Nós Queremos Que Você Fique Rico
Capítulo 23: Estou na meia-idade e não tenho muito dinheiro. O que devo fazer?
ESTOU NA MEIA-IDADE E NÃO TENHO MUITO
DINHEIRO.
O QUE DEVO FAZER?
A resposta de Robert
A geração baby-boom, nascida entre 1946 e 1964, foi, sob vários aspectos, um grupo muito afortunado. Nasceu logo depois que os Estados Unidos se tornaram a maior potência militar e financeira do mundo. Entretanto, esse grupo vivencia o declínio da América – se não do ponto de vista militar, pelo menos do financeiro.
A geração baby-boom É a última geração da Era Industrial e a primeira da Era da Informação. Os baby-boomers são uma geração de transição – transição essa que tem causado uma divisão ainda maior entre as pessoas de meia-idade que têm dinheiro e as que não têm.
Envelhecer pode não ser fácil para os boomers que seguiram as regras e os valores da Era Industrial. Ao terminar os estudos, muitos deles foram trabalhar em empresas da Era Industrial, como as indústrias automotivas e de transporte aéreo. Os boomers têm importantes desafios financeiros pela frente, justo agora que se preparam para a aposentadoria.
Quem hoje atravessa a meia-idade e aderiu aos valores e às regras da Era da Informação terá melhores chances de envelhecer com graça e se aposentar com fartura. Enquanto muitos contemporâneos que trabalham nos setores automotivo e de transporte aéreo estão sofrendo, os boomers que migraram para empresas como a Microsoft e a Apple se deram extremamente bem.
Conforme esse grupo envelhece, a desproporção na divisão de riqueza entre os boomers que permaneceram na Era Industrial e os que avançaram para a Era da Informação ficará mais evidente. Como se sairão nos próximos anos dependerá das regras financeiras que seguiram – as da Era Industrial ou as da Era da Informação.
Logo que a primeira leva de baby-boomers saiu da faculdade, o mundo começou a mudar. Primeiro, tivemos a Guerra do Vietnã – uma guerra dispendiosa que dividiu e quase destruiu os Estados Unidos. Em 1971, os Estados Unidos desvincularam-se do lastro-ouro. Em 1973, ocorreu a primeira crise do petróleo e, em 1974, foi aprovada a reforma previdenciária nos Estados Unidos.
Em 1971, quando muitos dos primeiros baby-boomers saíam da faculdade, o ouro custava US$35 a onça. Hoje, o ouro atingiu US$700 a onça. Esse é um exemplo de quanto o dólar perdeu em termos de poder de compra.
Em 1971, muitos dos baby-boomers se casavam e compravam casas. Em 1968, meu pai pagou US$50 mil por nossa casa. Hoje, o mesmo imóvel vale quase US$2 milhões. Embora seja boa para os baby-boomers, essa valorização dificulta a aquisição da casa própria para seus filhos e netos. Atualmente, os filhos de alguns integrantes dessa geração têm dificuldades de sair da casa dos pais.
Muitos baby-boomers não recebem pensões por causa da reforma da previdência. Muitos não têm os planos de benefícios definidos que seus pais tiveram e, quando têm, muitos estão com problemas. Milhões simplesmente deixaram seu dinheiro nas mãos de “especialistas financeiros” e não faziam ideia do que acontecia com ele. No ano 2000, o mercado de ações quebrou, e isso acordou muitos desses boomers para o fato de que suas aposentadorias talvez não estivessem garantidas. Muitos descobriram que os tais “especialistas” sabiam menos de finanças do que eles.
Em 2006, depois de comprar enormes carros com alto consumo de combustível, os boomers foram atingidos novamente por uma crise do petróleo. Dessa vez, a coisa é séria e não apenas uma manobra política. Em 1973, o barril de petróleo custava cerca de US$3. Hoje, espera-se que o preço ultrapasse US$100 o barril ou fique bem acima disso num futuro próximo.
