O Assassino de Macário
Itelvina
Depois, Sebastiana, depois... mas tu não esperes. Almoças quando tiveres vontade.
SEBASTIANA
Eu não posso deixar a senhora sósinha...
ITELVINA
Pódes... Vou dormir... Vae, e fecha-me esta porta. (Sebastiana passa para a direita) Olha, para eu não acordar estremunhada, espreita, e quando o senhor vier, vem prevenir-me.