Os Filhos de Anansi

Neil Gaiman · Capítulo 21 de 23

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Os Filhos de Anansi

Agradecimentos

 

PARA COMEÇAR,UM enorme buquê de flores para Nalo Hopkinson, que teve um cuidado especial com os diálogos caribenhos e não só me mostrou o que eu precisava alterar como também sugeriu maneiras de consertá-los. E mais outro para Lenworth Henry, que estava presente no dia em que inventei esta história, e cuja voz eu ouvia lá no fundinho da cabeça enquanto a escrevia (é por isso que adorei saber que ele iria narrar o audiolivro em inglês).

Como no meu último romance adulto, Deuses americanos, tive dois esconderijos para escrever Os filhos de Anansi. Comecei a escrevê-lo na casa de veraneio de Tori, na Irlanda, onde também o terminei. Ela é uma anfitriã muito simpática. Em determinado momento, quando os furacões permitiram, trabalhei na casa de praia de Jonathan e Jane, na Flórida. É uma boa coisa ter amigos com mais casas do que corpos, especialmente se eles gostam de partilhá-las. O restante eu escrevi na cafeteria perto de casa, e bebi xícaras e mais xícaras de um chá horroroso em uma demonstração bem patética de esperança superando a experiência.

Roger Forsdick e Graeme Baker me ofereceram seu tempo para responder minhas dúvidas sobre polícia, fraudes e tratados de extradição. Roger também me mostrou as celas, me convidou para jantar e leu o manuscrito final. Sou muito grato aos dois.

Sharon Stiteler esteve sempre atenta e garantiu que as aves corretas entrassem no livro, além de responder todas as minhas perguntas avícolas. Pam Noles foi a primeira a ler qualquer linha desta história, e suas reações me estimularam a seguir adiante. Uma pequena multidão me emprestou seus olhos, mentes e opiniões, entre elas Olga Nunes, Colin Greenland, Giorgia Grilli, Anne Bobby, Peter Straub, John M. Ford, Anne Murphy, Paul Kinkaid, Bill Stiteler e Dan e Michael Johnson. Qualquer fato ou opinião incorretos são de minha responsabilidade, e somente minha.

Agradeço também a Ellie Wylie; a Thea Gilmore; às sras. de Lakeside; à srta. Holly Gaiman, que aparecia para ajudar sempre que achava que eu precisava de uma filha sensata por perto; aos Petes da Hill House Publishers; a Michael Morrison, Lisa Gallagher, Jack Womack, Julia Bannon e Dave McKean.

Jennifer Brehl, minha editora na Morrow, foi a pessoa que me convenceu que a história que contei para ela durante um almoço daria um bom romance. Na época, eu não tinha muita certeza sobre o que seria meu próximo livro, e ela ouviu pacientemente quando liguei para ela uma noite e li o primeiro terço do livro. Só por essas coisas ela já devia ser canonizada. Jane Morpeth, da Headline, é o tipo de editora que os escritores torcem para conseguir se forem bonzinhos e comerem todas as verduras. Merrilee Heifetz, da Writers House, e sua assistente, Ginger Clark, e, no Reino Unido, Dorie Simmonds, são minhas agentes literárias. Tenho sorte por tê-las ao meu lado, e tenho consciência disso.

John Levin me mantém atualizado sobre o mundo do cinema. Minha assistente, Lorraine, me ajudou a continuar escrevendo e fez excelentes xícaras de chá.

Não acho que eu poderia ter escrito sobre Fat Charlie sem ter um ótimo e embaraçoso pai, além de ótimos e embaraçosos filhos. Um viva às famílias.

E um agradecimento final a algo que não existia quando escrevi Deuses

americanos: aos leitores do site www.neilgaiman.com, que sempre estiveram presentes quando eu precisava de alguma informação e que, até onde sei, juntando todos ali, sabem tudo o que há para saber.

— Neil Gaiman,

junho de 2005

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