De menor a presidiário

Sônia Altoé · Apêndice

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De menor a presidiário

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De "menor" a presidiário: a trajetória

inevitável?

Sonia Altoé

 

De "menor" a presidiário: a trajetória inevitável?

Rio de Janeiro

2009

Esta publicação é parte da Biblioteca Virtual de Ciências Humanas

do Centro Edelstein de Pesquisas Sociais – www.bvce.org

Centro Edelstein de Pesquisas Sociais

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Diretor: Bernardo Sorj

Coordenadora da coleção: Dayse de Marie Oliveira

Copyright © 2009, Sonia Altoé

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ISBN 978-85-99662-97-7

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Siglas mencionadas

ASSEAF – Associação de Ex-Alunos da FUNABEM CBIA – Centro Brasileiro da Infância e Adolescência CESME – Coordenação de Estudos Sobre o Menor CESPI/USU – Coordenação de Estudos e Pesquisas Sobre a Infância

CNPq – Conselho Nacional de Pesquisa Científica DESIPE – Departamento do Sistema Penal FAPERJ – Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro

FGV – Fundação Getúlio Vargas

FINEP – Financiadora de Estudos e Projetos FUNABEM – Fundação Nacional do Bem-Estar do Menor IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro USU – Universidade Santa Úrsula

“Não dá pra ter lembrança, tudo é a mesma coisa. É igual ao

presídio, não tem nada de bom”

Carlos, 22 anos

“Cresci; e nisso é que a família não interveio; Cresci

naturalmente, como crescem as magnólias e os gatos. Talvez

os gatos são menos matreiros e, com certeza, as magnólias

são menos inquietas do que eu era na minha infância. Um

poeta dizia que o menino é o pai do homem.”

Machado de Assis

Dedico este trabalho a todas às crianças e jovens privados de

liberdade, de pensar livremente, e, àqueles que crescem

“naturalmente como crescem as magnólias e os gatos”.

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Agradecimentos

Prefácio

I. Introdução

1. Delimitação do objeto

2. Debate intelectual neste campo

3. O presídio “Hélio Gomes”

4. Procedimentos metodológicos da pesquisa

II. Quem são os entrevistados

III. Escolaridade

IV. Formação profissional

V. Experiência de trabalho

VI. Saída de casa: motivos e destino

VII. Internato: reclusão “na menor”

VIII. Desligamento: liberdade por quanto tempo?

IX. Prisão: reclusão “na maior”

X. Considerações Finais

XI. Anexo

XII. Bibliografia