O Assassino de Macário

Camilo Castelo Branco · Capítulo 277 de 278

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O Assassino de Macário

Itelvina

Sim, meu pae, muito felizes... (abraça estremecidamente o marido).

LIBORIO

(com ternura) Então, esta noite, não me penduras a bota nem escondes o chinelo?

ITELVINA

(com meiguice) Não.

LIBORIO

Nem torces um pé?

ITELVINA

Tambem não...

BARNABÉ

Bem! Regalem-se por cá. Lua de mel á portugueza... e nada de Mexico...