Gilberto Bem Perto

Gilberto Gil · Apêndice

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Gilberto Bem Perto

Sumário

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Capa

Folha de Rosto

Créditos

Apresentação

Capitulo 1: A infância no sertão “onde o fim da tarde é lilás”

Capitulo 2: Juventude em Salvador e o encontro com Caetano, Bethânia e Gal “A Bahia já me

deu régua e compasso”

Capitulo 3: A chegada a São Paulo, os festivais, “domingo no parque” e a tropicália “Essa é

pra tocar no rádio”

Capitulo 4: Prisão na ditadura: “éramos mais difíceis de decifrar” “Só eu posso chorar

quando estou triste”

Capitulo 5: O exílio e a volta “Todo o povo brasileiro — aquele abraço!”

Capitulo 6: A carreira que segue, a política na Bahia “O que a gente não pode, explodirá”

Capitulo 7: O processo de criação “Quem manda é a deusa Música”

Capitulo 8: No ministério da cultura “O povo sabe o que quer Mas o povo também quer o que

não sabe”

Capitulo 9: Cabeça aberta e coração a mil “No futuro você vai tocar Meu samba duro sem

querer”

Gil a mais

Depoimentos

Referências

“Na dimensão humana, das pessoas, dos homens, esses a quem a vida deu a possibilidade de especular sobre o significado dela, na vida desses homens há a dimensão individual – quem sabe de mim sou eu, aquele abraço –, que é a pessoa com seus próprios botões, preocupações, êxtases, lamúrias. A outra dimensão é a histórica, aquela que não pertence propriamente à pessoa: seu modo de criar, o jeito como é compreendido, aceito ou rejeitado pela sociedade. Mas são critérios da sociedade, não são suas coisas, é o jeito como o mundo o tem para si. Esse sou eu: eu, cá com meus botões de carne e osso, só eu posso pensar se Deus existe, coisas minhas que às vezes também torno públicas em minha carreira. O que sobra é o Gil do mundo, da História. Eu sou parcialmente gente e sou parcialmente ente.”

 

Mensagem de Gilberto Gil no final do seu

depoimento ao Museu da Imagem e do Som