Coletânea Python do ZERO às Redes Neurais Artificiais
Definindo uma classe
Em Python podemos manualmente definir uma classe respeitando sua
sintaxe adequada, seguindo a mesma lógica de sempre, há uma maneira correta de identificar tal tipo de objeto para que o interpretador o reconheça e trabalhe com ele.
Basicamente quando temos uma função dentro de uma classe ela é chamada de método dessa classe, que pode executar qualquer coisa.
Outro ponto é que quando definimos uma classe manualmente começamos criando um construtor para ela, uma função que ficará reservada ao sistema e será chamada sempre que uma instância dessa classe for criada/usada para que o interpretador crie e use a instância da variável que usa essa classe corretamente.
Partindo para prática, vamos criar do zero uma classe chamada Usuario:
Repare que o código começa com a palavra reservada class seguida do nome da classe que estamos definindo, Usuario, que pela sintaxe o nome de uma classe começa com letra maiúscula.
Em seguida é declarado e definido o construtor da classe __init__ , que sempre terá self como parâmetro (instância padrão), seguido de quantos parâmetros personalizados o usuário criar, desde que separados por vírgula.
Pela indentação existem duas chamadas de self para atribuir um nome a variável nome e uma idade a variável idade.
Na sequência há uma nova função apenas chamando a função print para uma string que interage com as variáveis temporárias declaradas anteriormente. Por fim é criada uma variável usuario1 que recebe a classe Usuário e a atribui dados para nome e idade.
Na execução de usuario1.boas_vindas( ) tudo construído e atribuído até o momento finalmente irá gerar um retorno ao usuário. Há ainda uma linha adicional que apenas chama a função boas_vindas para a variável usuário1, apenas por convenção mesmo.
O retorno será: Usuário: Fernando, Idade: 31
Fernando
Representação visual: