Professores formados na FFP/UERJ e inclusão

Anelice Ribetto · Capítulo 15 de 15

Páginas do PDF

Professores formados na FFP/UERJ e inclusão

Sobre os autores

 

Anelice Ribetto é doutora em Educação pela UFF/Brasil. Licenciada em Psicologia pela UNC/Argentina. Professora efetiva do Departamento de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação – Processos Formativos e Desigualdades Sociais, da Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Pesquisadora do grupo “Vozes da Educação” e membro do coletivo “Diferenças e Alteridade na Educação”.

 

Contato: anelatina@gmail.com

 

Bruna Pontes é pedagoga formada pela FFP/UERJ. Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação – Processos Formativos e Desigualdades Sociais, da FFP/UERJ (Bolsa CAPES). Professora de Sala de Recursos no município de São Gonçalo/Rio de Janeiro. Membro do coletivo “Diferenças e Alteridade na Educação”.

 

Contato: brunapontessilveira@gmail.com

 

Gabrielle Macedo é pedagoga formada pela FFP/UERJ. Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação – Processos Formativos e Desigualdades Sociais, da FFP/UERJ (Bolsa FAPERJ). Professora de Apoio Especializado da Fundação Municipal de Educação de Niterói (FME). Professora substituta de Educação Básica Técnica e Tecnológica (EBTT), do Instituto Nacional de Educação de Surdos – RJ/Brasil.

 

Contato: gabriellemdf@hotmail.com

 

Gilcélia Coelho é pedagoga formada pela FFP/UERJ. Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação – Processos Formativos e Desigualdades Sociais, da FFP/UERJ. Diretora Geral do C. E. Pandiá Calógeras – São Gonçalo, Rio de Janeiro. Membro do coletivo “Diferenças e Alteridade na Educação”.

 

Contato: gilceliabaptista@gmail.com

 

Helena da Fontoura é professora do Departamento de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação – Processos Formativos e Desigualdades Sociais, da FFP/UERJ.

 

Leidiane Macambira é pedagoga formada pela FFP/UERJ. Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação – Processos Formativos e Desigualdades Sociais, da FFP/UERJ (Bolsa CAPES). Doutoranda em Educação pela Universidade Federal Fluminense. Membro do coletivo “Diferenças e Alteridade na Educação”.

 

Contato: leidianesamacambira@gmail.com

 

Luan Sávio é pedagogo formado pela FFP/UERJ. Mestre em Políticas Públicas e Formação Humana pela UERJ e professor pela Secretaria Municipal de Educação da cidade do Rio de Janeiro.

 

Contato: lsnave@hotmail.com

 

Maria Tereza Goudard Tavares é professora do Departamento de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação – Processos Formativos e Desigualdades Sociais, da FFP/UERJ.

 

Márcia Denise Pletsch é professora associada do Instituto Multidisciplinar e do Programa de Pós-Graduação em Educação – Contextos Contemporâneos e Demandas Populares (PPGEduc), da UFRRJ.

 

Rafaela Corrêa Silva é pedagoga formada pela FFP/UERJ. Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação – Processos Formativos e Desigualdades Sociais, da FFP/UERJ. Professora de Apoio Especializado nos municípios de Niterói e São Gonçalo, RJ. Membro do coletivo “Diferenças e Alteridade na Educação”.

 

Contato: rafaelacorreasilva@hotmail.com

 

Rejane Macedo é pedagoga formada pela FFP/UERJ. Mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Educação – Processos Formativos e Desigualdais Sociais, da FFP/UERJ. Professora das séries iniciais e orientadora educacional na rede municipal de Educação de Maricá, RJ. Professora de apoio do município de Niterói, RJ. Membro do coletivo “Diferenças e Alteridade na Educação”.

 

Contato: reluam30@hotmail.com

 

Sara Busquet Magalhães é pedagoga formada pela FFP/UERJ (Bolsa de Iniciação Científica do CNPq). Professora de apoio do município de Niterói, Rio de Janeiro. Membro do coletivo “Diferenças e Alteridade na Educação”.

 

Contato: sarabusquet@gmail.com

 

Valéria Vilhena é pedagoga formada pela FFP/UERJ. Professora de Sala de Recursos no município de Saquarema, Rio de Janeiro.

 

Contato: lela_vilhena@yahoo.com.br

 

Vannina Silveira é pedagoga formada pela FFP/UERJ. Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação – Processos Formativos e Desigualdades Sociais, da FFP/UERJ. Professora da rede municipal de Itaboraí, RJ. Desempenhou funções na Coordenação de Educação Especial da SEDUC e na Clínica-Escola do Autista de Itaboraí, RJ. Membro do coletivo “Diferenças e Alteridade na Educação”.

 

Contato: ninasilveira_29@hotmail.com

Dedicamos este livro aos professores, estudantes, técnicos e pessoal terceirizado da FFP/UERJ que com sua produção de

resistência no plano das micropolíticas conseguiu ficar em pé para

tocar o presente em 2017. Aos trabalhadores brasileiros e

brasileiras que (ainda nem chegando perto da universidade pública) contribuíram com seus impostos para pagar nossos salários, bolsas

de pesquisa e o financiamento deste livro. Ao querido Wenderson

Sales, in memorian…

 

#uerjresiste #uerjviva

Notas

 

Apresentação

 

1. O projeto teve financiamento da FAPERJ por meio de Bolsa de

Iniciação Científica para alunade graduação e de Bolsa Jovem Cientista de Nosso Estado para a coordenadora. Teve também financiamento da UERJ, por meio de Bolsa Prociência para a coordenadora e financiamento do CNPq com Bolsa de Iniciação Científica para aluna de graduação.

↩

2. No coletivo, desenvolvemos projetos de pesquisa, de ensino e

de extensão vinculados ao Departamento de Educação

(http://www.ffp.uerj.br/) e ao Programa de Pós-Graduação em Educação Processos Formativos e Desigualdades Sociais da Faculdade de Formação de Professores da Universidade do

Estado do Rio de Janeiro (http://ppgedu.org/). Também nos vinculamos ao grupo de pesquisa Vozes da Educação: Memória(s), História(s), Formação de Professores(as)

(http://grupovozes.com.br/).

↩

 

Tensões entre políticas e experiências

 

inclusivas na formação dos

 

professores em São Gonçalo

 

1. A Educação Especial é considerada, neste trabalho, pensando

com Márcia Pletsch (2010), como sendo um campo ou área do conhecimento na qual se desenvolvem as políticas, práticas e teorias voltadas para a educação dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e superdotação/altas

habilidades. A Educação Inclusiva é entendida como um projeto político, uma proposta na qual as políticas públicas garantem não apenas o acesso à escola, mas todas as condições de permanência, desenvolvimento e adaptações necessárias ao aprendizado de cada aluno, respeitando suas especificidades.

↩

2. O detalhamento deste trabalho pode ser consultado em:

RIBETTO, A. e DIAS, Rosimeri. “Relatório anual de atividades do subprojeto PIBID/CAPES/UERJ do curso de Pedagogia da FFP”. Relatório de Pesquisa, 2014-2015 (disponível abertamente, se requisitado à CAPES).

↩

3. Estudo que ainda está em curso, pois, na data de fechamento

deste relatório, ainda estávamos discutindo a Reforma Curricular em andamento.

↩

4. Seminários do curso de Pedagogia, reuniões de professores

para discussão da proposta curricular, produção de documento etc.

↩

5. Pesquisa em andamento intitulada “Formação de professores e

Educação Especial: uma implicação narrada por pedagogos egressos da FFP/UERJ”, orientada pela Prof. Dr.ª Anelice Ribetto.

↩

6. Texto postado no blog de Rosaura Soligo, intitulado: “Todo

professor, todo aluno”. Disponível em:

https://rosaurasoligo.wordpress.com/2015/05/20/todo-professor-

todo-aluno/. Acesso em: 11 dez. 2015.

↩

7. Disponível em:

http://www.procon.rj.gov.br/index.php/publicacao/detalhar/1425. Acesso em: 28 jan. 2016.

↩

8. Encontros que aconteciam de tempos em tempos para discutir

o curso de Pedagogia.

