Dinâmicas e suportes para conhecer, reconhecer e integrar saberes em Comunicação e Educação

Eliana Nagamini, Ana Luisa Zaniboni Gomes (orgs.) · Capítulo 23 de 23

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Dinâmicas e suportes para conhecer, reconhecer e integrar saberes em Comunicação e Educação

Sobre as organizadoras

 

Eliana Nagamini

 

Bacharel em Letras e Mestre em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (USP), Doutora em Ciências da Comunicação, pela Escola de Comunicação e Artes (USP). Atua nas áreas de Letras, Comunicação e Educação, desenvolvendo pesquisas sobre linguagens e adaptações de obras literárias para o cinema e para a televisão. Autora do livro Literatura, Televisão, Escola. Estratégias para leitura de adaptações (Cortez). Docente no curso de Automação de escritórios e secretariado da Faculdade de Tecnologia São Paulo, do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza. Docente no curso de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero. Coordenadora do GP Comunicação e Educação, Intercom, 2014-2016.

 

Ana Luisa Zaniboni Gomes

 

Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP), é jornalista profissional e diretora da OBORÉ Projetos Especiais desde 1995. Especialista em Gestão da Comunicação e Doutora em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), sua atuação está focada nas interfaces sociais da Comunicação, especialmente no diálogo com as políticas públicas como Educação, Saúde, Cultura e Direitos Humanos. Atualmente, é pesquisadora bolsista do Programa Nacional de Pós-Doutoramento (PNPD) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) na ECA/USP.

Notas

 

Educomunicação e práticas

 

pedagógico-comunicacionais da

 

avaliação formativa no Ensino Básico

 

1. Doutora em Comunicação e Educação/Ciências da

Comunicação, pela ECA-USP. E-mail:

luferraz.demello@gmail.com.

↩

2. Trecho retirado do material desenvolvido pela SME-SP, em

1992, sob o título Projeto Gênese – A Informática Chega ao Aluno da Escola Pública Municipal, disponível para acesso no

link: <http://issuu.com/iesme/docs/historico_2?

e=5210261/2878575>.

↩

3. Ecossistema Educomunicativo: ambiente educacional — formal,

não formal e informal — mediado por tecnologias da informação e comunicação se edifica por meio de ações de protagonismo dos sujeitos da educação, principalmente dos discentes envolvidos, estruturadas no diálogo enquanto pensar juntos, a partir de um consistente e intenso processo comunicativo de escuta, reflexão e devolutivas entre seus participantes com foco principal na construção e fortalecimento do conhecimento e pensamento crítico acerca do tema trabalhado, para a formação de cidadãos empoderados, ativos e propositivos (MELLO, 2016, p. 85).

↩

Comunicação e Educação: bases

 

epistemológicas fundamentadas na

 

perspectiva dialógica de Paulo Freire

 

1. Graduado em Comunicação Social pelas Faculdades

Integradas Hélio Alonso (1995). Mestre (2006) e doutor (2011) em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Editor de texto em TV e produções independentes desde 1993. Exerce o cargo de professor adjunto no Departamento de Jornalismo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e coordena o Laboratório de Vídeo da Faculdade de Comuni- cação Social da mesma instituição.

↩

2. Doutora e mestre em Educação pela UFRN. Especialista em

Cinema (UFRN). Graduada em Comunicação pela UFRN e em Pedagogia pela Universidade Potiguar (UNP).

↩

3. Graduada em Comunicação Social (1993), especialista em

Artes Visuais (2011), mestre (2002) e doutora em Educação (2009) pela UFRN. Roteirista e diretora de programas educativos e culturais. Atuou como diretora da FM Universitária, atualmente trabalha na Superintendência de Comunicação da UFRN. É também aluna regular do curso de Pedagogia dessa mesma instituição.

↩

 

A travessia de Jorge Huergo pelo

 

território da Comunicação/Educação

 

1. Professora doutora do curso de Jornalismo da Universidade

Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). E-mail:

rose.pinheiro@ufms.br.

