Arquitetura Mackenzie, 100 anos
Professores – junho de 2017
Abilio da Silva Guerra Neto
Adhemar Carlos Pala
Afonso Celso Vanoni de Castro
Alberto Alonso Lázaro
Alessandro José Castroviejo Ribeiro
Alex Mazzini
Alexandre Hepner
Alexandre Jubran
Ana Maria Cassu Queiroz
Ana Maria Fasanella
Ana Paula Calvo
Ana Paula Gonçalves Pontes
André Ribeiro Passos de Arruda
Andrea de Souza Almeida
Angela Zamora Cilento de Rezende
Angélica Tanus Benatti Alvim
Ângelo Cecco Junior
Anne Marie Sumner
Antonio Aparecido Fabiano Junior
Antônio Carlos Sant’Anna Jr.
Antônio Cláudio Pinto Fonseca
Antônio Eduardo Giansante
Antônio Roberto de Oliveira
Ariane Daniela Cole
Bruno Ribeiro
Candido Malta Campos Neto
Carlos Alberto Coelho
Carlos Andrés Hernández Arriagada
Carlos Fonseca Vicente
Carlos Guilherme Santos Serôa da Mota
Carlos Henrique Heck
Carlos Leite de Souza
Carlos Marcelo Campos Teixeira
Carolina Bracco Delgado de Aguillar
Carolina de Rezende Maciel
Catherine Otondo
Cássia Regina Mariano
Cecília Helena G. R. dos Santos
Célia Regina Moretti Meirelles
Celio Martins da Matta
Celso Coaracy D. Moraes Franco
Celso Lomonte Minozzi
Charles de Castro Vincent
Claudia Alonso Martins
Claudia Virginia Stinco
Claudio Corrêa dos Reis
Cleber José Bonetti Machado
Cristiane Gallinaro
Daniel Candia Alcantara de Oliveira
Daniel Corsi da Silva
Daniela Cristina Vianna Getlinger
Dante Ragazzi Pauli
Debora Sanches
Denise Antonucci
Denise Polonio
Djalma Barros Gonçalves
Dominique Fretin
Edison Barone
Edson Lucchini Jr.
Eduardo Castedo Abrunhosa
Eduardo Nogueira Martins Ferreira
Eduardo Sampaio Nardelli
Eduardo Pereira Gurian
Eleana Patta Flain
Eliana Zaroni Lindenberg Silva
Eliene Corrêa Rodrigues Coelho
Erica Caproni
Erica Lemos Gil
Erika Ciconelli de Figueiredo Risso
Ernesto Sica Tronolone
Eugênio Weishaupt Ruiz
Eunice Helena Sguizzardi Abascal
Fanny Grinfeld
Felipe de Araújo Contier
Flávio Marcondes
Francisco José de Toledo Piza
Francisco Lúcio M. Petracco
Francisco Spadoni
Frank Luiz Prado Smit
Gilberto S. D. de Oliveira Belleza
Gilda Collet Bruna
Lauresto Couto Esher
Lizete Maria Rubano
Lucas Fehr
Luciana Monzillo de Oliveira
Luciano Margotto Soares
Luis Alexandre Fernandes Ogasawara
Luis Espallargas Gimenez
Luiz Alberto Fresl Backheuser
Luiz Eduardo Guimarães Dias
Luiz Geraldo Ferrari Martins
Luiz Gonzaga Montans Ackel
Luiz Guilherme Rivera de Castro
Marcelo Consiglio Barbosa
Marcelo Cordeiro de Oliveira
Marcelo de Mendonça Bernardini
Marcelo Silva Oliveira
Márcia Maria Benevento
Márcio Lupion Gomes Silva
Márcio Macedo Porto
Marco Antonio Dresler Hovnanian
Marcos Antonio José de Paula
Marcos Aurélio (Kito) Castanha Junior
Marcos José Carrilho
Maria Augusta Justi Pisani
Maria Cristina de Barros Rossi
Maria Elena Merege Vieira
Maria Isabel Imbronitto
Maria Isabel Villac
Maria Pronin
Maria Teresa de Stockler e Breia
Marília Aldegheri do Val
Marília Malzoni Marchi
Mário Biselli
Mário Durao Filho
Mauricio de Castro e Souza
Mauro Claro
Milton Vilhena Granado Jr.