Com o aumento do preço do petróleo, aqueles que contam viver de seus rendimentos fixos sofrerão queda drástica no poder aquisitivo.
E já sabemoso que acontece com a previdência social em qualquer lugar do mundo. Espero que nenhum dos leitores esteja contando com o governo para cuidar deles. Estima-se que 80% dos baby-boomers não conseguirão ter uma aposentadoria digna. Muitos já enfrentam dificuldades só porque seguiram os planos financeiros de seus pais.
Simplesmente continuarei trabalhando Alguns de meus amigos boomers dizem que simplesmente continuarão trabalhando. Embora eu ache o trabalho uma maneira excelente de se manter ativo e vivo, pensar que é possível trabalhar para sempre é uma visão um tanto limitada. O que acontecerá se você não puder trabalhar por problemas de saúde? O custo da saúde é astronômico. E se os seus filhos não tiverem uma cama extra para você?
Saúde, riqueza e felicidade
Quando estava na academia militar, descobri que meu pai era realmente um homem bem-sucedido. Afinal, era chefe de ensino, reconhecido por seu trabalho e muito respeitado pelos colegas. Entretanto, não tinha saúde, riqueza nem felicidade.
A saúde de meu pai se deteriorava porque ele fumava de dois a três maços de cigarros sem filtro por dia. Acabou morrendo de câncer no pulmão.
Não fez fortuna. Ganhou muito dinheiro, mas gastou tudo o que tinha. Tentou economizar, e não investir. Acredito que ele contava que a previdência social daria conta dele.
Ele também não era feliz. Quanto mais sucesso alcançava, maior a pressão no trabalho. Raramente estava em casa. Embora eu tenha praticado esportes quase toda a minha vida, ele nunca assistiu a nenhum de meus jogos. Estava sempre trabalhando. Estava sempre na estrada, viajando para escolas de todo o estado e participando de reuniões de pais e mestres, mas nunca tinha tempo para as reuniões de pais e mestres de seus próprios filhos.
Saúde e riqueza são medidas no tempo Enquanto é possível mensurar saúde e riqueza, a felicidade é algo menos quantificável.
Quando vou ao médico, ele pede exames de sangue, mede minha pressão arterial e pode até solicitar uma ressonância magnética. Portanto, minha saúde é razoavelmente quantificável. O mesmo se aplica à riqueza. Quando o gerente de um banco quer saber se deve ou não emprestar dinheiro a você, a primeira coisa que investiga é a sua habilidade creditícia junto a empresas como SERASA e SPC.
Muitas pessoas são comandadas pelo medo e não pelo amor.
Por exemplo, muitos trabalham não porque amam o que
fazem, mas porque têm medo de ser demitidos ou de não ganhar dinheiro suficiente. Muitos investem por causa do
mesmo temor – o de não ter dinheiro suficiente. Muitos são
infelizes porque não estão apaixonados.
– Robert T. Kiyosaki
Saúde e riqueza também são medidas no tempo. Por exemplo, se você está doente, o médico pode dizer: “Você tem seis meses de vida.” Isso significa que você definitivamen te não tem saúde. Se a expectativa média de vida é de 75 anos e você tem 60, seu tempo está se esgotando.
De volta a saúde, riqueza e felicidade Mencionei a relação entre saúde, riqueza e tempo, porque muitos têm mais saúde do que riqueza e isso talvez não os faça felizes. Se você tem a sorte de ter riqueza e saúde, não só poderá viver mais, como viverá mais e melhor do que os que não têm saúde e riqueza. Com os avanços das pesquisas, não se sabe qual o impacto da medicina em nossa saúde no futuro, a menos que se tenha dinheiro a fim de pagar para ver.
Qual é a sua resposta?
Dos três itens, na minha opinião, saúde é o mais importante. Se estiver morto, riqueza e felicidade não importarão muito. O problema é que muitos sacrificam uma coisa em função de outra. Por exemplo, muita gente sacrifica a saúde ou a felicidade por dinheiro. Todos conhecemos pessoas que trabalham duro e são ricas, mas não cuidam da saúde. Ou, como meu pai, trabalharam muito por dinheiro e títulos, mas sacrificaram a saúde, a riqueza e a felicidade.
