Professores formados na FFP/UERJ e inclusão
Sobre os autores
Anelice Ribetto é doutora em Educação pela UFF/Brasil. Licenciada em Psicologia pela UNC/Argentina. Professora efetiva do Departamento de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação – Processos Formativos e Desigualdades Sociais, da Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Pesquisadora do grupo “Vozes da Educação” e membro do coletivo “Diferenças e Alteridade na Educação”.
Contato: anelatina@gmail.com
Bruna Pontes é pedagoga formada pela FFP/UERJ. Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação – Processos Formativos e Desigualdades Sociais, da FFP/UERJ (Bolsa CAPES). Professora de Sala de Recursos no município de São Gonçalo/Rio de Janeiro. Membro do coletivo “Diferenças e Alteridade na Educação”.
Contato: brunapontessilveira@gmail.com
Gabrielle Macedo é pedagoga formada pela FFP/UERJ. Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação – Processos Formativos e Desigualdades Sociais, da FFP/UERJ (Bolsa FAPERJ). Professora de Apoio Especializado da Fundação Municipal de Educação de Niterói (FME). Professora substituta de Educação Básica Técnica e Tecnológica (EBTT), do Instituto Nacional de Educação de Surdos – RJ/Brasil.
Contato: gabriellemdf@hotmail.com
Gilcélia Coelho é pedagoga formada pela FFP/UERJ. Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação – Processos Formativos e Desigualdades Sociais, da FFP/UERJ. Diretora Geral do C. E. Pandiá Calógeras – São Gonçalo, Rio de Janeiro. Membro do coletivo “Diferenças e Alteridade na Educação”.
Contato: gilceliabaptista@gmail.com
Helena da Fontoura é professora do Departamento de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação – Processos Formativos e Desigualdades Sociais, da FFP/UERJ.
Leidiane Macambira é pedagoga formada pela FFP/UERJ. Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação – Processos Formativos e Desigualdades Sociais, da FFP/UERJ (Bolsa CAPES). Doutoranda em Educação pela Universidade Federal Fluminense. Membro do coletivo “Diferenças e Alteridade na Educação”.
Contato: leidianesamacambira@gmail.com
Luan Sávio é pedagogo formado pela FFP/UERJ. Mestre em Políticas Públicas e Formação Humana pela UERJ e professor pela Secretaria Municipal de Educação da cidade do Rio de Janeiro.
Contato: lsnave@hotmail.com
Maria Tereza Goudard Tavares é professora do Departamento de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação – Processos Formativos e Desigualdades Sociais, da FFP/UERJ.
Márcia Denise Pletsch é professora associada do Instituto Multidisciplinar e do Programa de Pós-Graduação em Educação – Contextos Contemporâneos e Demandas Populares (PPGEduc), da UFRRJ.
Rafaela Corrêa Silva é pedagoga formada pela FFP/UERJ. Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação – Processos Formativos e Desigualdades Sociais, da FFP/UERJ. Professora de Apoio Especializado nos municípios de Niterói e São Gonçalo, RJ. Membro do coletivo “Diferenças e Alteridade na Educação”.
Contato: rafaelacorreasilva@hotmail.com
Rejane Macedo é pedagoga formada pela FFP/UERJ. Mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Educação – Processos Formativos e Desigualdais Sociais, da FFP/UERJ. Professora das séries iniciais e orientadora educacional na rede municipal de Educação de Maricá, RJ. Professora de apoio do município de Niterói, RJ. Membro do coletivo “Diferenças e Alteridade na Educação”.
Contato: reluam30@hotmail.com
Sara Busquet Magalhães é pedagoga formada pela FFP/UERJ (Bolsa de Iniciação Científica do CNPq). Professora de apoio do município de Niterói, Rio de Janeiro. Membro do coletivo “Diferenças e Alteridade na Educação”.
Contato: sarabusquet@gmail.com
Valéria Vilhena é pedagoga formada pela FFP/UERJ. Professora de Sala de Recursos no município de Saquarema, Rio de Janeiro.
