O Assassino de Macário

Camilo Castelo Branco · Capítulo 147 de 278

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O Assassino de Macário

Liborio

Itelvina!

ITELVINA

Liborio!

LIBORIO

O nosso cazamento não é um sonho... pois não?

ITELVINA

Decerto não, meu amigo.

LIBORIO

E todavia...

ITELVINA

E todavia...

LIBORIO

Olha, Itelvina, eu queria que o pé torcido fôsse meu; ainda que tivesse torcidos ambos os pés não deixaria de me lançar nos teus braços... Não ha supplicio comparavel... Ah! Tantalo no meio da agua, debaixo de arvores carregadas de fructos que elle não podia trincar... Eis a minha posição!... a arvore... és tu! Tantalo, sou eu! Tenho fome, e não posso comer... Horrivel!