Todos os três aspectos são importantes, em especial se você é um baby-boomer sem muito dinheiro e na corrida contra o tempo.
Portanto, sugiro o seguinte:
1. Se você não ama o que faz, então comece a fazer algo de que goste,
mesmo que seja apenas nas horas vagas. Por exemplo, um amigo meu
é funcionário público e odeia o que faz, mas é apaixonado por golfe.
Todo sábado, ele vai até o campo de golfe local e presta serviços
voluntários em seu tempo livre. Trabalha na lojinha local, dá aulas e
ajuda a organizar os torneios. Faltam poucos anos para se aposentar,
mas, como fez muitos amigos no campo de golfe, tem chances de
trabalhar em tempo integral com golfe depois de aposentado.
2. Comece a investir em coisas que você ama. Observe novamente o uso
do verbo “amar”. Sei que a maioria já ouviu que deveria trabalhar no
que ama. Bem, o mesmo é válido para os investimentos. Muitos
investem em coisas que não conhecem, pelas quais não têm interesse
nem amor.
Invisto apenas no que amo. Amo imóveis. Minha esposa, Kim, diz:
“Você nunca passou por um prédio ou pedaço de terra que não tenha
amado.” Também amo o petróleo porque trabalhei no setor durante a
academia. Entendo do assunto. Também amo o ouro e a prata. Se você
leu Pai Rico, Pai Pobre, deve se lembrar de minhas tentativas, aos 9
anos, de transformar chumbo em moedas de prata (também conhecido
como falsificação de dinheiro).
Se você investe em algo que ama, é mais provável que estude o
assunto, conheça os prós e os contras, e entenda os meandros do setor.
Quanto mais bem informado você for a respeito de seus investimentos,
mais chances terá de escolher as opções mais rentáveis.
3. Contrate um treinador. Em 2005, olhei para uma foto minha e de Kim
no Havaí e fiquei chocado ao ver como havia engordado. Parecia um
balão. Sabia que estava pesado, mas sempre enganei a mim mesmo
dizendo que não era tão gordo quanto as outras pessoas e que poderia
facilmente fazer um regime e voltar ao peso dos tempos de combate.
Vinha dizendo essas mentiras a mim mesmo há cerca de 25 anos.
O choque que levei ao olhar a foto colocou-me em ação. Não foi o medo de morrer; foi o medo de diminuir o tempo ao lado de Kim que atingiu minha cabeça. Não foi medo; foi amor. Tinha muito que viver. Também sabia que não tinha a força de vontade de que precisava para tomar as atitudes necessárias sozinho. Vinha mentindo para mim mesmo há 25 anos.
Precisava de um treinador, um mentor – alguém que cobrasse de mim atitudes e me obrigasse a fazer o que eu não tinha disciplina para fazer por conta própria.
Um ano depois, emagreci mais de 22kg. Mais do que o peso, minha porcentagem de gordura corporal diminuiu de 36% para 20%. Para conseguir essas marcas, tive de me reinventar.
Mude a sua mentalidade. Olhe novamente para o diagrama a seguir:
Sabia que tinha de mudar minha mentalidade e reeducar-me em relação à saúde.
Hoje, quando as pessoas perguntam como perdi peso (que tipo de dieta segui, que tipo de exercícios faço), tento explicar que não foi tanto o que eu fiz, mas como mudei minha mentalidade.
Hoje, como mais do que nunca. Acho divertido ver meus amigos espantados quando me veem comer tanto.
Se você é um baby-boomer sem muito dinheiro e na corrida contra o tempo, chegou a hora de fazer uma mudança em sua vida. Se puder, contrate um coach para ajudá-lo, alguém especializado que possa auxiliá-lo a reinventar a parte de sua vida que precisa de atenção.
