Tradução e perspectivas teóricas e práticas
Sobre os autores
Álvaro Faleiros é professor livre-docente de literatura francesa na USP e tem publicado artigos sobre tradução poética em revistas na França, no Canadá e no Brasil. Como crítico de tradução poética, publicou os livros: A tradução de obras francesas no Brasil (Annablume, 2011); Traduzir o poema (Ateliê, 2012) e Mário Laranjeira, poeta da tradução (Dobra Editorial, 2013). Como tradutor publicou, entre outros, Caligramas, de Guillaume Apollinaire (Ateliê/UnB, 2008) e Um lance de dados, de Mallarmé (Ateliê, 2013). Publicou também sete livros de poemas, dentre os quais Coágulos (Iluminuras, 1995), Meio mundo (Ateliê, 2007) e Do centro dos edifícios (Selo [e], 2011).
Caetano Waldrigues Galindo é professor de Linguística Histórica e Tradução na Universidade Federal do Paraná. Como tradutor, já escreveu cerca de trinta livros de outros autores de língua inglesa, italiana e romena. Seu Ulysses de James Joyce ganhou os principais prêmios de tradução no Brasil.
Cristina Carneiro Rodrigues é doutora em Linguística pela Unicamp. De 1988 a 2010 atuou como professora na Unesp, câmpus de São José do Rio Preto, onde ministrou disciplinas no bacharelado em Letras com habilitação de Tradutor. Atualmente é professora do Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos da mesma unidade. Vinculada ao Grupo de Pesquisa Multi Trad, Abordagens Multidisciplinares da Tradução, e no período de 2010 a 2012 coordenou o Grupo de Trabalho Estudos da Tradução, da ANPOLL. Publicou, em 2000, Tradução e diferença, editado pela Editora Unesp, e atualmente se dedica à pesquisa em história da tradução no Brasil.
Érika Nogueira de Andrade Stupiello é doutora em Estudos Linguísticos pela Unesp. É tradutora pública e intérprete comercial. Professora do Departamento de Letras da Unesp de São José do Rio Preto, leciona as disciplinas de Prática de Tradução (inglês e português) e Tecnologias de Tradução (sistemas de memórias). É membro do grupo de pesquisas Multi Trad (CNPq) e autora do livro Ética profissional na tradução assistida por sistemas de memórias de tradução (Editora Unesp).
João Azenha Junior é professor titular de Estudos da Tradução junto ao Departamento de Letras Modernas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Como pesquisador, trabalha com a tradução para a criança e o jovem e com poéticas de tradução do Romantismo alemão. Dentre suas publicações nesses domínios estão Translating and Rewriting: Don’t Translators ‘Adapt’ When They ‘Translate’ (2012) e Robert Schumann e a tradução: criação poética, simultaneidade e movimento (2012). Como tradutor de literatura infantil e juvenil de expressão alemã, traduziu a série O pequeno vampiro, de Angela Sommer-Bodenburg, Por onde você andou, Robert?, de Hans-Magnus Enzensberger, e O mundo de Sofia, de Jostein Gaarder, entre outros.
John Milton é professor titular na Universidade de São Paulo (USP), onde ensina Literatura Inglesa e Estudos de Tradução. Entre suas publicações estão O poder da tradução (1993) (reeditado como Tradução: teoria e prática, 1998 e 2010); e Agents of Translation (org. com Paul Bandia, 2009). Traduziu Morte e vida severina, de João Cabral, para o inglês (Death and Life of Severino, 2003). E junto com Alberto Marsicano traduziu para o português Keats (Nas asas invisíveis da poesia, 1998), Wordsworth (O olho imóvel pela força da harmonia, 2007) e Shelley (Sementes aladas, 2010).
Lauro Maia Amorim é doutor em Translation Studies pela SUNY (Binghamton, Estados Unidos) e professor do Departamento de Estudos Linguísticos e Literários da Unesp de São José do Rio Preto, onde leciona no curso de bacharelado em Letras com Habilitação de Tradutor e no Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos. Suas publicações incluem Cores desinventadas: a poesia afro-americana de Harryette Mullen (Dobra Editorial, 2014); Translation, Blackness, and The (In)Visible: Harryette Mullen’s Poetry in Brazilian Portuguese (LAP, 2010), e Tradução e adaptação: encruzilhadas da textualidade em Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carrol, e Kim, de Rudyard Kipling (Editora Unesp, 2005). Atualmente se interessa pela tradução (poética) da identidade, investigando as relações entre autonomia estética, “racialidade” e tradução na recepção da literatura afro-americana traduzida no Brasil.