Nadia Somekh
Nara Silvia Marcondes Martins
Nelson Carlos Lauson Dupre
Nelson Marinho Benseny
Nieri Soares de Araújo
Olair Falcirolli de Camillo
Olavo Egydio de Souza Aranha
Patricia Pereira Martins
Paula Nelita da Silva Canelhas
Paula Raquel R. Jorge
Paulo Emilio Buarque Ferreira
Paulo Olivato
Paulo Ricardo Giaquinto
Paulo Roberto Corrêa
Paulo Sérgio Barbaro Del Negro
Pedro Nosralla Junior
Pérola Felipette Brocaneli
Rafael Antonio Cunha Perrone
Rafael Manzo
Rafael Patrick Schimidt
Regina Lara Silveira Mello
Grace Kishimoto
Guilherme Antonio Michelin
Guilherme Lemke Motta
Henny Aguiar B. R. Favaro
Heraldo Ferreira Borges
Igor Guatelli
Ireneide Uliana Rosa
Ítalo Francisco Curcio
Ivan Lubarino Piccoli dos Santos
Ivana Aparecida Bedendo
Ivo Eduardo Roman Pons
Jair Antonio de Oliveira Junior
João Carlos Graziosi
João Manoel Quadros Barros
José Augusto Fernandes Aly
José Clóvis de Andrade Falcão
José Geraldo Simões Jr.
José Lavrador Filho
José Luiz Tabith Júnior
José Roberto Moura
Juan Villa Martinez
Juliana Bertolini
Julio Camargo Artigas
Júlio Cezar Bernardes Pinto
Julio Luiz Vieira
Jun Okamoto
Karen Nicolli Ramirez
Larissa Ferrer Branco
Larissa Garcia Campagner Arcuri
Renato Carrieri Jr.
Renato Sfair Kinker
Renato Vizioli
Ricardo Belpiede
Ricardo Carvalho Lima Ramos
Ricardo Hernan Medrano
Ricardo Laurentino Vasconcelos
Ricardo Ruiz Martos
Roberto Righi
Robson do Boa Morte Garcez
Rodrigo Mindlin Loeb
Ronaldo Takeshi Suzuki
Rosangela de Souza Lima
Roseli Maria Martins D’Elboux
Ruth Verde Zein
Sami Bussab
Sasquia Hizuru Obata
Silvia Ferreira Santos Wolff
Silvio Sguizzardi
Silvio Stefanini Sant’Anna
Sunao Kishi
Tacao Kageyama
Teresa Maria Riccetti
Thiago Pereira da Costa
Tito Livio Frascino
Valdir Aparecido Galiano
Valter Luís Caldana Júnior
Vera Cristina Osse
Vera Lúcia Domschke
Vera Regina G. Luduvice Antunes
Vicente Paolillo Filho
Vinicius Oppido de Castro
Viviane Manzione Rubio
Volia Regina Costa Kato
Wagner Amodeo
Walter Gonçalves de Figueiredo
Wilson Florio
Zuleica Schincariol
Funcionários administrativos
Angelita Oliveira dos Santos
Amanda Máximo Cano
Claudia Cristina Ferrarezzi Pignatari
Elisabete Teixeira de Carvalho
Eva Guadalupe Galdamez Garcia
Eleni Dumas Neves
Leonidas Valverde da Silva
Lilian de Fatima Nascimento
Mateus Franco da Rosa Lopes
Miriam Silva Marques
Paulo Rogério Fernandes
Poliane Medrado Brito
Rosemary Aparecida de Souza
Laboratoristas
Alberto Teles dos Santos
Flavio Domitilio dos Santos
Flavio Teixeira
José Angelo de Carvalho
Jucelino Pereira da Silva
Luciano Abbamonte da Silva
Paulo Felisberto Barbosa Costa
Paulo Henrique Freires
Ronaldo da Silva
Foto do corpo docente, dos colaboradores e funcionários
administrativos da FAU-Mackenzie, realizada em maio de 2017, ano
do centenário do Curso de Arquitetura e 70 anos da Faculdade.
