O Assassino de Macário

Camilo Castelo Branco · Capítulo 269 de 278

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O Assassino de Macário

Itelvina

Huum! (Depois de um curto silencio) Quer beber? (Enche o copo).

LIBORIO

(erguendo-se) Agradeço (vae á jardineira) Muito obrigado, querida senhora! (Bebe e torna a ir sentar-se, levando o copo).

ITELVINA

(tendo bebido) Sempre o senhor me collocou n'uma situação bem exquisita! Eu julgava-o o assassino de Macario; e, n'esta persuasão, o meu dever qual era? que me cumpria fazer?