O Assassino de Macário
Itelvina
Então, abre?
BARNABÉ
Minha filha, um sôgro não deve intervir entre marido e mulher.
ITELVINA
Então não abre?
BARNABÉ
Procedo como fino politico... Mantenho-me na neutralidade, na não intervenção.
ITELVINA
Mas eu suffoco!... (Grando tropel dentro).
BARNABÉ
Não suffocas, não... Isso passa!... (á parte) Ella arromba o sobrado!... (Sahe).