O Assassino de Macário
Itelvina
(deixando-se cahir no fauteuil) Ai! devagar, devagar... Sebastiana, um banquinho...
LIBORIO
(chegando-lh'o) Aqui está... venha uma almofada... (Sebastiana traz a travesseirinha que elle colloca sobre o banquinho; depois quer pegar na perna da mulher) Com licença...
ITELVINA
Não lhe toque... Ai! a menor pressão... (pondo a perna sobre o banco) Ai!... como eu estou!... (Sebastiana tem passado para a direita).