Inteligência Artificial

Isaías Lima · Capítulo 7 de 45

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Inteligência Artificial

1.5 Áreas de aplicação da Inteligência Artificial

redes neurais não tinham sustentação matemática suficiente para que lhes fosse possível atribuir alguma confiabilidade. Apesar das pesquisas nesta área não terem parado, foi apenas na década de 1980 que o físico e biólogo do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Jonh Hopfield, conseguiu recuperar a credibilidade da utilização das redes neurais.

• Evolucionária: baseia-se na teoria evolutiva de Darwin. A hipótese é que

podemos modelar sistemas inteligentes simulando a evolução de uma população de indivíduos, que carregam genes com informação suficiente para dar origem à solução de um problema. São utilizados procedimentos computacionais com base em recombinações e mutações genéticas. Essa abordagem é aplicada com sucesso em problemas de otimização, e sua vertente mais conhecida são os algoritmos genéticos.

• Conjuntos Difusos, Conjuntos Aproximados: abordagens baseadas na

teoria dos conjuntos difusos ou nebulosos (fuzzy sets) e dos conjuntos aproximados (rough sets). Os conjuntos nebulosos são apropriados a interpretações linguísticas que facilitam as representações dos modelos matemáticos resultantes. Os conjuntos aproximados são adequados ao tratamento de informações que apresentem inconsistências.

• A combinação das abordagens citadas é denominada Modelagem Híbrida

(Barreto, 2001), na qual são associadas diversas técnicas de IA para se obter uma solução para um determinado problema.

 

1.5 Áreas de aplicação da Inteligência Artificial

Algumas das áreas de aplicação da Inteligência Artificial:

• Matemática: demonstração de teoremas, resolução simbólica de equações,

aproximação de funções complexas etc.;

• Pesquisa operacional: otimização e busca heurística em geral; • Jogos: xadrez, damas, go etc.;

• Processamento de linguagem natural: tradução automática, verificadores

ortográficos e sintáticos, interfaces para BDs etc.;

• Sistemas tutores: modelagem de aprendizados, escolha de estratégias

pedagógicas etc.;

• Percepção: visão, tato, audição, olfato, paladar e outras; • Robótica: visão, navegação, controle etc.;