Contato: lela_vilhena@yahoo.com.br
Vannina Silveira é pedagoga formada pela FFP/UERJ. Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação – Processos Formativos e Desigualdades Sociais, da FFP/UERJ. Professora da rede municipal de Itaboraí, RJ. Desempenhou funções na Coordenação de Educação Especial da SEDUC e na Clínica-Escola do Autista de Itaboraí, RJ. Membro do coletivo “Diferenças e Alteridade na Educação”.
Contato: ninasilveira_29@hotmail.com
Dedicamos este livro aos professores, estudantes, técnicos e pessoal terceirizado da FFP/UERJ que com sua produção de
resistência no plano das micropolíticas conseguiu ficar em pé para
tocar o presente em 2017. Aos trabalhadores brasileiros e
brasileiras que (ainda nem chegando perto da universidade pública) contribuíram com seus impostos para pagar nossos salários, bolsas
de pesquisa e o financiamento deste livro. Ao querido Wenderson
Sales, in memorian…
#uerjresiste #uerjviva
Notas
Apresentação
1. O projeto teve financiamento da FAPERJ por meio de Bolsa de
Iniciação Científica para alunade graduação e de Bolsa Jovem Cientista de Nosso Estado para a coordenadora. Teve também financiamento da UERJ, por meio de Bolsa Prociência para a coordenadora e financiamento do CNPq com Bolsa de Iniciação Científica para aluna de graduação.
↩
2. No coletivo, desenvolvemos projetos de pesquisa, de ensino e
de extensão vinculados ao Departamento de Educação
(http://www.ffp.uerj.br/) e ao Programa de Pós-Graduação em Educação Processos Formativos e Desigualdades Sociais da Faculdade de Formação de Professores da Universidade do
Estado do Rio de Janeiro (http://ppgedu.org/). Também nos vinculamos ao grupo de pesquisa Vozes da Educação: Memória(s), História(s), Formação de Professores(as)
(http://grupovozes.com.br/).
↩
Tensões entre políticas e experiências
inclusivas na formação dos
professores em São Gonçalo
1. A Educação Especial é considerada, neste trabalho, pensando
com Márcia Pletsch (2010), como sendo um campo ou área do conhecimento na qual se desenvolvem as políticas, práticas e teorias voltadas para a educação dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e superdotação/altas
habilidades. A Educação Inclusiva é entendida como um projeto político, uma proposta na qual as políticas públicas garantem não apenas o acesso à escola, mas todas as condições de permanência, desenvolvimento e adaptações necessárias ao aprendizado de cada aluno, respeitando suas especificidades.
↩
2. O detalhamento deste trabalho pode ser consultado em:
RIBETTO, A. e DIAS, Rosimeri. “Relatório anual de atividades do subprojeto PIBID/CAPES/UERJ do curso de Pedagogia da FFP”. Relatório de Pesquisa, 2014-2015 (disponível abertamente, se requisitado à CAPES).
↩
3. Estudo que ainda está em curso, pois, na data de fechamento
deste relatório, ainda estávamos discutindo a Reforma Curricular em andamento.
↩
4. Seminários do curso de Pedagogia, reuniões de professores
para discussão da proposta curricular, produção de documento etc.
↩
5. Pesquisa em andamento intitulada “Formação de professores e
Educação Especial: uma implicação narrada por pedagogos egressos da FFP/UERJ”, orientada pela Prof. Dr.ª Anelice Ribetto.
↩
6. Texto postado no blog de Rosaura Soligo, intitulado: “Todo
professor, todo aluno”. Disponível em:
https://rosaurasoligo.wordpress.com/2015/05/20/todo-professor-
todo-aluno/. Acesso em: 11 dez. 2015.
↩
7. Disponível em:
http://www.procon.rj.gov.br/index.php/publicacao/detalhar/1425. Acesso em: 28 jan. 2016.
↩
8. Encontros que aconteciam de tempos em tempos para discutir
o curso de Pedagogia.
