Coletânea Python do ZERO às Redes Neurais Artificiais

Fernando Feltrin · Capítulo 142 de 287

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Coletânea Python do ZERO às Redes Neurais Artificiais

r’Strings e Metacaracteres

 

Um dos conceitos iniciais que veremos na prática sua lógica e

funcionamento são as chamadas r’Strings.

Se você chegou a esse ponto certamente conhece as chamadas f’Strings,

sintaxe moderna implementada no Python 3 para tratar máscaras de substituição de forma mais reduzida e intuitiva do que o padrão “.format”.

Pois bem, em f’Strings temos em meio nossas strings máscaras de

substituição que suportam todo e qualquer tipo de dado, assim como operações lógicas e aritméticas.

Não muito diferente disso teremos nossas r’Strings, onde trabalhando especificamente com dados em formato de texto podemos adicionar algumas expressões em meio aos próprios caracteres da string, chamando funções internas para serem aplicadas naquele ponto.

Diferentemente de f’Strings e suas máscaras de substituição

representadas por { }, em r’Strings teremos o que chamamos de metacaracteres, que naquele contexto serão lidos e interpretados pelo interpretador como marcadores para alguma função.

Raciocine que por parte do interpretador em sua leitura léxica, quando o

mesmo encontrava o marcador f’ já esperava que em seguida houvesse uma string composta de caracteres e máscaras de substituição.

O mesmo ocorre aqui, quando o interpretador carrega a biblioteca re e encontra ao longo do código um marcador r’, ele já presume que na sequência existe uma string composta de caracteres e metacaracteres.