A Abadia de Northanger

Jane Austen · Capítulo 16 de 66

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A Abadia de Northanger

Capítulo 15

Cedo, no dia seguinte, um a m ensagem de Isabella, falando de paz e de

ternura em cada linha e rogando a im ediata presença de sua am iga, sobre um a questão de extrem a im portância, apressou Catherine, no m ais feliz estado de confiança e curiosidade, para Edgar’s Buildings. As duas senhoritas Thorpe m ais novas estavam sozinhas na sala e, logo que Anne saiu para cham ar Isabella, Catherine aproveitou a oportunidade para perguntar à outra irm ã por alguns detalhes da viagem do dia anterior. Maria não desej ava m aior prazer do que falar sobre ela, e Catherine logo soube que foi, no todo, o m ais prazeroso plano do m undo, que ninguém poderia im aginar com o tinha sido encantador e delicioso. Tais foram as inform ações dos prim eiros cinco m inutos. Os seguintes revelaram m uito m ais detalhes, pois eles foram diretam ente ao Hotel York, tom aram um pouco de sopa, encom endaram um j antar antecipado, cam inharam até a casa de bom bas, provaram a água, e gastaram alguns xelins em bolsas e varas. Daí seguiram para tom ar sorvete em um a confeitaria e, apressando-se de volta ao hotel, engoliram apressadam ente o j antar para evitar que ficassem no escuro. Então tiveram um a viagem deliciosa de volta, só que a lua não apareceu e choveu um pouco e o cavalo do senhor Morland estava tão cansado, que m al podia continuar.

Catherine ouvia com sincera satisfação. Parecia que Blaize Castle

nunca tinha sido visitado e, quanto a todo o resto, não havia nada para se arrepender por m eio instante. As inform ações de Maria term inaram com um a terna efusão de pena pela sua irm ã Anne, a quem ela dem onstrou um peso insuportável por ter sido excluída do grupo.

“Ela nunca m e perdoará, estou certa. Mas, você sabe, com o eu poderia

evitar isso? John m e obrigou a ir, pois ele prom eteu que não a levaria porque ela tem tornozelos finos. Ouso dizer que ela não estará de bom hum or novam ente neste m ês. Mas estou determ inada a não carregar um a cruz. Não é um a pequena coisa que m e tira do sério”.

Isabella então entrou na sala com passos tão ansiosos e um olhar de tal

feliz im portância, que atraiu toda a atenção de sua am iga. Maria foi dispensada sem cerim ônia, e Isabella, abraçando Catherine, assim com eçou: “Sim , m inha querida Catherine, assim é, de fato. Sua perspicácia não a enganou. Oh! Estes seus olhos que não perdem nada! Eles veem através de tudo”.

Catherine respondeu apenas com um olhar de intrigada ignorância. “Não, m inha am ada, m ais doce am iga”, continuou a outra,

“com ponha-se. Estou surpreendentem ente agitada, com o pode perceber. Vam os nos sentar e conversar confortavelm ente. Bem , então você adivinhou no m om ento em que leu m inha m ensagem ? Criatura astuta! Oh! Minha querida Catherine, só você, que conhece m eu coração, pode j ulgar m inha felicidade agora. Seu irm ão é o m ais encantador dos hom ens. Apenas desej o que eu o m erecesse m ais. Mas o que seus excelentes pais dirão? Oh! Céus! Quando penso neles fico tão agitada!”

O entendim ento de Catherine com eçou a despertar. Um a ideia da

verdade logo foi lançada pela sua m ente e, com o corar natural de um a em oção tão nova, ela exclam ou, “Pelos céus! Minha querida Isabella, o que você quer dizer? Você – você está realm ente apaixonada por Jam es?”