↩

9. A Síndrome de Asperger é um transtorno neurobiológico

enquadrado na categoria de transtornos globais do desenvolvimento. Para saber mais, consulte:

http://www.minhavida.com.br/saude/temas/sindrome-de-

asperger.

↩

10. O professor mediador – como é chamado no município de

Itaboraí, de professor de apoio em São Gonçalo e com o mesmo nome em Niterói – trabalha em conjunto com o professor regente, observando as dificuldades do aluno e elaborando materiais pedagógicos que ajudem no aprendizado deste. Tem papel importante na socialização, aprendizagem e auxilia o aluno com deficiência no desempenho de suas necessidades de vida diária (Itaboraí. Regimento Escolar das Unidades Escolares da Rede Pública Municipal de Ensino de Itaboraí, 2014; São Gonçalo. Prefeitura Municipal de São Gonçalo. Atos Oficiais, Resolução CME n.º 001/14, 2014; Niterói. Portaria FME 087/11, 2011).

↩

 

O normal questionado: processos

 

(micropolíticos) para pensar a

 

normalização dos sujeitos no espaço

 

escolar

 

1. Chamaremos de Escola, com letra maiúscula, a instituição

moderna como generalidade discursiva, mas não descartarei as práticas de resistência que acontecem nas escolas, aí propositalmente utilizaremos a letra minúscula.

↩

2. SKLIAR, Carlos. Op. cit., p. 32.

↩

Uma política da memória: meu

 

memorial de formação… cheio de

 

perguntas, cheio de vida

 

1. Paulon (2005, p. 18) enfatiza a emergência de abordagens

metodológicas que se dispõem a problematizar a relação existente entre pesquisador e ato de pesquisar.

↩

 

O curso de Pedagogia da FFP e o

 

debate sobre Educação Especial,

 

Inclusão e Diferenças na Educação

 

1. Orientação na qual todos os integrantes de um grupo leem os

textos uns dos outros e trazem contribuições para ele.

↩

2. Disponível em:

http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?

lingua=portugues-portugues&palavra=forma%E7%E3o. Acesso em: 04 jul. 2015.

↩

3. Disponível em:

http://bdtd.biblioteca.ufpb.br/tde_busca/arquivo.php?

codArquivo=590. Acesso em: 16maio 2015.

↩

4. Informações disponíveis em:

http://www.ffp.uerj.br/index.php/home/sobre-a-ffp. Acesso em: jun. 2015.

↩

5. Dados do último censo realizado em 2010, disponível em:

http://www.cidades.ibge.gov.br/painel/populacao.php?

lang=&codmun=330490&search=rio-de-janeiro|sao-

goncalo|infogr%E1ficos:-evolu%E7%E3o-populacional-e-

pir%E2mide-et%E1ria. Acesso em: jun. 2015.

↩

6. Encontros que aconteciam de tempos em tempos para discutir

o curso de Pedagogia.

↩

 

Experiências de invenção e formação:

 

uma intervenção outra (com) crianças

 

no Transtorno do Espectro Autista

 

1. A “mediação escolar” é uma nova prática ligada à

implementação das políticas de inclusão para pessoas com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas escolas comuns. Consiste na presença de uma (pessoa) que auxilie nas práticas em sala de aula, realizando esse trabalho de mediação entre o(s) aluno(s) e os outros sujeitos presentes. Ainda não conta com bibliografia sólida que ajude a definir seus parâmetros e objetivos norteadores. Para tanto, estamos ajudando a construir esse referencial por meio da problematização do campo de produção de práticas possíveis.

↩

2. Aqui, nomeio a inclusão como chamada inclusão, sob uma

perspectiva de problematização da palavra e das práticas escolares. Práticas que, em tese, deveriam incluir e, em alguns casos, tornamse excludentes. A palavra “inclusão”, neste texto, ganhará outras formas de construção e expressão: um estar juntos (Skliar, 2009) na educação. Aqui, ganha outros contornos talvez menos definidos e imprecisos que o sentido majoritário dado à “inclusão” pelo discurso jurídico, mas que, precisamente, é no gaguejo do “estar juntos” que o encontro com o outro pode ser narrado em outra língua, que não apenas a jurídica.

