O Assassino de Macário
Itelvina
(pegando no papel com anciedade) D'elle? dá cá, dá cá. (Passa para a direita, em quanto Sebastiana põe a garrafa e os copos sobre o gueridon. Á parte) Ah! não me enganei! Elle ama-me!... Triumpho, em fim!
SEBASTIANA
(á parte) Ella que terá?