Por esta ousada prem issa, porém , ela logo soube que tinha

com preendido apenas m etade do acontecim ento. A ansiosa afeição, da qual ela foi acusada de ter continuam ente observado em cada olhar e ação de Isabella, teve, no decorrer da viagem do dia anterior, recebida a deliciosa confissão de um am or igual. Seu coração e sua lealdade j á estavam igualm ente com prom etidos para Jam es. Nunca Catherine escutou algo com tanto interesse, m aravilha e alegria. Seu irm ão e sua am iga, com prom etidos! Nova para tais circunstâncias, sua im portância parecia m aior que as palavras, e ela o considerava com o um daqueles grandes eventos, dos quais o curso norm al da vida m al pode proporcionar um retorno. Ela não poderia expressar a força de seus sentim entos. Sua natureza, porém , satisfazia sua am iga. A felicidade de ter tal irm ã foi a sua prim eira efusão, e as belas dam as se uniram em abraços e lágrim as de alegria.

Deliciando-se, porém , com o sinceram ente estava Catherine com a

perspectiva de tal união, deve-se reconhecer que Isabella a ultrapassou em m uito em ternas expectativas. “Você será infinitam ente m ais cara para m im , m inha Catherine, do que tanto Anne ou Maria: sinto que m e ligarei m uito m ais à m inha querida fam ília Morland do que à m inha própria”.

Esta era um a prom oção de am izade que ia além de Catherine. “Você é tão parecida com seu querido irm ão”, continuou Isabella, que

eu bem m e apaixonei por você no prim eiro m om ento em que a vi. Mas isso é sem pre assim , com igo. O prim eiro m om ento determ ina tudo. O prim eiro dia em que Morland nos visitou, no Natal, o prim eiro m om ento em que o vi, m eu coração tinha ido, irrecuperavelm ente. Lem bro que usei m eu vestido am arelo, com m eu cabelo trançado. Quando cheguei à sala de estar, John m e apresentou a ele, e pensei nunca ter visto alguém tão bonito antes”.

Aqui, Catherine reconheceu secretam ente o poder do am or, pois,

em bora excessivam ente apaixonada por seu irm ão, e parcial a todos os seus dotes, ela nunca em sua vida o achara bonito.

“Tam bém m e lem bro que a senhorita Andrews tom ou chá conosco

naquela noite, e usava seu vestido de seda fina castanho-escuro. Ela parecia tão divina que pensei que seu irm ão certam ente se apaixonaria por ela. Não pude dorm ir nem um a piscada direito por pensar nisso. Oh! Catherine, as m uitas noites insones que tive por causa de seu irm ão! Não queria que você sofresse m etade do que sofri! Fiquei desgraçadam ente m agra, disso eu sei. Mas não a incom odarei ao descrever m inha ansiedade. Você j á viu o bastante. Sinto que m e traio continuam ente, tão desprotegida ao falar de m inha inclinação pela igrej a! Mas sem pre estive certa de que m eu segredo estaria seguro com você”.

Catherine sentiu que nada poderia estar m ais seguro. Mas,

envergonhada de um a pouco esperada ignorância, ela não ousou m ais contestar seu argum ento, nem recusar ter sido de profunda perspicácia, e a afetuosa e fraterna sim patia escolhida por Isabella. Seu irm ão, ela descobriu, estava se preparando para partir a toda velocidade até Fullerton para com unicar sua situação e pedir consentim ento e, aqui, havia algum a real agitação na m ente de Isabella. Catherine tentou convencê-la, com o ela sem pre se convencia, de que seu pai e sua m ãe nunca se oporiam aos desej os de seu irm ão. “É im possível”, ela disse, “que pais sej am m ais bondosos ou m ais desej osos de felicidade para seus filhos; não tenho dúvidas de que consentirão im ediatam ente”.

“Morland diz exatam ente a m esm a coisa”, replicou Isabella; “e, ainda,

não ouso esperar por isso. Minha fortuna será tão pequena. Eles nunca consentirão com isso. Seu irm ão, ele poderá se casar com quem quiser!”

Aqui, Catherine novam ente discerniu a força do am or. “De fato, Isabella, você é m uito hum ilde. A diferença de fortuna não

pode influenciar nada”.

“Oh! Minha doce Catherine, em seu generoso coração, sei que isso não

influenciaria em nada, m as não devem os esperar por tal desinteresse em m uitos. Quanto a m im m esm a, estou certa de que queria apenas que nossas situações fossem inversas. Tivesse eu o poder de m ilhões, fosse eu a dona de todo o m undo, e seu irm ão seria m inha única escolha”.

