Coletânea Python do ZERO às Redes Neurais Artificiais

Fernando Feltrin · Capítulo 249 de 287

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Coletânea Python do ZERO às Redes Neurais Artificiais

Aprendizado de Máquina

 

Quando estamos falando em Ciência e Dados, mais especificamente de Aprendizado de Máquina, é interessante começarmos a de fato entender o que essas nomenclaturas significam, para desmistificarmos muita informação errônea que existe a respeito desse termo. Na computação, apesar do nome “máquina”, basicamente estaremos criando modelos lógicos onde se é possível simular uma inteligência computacional, de forma que nosso software possa ser alimentado com dados de entrada e a partir destes, reconhecer padrões, realizar diversos tipos de tarefas sobre estes, aprender padrões de experiência e extrair informações ou desencadear tomadas de decisões a partir dos mesmos. Sendo assim, ao final temos um algoritmo funcional que foi treinado e aprendeu a atingir um objetivo com base nos dados ao qual foi alimentado.

 

Você pode não ter percebido, mas uma das primeiras mudanças na web

quando começamos a ter sites dinâmicos foi o aparecimento de ferramentas de validação como os famosos captcha. Estas aplicações por sua vez tem uma ideia genial por trás, a de que pedindo ao usuário que realize simples testes para provar que ele “não é um robô”, eles está literalmente treinando um robô a reconhecer padrões, criando dessa forma uma espécie de inteligência artificial. Toda vez que você responde um captcha, identifica ou sinaliza um objeto ou uma pessoa em uma imagem, você está colaborando para o aprendizado de uma máquina.

Quando criamos estes tipos de modelos de algoritmos para análise e

interpretação de dados (independe do tipo), inicialmente os fazemos de forma manual, codificando um modelo a ser usado e reutilizado posteriormente para problemas computacionais de mesmo tipo (identificação, classificação, regressão, previsão, etc...).