↩

2. Fue profesor en Filosofía y Pedagogía y Magíster en

Planificación y Gestión de la Comunicación. Fue profesor Titular, Investigador Categoría I y Director del Centro de Comunicación y Educación de la Universidad Nacional de La Plata. Fue Docente en Maestrías y Doctorados de diferentes Universidades de Argentina y América Latina. Fue Director de Educación Superior de la Provincia de Buenos Aires y Miembro pleno de la Asamblea del Institutos de Cultura Popular (INCUPO).

↩

3. O trabalho completo, intitulado “A Educomunicação nos centros

de pesquisa do país: um mapeamento da produção acadêmica, com ênfase à contribuição da ECA/USP na construção do campo”, está disponível na Biblioteca Digital da Universidade de São Paulo (USP):

<http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27154/tde-

27022014-111812/pt-br.php>.

↩

4. <http://www.revistanodos.com.ar/>.

↩

5. <http://jorgehuergo.blogspot.com.br/>.

↩

6. “Hacia una Genealogia de Comunicació/Educación. Rastreo de

algunos anclajes político-culturales”, 2005. Disponível em:

<http://comeduc.blogspot.com.br/>.

↩

7. Ver: MARCUSE, Herbert. Tolerância Repressiva. In: WOLFF,

Moore; MARCUSE, Herbert. Crítica da tolerância pura. Rio de Janeiro: Zahar, 1970. Segundo o conceito, a tolerância é repressiva porque tem o propósito de servir para abafar as dissidências favorecendo a manutenção do status quo de desigualdade e discriminação. Somente os intolerantes têm o poder de romper com esse sistema.

↩

8. En este sentido, Eliany Salvatierra (del Grupo de

Educomunicación de la Universidad de Sao Paulo) expresa:

“Foi através do seu trabalho que percebi que um projeto neo-liberal de introduzir os recursos tecnológicos desviou os pressupostos fundantes do campo da Comunicação/Educação. Ou seja, na medida que assumimos a defesa da entrada dos recursos tecnológicos ou do uso dos meios de comunicação, em processos educativos, “podemos” colaborar com uma tecnologização do ensino no lugar de trabalhar o processo libertador que o ensino pode oferecer” (Setembro de 2010).

↩

 

Uma proposta de metodologia

 

interdisciplinar no ensino da

 

Comunicação Social

 

1. Doutora em Educação, professora do Curso de Comunicação

Social (Rádio e TV) da Universidade Estadual de Santa Cruz

(UESC). E-mail: rvargollo@yahoo.com.br.

↩

2. Doutora em Educação, professora do Curso de Comunicação

Social (Rádio e TV) da UESC. E-mail: bete_vilas@hotmail.com.

↩

3. Doutora em História e Comunicação no Mundo

Contemporâneo, professora do Curso de Comunicação Social

(Rádio e TV) da UESC. E-mail: vcalmeida@uesc.br.

↩

 

A audiência protagonista e os

 

pressupostos da Educomunicação:

 

reflexões epistemológicas

 

1. Professor assistente na Universidade Federal de Campina

Grande, PB. Doutorando em Ciências da Comunicação na

Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Pesquisador vinculado ao Núcleo de Comunicação e Educação da ECA-USP desde 2009. E-mail:

clmessias@usp.br.

↩

2. Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da

Comunicação.

↩

3. Concepção de Pierre Bourdieu (1990) sobre a hegemonia a

partir das funções do Estado, segundo a qual Estado distingue-se de governo por, respectivamente, ser uma instituição destinada a servir o bem comum e o governo, o bem do povo. Logo, Estado e governo confundem-se enquanto partes comuns de mercado do consumo e Igreja, ora blindando, ora aderindo tais partes igualmente dominadoras.

