O Assassino de Macário

Camilo Castelo Branco · Capítulo 226 de 278

Páginas do PDF

O Assassino de Macário

Liborio

Bem sei... (Vae atraz d'ella, e fecha-lhe a porta por fóra logo que ella entra).

ITELVINA

(fechada) Abra, abra a porta!

LIBORIO

(pegando do chapeo) Medite, senhora, que eu passados tres dias, volto cá. (Sahe pelo fundo).

ITELVINA

(batendo na porta) É infame, é abominavel! Snr. Liborio! Olhe que quebro a porta. (Pancadas cada vez mais fortes) Abra-me a porta; peço-lhe que me abra a porta por quem é! Oh! que vil, que indigno procedimento!