Coletânea Python do ZERO às Redes Neurais Artificiais

Fernando Feltrin · Capítulo 174 de 287

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Coletânea Python do ZERO às Redes Neurais Artificiais

Referenciando uma biblioteca/módulo

 

Uma questão que devemos dar atenção sempre é quanto a legibilidade de

nosso código, seja criando estruturas de dados com nomes que façam sentido a nós mesmos, seja referenciando estruturas de código externas para que facilite nossa vida.

Apenas como exemplo, ao importar qualquer biblioteca ou módulo,

podemos dar uma espécie de apelido para a mesma, para que seja mais simples sua implementação.

Em nosso exemplo atual estamos importando a biblioteca random,

referenciando a mesma como ra. A partir disto, podemos chamar a biblioteca, seguido de alguma função sua, por meio de ra.nome_da_função( ).

 

Como já explicado em outros momentos, ao importar uma biblioteca

estamos importando tudo o que existe compondo a mesma.

A medida que finalizamos nosso programa, realizando o polimento do mesmo, uma boa prática de programação é, quando feito o uso de algum método/função de uma biblioteca, realizar a importação específica daquela método/função.

Em outras palavras, se de uma biblioteca como a random necessitamos apenas da função randint para uma aplicação, podemos importar somente esta estrutura de código, mantendo assim um número de estruturas carregadas menor e mais eficiente.

Apenas concluindo essa linha de raciocínio, repare que ao importar especificamente um método/função de um módulo ou de uma biblioteca, a partir da importação não precisamos mais referenciar a biblioteca, mas usar diretamente do método/função como parte do builtin do código.