↩

4. Termo capitaneado por teóricos que nos anos 1960 e 1970

refletiram a América Latina ante, entre outros embates ideológicos, ao imperialismo norte-americano e as razões advindas das escolas europeias, com destaque ao boliviano Luis Ramiro Beltrán, ao brasileiro Paulo Freire e, posteriormente, ao colombiano Jesús Martín-Barbero, dentre outros.

↩

5. Observatório Ibero-americano sobre Ficção Televisiva,

coordenado pelas pesquisadoras Maria Immacolata Vassalo de Lopes e Maria Cristina Palma Mungioli, docentes vinculadas à Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.

↩

6. Conteúdo disponível em:

<https://www.kantaribopemedia.com/antropomedia/>. Acesso em: 06 jan. 2016.

↩

7. Por exemplo, os apontamentos de Henry Jenkins sobre o

fenômeno transmídia consideram, essencialmente, o perfil de consumo midiático da sociedade norte-americana e, ainda

assim, mediante análise de um tipo de produção de ficção amplamente consumido naquele país, como os seriados Lost, Heroes e 24 Hours.

↩

8. Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São

Paulo.

↩

9. Licenciatura, na Universidade de São Paulo, e bacharelado, na

Universidade Federal de Campina Grande, PB.

↩

 

Hora do recreio: infância licenciada e

 

as lições do consumo

 

1. Graduada em Publicidade e Propaganda. Bolsista de

Aprimoramento Científico na Universidade Feevale. E-mail:

natalia.lz@hotmail.com.

↩

2. Doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio

Grande do Sul (UFRGS). Docente nos Programas de Pós-Graduação em Processos e Manifestações Culturais e Inclusão Social e Diversidade Cultural da Universidade Feevale. E-mail:

saraischmidt@feevale.br

↩

3. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?

v=VFJ8TjA0dvw> Acesso em: 23 maio 2015.

↩

4. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?

v=5TLReLvocOs> Acesso em: 23 mai0 2015.

↩

5. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?

v=pbpCV_ImIeM>. Acesso em: 23 maio 2015.

↩

6. “Luxury bag” traduzido para o português significa “bolsa

luxuosa”.

↩

7. Personagem que é o namorado da Barbie.

↩

 

A publicidade e consumismo infantil:

 

reflexão sobre os desafios escolares

 

1. Graduada em Publicidade e Propaganda, mestre e doutora em

Educação e professora adjunta do Departamento de Comunicação Social da Unicentro-PR. E-mail:

parairis@gmail.com.

↩

 

Ser professor na era digital: atitudes

 

docentes em relação ao uso de mídia

 

dos alunos durante as aulas

 

1. Assistente de pesquisa e doutoranda no Departamento de

Pesquisa Empírica em Mídia e Comunicação Política na Technische Universität Ilmenau, Alemanha. E-mail:

priscila.berger@tu-ilmenau.de.

↩

 

Quando a pauta é o professor: o

 

estado da arte sobre a representação

 

da docência na mídia (2009–2015)

 

1. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação

da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Linha Mídia e Identidades Contemporâneas. Bacharel em Comunicação

Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUI). E-mail:

araciele.ketzer@gmail.com.

↩

2. Doutora em Ciências da Informação e da Comunicação pela

Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Professora do Departamento de Ciências da Comunicação, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e do Programa Tecnologias Educacionais em Rede da Universidade Federal de Santa Maria. E-mail:

rosanerosar@gmail.com.

↩

3. CITELLI, Adilson. Educomunicação: imagens do professor na

mídia. São Paulo: Paulinas, 2012.

↩

4. ANDI. Mídia & Educação: perspectivas para a qualidade da

informação. Brasília, 2000. Disponível em:

<http://www.unicef.org/brazil/pt/midiaedu.pdf>. Acesso em: 20 mai. 2016.

↩

5. SEMIS, Lais. FALA que eu não te escuto. Nova Escola, São

Paulo, mar. 2015. Disponível em:

<http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/fala-eu-nao-

te-escuto-professordebate-educacional-participacao-

880001.shtml>. Acesso em: 30 maio 2016.