Este sentim ento encantador, recom endado tanto pelo sentido quanto

pela novidade, deu a Catherine um a lem brança bem agradável de todas as heroínas que ela conhecia e achou que sua am iga nunca se aparentou m ais am ável do que ao exprim ir a grande ideia. “Estou certa de que consentirão”, era sua declaração frequente. “Estou certa de que ficarão felizes com você”.

“De m inha própria parte”, disse Isabella, “m eus desej os são tão

m oderados que a m enor renda na natureza seria suficiente para m im . Quando as pessoas são realm ente ligadas, a pobreza em si m esm a é riqueza. Detesto a grandeza. Não poderia m e instalar em Londres por nada no universo. Um a cabana em algum a vila afastada seria o êxtase. Há algum as vilas encantadoras perto de Richm ond”.

“Richm ond!”, exclam ou Catherine. “Você deve se instalar perto de

Fullerton. Você deve ficar perto de nós”.

“Estou certa de que ficaria m uito triste se não ficarm os. Se eu puder

ficar perto de você, deverei ficar satisfeita. Mas isso é conversa fiada! Não m e perm itirei pensar em tais coisas até que tenham os a resposta de seu pai. Morland diz que, ao enviá-la à noite, para Salisbury, poderem os tê-la am anhã. Am anhã? Sei que nunca terei coragem de abrir a carta. Sei que será a m inha m orte”.

Um devaneio seguiu-se a esta convicção e, quando Isabella falou

novam ente, foi para decidir a qualidade de seu vestido de núpcias.

A conversa foi encerrada pelo próprio ansioso j ovem am ante que veio

dar seu suspiro de adeus antes de partir para Wiltshire. Catherine quis felicitá-lo, m as não soube o que dizer e sua eloquência estava apenas em seus olhos. Deles, porém , as oito partes do discurso brilharam m uito expressivam ente e Jam es poderia com biná-las com facilidade. Im paciente pela realização do que ele esperava em casa, seu adeus não foi longo, e seria ainda m ais curto se ele não fosse constantem ente detido pelos urgentes pedidos de sua bela para que ele se fosse. Duas vezes ele foi cham ado quase da porta, pela ansiedade dela em que ele partisse. “De fato, Morland, tenho de levá-lo. Considere o quanto você terá de cavalgar. Não posso suportar ver que você se dem ora tanto. Pelo am or de Deus, não perca m ais tem po. Eis, vá, vá. Insisto nisso”.

As duas am igas, com os corações agora m ais unidos do que nunca, não

se separaram durante o dia e, em form a de felicidade fraterna, as horas voaram . A senhora Thorpe e seu filho, que sabiam de tudo e que pareciam apenas desej ar o consentim ento do senhor Morland, a considerar que o com prom etim ento de Isabella era a circunstância m ais afortunada para sua fam ília, foram perm itidos a agregar seus conselhos e a acrescentar sua cota de olhares significativos e expressões m isteriosas para preencher a m edida de curiosidade que se levantaria das irm ãs m ais novas e não privilegiadas. Aos sentim entos sim ples de Catherine, este estranho tipo de reserva não parecia nada bondoso, nem sustentável consistentem ente. Para sua inj ustiça, ela m al teria se contido de apontar, se não fosse sua inconsistência m enos am iga. Mas Anne e Maria logo deixaram seu coração tranquilo pela sagacidade de seus “eu sei o que é”. A noite se passou em um tipo de guerra de tiradas, um a exibição de engenhosidade fam iliar: em um lado, no m istério de um segredo afetado, no outro, de descoberta indefinida, todos igualm ente agudos.

