Sonho Azul: A luta pelos inocentes

Andersson Pedroso · Capítulo 2 de 12

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Sonho Azul: A luta pelos inocentes

Marcas de uma vida

Prólogo

Marcas de um a vida

Cidade de Pedro Afonso, Tocantins, 18 de agosto de 2050.

“Nunca desista de seus sonhos!”

Você j á deve ter ouvido m uito essa frase, assim com o eu. Apesar de ser tão

lugar-com um , com o é carregada de verdade e sentido! Talvez as grandes verdades da vida sej am j ustam ente as m ais batidas e repisadas, tendo por isso até cunho de ditado popular. No m eu caso, ouvi essa frase há m uitos anos, não sei onde exatam ente, m as garanto-lhe: continua superatual. E quando digo “há m uitos anos”, quero dizer pelo m enos há m eio século. Sim , não sou nenhum a m ocinha; m as quando essa frase m e soou aos ouvidos pela prim eira vez, deveria ter, assim com o você, sonhos, desej os e m uito am or para com partilhar. E hoj e, depois de tudo o que vivi, reafirm o categoricam ente: nunca desista de seus sonhos.

Muitas vezes, ao longo da vida, nos deparam os com pessoas e circunstâncias

que m inam nossos sonhos m ais legítim os. Mas, a despeito disso, nunca se deixe contam inar ou perm ita que esses se transform em em pesadelos. Por m ais que você sej a proibida de sonhar ou realizar seus sonhos, perdoe àqueles que se interpõem em seu cam inho.

O perdão, em m uitos casos, pode salvar vidas e evitar guerras. Assim com o

sonhar é um exercício, perdoar tam bém o é. Exercitar o perdão significa não deixar acum ular rancor no coração. Quem não perdoa fica com o ódio instalado em seu coração; aquele que não é perdoado tam bém am arga um sofrim ento atroz.

Som ente eu sei o quanto a falta do perdão no m om ento certo faz com que

carreguem os um peso desnecessário pela vida afora.

Daniella.