O Assassino de Macário
Barnabé
Larga a navalha.
ITELVINA
Ultima vez: consente?
BARNABÉ
Consinto: casa com elle.
ITELVINA
(largando a navalha e abraçando-o) Obrigada, meu pae, obrigada!
BARNABÉ
Agora, asfixias-me... (Passa para a direita, levanta a navalha e colloca-a sobre o contador) Cruzes!
ITELVINA
Mas o silencio d'elle assusta-me, meu pae! Trez dias sem noticias! Vou escrever a Macario; e, se me não responder, amanhan parto para Braga. Se lhe tivesse acontecido algum revez! (A Sebastiana, que entra pelo fundo) Sebastiana, não estou em casa para ninguem, absolutamente para ninguem (Entra pela direita)