Créditos de imagens
Acervos
Carlos Egidio Alonso, 1, 2
Centro Histórico e Cultural Mackenzie (CHCM), 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7,
8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24
Diretório Acadêmico da Faculdade de Arquitetura Mackenzie
(Dafam), 1, 2, 3, 4
FAU-Mackenzie, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16,
17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 33, 34,
35, 36, 37, 38, 39, 40
Instituto de Arquitetos do Brasil Departamento São Paulo
(IAB/SP), 1, 2, 3, 4, 5, 6
Luiz Telles, 1
Maria Elena Merege Vieira, 1
Núcleo Técnico de Apoio Acadêmico Institucional (NTAI), 1
Pedro Nosralla, 1
Péricles Varella Gomes, 1, 2, 3, 4
Silvio Sant’Anna, 1
Fotografias
Dago Nogueira (NTAI), 1, 2, 3, 4
Elisabeth Cristina do Amaral Ecker, 1
Erica Lemos Gil, 1, 2
Iconika, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18,
19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 33, 34, 35, 36,
37, 38, 39, 40
Jeff Carollo, 1
Kamilla Cristina da Cunha Santos, 1
Leonardo Finotti, 1
Luiz Guilherme Rivera de Castro, 1
Marco Hovnanian, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7
Pedro Kok, 1
Percival Lafer, 1
Rafael Sandrini, 1
Raphael Hegon Chu, 1, 2
Rodrigo Cenzi, 1
Wilson Camargo (NTAI), 1, 2, 3, 4
Revistas
Faculdade de Arquietura e Urbanismo 1947-1997, 1997, 1, 2
Revista de Engenharia Mackenzie, 1951, 1, 2, 3
Agradecimentos
Abilio Guerra
Antônio D’Elboux e Maria Antonia D’Elboux
Atlética FAU-Mackenzie
Biblioteca George Alexander
Biblioteca Setorial da FAU-Mackenzie
Carlos Egídio Alonso e Suzana de Barros Freire Alonso
Centro Cultural São Paulo
Centro Histórico e Cultural Mackenzie
Claudio Mazetti – Comissão de Monitoramento do CAU/SP
Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo – CAU/SP
Coordenadoria de Processos e Assuntos Acadêmicos
Dagoberto Nogueira Santana
Dani Hirano
Daniel Candia Oliveira
Daniel Corsi
Diretório Acadêmico da FAU-Mackenzie – Dafam
Elisabeth Cristina do Amaral Ecker
Erica Lemos Gil
Fabricia Zulin
Fundação Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp
Gerência de Compras
Gerência de Tecnologia da Informação – Gerti
Giselle Maria B. Braga
Guilherme Kossmann
Instituto de Arquitetos do Brasil Departamento São Paulo – IAB/SP
Instituto Cidade em Movimento – IVM
Jeff Carollo
José Francisco Hintze Jr.
Kamilla Cristina da Cunha Santos
Karina Tengan
Luiz Guilherme Rivera de Castro
Marco Hovnanian
Maria Elena Merege Vieira
Maria Helena Flynn
Museu da Casa Brasileira
Nelson Callegari
Núcleo Técnico de Apoio Acadêmico Institucional – NTAI
Pedro Kok
Pedro Nosralla
Pedro Tuma
Percival Lafer
Péricles Varella Gomes
Rafael Sandrini
Raphael Hegon Chu
Renata Coradin
Ricardo Ramos
Rodrigo Cenzi
Sandra Oliveira – Edital de Parceria do CAU/SP
Silvio Stefanini Sant’Anna
Sociedade Harmonia de Tênis
Sylvia Ficher
Teatro Oficina Uzyna Uzona
Universidade Anhembi Morumbi
Vanilda Queiroz Sganzerla – Concurso Opera Prima
Wilson de Camargo Rocha Copyright © 2017 Angélica Tanus Benatti Alvim, Eunice Helena Sguizzardi Abascal e Eduardo Castedo Abrunhosa. Todos os direitos reservados à Editora Mackenzie. Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida por qualquer meio ou forma sem a prévia autorização da Editora Mackenzie.
FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO – FAU-MACKENZIE
Direção: Angélica Tanus Benatti Alvim Apoio técnico: Rafael Schimidt Apoio administrativo: Eleni Dumas Neves e Rosemary Aparecida de Souza
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EDITORA MACKENZIE
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Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Lowenthal, Rosane
Arquitetura Mackenzie 100 anos FAU-Mackenzie 70 anos [livro eletrônico]: pioneirismo e atualidade / Angélica Tanus
Benatti Alvim, Eunice Helena Sguizzardi Abascal, Eduardo Castedo Abrunhosa. -- São Paulo : Editora Mackenzie, 2017. 210.160 Kb; ePUB
Vários autores.
Bibliografia.
ISBN: 978-85-8293-726-6
1. Arquitetura e urbanismo – Estudo e ensino (Superior) – São Paulo – História 2. Universidade Presbiteriana Mackenzie. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – História I. Alvim, Angélica Tanus Benatti. II. Abascal, Eunice Helena Sguizzardi. III. Abrunhosa, Eduardo Castedo.
17-06351
CDD-720.98161
Índices para catálogo sistemático:
1. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo :
Universidade Presbiteriana Mackenzie :
São Paulo : Cidade : História 720.98161
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Notas
1. Projeto “Faculdade de Arquitetura Mackenzie: 70 anos de
atuação e relevância – Edição comemorativa dos 70 anos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Mackenzie e dos 100 anos do Curso de Arquitetura” aprovado no âmbito do Edital de Parcerias do CAU/SP, de 2016/2 (Termo de Fomento 011/2016 CAU/SP).
↩
2. O Instituto Presbiteriano Mackenzie, representado, neste caso,
pelo Prof. Dr. José Francisco Hintze Júnior (que na ocasião estava no exercício da Presidência em substituição ao atual Presidente Dr. José Inácio Ramos), é o proponente institucional do projeto em parceria com o CAU/SP. A Arquiteta Prof. Dra. Angéica Tanus Benatti Alvim, Diretora da FAU-Mackenzie, é a responsável técnica pelo Projeto.
↩
3. Nossos agradecimentos à Prof. Dra. Helena Bonito Pereira,
coordenadora da Editora Mackenzie (Pró-Reitora de Pesquisa e Pós-Graduação) e sua equipe, composta por Andréia Ferreira Cominetti, Ana Claudia de Mauro, >Carolina do Amaral Duarte e Elisama Silva, acrescida da colaboração de Betânia Soares e Vanessa Alves Viana da Silva (Coordenadoria de Pesquisa da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação).
↩
4. Vale destacar que este livro não teria sido realizado sem a
colaboração dos seguintes funcionários administrativos: Eleni Dumas Neves, Elisabete Teixeira de Carvalho, Eva Guadalupe Galdamez Garcia, Lilian de Fatima Nascimento, Mateus Franco da Rosa Lopes e Rosemary de Souza.
↩
Pioneirismo e atualidade: afirmação
de uma escola
1. Sem preocupação com arrolamento, citem-se Carlos Lemos,
Henrique Mindlin, Osvaldo Bratke, Jorge Wilheim, Carlos Bratke, Eduardo Longo, entre tantos outros.
↩
2. Nessa trajetória, porém, nem tudo foram flores. No clima
repressivo que se instaurou no Brasil em 1964, foi estabelecida uma Comissão de Sindicância no âmbito da FAU-Mackenzie para apurar nomes de supostos professores “comunistas”, que resultou na demissão de professores do porte do citado Fábio Penteado, Ruy Ohtake, Eduardo Corona, Wesley Duke Lee, Ubirajara Ribeiro, entre outros.
↩
Introdução
1. Durante o Estado Novo (1937-1945) foram criadas várias
faculdades de Arquitetura desvinculadas do ensino das Belas-Artes e da Engenharia, como: a Faculdade Nacional de Arquitetura da Universidade do Brasil, em 1945; a Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie, em 1947; a Faculdade de Arquitetura da Universidade de São Paulo, em 1948; a Escola de Arquitetura da Universidade de Minas Gerais, em 1949; a Faculdade de Arquitetura da Universidade do Rio Grande do Sul, em 1952 (PINHEIRO MACHADO, 2003).
↩
2. A Escola de Engenharia do Mackenzie foi reconhecida pelo
governo federal brasileiro em 1938 (BREIA, 1995).