Lenita Maria Rimoli Esteves é professora associada do Departamento de Letras Modernas da Universidade de São Paulo, onde ensina teoria e prática da tradução. Também é tradutora profissional, atuando principalmente junto a editoras. Seus principais interesses de pesquisa são: Historiografia da Tradução, Tradução e Ética, Tradução e Psicanálise. Além disso, iniciou, recentemente, um projeto de pesquisa sobre a recepção da literatura brasileira no mundo de língua inglesa.
Maria Clara Castellões de Oliveira é doutora em Letras: Estudos Literários pela UFMG e professora associada do Departamento de Letras Estrangeiras Modernas da Faculdade de Letras da UFJF, com atuação no Programa de Pós-Graduação em Letras: Estudos Literários e no bacharelado em Letras: Ênfase em Tradução – Inglês. Coorganizou diversos eventos, entre os quais o Colóquio Internacional Jacques Derrida 2004: pensar a desconstrução – questões de política, ética e estética. Organizou em parceria os livros Literatura em perspectiva (2003), Literatura e filosofia: diálogos (2004), Teoria, crítica, relato (2008) e Disciplina, cânone: continuidades e rupturas (2013). Tem artigos sobre crítica literária e tradução publicados em livros e revistas especializadas (Aletria, Tradução & Comunicação: Revista Brasileira de Tradutores, Ipotesi, Contexto, Claritas e Gragoatá).
Maria Paula Frota é professora do Curso de Tradução e do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem da PUC-Rio. Doutorou-se em Linguística pela Unicamp e durante vários anos estudou na Escola Letra Freudiana do Rio de Janeiro. Teve ampla experiência como tradutora, especialmente de textos não ficcionais. É autora do livro A singularidade na escrita tradutora: linguagem e subjetividade nos Estudos da Tradução, na Linguística e na Psicanálise. De um modo geral seus trabalhos têm Freud, Lacan e Derrida como principais referências e examinam diferentes concepções de linguagem e de sujeito, relacionando-as a visões de texto, de (re)escrita e de leitura, dentre outras.
Mauricio Mendonça Cardozo é mestre e doutor em Letras: Língua e Literatura Alemã pela Universidade de São Paulo, com pós-doutorados na PUC-Rio e na Universidade de Mainz-Germersheim (Alemanha). Como professor associado da Universidade Federal do Paraná, atua no bacharelado em Letras: Estudos da Tradução e no Programa de Pós-Graduação em Letras: Estudos Literários. É autor e organizador de vários livros e artigos no campo da literatura e da tradução, com especial atenção à teoria da tradução e à crítica de tradução literária. É também tradutor de autores como Storm, Heine, Goethe, Rilke, Lasker-Schüler, Celan e Cummings.
Paulo Oliveira é mestre em Filologia Românica e Germânica pela Universidade de Göttingen (Alemanha, 1984) e doutor em Linguística Aplicada (Tradução) pela Unicamp (1999), com estágio de pós-doutorado em Filosofia da Linguagem na Universidade de Graz (Áustria, 2005). É professor de alemão no CEL/Unicamp desde 1989, onde já foi diretor associado e diretor (dois mandatos). Foi também presidente da Associação Brasileira de Associações de Professores de Alemão (dois mandatos). É membro da diretoria da ADunicamp – Associação dos Docentes da Unicamp, seção sindical, no segundo mandato. Atua ocasionalmente como tradutor/intérprete desde 1987, com foco nas humanidades. Sua pesquisa atual visa o desenvolvimento de uma epistemologia do traduzir informada pela terapia filosófica segundo Wittgenstein, em diálogo com o pós-estruturalismo, a hermenêutica filosófica, os estudos descritivos e a sociologia da tradução.
Reynaldo José Pagura é bacharel e licenciado em Letras pela UFF, mestre em “Language Acquisition” pela Brigham Young University e doutor em Letras pela USP. Atuou como intérprete freelance e in-house de 1990 a 2000, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. É certificado pela Associação Americana de Tradutores (ATA) desde 1991 e tradutor público do Estado de São Paulo desde 2000. Atua como formador de intérpretes e de tradutores desde 1998, primeiramente na Associação Alumni, em São Paulo, onde foi professor do Curso de Formação de Tradutores e Intérpretes de 1998 a 2012, e na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) desde 2000, onde foi chefe do Departamento de Inglês e é coordenador de Letras: Inglês, onde estão os cursos de bacharelado em Tradução e o curso sequencial de Formação de Intérpretes de Conferência.
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