↩

3. Apresentando o paradigma ético-estético e político, Guattari

(2006) estabelece como compromisso maior a afirmação da vida: a ética é o reconhecimento da diferença, a estética faz referência ao processo permanente de criação da existência e a política afirma os compromissos e os riscos de práticas implicadas.

↩

4. A noção de implicação é forjada no campo da Análise

Institucional, buscando confrontar-se ao cientificismo objetivista e neutro que postula a possibilidade de separação e distanciamento entre pesquisador e objeto. Ao contrário dessa neutralidade, a Análise Institucional afirma que sempre estamos implicados naquilo em que intervimos. A análise de implicação nos permite incluir os efeitos analisadores dos processos de intervenção, observando a posição do pesquisador nas relações sociais e na trama institucional. A implicação é um “nó de relações” (Lourau, 2004, p. 190).

↩

5. Esta definição é emergente do verbete “aproximar”, escrito por

Corrêa (2014, p. 5).

↩

 

Experiências de formação: entre o

 

que emerge no encontro com alunos

 

da Educação Especial em Sala de

 

Recursos e o não ser professora

 

1. Disponível em: http://www.crp03.org.br/aquisicao/conversacoes-

em-psicologia-e-educacao. Para maiores detalhes, acessar:

http://www.ofip.org.

↩

2. CECMS – Colégio Estadual Conselheiro Macedo Soares – foi o

espaço que habitamos como bolsistas da FAPERJ; GE, nosso Grupo de Estudos na FFP, em encontros semanais de leitura, problematização, comilança, poesia e arte; OFIP – Oficina de Formação Inventiva de Professores. Quanta saudade dessas tardes eu tenho!

↩

 

Mediação Escolar: narrando

 

experiências no campo

 

1. “Salas de recursos: serviço de natureza pedagógica, conduzido

por professor especializado, que suplementa (no caso dos superdotados) e complementa (para os demais alunos) o atendimento educacional realizado em classes comuns da rede regular de ensino.” (Brasil, 2001, p. 50)

↩

 

Diariando a experiência educativa

 

com uma pessoa com surdocegueira

 

em uma Escola Municipal de Niterói.

 

1. A APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais –

caracteriza-se por ser uma organização social, cujo objetivo principal é promover a atenção integral à pessoa com deficiência, prioritariamente àquela com deficiência intelectual e múltipla. Disponível em:

https://www.apaebrasil.org.br/#/oquefazemos. Acesso em: 30 maio 2016.

↩

2. Formação em Nível Médio para a Docência na Educação

Básica.

↩

3. No momento da escrita do texto, Sara ainda era estudante do

curso. Na publicação do texto, pedagoga.

↩

4. O Atendimento Educacional Especializado (AEE) identifica,

elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as suas necessidades específicas, segundo a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008).

↩

5. Segundo a Carta Regimento das Unidades Públicas Municipais

de Educação de Niterói (2015), as turmas bilíngues de 1.º e 2.º ciclos do Ensino Fundamental são turmas que têm um professor regente bilíngue e são acompanhadas por professor que tem a função de ensinar Libras para alunos e profissionais da Unidade de Educação.

↩

6. Segundo o documento do MEC, Educação Infantil: saberes e

práticas da inclusão: dificuldades de comunicação e sinalização: surdocegueira/múltipla deficiência sensorial (2006), língua de sinais tátil, que corresponde a um sistema não alfabético, caracterizada pela realização dos sinais nas mãos da criança, tem por objetivo viabilizar a compreensão integral da informação pelo sujeito.

↩

7. Uso um nome fictício para preservar a identidade do aluno.

↩

8. Conforme a Carta Regimento das Unidades Públicas Municipais

de Educação de Niterói, o professor de apoio planeja e realiza aulas, mesmo na ausência do aluno com deficiência, trabalhando com os alunos os conhecimentos propostos no projeto pedagógico, de acordo com as diretrizes curriculares em vigor, e atua em conjunto com o professor regente, visando a atender ao aluno com deficiência no desempenho das atividades de vida diária.