↩
9. A Síndrome de Asperger é um transtorno neurobiológico
enquadrado na categoria de transtornos globais do desenvolvimento. Para saber mais, consulte:
http://www.minhavida.com.br/saude/temas/sindrome-de-
asperger.
↩
10. O professor mediador – como é chamado no município de
Itaboraí, de professor de apoio em São Gonçalo e com o mesmo nome em Niterói – trabalha em conjunto com o professor regente, observando as dificuldades do aluno e elaborando materiais pedagógicos que ajudem no aprendizado deste. Tem papel importante na socialização, aprendizagem e auxilia o aluno com deficiência no desempenho de suas necessidades de vida diária (Itaboraí. Regimento Escolar das Unidades Escolares da Rede Pública Municipal de Ensino de Itaboraí, 2014; São Gonçalo. Prefeitura Municipal de São Gonçalo. Atos Oficiais, Resolução CME n.º 001/14, 2014; Niterói. Portaria FME 087/11, 2011).
↩
O normal questionado: processos
(micropolíticos) para pensar a
normalização dos sujeitos no espaço
escolar
1. Chamaremos de Escola, com letra maiúscula, a instituição
moderna como generalidade discursiva, mas não descartarei as práticas de resistência que acontecem nas escolas, aí propositalmente utilizaremos a letra minúscula.
↩
2. SKLIAR, Carlos. Op. cit., p. 32.
↩
Uma política da memória: meu
memorial de formação… cheio de
perguntas, cheio de vida
1. Paulon (2005, p. 18) enfatiza a emergência de abordagens
metodológicas que se dispõem a problematizar a relação existente entre pesquisador e ato de pesquisar.
↩
O curso de Pedagogia da FFP e o
debate sobre Educação Especial,
Inclusão e Diferenças na Educação
1. Orientação na qual todos os integrantes de um grupo leem os
textos uns dos outros e trazem contribuições para ele.
↩
2. Disponível em:
http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?
lingua=portugues-portugues&palavra=forma%E7%E3o. Acesso em: 04 jul. 2015.
↩
3. Disponível em:
http://bdtd.biblioteca.ufpb.br/tde_busca/arquivo.php?
codArquivo=590. Acesso em: 16maio 2015.
↩
4. Informações disponíveis em:
http://www.ffp.uerj.br/index.php/home/sobre-a-ffp. Acesso em: jun. 2015.
↩
5. Dados do último censo realizado em 2010, disponível em:
http://www.cidades.ibge.gov.br/painel/populacao.php?
lang=&codmun=330490&search=rio-de-janeiro|sao-
goncalo|infogr%E1ficos:-evolu%E7%E3o-populacional-e-
pir%E2mide-et%E1ria. Acesso em: jun. 2015.
↩
6. Encontros que aconteciam de tempos em tempos para discutir
o curso de Pedagogia.
↩
Experiências de invenção e formação:
uma intervenção outra (com) crianças
no Transtorno do Espectro Autista
1. A “mediação escolar” é uma nova prática ligada à
implementação das políticas de inclusão para pessoas com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas escolas comuns. Consiste na presença de uma (pessoa) que auxilie nas práticas em sala de aula, realizando esse trabalho de mediação entre o(s) aluno(s) e os outros sujeitos presentes. Ainda não conta com bibliografia sólida que ajude a definir seus parâmetros e objetivos norteadores. Para tanto, estamos ajudando a construir esse referencial por meio da problematização do campo de produção de práticas possíveis.
↩
2. Aqui, nomeio a inclusão como chamada inclusão, sob uma
perspectiva de problematização da palavra e das práticas escolares. Práticas que, em tese, deveriam incluir e, em alguns casos, tornamse excludentes. A palavra “inclusão”, neste texto, ganhará outras formas de construção e expressão: um estar juntos (Skliar, 2009) na educação. Aqui, ganha outros contornos talvez menos definidos e imprecisos que o sentido majoritário dado à “inclusão” pelo discurso jurídico, mas que, precisamente, é no gaguejo do “estar juntos” que o encontro com o outro pode ser narrado em outra língua, que não apenas a jurídica.
