O Assassino de Macário
Liborio
Bem sei... (Vae atraz d'ella, e fecha-lhe a porta por fóra logo que ella entra).
ITELVINA
(fechada) Abra, abra a porta!
LIBORIO
(pegando do chapeo) Medite, senhora, que eu passados tres dias, volto cá. (Sahe pelo fundo).
ITELVINA
(batendo na porta) É infame, é abominavel! Snr. Liborio! Olhe que quebro a porta. (Pancadas cada vez mais fortes) Abra-me a porta; peço-lhe que me abra a porta por quem é! Oh! que vil, que indigno procedimento!