O que é a vida?
Sumário
O que é vida?
O aspecto físico da célula viva
Introdução
Prefácio
1 O enfoque dado ao assunto pelo físico clássico
O caráter geral e o propósito da investigação. Física estatística. A diferença fundam ental em estrutura. O enfoque dado ao assunto pelo físico ingênuo. Por que os átom os são tão pequenos? O funcionam ento de um organism o exige leis físicas exatas. Leis físicas se apoiam em estatística atôm ica e, portanto, são apenas aproxim adas. Sua precisão encontra-se baseada em um grande núm ero de átom os intervenientes. Prim eiro exem plo (para m agnetism o). Segundo exem plo (m ovim ento browniano, difusão). Terceiro exem plo (lim ites de precisão de m edida). A regra da sqrt n.
2 O mecanismo hereditário
A expectativa do físico clássico, longe de ser trivial, é errada. O código hereditário (crom ossom os). Crescim ento do corpo por divisão celular (m itose). Na m itose, todo crom ossom o é duplicado. Divisão redutiva (m eiose) e fertilização (singam ia). Indivíduos haploides. A grande relevância da divisão redutiva. Crossing-over. Localização das características hereditárias. Tam anho m áxim o de um gene. Núm eros pequenos. Perm anência.
3 Mutações
Mutações “por saltos” - a base da seleção natural. Eles se cruzam perfeitam ente, isto é, são perfeitam ente herdados. Localização. Recessividade e dom inância. Introduzindo alguns term os técnicos. O efeito danoso do intercruzam ento. Observações gerais e históricas. A necessidade de a m utação ser um evento raro. Mutações induzidas por raios X. Prim eira lei. A m utação é um evento singular. Segunda lei. Localização do evento.
4 A evidência da mecânica quântica
A perm anência é inexplicável pela física clássica. É explicável pela teoria quântica. A teoria quântica - estados descontínuos - saltos quânticos. Moléculas. Sua estabilidade depende da tem peratura. Interlúdio m atem ático. Prim eira correção. Segunda correção.
5 Análise e experimentação do modelo de Delbrück discutido e testado
O conceito geral de substância hereditária. O caráter único do conceito. Alguns equívocos tradicionais. Diferentes “estados” da m atéria. A distinção que realm ente im porta. O sólido aperiódico. A variedade de inform ação condensada no código-m iniatura. Com paração com os fatos: grau de estabilidade; descontinuidade das m utações. Estabilidade dos genes naturalm ente selecionados. A estabilidade algum as vezes inferior dos m utantes. A tem peratura influencia m enos os genes instáveis que os estáveis. Com o os raios X produzem m utação. Sua eficiência não depende de m utabilidade espontânea. Mutações reversíveis.
6 Ordem, desordem e entropia
Um a notável conclusão geral a partir do m odelo. Ordem baseada em ordem . A m atéria viva se esquiva do decaim ento para o equilíbrio. Ela se alim enta de “entropia negativa”. O que é entropia? O significado estatístico da entropia. Organização m antida pela extração de “ordem ” a partir do am biente.
7 A vida se baseia nas leis da física?
Novas leis a serem previstas no organism o. Revisando a situação biológica. Sum ariando a situação física. O surpreendente contraste. Duas m aneiras de produzir ordem . O novo princípio não é estranho à física. O m ovim ento de um relógio. Mecanism os são, afinal de contas, estatísticos. Teorem a de Nerst. O relógio de pêndulo encontra-se virtualm ente à tem peratura zero. A relação entre m ecanism o e organism o.
Epílogo - Sobre o determinismo e o livre arbítrio
Mente e matéria
As conferências de Tarner
1 A base física da consciência
O problem a. Um a tentativa de resposta. Ética.
2 O futuro da compreensão
Um beco sem saída biológico? A aparente m elancolia do darwinism o. O com portam ento influencia a seleção. Lam arckism o dissim ulado. Fixação genética de hábitos e habilidades. Perigos para a evolução intelectual.
3 O princípio da objetivação
4 O paradoxo aritmético: a unicidade da mente
5 Ciência e religião
6 O mistério das qualidades sensoriais
Fragmentos autobiográficos
O Q UE É VIDA?
O ASPECTO FÍSICO DA CÉLULA VIVA
Baseado em palestras proferidas sob os auspícios do Dublin Institut for Advanced Studies do Trinity College, Dublin, em fevereiro de 1943
À m em ória de m eus pais.