↩
3. Apresentando o paradigma ético-estético e político, Guattari
(2006) estabelece como compromisso maior a afirmação da vida: a ética é o reconhecimento da diferença, a estética faz referência ao processo permanente de criação da existência e a política afirma os compromissos e os riscos de práticas implicadas.
↩
4. A noção de implicação é forjada no campo da Análise
Institucional, buscando confrontar-se ao cientificismo objetivista e neutro que postula a possibilidade de separação e distanciamento entre pesquisador e objeto. Ao contrário dessa neutralidade, a Análise Institucional afirma que sempre estamos implicados naquilo em que intervimos. A análise de implicação nos permite incluir os efeitos analisadores dos processos de intervenção, observando a posição do pesquisador nas relações sociais e na trama institucional. A implicação é um “nó de relações” (Lourau, 2004, p. 190).
↩
5. Esta definição é emergente do verbete “aproximar”, escrito por
Corrêa (2014, p. 5).
↩
Experiências de formação: entre o
que emerge no encontro com alunos
da Educação Especial em Sala de
Recursos e o não ser professora
1. Disponível em: http://www.crp03.org.br/aquisicao/conversacoes-
em-psicologia-e-educacao. Para maiores detalhes, acessar:
http://www.ofip.org.
↩
2. CECMS – Colégio Estadual Conselheiro Macedo Soares – foi o
espaço que habitamos como bolsistas da FAPERJ; GE, nosso Grupo de Estudos na FFP, em encontros semanais de leitura, problematização, comilança, poesia e arte; OFIP – Oficina de Formação Inventiva de Professores. Quanta saudade dessas tardes eu tenho!
↩
Mediação Escolar: narrando
experiências no campo
1. “Salas de recursos: serviço de natureza pedagógica, conduzido
por professor especializado, que suplementa (no caso dos superdotados) e complementa (para os demais alunos) o atendimento educacional realizado em classes comuns da rede regular de ensino.” (Brasil, 2001, p. 50)
↩
Diariando a experiência educativa
com uma pessoa com surdocegueira
em uma Escola Municipal de Niterói.
1. A APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais –
caracteriza-se por ser uma organização social, cujo objetivo principal é promover a atenção integral à pessoa com deficiência, prioritariamente àquela com deficiência intelectual e múltipla. Disponível em:
https://www.apaebrasil.org.br/#/oquefazemos. Acesso em: 30 maio 2016.
↩
2. Formação em Nível Médio para a Docência na Educação
Básica.
↩
3. No momento da escrita do texto, Sara ainda era estudante do
curso. Na publicação do texto, pedagoga.
↩
4. O Atendimento Educacional Especializado (AEE) identifica,
elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as suas necessidades específicas, segundo a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008).
↩
5. Segundo a Carta Regimento das Unidades Públicas Municipais
de Educação de Niterói (2015), as turmas bilíngues de 1.º e 2.º ciclos do Ensino Fundamental são turmas que têm um professor regente bilíngue e são acompanhadas por professor que tem a função de ensinar Libras para alunos e profissionais da Unidade de Educação.
↩
6. Segundo o documento do MEC, Educação Infantil: saberes e
práticas da inclusão: dificuldades de comunicação e sinalização: surdocegueira/múltipla deficiência sensorial (2006), língua de sinais tátil, que corresponde a um sistema não alfabético, caracterizada pela realização dos sinais nas mãos da criança, tem por objetivo viabilizar a compreensão integral da informação pelo sujeito.
↩
7. Uso um nome fictício para preservar a identidade do aluno.
↩
8. Conforme a Carta Regimento das Unidades Públicas Municipais
de Educação de Niterói, o professor de apoio planeja e realiza aulas, mesmo na ausência do aluno com deficiência, trabalhando com os alunos os conhecimentos propostos no projeto pedagógico, de acordo com as diretrizes curriculares em vigor, e atua em conjunto com o professor regente, visando a atender ao aluno com deficiência no desempenho das atividades de vida diária.
