Caracteres
Notas
(1) – Essas m arcas, atualm ente inúteis, foram suprim idas.
(2) – Apesar de o considerarem apenas um hom em que se lim itou a escrever.
(3) – É provável que La Bruy ère se referisse a Charles Perrault, da Academ ia Francesa, que acabava de publicar o seu “Paralelo dos antigos e m odernos”.
(4) – Boileau e Racine.
(5) – Apesar da coleção de cartas de Mm e. de Sévigné só ter sido publicada m uito depois da m orte de La Bruy ère, o m anuscrito circulava de m ão em m ão. Daí concluir-se que La Bruy ère se refira a Mm e. de Sévigné.
(6) – Nicole e Malebranche.
(7) – O Herm es Galante, por De Visé. No prefácio do discurso de recepção na Academ ia Francesa, La Bruy ère disse que sem pre evitara as alusões diretas a ponto de em pregar, às vezes, letras de significado vago e incerto. Eis um exem plo. O H. G. é para despistar leitores curiosos.
(8) – Lulli, sua escola, sua fam ília.
(9)-(10) – “Berenice”, de Corneille e outra de Racine, “Penélope” do padre Genest.
(11) – Lugar de caçada no bosque de Chantilly.
(12) – Refeição m uito engenhosa servida no labirinto de Chantilly.
(13) – Sedição, desfecho vulgar das tragédias.
(14) – Parece que La Bruy ère se refere a um a com édia de Baron: “L’hom m e a bonnes fortunes”.
(15) – Presum e-se que La Bruy ère se referisse às obras de j esuítas e j ansenistas.
(16) – Afirm a-se que La Bruy ère se referia a Varilas, historiador am eno m as inexato, e Handburgh (padre), de quem Mm e. de Sévigné dizia: “Il a ram assé le délicat des m auvaises ruelles”.
(17) – Vignon, Colasse e Pradon.
(18) – Em algum as edições vem escrito Bégnine. Trata-se de Bossuet.
(19) – Ágata.
(20) – Parece tratar-se do príncipe de Condé. La Bruy ère, educador do neto desse príncipe, devia dedicar altos elogios ao avô do seu discípulo.
(21) – Filhos, netos, nascidos de reis.
(22) – La Bruy ère criticava, com esses nom es supostos, as m ulheres da alta sociedade que j á no seu tem po “disputavam escandalosam ente” o am or de com ediantes, dançarinos e m úsicos, com o Baron, Pécourt e outros.
Essa circunstância, hoj e perfeitam ente natural, era escandalosa naquele tem po em que essa gente era considerada gente a parte.
(23) – Monthoron, ou Montauron, tesoureiro do rei, o m esm o a quem Corneille dedicou a Cinna, com parando-o a Augusto...
D’Hém ery, ou Ém ery, filho de um cam ponês, protegido de Mazarino, foi superintendente das Finanças.
(24) – Monthauron, funcionário do Tesouro. D’Hém ery, antigo superintendente das Finanças.
(25) – Sem dizer: Senhor.
(26) – Pessoas que afetam grande pureza de linguagem .
(27) – Im itado de Montaigne.
(28) – As preciosas e seus alcoviteiros.
(29) – Era o que fazia, segundo se diz, o m arechal de Richelieu, que estropiava o nom e de toda a gente, inclusive de seus colegas da Academ ia Francesa.
(30) – Henrique o Grande.
(31) – Filósofo e poeta trágico.
(32) – Da igrej a.
(33) – Convite para enterro.
(34) – Havia um sistem a de arrendam ento de terras com esse nom e.
(35) – Descartes, vitim a das perseguições dos poderosos do seu tem po, aos quais a sua ciência desagradava, teve de em igrar para a Suécia, onde m orreu, La Bruy ère, grifando as palavras “m orreu na Suécia” quis, evidentem ente, acentuar essa circunstância.
(36) – Ver as relações do reino de Siam .
(37) – O Cais de S. Bernardo.
(38) – Nesse tem po os hom ens iam tom ar banho no Sena em certa época do ano e as m ulheres iam passear por lá.
(39) – Distintivo dos filhos segundos nos escudos.
(40) – Cy rano.
(41) – Saint-Storlin.
(42) – Assento suplem entar que se arm ava na carruagem quando a lotação estava com pleta.
(43) – Versalhes. Na prim eira edição de seu livro La Bruy ère não indicou nem a inicial.
(44) – Estandarte dos antigos reis franceses.
(45) – Queim ado há vinte anos.
(46) – Alfaiate da Delfina: enlouqueceu, e louco, continuava na Corte, onde assistia à toalete da Delfina.
(47) – La Bruy ère im ita aqui o estilo de Montaigne.
(48) – Parece que se trata do padre Choisy.
(49) – A corte.
(50) – A corte.
(51) – Trata-se do duque de Lauzan.
(52) – Parece que se trata do padre Roquette, bispo de Autun, que tinha a m ania de m andar nos nobres.
(53) – Quem vulgarizou essa palavra foi Boileau, referindo-se a três nobres que usavam e abusavam dos vinhos produzidos nas encostas (coteaux) perto de Reim s.
(54) – Lacaio de grande força que os antigos nobres usavam para m andar espancar seus desafetos. Espécie de “capanga”.
(55) – Lugar onde se encontram em Paris algum as pessoas decentes para conversar.
(56) – V. Versalhes. F. Fontainebleau.
(57) – O cavaleiro de Soy ecour, cuj o irm ão m orrera na batalha de Fleurus, em Julho de 1690, m orreu três dias depois do irm ão em virtude de ferim entos recebidos nessa m esm a batalha.
(58) – Olivier Le Daim , filho de um cam ponês da Flandres, a princípio barbeiro de Lutz XI, depois seu principal m inistro, foi enforcado em 1848, no com eço do reinado de Carlos VIII — Jaques Coeur, rico e fam oso negociante, tornou-se tesoureiro de Carlos VIII, que acabou por sacrificá-lo a um a intriga da corte.
(59) – Tekeli, nobre húngaro, levantou o estandarte da revolta contra o im perador, e fez trem er seu senhor em Viena. Morreu quase esquecido em 1705, perto de Constantinopla.
(60) – Toneletes — essa parte da vestim enta antiga constituía um com plem ento do vestuário dos atores trágicos em cena.
(61) – Parece que se trata do retrato de Luiz XIV.
©2012 — Ridendo Castigat Mores
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Novem bro 2012
ÍNDICE
Biografia do autor
Prefácio
Das Obras do Espírito
Do Mérito Pessoal
Das Mulheres
Do Coração
Da Sociedade e da Conversação
Dos Bens de Fortuna
Da Cidade
Da Corte
Dos Nobres
Do Soberano ou da República
Notas