Peixes do baixo rio Iguaçu

Gilmar Baumgartner · Capítulo 5 de 52

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Peixes do baixo rio Iguaçu

Apresentações

 

Desenvolvimento e preservação ambiental são conceitos que podem e devem caminhar juntos para garantir o crescimento sustentável do nosso estado e país. O trabalho apresentado aqui deve ser valorizado por todos. Ele instrumenta a geração de conhecimentos que forneçam subsídios para a mitigação de impactos sobre a ictiofauna, bem como avaliações de projetos de preservação ambiental às espécies nativas e daquelas ameaçadas pela ação irracional do homem ou pelo simples crescimento populacional.

A realização de um estudo tão detalhado e aprofundado da bacia do Baixo Iguaçu garante aos pesquisadores, leitores, empresas e demais envolvidos uma lição de educação ambiental. Essa é mais do que necessária para entender a importância e a necessidade de preservar a natureza que deve ser feita por cada setor da sociedade. A consciência ambiental é o principal mecanismo para garantir o que chamamos de desenvolvimento sustentável.

Como entidade estadual protetora do meio ambiente, o Instituto Ambiental do Paraná não pode deixar de apoiar e destacar iniciativas e ações como essa. Elas garantem a disponibilidade de informações obtidas, garantindo a melhor compreensão possível sobre a ictiofauna, de modo que contribuam para o desenvolvimento de políticas públicas para a preservação da natureza e a pesca sustentável.

Esse catálogo não esgota o assunto que é constantemente atualizado com novidades. A visão que compartilho com os leitores é a realização de mais um estudo que mostra o desenvolvimento do estado sem promover a degradação do nosso meio ambiente.

Luiz Tarcísio Mossato Pinto

Presidente do Instituto Ambiental do Paraná

A Tractebel Energia, atenta às condições ambientais de suas áreas de atuação, vem promovendo ações que visam fomentar o conhecimento sobre os ecossistemas locais e desenvolver mecanismos que garantam a qualidade ambiental, através de programas de Pesquisa e Desenvolvimento, em parceria com renomadas instituições de pesquisa.

O desenvolvimento destas ações é compatível com as práticas de sustentabilidade adotadas pela Empresa, honrando a responsabilidade com o meio ambiente e o compromisso com as comunidades onde atua. Com esta filosofia, a Empresa utiliza os recursos naturais de forma responsável e promove a geração de conhecimento, o qual se torna público e passa a ser utilizado por universidades, instituições de pesquisa, entidades ambientais e pela comunidade em geral, ampliando sua inserção e podendo ser aplicado na promoção de melhores condições socioambientais.

O estudo da ictiofauna do Rio Iguaçu, em sua dimensão ecológica, demonstra-se fundamental para a sua conservação, considerando os aspectos biológicos e os indicadores embasados nos dados obtidos durante todos os anos de análise. Através desse estudo, a Empresa e suas partes interessadas passam a ter uma ferramenta para elaboração de projetos de conservação da biodiversidade local, além de possuir um importante banco de dados sobre o assunto no período estudado.

Para a Tractebel Energia, promover o desenvolvimento de pesquisas de ictiofauna, significa incentivar a geração de conhecimento de forma descentralizada e participativa, assegurando um vasto campo de estudo para acadêmicos e pesquisadores da área, aqui representados pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE, que passam a utilizar os reservatórios das usinas hidrelétricas como grandes laboratórios, onde são compreendidos os fenômenos de forma ampla em seus próprios locais de ocorrência.

Através desta e de outras iniciativas semelhantes, a Tractebel Energia reafirma seu compromisso na difusão do conhecimento e na promoção da sustentabilidade.

Manoel Arlindo Zaroni Torres

Diretor Presidente da Tractebel Energia S.A

De todas as formas conhecidas de produzir energia elétrica na escala reclamada pelo crescimento do mercado consumidor, a mais econômica, a mais limpa e a de menor impacto ambiental é, com certeza, a força da água. Ou seja, além de insumo indispensável à manutenção da vida, a água é, para o sistema elétrico brasileiro, o principal e mais importante combustível.

A Copel, apoiada nos sólidos compromissos que tem com a sustentabilidade, entende que tem o dever de zelar pela higidez dos recursos hídricos que utiliza, atuando em favor da vida e do equilíbrio ambiental de rios e reservatórios.

Com tal objetivo, mantém programas permanentes voltados à qualidade da água, preservação e recomposição de matas ciliares e repovoamento de reservatórios, entre outros, a cargo da sua Diretoria de Meio Ambiente e Cidadania Empresarial.

Na condição de principal rio paranaense para fins de geração de eletricidade, o Iguaçu tem merecido atenção especial da Copel, que acumula e coloca em prática conhecimentos produzidos por décadas de estudos, pesquisas e ensaios de todos os aspectos e detalhes relacionados ao grande rio.

Para aprofundar as informações sobre a ictiofauna do rio Iguaçu, a Companhia instalou em 1992, na Usina Governador Ney Braga (Segredo), a Estação Experimental de Estudos Ictiológicos. Desde então, em parceria com várias instituições e com os dados que foram levantados ao longo dos anos, a Copel vem gerenciando de forma harmônica o equilíbrio da ictiofauna nos reservatórios do Iguaçu sob sua concessão.

Dessas observações resulta a constatação de que a ictiofauna do rio Iguaçu é pouco conhecida e altamente endêmica, o que aumenta a importância e confere um realce especial ao presente Catálogo no seu propósito de ajudar a preencher as lacunas existentes, constituindo-se em ferramenta importante para a identificação das espécies ocorrentes em diversos trechos do rio.

Sob a ótica do desenvolvimento sustentável, um vetor básico nas suas atividades, a parceria da Copel com a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) para a elaboração do presente livro “Peixes do baixo rio Iguaçu” é uma demonstração exemplar de responsabilidade social e comprometimento com o equilíbrio ambiental.

Ao participar de iniciativas como esta, a Copel busca fomentar e promover a manutenção da biodiversidade através da difusão de conhecimentos, pois sem eles não há efetividade nas ações voltadas ao equilíbrio dos ecossistemas.

Lindolfo Zimmer

Diretor Presidente da Copel – Companhia Paranaense de

Energia