O Assassino de Macário

Camilo Castelo Branco · Capítulo 225 de 278

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O Assassino de Macário

Itelvina

Ai!

LIBORIO

Por emquanto, deixo-a viver; mas tenha juizo, muito juizo, ou dou-lhe a minha palavra de honra que não tardarei a passar a segundas nupcias! (Deixa-a).

ITELVINA

(conserva-se um instante immovel, como humilhada de sua fraqueza; relança á volta de si olhos furiosos, depois levanta-se de um pulo, exclamando:) Ah! a faca de mato! (Corre para o gabinete da toillete).