↩

9. Nas interações entre sujeitos surdos, ou mesmo entre surdos e

ouvintes, existem algumas características interessantes. O sinal pessoal é atribuído somente pelos surdos, como se fosse um batismo. Não necessariamente o seu sinal pessoal está relacionado com a primeira letra do seu nome. Disponível em:

http://www.posugf.com.br/noticias/todas/1591-a-surdez-e-a-

lingua-brasileira-de-sinais. Acesso em: 14 jun. 2016.

↩

10. Página do coletivo Diferenças e Alteridade na Educação, no

Facebook: https://www.facebook.com/Coletivo-DiFerenças-e-

Alteridade-na-Educação-272571673092768. O coletivo foi criado em 2011 e, atualmente, reúne professores da escola básica, professores e estudantes da Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, gestores das redes públicas de ensino e famílias – principalmente mães – de alunos ditos “pessoas com deficiências”. Nele, desenvolvemos projetos de pesquisa, de ensino e de extensão vinculados ao Departamento de

Educação (http://www.ffp.uerj.br/) e ao Programa de Pós-Graduação em Educação, Processos Formativos e Desigualdades Sociais da Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro

(http://ppgedu.org/). Também nos vinculamos ao Núcleo de Pesquisa Vozes da Educação: Memória(s), História(s),

Formação de Professores(as) (http://grupovozes.com.br/).

↩

 

Encontros (im)possíveis: conversas

 

entre professores sobre escolarização

 

no hospital

 

1. Este texto é um fragmento da dissertação Ensaios para uma

pesquisa entre dois: crônicas políticas e poéticas entre escolas e hospital.

↩

2. SILVEIRA, Vannina. Posso entrar? Uma reflexão sobre alunos

de classe especial na escola regular (trabalho de conclusão do curso de Pedagogia). Rio de Janeiro: UERJ, 2007. E SILVA, Fernanda Lemos. Crianças e cães na escola: uma educação mais que especial (trabalho de conclusão do curso de Pedagogia). Rio de Janeiro: UERJ, 2009.

↩

3. Fala do professor Carlos Skliar sobre Aprender e ensinar com a

diferença na escola, na Faculdade de Formação de Professores da UERJ, durante a manhã do dia 1 de abril de 2015.

↩

4. Trecho do parecer de qualificação da dissertação do professor

Carlos Skliar.

↩

5. Usando apenas o dedo indicador direito…

↩

 

Entre ver e não ver… Encontros entre

 

pessoas que não veem (apenas) com

 

os olhos

 

1. Entrevista disponível em: https://www.youtube.com/watch?

v=sIWgvgYFkKc. Acesso em: 05 mar. 2017.

↩

2. Pré-vestibular Lócus, que se localizava no Colégio Estadual

Pandiá Calógeras, em São Gonçalo – RJ.

↩

3. Instituto Benjamin Constant, centro de referência na educação

de pessoas cegas, surdocegas e com baixa visão, situado na cidade do Rio de Janeiro. É uma instituição pública federal que atende pessoas de todo o Brasil, atuando também na formação continuada de professores.

↩

Entre meios… linhas, tessituras,

 

práticas e agenciamentos de um

 

estudante e seu professor mediador

 

1. Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

↩

2. O ético-estético-político estabelece como compromisso a

afirmação da vida, em que “a ética é o reconhecimento da diferença, a estética faz referência ao processo de criação da existência e a política afirma os compromissos e os riscos das práticas implicadas” (Nascimento e Scheinvar, 2010, pp. 25-6).

↩

3. O curso coordenado pela Prof.ª Dr.ª Anelice Ribetto

(FFP/UERJ) era: “Diferenças e alteridade na Educação: pensando a interface Educação Especial Escola Inclusiva”.

↩

4. A escrita diária dos mínimos gestos e da rotina era a ferramenta

utilizada para registro do óbvio, do cotidiano, dos microavanços e grandes retrocessos, ou vice-versa. Por meio dele, montava relatórios que serviam como restituição escrita de uma experiência ou uma prática pedagógica.

↩

Você terminou Professores formados na FFP/UERJ e inclusão

Anelice Ribetto

Livros como este

Depois do livro

Páginas que vieram com esta edição, guardadas aqui para consulta.