A felicidade é o segredo
O amor é o segredo para uma vida de saúde, riqueza e felicidade.É mais fácil ser saudável se você é feliz. É mais fácil ser rico se você é feliz. E é mais fácil ser feliz se estiver apaixonado pelo que faz.
Muitos de nós deixamos o medo comandar a vida, e não o amor. Assuma um compromisso pessoal de deixar o amor ditar seus próximos passos. Você terá mais chances de ver os resultados na saúde, na riqueza e na felicidade se sua mentalidade e suas ações forem baseadas no amor.
O amor não torna as coisas fáceis Algumas pessoas pensam que fazer o que você ama, investir no que ama ou tornar-se saudável por causa do amor tornará tudo fácil. O amor não é fácil e, às vezes, pode ser doloroso. Muitos desistem do amor (na profissão, na vida pessoal – em várias áreas) porque ele é penoso. Quantos de nós já ouvimos alguém dizer “Nunca vou amar de novo”?
O amor pode não facilitar a vida, mas certamente dá um sentido a ela.
O amor é espiritual, embora possa ser doloroso. Sempre que estou na ginástica, em agonia e querendo desistir, simplesmente penso em minha querida Kim e encontro forças para continuar. Se duas horas de dor contribuem para uma vida mais longa e feliz com a pessoa que mais amo, vejo que posso aguentar a dor. O mesmo vale para o trabalho e os investimentos. Se não fosse por amor, não poderia passar pela dor e frustração que muitas vezes o trabalho e os investimentos trazem. Quem pensa que o amor é fácil certamente nunca amou.
Considerações finais para os baby-boomers Nós, baby-boomers, em maioria, acreditamos viver numa era empolgante e que pode se tornar ainda mais eletrizante no futuro. Que você tenha muitos anos de saúde, riqueza e felicidade pela frente.
A resposta de Donald
Em seu lugar, eu estaria preocupado. As coisas não parecem promissoras para pessoas na casa dos 60 anos aqui nos Estados Unidos, a menos que tenham condições de se sustentar dignamente por mais 35 anos, contando com um aumento na inflação, no preço do combustível e dos cuidados médicos.
Não que os baby-boomers sejam um grupo indolente — na verdade, tiveram muitas realizações. Mas, como Robert disse, a menos que você tenha entrado na Era da Informação na meia-idade, ficou para trás em vários aspectos. Em seu lugar, eu começaria a pensar seriamente no futuro. Você deve estar pensando “Mas sempre fizemos isso”, o que é bem verdade. Acontece que o futuro mudou drasticamente nas últimas décadas.
Isso posto, e tendo em mente as sugestões de Robert, devo dizer que a dedicação renovada é de suma importância. Começar de novo nem sempre é fácil, mas, se encarar como um desafio que você é mais do que capaz de vencer, já terá andado metade do caminho.
Muitas vezes, ajuda lembrar situações piores do que a que você pode estar enfrentando como indivíduo e como cidadão. Talvez você esteja em dificuldades, mas não foi derrotado.
Uma vantagem da idade é que você já sobreviveu por 60 anos. Isso já é uma realização. Como a sabedoria acompanha a experiência, você tem uma vantagem logo de cara. Sua estratégia terá de incluir olhar para o futuro hoje de um ângulo diferente do que quando tinha 20 ou 25 anos.
É aqui que entraa criatividade. Todos sabemos que as oportunidades podem estar escondidas em decepções ou nos chamados reveses. Se quiser ver sua situação desse modo e concentrar-se em procurar onde estão essas oportunidades, seus problemas poderão se transformar em um futuro melhor do que você espera. Isso é possível. Mas enfatizo a importância de manter seu foco no lado positivo da situação por um bom motivo: ele é a razão principal que o levará à vitória.