↩
9. Nas interações entre sujeitos surdos, ou mesmo entre surdos e
ouvintes, existem algumas características interessantes. O sinal pessoal é atribuído somente pelos surdos, como se fosse um batismo. Não necessariamente o seu sinal pessoal está relacionado com a primeira letra do seu nome. Disponível em:
http://www.posugf.com.br/noticias/todas/1591-a-surdez-e-a-
lingua-brasileira-de-sinais. Acesso em: 14 jun. 2016.
↩
10. Página do coletivo Diferenças e Alteridade na Educação, no
Facebook: https://www.facebook.com/Coletivo-DiFerenças-e-
Alteridade-na-Educação-272571673092768. O coletivo foi criado em 2011 e, atualmente, reúne professores da escola básica, professores e estudantes da Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, gestores das redes públicas de ensino e famílias – principalmente mães – de alunos ditos “pessoas com deficiências”. Nele, desenvolvemos projetos de pesquisa, de ensino e de extensão vinculados ao Departamento de
Educação (http://www.ffp.uerj.br/) e ao Programa de Pós-Graduação em Educação, Processos Formativos e Desigualdades Sociais da Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
(http://ppgedu.org/). Também nos vinculamos ao Núcleo de Pesquisa Vozes da Educação: Memória(s), História(s),
Formação de Professores(as) (http://grupovozes.com.br/).
↩
Encontros (im)possíveis: conversas
entre professores sobre escolarização
no hospital
1. Este texto é um fragmento da dissertação Ensaios para uma
pesquisa entre dois: crônicas políticas e poéticas entre escolas e hospital.
↩
2. SILVEIRA, Vannina. Posso entrar? Uma reflexão sobre alunos
de classe especial na escola regular (trabalho de conclusão do curso de Pedagogia). Rio de Janeiro: UERJ, 2007. E SILVA, Fernanda Lemos. Crianças e cães na escola: uma educação mais que especial (trabalho de conclusão do curso de Pedagogia). Rio de Janeiro: UERJ, 2009.
↩
3. Fala do professor Carlos Skliar sobre Aprender e ensinar com a
diferença na escola, na Faculdade de Formação de Professores da UERJ, durante a manhã do dia 1 de abril de 2015.
↩
4. Trecho do parecer de qualificação da dissertação do professor
Carlos Skliar.
↩
5. Usando apenas o dedo indicador direito…
↩
Entre ver e não ver… Encontros entre
pessoas que não veem (apenas) com
os olhos
1. Entrevista disponível em: https://www.youtube.com/watch?
v=sIWgvgYFkKc. Acesso em: 05 mar. 2017.
↩
2. Pré-vestibular Lócus, que se localizava no Colégio Estadual
Pandiá Calógeras, em São Gonçalo – RJ.
↩
3. Instituto Benjamin Constant, centro de referência na educação
de pessoas cegas, surdocegas e com baixa visão, situado na cidade do Rio de Janeiro. É uma instituição pública federal que atende pessoas de todo o Brasil, atuando também na formação continuada de professores.
↩
Entre meios… linhas, tessituras,
práticas e agenciamentos de um
estudante e seu professor mediador
1. Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
↩
2. O ético-estético-político estabelece como compromisso a
afirmação da vida, em que “a ética é o reconhecimento da diferença, a estética faz referência ao processo de criação da existência e a política afirma os compromissos e os riscos das práticas implicadas” (Nascimento e Scheinvar, 2010, pp. 25-6).
↩
3. O curso coordenado pela Prof.ª Dr.ª Anelice Ribetto
(FFP/UERJ) era: “Diferenças e alteridade na Educação: pensando a interface Educação Especial Escola Inclusiva”.
↩
4. A escrita diária dos mínimos gestos e da rotina era a ferramenta
utilizada para registro do óbvio, do cotidiano, dos microavanços e grandes retrocessos, ou vice-versa. Por meio dele, montava relatórios que serviam como restituição escrita de uma experiência ou uma prática pedagógica.
↩
Você terminou Professores formados na FFP/UERJ e inclusão
Anelice Ribetto
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