Catherine estava com sua am iga novam ente no dia seguinte, tentando

segurar seu hum or e preencher as m uitas horas de tédio antes da entrega das cartas. Um esforço necessário, pois, assim que a hora de um a expectativa razoável se aproxim ava, Isabella se tornava m ais e m ais apática e, antes de a carta chegar, decaiu em um estado de verdadeira agonia. Mas quando a carta chegou, em que lugar poderia ser encontrada a agonia? “Não tive dificuldade em conquistar o consentim ento de m eus bons pais, e m e prom eteram que farão tudo o que estiver ao alcance deles para adiantar m inha felicidade”, foram as três linhas iniciais e, em um m om ento, tudo foi alegre segurança. O m ais radiante brilho instantaneam ente se espalhou pelos traços de Isabella, toda a preocupação e ansiedade pareciam rem ovidas, seu hum or dem asiadam ente alto, m ais um a vez, para ser controlado, e ela se nom eou, sem escrúpulos, a m ais feliz das m ortais.

A senhora Thorpe, com lágrim as de alegria, abraçou sua filha, seu

filho, sua visita, e poderia ter abraçado m etade dos habitantes de Bath com satisfação. Seu coração transbordava de ternura. Era “querido John” e “querida Catherine” a cada palavra; “querida Anne e querida Maria” foram feitas im ediatam ente receptoras da felicidade delas e duas “queridas” de um a vez, antes do nom e de Isabella, não foram m ais que aquela am ada filha tinha agora ganhado. O próprio John não se acanhou em alegria. Ele não apenas depositou sobre o senhor Morland a alta recom endação de ser um dos m elhores am igos no m undo, m as proferiu m uitas sentenças em seu elogio.

A carta, em que se j orrava toda esta felicidade, era curta, contendo

pouco m ais do que esta garantia de êxito, e todos os detalhes foram adiados até que Jam es pudesse escrever novam ente. Mas, pelos detalhes, Isabella bem que poderia esperar. O necessário estava na prom essa do senhor Morland. Sua honra foi com prom etida para tornar tudo fácil. Sobre os m eios com o a renda deles iria ser form ada, se algum a propriedade iria ser herdada, ou algum dinheiro poupado iria ser oferecido, era um a questão na qual seu espírito desinteressado não tinha preocupação. Ela sabia o suficiente para se sentir segura de um estabelecim ento honrável e rápido, e sua im aginação fez um rápido voo sobre as felicidades relativas a isso. Ela se via, ao fim de poucas sem anas, sendo olhada e adm irada por todos com o novo relacionam ento em Fullerton, sendo invej ada por toda qualquer valiosa velha am iga em Putney, se via em um a carruagem ao seu dispor, um novo nom e em seus bilhetes e um a brilhante exibição de anéis em seu dedo.

Quando o conteúdo da carta foi averiguado, John Thorpe, que apenas

esperava pela sua chegada para com eçar sua j ornada até Londres, preparou-se para partir. “Bem , senhorita Morland”, ele disse, ao encontrá-la sozinha na sala, “vim pedir-lhe seu adeus”. Catherine desej ou-lhe um a boa viagem . Sem parecer ouvi-la, ele cam inhou até a j anela, m exeu nela, cantarolou e pareceu totalm ente absorto.

“Você não se atrasará, j á que vai a Devizes?”, perguntou Catherine. Ele

não respondeu m as, depois do silêncio de um m inuto, irrom peu com um “Um a ótim a coisa, este plano de casam ento, pela m inha alm a! Bela fantasia de Morland e de Belle. O que acha disso, senhorita Morland? Eu digo que não é um a m á ideia”.

“Estou certa de que é um a ideia m uito boa”.

“Você acha? Que honesto, pelos céus! Estou feliz que não sej a inim iga

de m atrim ônios. Você j á ouviu aquela velha canção, ‘Ir a um casam ento traz outro’?”

“Sim ; prom eti a sua irm ã estar com ela, se possível”. “Então, você sabe” – dando voltas e forçando um riso tolo – “eu digo, sabe que poderíam os testar a veracidade desta m esm a velha canção”.

“Podem os? Mas eu nunca canto. Bem , desej o-lhe um a boa viagem .

Jantarei com a senhorita Tilney hoj e, e devo voltar para casa”.

“Não, m as para quê tanta pressa e confusão. Quem sabe quando

estarem os j untos novam ente? Eu só devo voltar ao fim de um a quinzena, e que quinzena longa e dem oníaca será para m im ”.

