A hora do crime

Francisco Luís Coutinho de Miranda · Capítulo 7 de 26

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A hora do crime

Izabel

Vae, vae, meu querido; e oxalá que essa viajem do rei novo me não fira de morte o coração, onde se abriga um tão grande amor por ti! Escreve-me, Martinez; escreve-me de todos os pontos onde descançares! Olha que se me parte o coração n'esta despedida!

 

MARTINEZ

Socega e espera! Se Deus quiz que nos amassemos tanto, não foi de certo para nos fazer infelizes! ( Abraçam-se.--Martinez sae pelo fundo. )