↩

6. JEDUCA. Disponível em: <http://jeduca.com.br/>. Acesso em:

07 nov. 2016.

↩

 

Avaliação da competência midiática

 

de servidores públicos em

 

universidade brasileira

1. Chefe da Seção Comunica da Universidade Federal de Santa

Catarina (UFSC), Brasil. Doutoranda no Doctorado Interuniversitario de Comunicación, España. E-mail:

ana.montero@ufsc.br. Mais informações em:

<http://www.comunica.ufsc.br>.

↩

2. Director de la Revista Comunicar. Catedrático de la Universidad

de Huelva, España. E-mail: ignacio@aguaded.es. Mais

informações em: <http://www.revistacomunicar.com>.

↩

3. Agência Nacional de Telecomunicações do Brasil.

↩

 

Interfaces da Comunicação e da

 

Educação na escola: a experiência do

 

CAP-UFRJ

 

1. A versão original deste trabalho aqui atualizado foi apresentada

no GP Comunicação e Educação, XVI Encontro dos Grupos de Pesquisas em Comunicação, XXXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação e, posteriormente, publicada na forma de artigo científico na revista Comunicação & Educação (USP), ISSN: 2316-9125, v. 22, n. 1, jan/jun de 2017. Disponível em:

<http://www.revistas.usp.br/comueduc/article/view/121886/1294

41>. Acesso em: 6 jun 2017.

↩

2. Professora associada do Programa de Pós-Graduação em

Comunicação e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Departamento de Expressões e Linguagens da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGCOM/ ECO-UFRJ), bolsista de Produtividade do Conselho Nacional de Desenvolvimento

Científico e Tecnológico (CNPq). E-mail:

beatrizbecker@uol.com.br.

↩

3. Em pesquisa anterior, foi possível verificar que as narrativas

audiovisuais noticiosas que são veiculadas na televisão e disponibilizadas na internet sofrem influências mútuas e, por essa razão, foram nomeadas pela autora de práticas de jornalismo audiovisual (BECKER, 2009).

↩

4. Agradeço a contribuição dos professores e alunos do CAP-

UFRJ que participaram desta pesquisa e o apoio da coordenação do Setor de Língua Portuguesa do Colégio para o desenvolvimento desta investigação, bem como o auxílio das bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) Maria Luiza Prata e Gabriela Amadei na coleta dos dados aqui sistematizados em 2016 e 2015.

↩

5. As contribuições teóricas e metodológicas da Mídia e da

Educação, bem como da Análise Televisual, foram sistematizadas no trabalho apresentado no GP de Comunicação e Educação na Intercom em 2015 e publicadas na revista Matrizes (USP) em 2016. As contribuições da Mídia e Educação sugerem que processos de aprendizagem que estimulem os alunos a analisar mensagens da mídia e a produzir com autonomia conteúdos e formatos em áudio e vídeo favorecem o estabelecimento de ações conscientes de engajamento social no ambiente midiático. A metodologia da Análise Televisual, por sua vez, consiste em um instrumento para leitura crítica de conteúdos e formatos noticiosos que utilizam a linguagem audiovisual e recursos multimídia na TV e na web e de outros produtos audiovisuais. Esta metodologia é formada por três etapas, a de descrição do objeto de estudo, a da análise televisual propriamente dita, e a de interpretação dos resultados alcançados. São aplicadas seis categorias básicas e três princípios de enunciação que auxiliam uma leitura crítica da complexidade do texto audiovisual e do contexto em que esse texto é produzido (BECKER, 2016, 2012).

↩

 

Educomunicação nas graduações de

 

Pedagogia e Jornalismo: a

 

experiência do DCH III da

 

Universidade do Estado da Bahia

 

(UNEB)

 

1. Doutoranda do Programa de Pós-graduação em Comunicação

da Universidade de São Paulo (PPGCOM-USP). E-mail:

ceresantos@gmail.com.

