10% Humano
Agradecimentos
Costumo argumentar que a ciência é a fonte mais fidedigna de ótimas e novas
histórias que o mundo tem a oferecer. O reconhecimento do papel
desempenhado por nossos 100 trilhões de micróbios em nossa saúde e felicidade
e o dano que estamos involuntariamente causando a eles é uma dessas histórias.
As reviravoltas da trama têm sido, e continuam sendo, reveladas e detalhadas por
centenas de cientistas, e sou grata a eles por me proporcionarem uma narrativa
tão rica e fascinante. Esforcei-me ao máximo por reproduzir suas descobertas
com fidelidade, e quaisquer erros são meus.
Dois cientistas que trouxeram contribuições notáveis à ciência da microbiota
ofereceram uma colaboração igualmente notável à minha pesquisa. Patrice Cani
e Alessio Fasano discutiram o trabalho deles, leram o meu livro e responderam às
minhas perguntas com entusiasmo e detalhes. Os agradecimentos especiais vão
para Derrick MacFabe, Emma Allen-Vercoe, Ted Dinan, Ruth Ley, Maria Gloria
Dominguez-Bello, Nikhil Dhurandhar, Daniel McDonald, Tony Walters, Garry
Egger e Alison Stuebe, que me deram uma ajuda enorme, oferecendo-me um
tempo de que mal dispunham. Sou grata também a Gita Kasthala, David
Margolis, Stuart Levy, Jennie Brand-Miller, Tom Borody, Peter Turnbaugh,
Rachel Carmody, Fredrik Bäcked, Paul O’Toole, Lita Proctor, Mark Smith, Lee
Rowen, Agnes Wold, Erin Bolte, Eugene Rosenberg, Franz Bairlein, Jasmina
Aganovic, Jeremy Nicholson, Alexander Khoruts, Maria Carmen Collado,
Richard Atkinson, Richard Sandler, Sam Turvey, Curtis Huttenhower, Petra
Louis, Sydney Finegold e William Parker, que leram rascunhos, responderam a
perguntas e se entusiasmaram com 10% humano. Também quero agradecer aos
muitos cientistas pesquisadores a cujo trabalho fiz referência, sem, no entanto,
mencioná-los pelo nome. Agradeço imensamente a Ellen Bolte pelas muitas
horas de conversas e por compartilhar a história de Andy – Ellen, você é uma
inspiração. E agradecimentos enormes para Peggy Kan Hai, por me deixar
compartilhar sua história e ser sempre tão positiva.
Sou extremamente grata à maravilhosa equipe da HarperCollins dos dois
lados do Atlântico. Arabella Pike e Terry Karten mostraram um grande
entusiasmo desde o princípio e entenderam que 10% humano era um livro sobre
humanidade, não (apenas) sobre micróbios – Obrigada. Obrigada também a Jo Walker, Kate Tolley, Katherine Patrick, Matt Clacher, Joe Zigmond, Katherine
Beitner, Steve Cox e Jill Verrillo. Agradeço imensamente ao meu agente Patrick
Walsh, cujo encorajamento me manteve no rumo, e à equipe na Conville &
Walsh, particularmente a Jake Smith-Bosanquet, Alexandra McNicoll, Emma
Finn, Carrie Plitt e Henna Silvennoinen, cujos e-mails muitas vezes fizeram
minha semana valer a pena. Obrigada aos criadores da Scrivener, que de algum
modo me possibilitaram habitar o livro enquanto ele crescia.
Obrigada ao grupo Ampthill Writers, particularmente a Rachel J. Lewis,
Emma Riddell e Philip Whiteley, por me fazerem sair de casa ao menos uma vez
por mês. Aos meus amigos, obrigada por entenderem minha ausência e me
contatarem com persistência. Ao professor Watson e à senhorita Adenine,
obrigada pelo estímulo intelectual. A Jen Crees – meu colega de escritório virtual
–, obrigada mais uma vez pelas discussões instigantes e pelos feedbacks positivos
nos estágios iniciais. Obrigada aos meus pais, que ficaram ao meu lado durante
meus problemas de saúde e nunca duvidaram de mim, e em particular à minha
mãe por ouvir os incessantes esboços de estruturas possíveis. Obrigada
especialmente ao meu melhor amigo e irmão mais velho, Matthew Maltby,
exímio contador de histórias, por investir tanto tempo e continuar me contando
a verdade, apesar da minha reação. Finalmente, obrigada a Ben, por sua fé
inabalável em mim e por lidar de modo tão receptivo com a transição dos fatos
sobre morcegos pela manhã aos fatos sobre micróbios à noite.