“Então, por que vai ficar longe por tanto tem po?”, replicou Catherine,

sabendo que ele aguardava um a resposta.

“Isso é m uito bondoso de sua parte. Bondoso e de boa natureza. Não m e

esquecerei disso tão rápido. Mas você tem m elhor natureza e tudo isso do que qualquer alm a, acredito. Um a quantidade enorm e de boa natureza, e não é apenas boa natureza, m as você tem tanto, tanto de tudo. Então, você tem tanto! Pela m inha alm a, não conheço ninguém com o você”.

“Oh, m eu caro, há tantas pessoas com o eu, ouso dizer! Só que m uito

m elhores. Bom dia para você”.

“Mas eu digo, senhorita Morland, devo visitar e prestar m eus respeitos

em Fullerton em breve, se não for desagradável”.

“Por favor, faça isso. Meu pai e m inha m ãe ficarão felizes em vê-lo”. “E eu espero. Espero, senhorita Morland, que você não lam ente por m e

ver”.

“Oh, querido, de m aneira algum a. Há bem poucas pessoas que eu

lam entaria ver. Ter com panhia é sem pre divertido”.

“Assim penso eu. Dê-m e um pouco de alegre com panhia, deixe-m e

apenas ter a com panhia de quem eu am o, deixe-m e estar apenas onde eu gosto e com quem eu gosto, e o dem ônio faz o resto, eu digo. E estou sinceram ente feliz por ouvir você dizer o m esm o. Mas tenho um a ideia, senhorita Morland, que nós som os bem parecidos nessas questões”.

“Talvez sej am os, m as é m ais do que j á pensei sobre isso. E quanto aos

dem ais assuntos, para dizer a verdade, não há m uitos dos quais eu tenha um a ideia form ada”.

“Por Júpiter, não m ais que eu. Não é m eu j eito perturbar m eus m iolos

com o que não m e preocupa. Minha ideia das coisas é bem sim ples. Deixe-m e apenas ficar com a garota que eu gosto, eu digo, com um a casa confortável sobre m inha cabeça, e o que tenho m ais com que m e preocupar? A fortuna não é nada. Estou certo de que terei um a boa renda. E, se ela não tiver um centavo, ora, tanto m elhor”.

“Bem verdade. Acho que você vai gostar de lá. Se houver um a boa

fortuna de um lado, pode não haver ocasião por ela, no outro. Não im porta quem a tenha, im porta que sej a suficiente. Odeio a ideia de procurar um a grande fortuna por outra. E, casar por dinheiro, acho que é a coisa m ais desagradável na existência. Bom dia. Ficarem os m uito contentes em vê-lo em Fullerton, sem pre que for conveniente”. E ela se foi. Não estava no poder da galanteria dele detê-la por m ais tem po. Com tais novas para com unicar, e com tal visita para se preparar, sua partida não deveria ser atrasada por nada na natureza, que ele im pusesse. Ela se apressou, deixando-o com a sólida consciência de sua própria abordagem feliz e do explícito encoraj am ento dela.

A agitação que ela viveu ao saber prim eiro do com prom isso de seu

irm ão a fez esperar não m enor em oção no senhor e na senhora Allen, com com unicação do m aravilhoso evento. Com o foi grande seu desapontam ento! O im portante caso, que foi conduzido por m uitas palavras de preparação, foi previsto por am bos desde a chegada do irm ão dela. Tudo o que sentiram na ocasião coube no desej o pela felicidade do j ovem casal, com um a observação, da parte do cavalheiro, a favor da beleza de Isabella e, da dam a, pela grande sorte de Isabella. Para Catherine, foi a m ais surpreendente insensibilidade. A revelação, porém , do grande segredo de Jam es ir até Fullerton no dia anterior, suscitou algum a em oção na senhora Allen. Ela não podia ouvir aquilo com perfeita calm a, m as repetidam ente lam entou a necessidade de ter sido oculto, desej ou ter sabido da intenção dele e desej ou tê-lo visto antes que ele partisse, pois ela certam ente o teria incom odado com saudações para seu pai e sua m ãe, e seus m elhores cum prim entos para todos os Skinners.