Liberata: a lei da ambigüidade

Keila Grinberg · Capítulo 4 de 18

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Liberata: a lei da ambigüidade

Agradecimentos

 

A primeira versão deste texto foi apresentada como trabalho final do curso de graduação em História realizado no período de 1989 a 1993 na Universidade Federal Fluminense. Fruto de uma pesquisa de iniciação científica – orientada por Hebe Maria Mattos de Castro e patrocinada pelo CNPq –, desdobrou-se: de relatório passou a monografia, e agora se torna livro.

Seria mais do que injusto concebê-lo como um trabalho puramente individual. Foi o contato estabelecido nos tempos da UFF com professores e colegas (mais fora do que em sala de aula, é bem verdade) que permitiu a decisão final de investir no estudo da História e no exercício do magistério, ainda que ventos soprem contra.

Assim, devo mencionar Guilherme Pereira das Neves, que me ensinou a pesquisar e a gostar de ir a arquivos, e Mônica Grin, por não me deixar descansar, encorajando-me sempre. Martha Abreu contribuiu com importantes sugestões como leitora crítica da monografia e, junto com Sheila de Castro Faria, fez comentários sobre o texto em discussão no Laboratório de História Social das Américas. Théo Lobarinhas Piñero dissecou a versão posterior, abalando, como deve ser, minhas tênues certezas. O professor Lenine Nequete atendeu, mesmo à distância, às muitas solicitações.

Passei horas com amigos-colegas nas barcas, nas salas de aula, em bibliotecas ou em bares. Mariana Muaze, Mauro Cézar Coelho, Denílson Botelho, Jonas Wagman, Adriana Gurgel do Amaral suportaram constantes reclamações e manifestações de alegria. Com Lúcia Grinberg venho dividindo o sobrenome e tantas afinidades.

E por acreditar que sem viagens não há reflexão, meus companheiros de todas as viagens nesta também estiveram presentes: Si, Drica, Mirinha, Dani(s), Sheila, Karen, Martinha, Golda, Zé e Anita.

A família vem me aturando há mais tempo do que sou capaz de contar. O tio Alfredo mostrou-se o mais prestativo consultor em assuntos de informática, todas as vezes que o computador ameaçou um boicote.

Devo à Hebe de Castro – além da orientação na pesquisa e na elaboração da monografia – uma enorme paciência em ler, reler e comentar todas as versões do texto final. Mais do que suas observações minuciosas, a confiança e o entusiasmo demonstrados durante todo este tempo foram essenciais para que este trabalho se realizasse com tanto prazer.

Wanderley Guilherme dos Santos, ao incentivar-me a reescrever parte da monografia, carregou-a para fora dos limites da universidade. A ele devo esta publicação. À editora Relume-Dumará agradeço a aposta no texto. Ao Flávio Limoncic, aquilo tudo que nem é preciso escrever.

Este livro é dedicado aos meus avós, Luiz e Eva, Graça e Leo; e à Sussu.