Conheço um casal que perdeu sua empresa quando ambos tinham 60 e poucos anos, por uma série de fatores. Aquele negócio representava o trabalho de uma vida, a aposentadoria deles. Não preciso dizer que estavam muito preocupados com a situação e decidiram ir para uma estância de esqui onde haviam passado várias férias maravilhosas, até mesmo fora da temporada de neve. Sempre quiseram um dia poder se aposentar e viver naquela região. Ficaram na mesma pousada de sempre e conversaram sobre o que deveriam fazer sobre sua situação quando surgiu um problema com os donos da pousada. Eles precisavam sair por causa de uma emergência familiar e perguntaram ao casal se não se importariam de tomar conta da pousada na ausência deles e, em troca, teriam a estada gratuita. O casal concordou e, para resumir a história, foi convidado a permanecer em tempo integral na gerência, acabando por comprar a pousada. No fim das contas, conseguiram um novo negócio que amavam e foram morar onde desejavam viver quando se aposentassem! Isso foi melhor do que haviam planejado e tiveram um excelente êxito financeiro também.
Não subestime a si mesmo nem as suas possibilidades.
– Donald J. Trump
Esse é apenas um exemplo de oportunidade oculta numa decepção. Existem milhões de histórias como essa e não há razão para você não fazer parte de uma delas. Mas observe que esse casal foi para um local que representava algo que eles já amavam. Foi uma atitude inteligente ir para um lugar que trouxesse lembranças positivas para atrair energia positiva. Se você tiver um lugar assim, tenha-o em mente. Pode haver um bom motivo para pensar nele com carinho e isso pode ser importante para o seu futuro.
Outra boa ideia é se perguntar por que você gosta de determinado lugar. Às vezes, é óbvio — porque é um local bonito, porque representa férias, é romântico ou seja lá o que for. Mas, se continuar investigando as razões que o levam a gostar desse lugar, é bem provável que encontre algo que possa abrir uma porta para uma nova ideia ou carreira. Também acredito que a aposentadoria nem sempre é a melhor coisa para as pessoas. Meu pai dizia que “aposentar-se é morrer” porque tirava muita energia do trabalho. Permanecer ativo e “plugado” parece que prolonga a vida em muitos casos. Talvez o chamado “revés” seja uma notícia para uma vida mais longa e feliz. Talvez você tenha mais o que fazer e, quem sabe, isso lhe trará a satisfação que a aposentadoria jamais lhe daria. Às vezes, nossos planos são perturbados por uma boa razão.
Todos ouvimos histórias de pessoas que perderam voos e ficaram muito chateadas porque seus planos de viagem foram desfeitos e depois descobriram que o avião caiu. São famosos também os casos de pessoas que quase foram vítimas de desastres em diferentes situações. Não seja uma dessas pessoas que quase deixam um sucesso ou uma segunda chance escapar porque se recusam a parar e pensar nas alternativas.
A redefinição de metas é uma boa coisa a fazer, seja por livre e espontânea vontade, ou não. Tanto Robert quanto eu acreditamos piamente que as pessoas precisam amar o que fazem para alcançar o sucesso. Ele também aconselha a investir no que você ama — exatamente como aconteceu com o casal da pousada. Tiveram a intuição de visitar o lugar que amavam em busca de renovação e foram revigorados lá. Isso é que é fazer o que se diz.
Se você tem mais de 60 anos e não possui muito dinheiro, agradeça pela vida que teve e saiba que a vida ainda lhe reserva grandes aventuras. Não subestime a si mesmo nem as suas possibilidades. Tenha você 6 ou 60 anos, ainda terá muitas oportunidades excelentes na vida. O bom da vida não acaba enquanto você não desiste.
Gostaria de citar uma frase de Steve Forbes que diz tudo. Steve a escreveu há alguns anos em seu livro A New Birth of Freedom e ela continua perspicaz e pertinente: “A verdadeira fonte de riqueza e capital nesta nova era não está nas coisas materiais, mas sim na mente humana, no espírito humano, na imaginação humana e em nossa fé no futuro. Essa é a mágica de uma sociedade livre — todos podem progredir e prosperar porque a riqueza vem do interior.”
CAPÍTULO VINTE E QUATRO