↩

2. Doutoranda do PPGCOM-USP. E-mail:

edilaneteles@hotmail.com.

↩

3. Doutorando do PPGCOM-USP. E-mail: assis-

francisco@bol.com.br.

↩

4. Pedagogia com habilitação em Educação de Adultos, inédito no

Brasil (1980).

↩

5. Pedagogia: Docência e Gestão dos Processos Educativos.

↩

6. Publicada no Diário Oficial de 05 de fevereiro de 2002.

↩

7. Após a atividade, Davino ganhou um aparelho de telefone

celular e passou a fotografar e postar no Instagram. Hoje é uma Instragamer — um tipo de fotógrafa que tem a responsabilidade de promover encontros locais sobre fotografia por celular e participar de eventos semelhantes em outros estados e cidades. Ela já viajou para São Paulo, Recife e Salvador e, segundo informou, é uma divulgadora da Educom.

↩

Polivoz: um ensaio educomunicativo

 

para o fortalecimento do Jornalismo

 

1. Artigo apresentado no GP Comunicação e Educação do XVI

Encontro dos Grupos de Pesquisa em Comunicação, no Intercom - XXXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, atualizado.

↩

2. Doutoranda em Comunicação (PPGCOM-UFPE), mestre em

Educação Matemática e Tecnológica (EDUMATEC-UFPE) e professora do curso de Jornalismo da Universidade Católica de

Pernambuco. E-mail: andrea@comunicacaodialogica.com.

↩

3. Estudante de graduação 8º semestre do Curso de Jornalismo

da Universidade Católica de Jornalismo (Unicap). E-mail:

davisaboya@gmail.com.

↩

4. Estudante de graduação 8º semestre do Curso de Jornalismo

da Universidade Católica de Jornalismo (Unicap). E-mail:

milenac.lira@outlook.com.

↩

5. Estudante de graduação 8º semestre do Curso de Jornalismo

da Universidade Católica de Jornalismo (Unicap). E-mail:

rossinigomes01@gmail.com.

↩

6. Mestre em Extensão Rural e Desenvolvimento Local

(Posmex/UFRPE) e jornalista. E-mail:

jefte@comunicacaodialogica.com.

↩

7. A expressão ecossistema comunicativo foi utilizada inicialmente

por Jesús Martín-Barbero (1997), sobre meios e tecnologias, e foi transposta para o conceito de Educomunicação. A expressão abarca os diversos atores envolvidos em uma prática educomunicativa e seus espaços de interação.

↩

8. Amplitude, frequência, negatividade, caráter inesperado,

clareza, consonância, continuidade e composição.

↩

9. <https://www.facebook.com/polivoz>.

↩

10. <https://instagram.com/polivozpe>.

↩

11. <https://soundcloud.com/radiopolivoz>.

↩

12. Disponível em: <https://soundcloud.com/radiopolivoz/programa-

polivoz-especial-comunicacao-publica>. Acesso em: 10 nov. 2016.

↩

13. Disponível em: <http://www.unicap.br/assecom1/?p=56082>.

Acesso em: 02 jul. 2016.

↩

 

Educomunicação Socioambiental:

 

reflexões sobre a Amazônia em sites

 

de Divulgação Científica

 

1. Texto ampliado do original apresentado no GP Comunicação e

Educação do XVI Encontro dos Grupos de Pesquisa em Comunicação, evento componente do XXXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2016.

↩

2. Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP.

