O Assassino de Macário
Itelvina
(gritando) Ai! ai!
LIBORIO
(recuando) Tu que tens!
ITELVINA
Ah! que dôres!
LIBORIO
(á parte) Diabolico torcegão!...
ITELVINA
Isto passa... não é nada... foi um geito que o senhor me fez dar. (com a voz natural) Póde continuar, meu amigo.