo originally published in Plate 71.
São Francisco, porto e cidade (Santa Catarina, 1918). Cópia
fotográfica que corresponde a imagem originalmente publicada na
Estampa 71 (Fig.100) (Acervo MAST, Arquivo Olympio da Fonseca.
OF.F.0002/F.37).
Fig.113 – Itajaí Harbour.
Porto de Itajaí. Fig.101 da Estampa 71.
Fig.114 – Itajaí Hospital by the Harbour.
Hospital, no porto de Itajaí. Fig.102 da Estampa 72.
Fig.115 – Guaíra Falls and River.
Vistas dos Saltos de Guaíra. Fig.103 da Estampa 72.
Fig.116 – Guairá Falls and River.
Vistas dos Saltos de Guaíra. Fig.104 da Estampa 73.
Fig. 117 – Guaira Falls and River. Photo originally published in Plate
73.
Vistas dos Saltos de Guaíra e do rio abaixo dos Saltos. Cópia
fotográfica que corresponde a imagem originalmente publicada na
Estampa 73 (Fig.105) (BR. MN. Fundo Adolpho Lutz, caixa 33, pasta
244, maço 2).
Fig.118 – Guaira Falls and River. Photo originally published in Plate
74.
Vistas dos Saltos de Guaíra e do rio abaixo dos Saltos. Cópia
fotográfica que corresponde a imagem originalmente publicada na
Estampa 74 (Fig.106) (BR. MN. Fundo Adolpho Lutz, caixa 33, pasta
244, maço 2).
Fig.119 – Guaira Falls and River. Photo originally published in Plate
74.
Vistas dos Saltos de Guaíra e do rio abaixo dos Saltos. Cópia
fotográfica que corresponde a imagem originalmente publicada na
Estampa 74 (Fig.107) (BR. MN Fundo Adolpho Lutz, caixa 33, pasta
244, maço 2).
Fig.120 – Guaira Falls and River. Photo originally published in Plate
75.
Vista dos Saltos de Guaíra e do rio abaixo dos Saltos. Cópia
fotográfica que corresponde a imagem originalmente publicada na
Estampa 75 (Fig.108) (BR. MN. Fundo Adolpho Lutz, caixa 33, pasta
244, maço 2).