Professora adjunta do Instituto de Ciências da Educação da Universidade Federal do Pará (UFPA) e pesquisadora do LAB-AMPE - Laboratório Transdisciplinar em Ambiente, Paisagem e Corpo: experimentações entre arte e política na Amazônia, do Instituto de Ciências das Artes (ICA) da UFPA. E-mail:

risuenho64@gmail.com

↩

3. Disponível em http://www2.museu-goeldi.br/marcioayres.

↩

4. Disponível em <http://www2.museu-goeldi.br>.

↩

 

Sala de aula invertida: um campo de

 

análise

 

1. O texto foi revisto e ampliado a partir de original debatido no DT

6 – Interfaces Comunicacionais – GP Comunicação e Educação do XVI Encontro dos Grupos de Pesquisa em Comunicação realizado durante o XXXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, em 2016, na USP/SP.

↩

2. Doutorando em Educação Escolar na Faculdade de Ciências e

Letras da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (FCL/UNESP), Campus de Araraquara. Mestre em Televisão Digital: Informação e Conhecimento pela Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC) da UNESP, Campus de Bauru. Professor e orientador da Pós-Graduação na Faculdade Anhanguera, Campus Bauru. Lattes:

<http://lattes.cnpq.br/2419735299778580>. E-mail:

<joseandersonsantoscruz@gmail.com>. Orcid:

<http://orcid.org/0000-0001-5223-8078>.

↩

3. Doutoranda em Educação Escolar na FCL/UNESP/Araraquara.

Mestre em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Com especialização em Psicopedagogia pela Universidade Paulista (UNIP), em 2014. Professora efetiva de Química na Rede Pública do Estado de São Paulo e professora efetiva de Matemática na Rede Municipal de Ensino de

Araraquara. Lattes: <http://lattes.cnpq.br/0459958984072617>.

Orcid: <http://orcid.org/0000-0003-4458-2412>. E-mail:

liarxer@fclar.unesp.br.

↩

4. Livre-Docente em Gestão de Políticas Públicas da

FCL/UNESP/Araraquara. Professor e orientador nos Programas de Pós-Graduação em Mídia e Tecnologias da FAAC/UNESP/ Bauru e Educação Escolar da FCL/UNESP/Araraquara. Pós-doutorado em Educação na Universidad de Alcalá de Henares.

Lattes: http://lattes.cnpq.br/3751287338655685>. Orcid:

<http://orcid.org/0000-0002-6634-1444>. E-mail:

bizelli@fclar.unesp.br.

↩

5. GoConqr. Sala de aula invertida. Disponível em

<https://www.goconqr.com/pt-BR/ensinar/sala-de-aula-

invertida/>. Acesso em: 24 jul. 2017.

↩

6. Experiências Pedagógicas. Aula invertida. Disponível em:

<http://experienciapp.blogspot.com.br/2016/03/oi-galerinha-boa-

tarde-hoje-nosso-blog.html> Acesso em: 24 jul. 2017.

↩

 

A interface Comunicação e Educação

 

e as possibilidades de convergência

 

entre o campo da produção e da

 

recepção: o caso Televisando

 

1. Trabalho apresentado no GP Comunicação e Educação do XVI

Encontro dos Grupos de Pesquisa em Comunicação, evento componente do XXXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (versão atualizada).

↩

2. Jornalista e mestra pelo Programa de Pós-Graduação em

Comunicação da Universidade Federal do Paraná (PPGCOM/UFPR), na linha de pesquisa Comunicação, Educação e Formações Socioculturais. E-mail:

<hornaline@gmail.com>.

↩

3. Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em

Educação da Universidade Federal do Paraná (PPGE/UFPR), na linha de pesquisa Cultura, Escola e Ensino. Filósofo. Docente na Universidade Positivo. E-mail:

<professor@evertonrenaud.com>.

↩

4. Doutora e Pós Doutora em Comunicação, Professora titular

aposentada da Universidade Federal do Paraná. E-mail:

<rmdcosta@uol.com.br>.

↩

 

A produção de conteúdo para mídias

 

sociais digitais e o ensino de

 

Jornalismo

 

1. Trabalho apresentado no GP Comunicação e Educação do XVI

Encontro dos Grupos de Pesquisa em Comunicação, evento componente do XXXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. Texto atualizado para esta publicação.

