O Assassino de Macário

Camilo Castelo Branco · Capítulo 229 de 278

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O Assassino de Macário

Itelvina

Então, abre?

BARNABÉ

Minha filha, um sôgro não deve intervir entre marido e mulher.

ITELVINA

Então não abre?

BARNABÉ

Procedo como fino politico... Mantenho-me na neutralidade, na não intervenção.

ITELVINA

Mas eu suffoco!... (Grando tropel dentro).

BARNABÉ

Não suffocas, não... Isso passa!... (á parte) Ella arromba o sobrado!... (Sahe).