Os 28 Tecelões de Rochdale: história dos probos pioneiros de Rochdale

mero de socios subia, então, a 550, comprehen-

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mero de socios subia, então, a 550, comprehen-

dendo os representantes dos armazens coopera-

tivos e os da “Sociedade de soccorros mutuos em

caso de enfermidade e funeraes”.

As sociedades reconheciam muitas vantagens

em inverter seus fundos nas empresas coopera-

tivas, porque nos bancos não podiam obter mais do que 2 a 3 % de juros e não podiam exercer

nenhuma fiscalisação sobre o emprego de seu

capital, emquanto que na cooperativa tudo se fazia

absolutamente ás claras. Nas sociedades coope-

rativas se obtinha 5 % de juros, sabia-se em que

invertiam os seus fundos e se tinha voz na direcção

da Sociedade. As garantias eram, pois, mais do que

satisfactorias.

Certo, ao principio, não foram pequenas as

difficuldades para persuadir os membros das so-

ciedades de previdencia de que era muito conve-

niente e seguro confiar seus recursos á Sociedade

do Moinho e sómente quatro ou cinco annos depois que o moinho começou a funccionar foi que uma das sociedades de soccorros mutuos votou a inversão de certa somma nomeou tres

delegados para levar o dinheiro.

O sr. Cooper conta que esses tres delegados,

quando chegaram ao comité de direcção do moinho, não se atreveram a confiar-lhe o dinheiro.

Retiraram-se confusos, sem saber expressar as suas impressões. Quando voltaram á Sociedade,