↩

2. Professora dos cursos de Jornalismo da Escola Superior de

Propaganda e Marketing (ES-PM-SP) e da Faculdade Cásper Líbero (FCL); jornalista e doutora em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São

Paulo (ECA-USP). E-mail: cbredarioli@gmail.com.

↩

3. Tradução da autora: O jornalismo tem envolvido a sociedade

individualizada e em rede em termos de sua suposta “fragmentação da audiência”, que, por sua vez, reifica a posição do jornalismo profissional como principal fornecedor de informações da sociedade. Em vez de reconhecer o contingente e o contexto co-criativo da sociedade e formas de comunidade que pretende servir, o sistema social do jornalismo tem

consistentemente traduzido realidades externas em processos editoriais e valores profissionais que serviram para reforçar as suas fronteiras em direção ao mundo exterior (Weber, 2000). Assim, vemos os jornalistas de todo o mundo abraçarem a “autonomia” como o único valor que todos compartilhamos, independentemente do contexto político (Scholl & Weischenberg, 1999), enquanto, ao mesmo tempo, cada vez mais a notícia emerge em seu importante papel de desenvolver relatórios.

↩

4. Tradução da autora: A mídia social é usada de forma diferente,

dependendo de onde você esteja no mundo, desafiando a ideia de que podemos generalizar resultados de tais estudos formais para outras populações. Em vez disso, pode ser necessário complementar as abordagens baseadas na ciência com estudos comparativos que levam em consideração as diferenças culturais. Como a mídia social tem crescido e se tornado parte de quase todos os aspectos de nossas vidas, tanto do trabalho acadêmico sobre o tema tornou-se integrado em diferentes disciplinas, tais como o estudo dos meios de comunicação social na ciência política, estudos familiares ou humanidades digitais, etc. Há um lado positivo para este desenvolvimento, em que cada campo reconhece que a mídia social é encontrada numa grande variedade de contextos, cada um oferecendo a sua própria perspectiva única.

↩

5. Tradução da autora: Adultos com um menor nível de

alfabetização ainda usam o Facebook para “curtir/compartilhar” conteúdos em circulação, em vez de postar seus próprios. O “curtir” foi a atividade mais comum identificada no Brasil, juntamente com postar comentários curtos como “kkkkk”, (o equivalente a “lol”), ou uma série de emoticons de corações. Embora este grupo de adultos não poste como muitos, eles estão ativos no Facebook através da partilha de memes, imagens e vídeos, pelos quais querem expressar suas opiniões e sentimentos como um reflexo de seus valores e gostos.

↩

6. Disponível em: <http://wearesocial.com/special-reports/digital-

in-2016>. Acesso em: 14 jul. 2016.

↩

7. Metodologia ativa é um processo amplo e possui como

característica central a inserção do aluno/estudante como agente principal responsável pela sua aprendizagem, comprometendo-se com seu aprendizado. As metodologias ativas surgem como proposta para focar o processo de ensinar e aprender na busca da participação ativa de todos os envolvidos, centrados na realidade em que estão inseridos. Em diversas instituições de ensino, como é o caso da ESPM, tem-se lançado mão das metodologias ativas de ensino e aprendizagem, nas quais é dado forte estímulo ao reconhecimento dos problemas do mundo atual, tornando os alunos capazes de intervir e promover as transformações necessárias.

↩

 

Interações frente à complexidade do

 

conhecimento e TIC

 

1. Trabalho apresentado no XXXIX Congresso Brasileiro de

Ciências da Comunicação.

↩

2. Mestrando do Curso de Comunicação e Sociedade da

Universidade Federal do Tocantins (UFT).

↩

3. Mestrando do Curso de Comunicação e Sociedade da

Universidade Federal do Tocantins (UFT).

