O Assassino de Macário

Camilo Castelo Branco · Capítulo 232 de 278

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O Assassino de Macário

Itelvina

Perdôa-me, perdôa-me, Sebastiana... É a colera, são os nervos... (Dá-lhe dinheiro) Pega lá, guarda...

SEBASTIANA

Obrigado, minha senhora! (á parte) Ella é muito boasinha! (Põe a meza na jardineira).

ITELVINA

(cahindo n'uma cadeira á direita) Tudo que me succede é incrivel! é estupido! Este homem que eu julgava um choninhas, um maricas, um fracalhão, agarrou-me, e prostrou-me supplicante! Elle furioso, parecia-me até bonito! (Voltando-se para Sebastiana que põe a meza) Que estás a fazer?