↩

 

Diferentes formas: registro,

 

sociabilidades e reflexão

1. Trabalho apresentado no GP Educação e Comunicação do XVI

Encontro dos Grupos de Pesquisa em Comunicação, evento componente do XXXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação.

↩

2. Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e

Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), doutor em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (ProPEd/UERJ). E-mail:

<sergio.rocha@ifrj.edu.br>.

↩

3. Uma interessante discussão sobre a escrita manuscrita e a

escrita teclada pode ser feita a partir dos trabalhos pioneiros de Walter Ong e de Eric Havelock sobre a passagem da oralidade à sociedade da escrita. Estas obras acentuam as diferenças cognitivas entre os diferentes processos de comunicação, não os reduzindo à sua materialidade.

↩

4. Projeto de pesquisa que resultou na apresentação da tese de

doutorado “Olhando-me no espelho: imanes da leitura em uma escola pública de ensino médio” apresentada ao ProPEd/UERJ em 2011.

↩

5. Palavra derivada da junção dos termos ingleses emotion

(emoção) e icon (ícone), que designam um conjunto de caracteres ou símbolos cujo objetivo é descrever o estado emotivo de quem os emprega.

↩

6. Termo originado da junção das palavras japonesas e (imagem)

e moji (letra), que designam um conjunto de ideogramas representando objetos, expressões faciais, animais, etc.

↩

7. Sobre a linguagem utilizada nos chats e a sua distinção em

relação à linguagem oral, ver Santos (2007). Texto não consta nas referências

↩

8. Sem querer justificar este estado de coisas, posso afirmar que,

no ambiente escolar, diferentes níveis de estratégias e táticas são colocadas em jogo pelos distintos atores sociais. Assim, o evento citado por Lucas ocorreu em um dia em que apenas um dos três professores que ministrariam aulas para as três turmas da terceira série estava presente. Os alunos, então, pressionam a direção e o professor para saírem mais cedo. Isso só pode acontecer se o professor “adiantar o tempo”, ou seja, dar aulas ao mesmo tempo para sua própria turma e para as que estavam sem professor. O curioso é que Marcela e Vitor também estabeleceram a sua própria tática, fotografando com o celular todos os quadros para passar a matéria para o caderno em casa.

↩

9. Uma ideia muito comum é esta associação da cópia ao advento

da internet, como se ao longo da história das práticas escolares a cópia não tivesse sido uma prática regular.

↩

10. No momento de realização da pesquisa, os professores haviam

recebidos individualmente notebooks da Secretaria de Educação, que ficavam sob a sua responsabilidade e guarda.

↩

 

A cultura negra mediada pela

 

Educomunicação

 

1. Artigo atualizado, a partir da apresentação no GP Comunicação

e Educação, XVI Encontro dos Grupos de Pesquisas em Comunicação, evento componente do XXXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Intercom 2016.

↩

2. Mestra em Ciências da Comunicação (2013), com

especialização em Gestão da Comunicação (2009) pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (USP) e jornalista pela Faculdade Cásper Líbero (2007). Autora dos

livros “Cruz e Sousa”, publicado pela Selo Negro Edições (2011), e “Carolinas”, em parceria com o fotógrafo Diego Balbino (2014), além de coautora do livro “Eu sou Ilê” (2012) e cotradutora do livro “Batidas, rimas e vida escolar: Pedagogia Hip-Hop e as políticas de identidade”, publicado pela Editora

Vozes (2014). E-mail: <paprandini@gmail.com>.

↩

3. Cabe ressaltar que, ao utilizarmos o termo “negro”, neste artigo,

fazemos referência às dimensões biológica, cultural, histórica e política desse termo.

↩

4. De acordo com Zarur (2003, p. 24), “brancos e negros são

categorias raciais inventadas por grupos étnicos para se distinguir uns dos outros, da mesma maneira que outras construções culturais, como alimentos, roupas ou emblemas de qualquer tipo”.

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Eliana Nagamini, Ana Luisa Zaniboni Gomes (orgs.)

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