↩
3. Gestão da Reitora Prof. Dra. Aurora Catharina Giora Albanese
(1985-1997)
↩
4. Na ocasião, o número de ingessantes passou para 200 alunos
por semestre.
↩
5. As turmas passaram de 25 para 15 alunos por professor.
↩
6. Período que coincide com a última etapa da gestão do Reitor
Prof. Dr. Claudio Lembo, com gestão da Reitora Prof. Dra. Maria Lúcia Marcondes Carvalho Vasconcelos (2003), seguida pela gestão do Reitor Prof. Dr. Manassés Claudino Fonteles (2003-2010) e recentemente se desdobra em importantes outras iniciativas na gestão do Prof. Dr.-Ing. Benedito Guimarães Aguiar Neto (2011-atual).
↩
7. A partir de 2015, o Curso de Arquitetura e Urbanismo passou a
ser novamente oferecido no período noturno, com 60 vagas, totalizando 240 vagas semestrais, distribuídas nos três períodos. O Curso de Design oferece atualmente 90 vagas anuais.
↩
8. No primeiro semestre de 2017, os cursos de especialização
ofertados foram: Concepção de Arquiteturas Metropolitanas; Gerenciamento de Empreendimentos da Construção Civil; Sustentabilidade das Edificações. A partir do segundo semestre de 2017, a FAU-Mackenzie oferecerá o Curso de Mídias Digitais em conjunto com a Faculdade de Computação e Informática. Outros cursos ligados à educação continuada em diversos níveis, com destaque para a extensão, vêm sendo ofertados, para além dos cursos de especialização.
↩
9. Vale lembrar o papel de professores e profissionais na
formação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) no Brasil e no estado de São Paulo (BRASIL, 2010) e na consolidação da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (Anparq).
↩
10. Nesta publicação, foram selecionadas apenas algumas
imagens de obras construídas, principalmente as situadas na
região metropolitana de São Paulo, de autoria de Arquitetos egressos da FAU-Mackenzie. A base inicial foi uma pesquisa iconográfica realizada pelo Prof. Dr. Abilio Guerra, publicada na página do Facebook da Programa de Pós-Graduação da FAU-Mackenzie no período de abril e maio de 2017. Disponível em:
<https://www.facebook.com/PosFauMackenzie/>. Para esta publicação, a equipe complementou parte da pesquisa com a aquisição de fotografias das obras. Certamente, esta pesquisa ainda está incompleta e não dá conta do enorme repertório de projetos e obras realizados pelas diversas gerações de profissionais oriundos da FAU-Mackenzie.
↩
11. Para maior aprofundamento sobre a história do ensino na FAU-
Mackenzie e trajetória de seus egressos, apresentamos, na parte final desta publicação, uma lista de referências bibliográficas, principalmente teses, dissertações e livros, de autoria de pesquisadores que tratam o tema sob diversos aspectos.
↩
O Curso de Arquitetura da Escola de
Engenharia Mackenzie
1. Cargo aproximadamente equivalente ao de Coordenador de
Curso, mais próximo do título de Diretor.
↩
2. Equivalente a um Conselho de Curadores, nomeado pela Igreja
Presbiteriana dos Estados Unidos.
↩
3. Na transição entre Horace Lane e William Waddell, o cargo de
Presidente do Mackenzie College foi ocupado pelo Rev. Donald C. McLaren (1859-1930).
↩
4. Sobre o tema “pan-americanismo” e seus desdobramentos, ver
Atique (2007, p. 22-41).
↩
5. O Arquiteto George Henry Krug foi designado pela University of
the State of New York (USNY) para ocupar a vaga deixada pelo geólogo norte-americano Orville Adelbert Derby (1851-1915), que era vinculado a Cornell University. Segundo Atique (2007, p. 162), a USNY não deve ser confundida com a atual State University of New York (Suny), criada apenas em primeiro de julho de 1948. A antiga USNY encontrase atualmente vinculada ao State Department of Education of New York e funciona como órgão supervisor de ensino superior no Estado de Nova York.
↩
6. Esta é uma inferência oferecida pelas fontes secundárias
consultadas.
↩
7. O Centro Histórico e Cultural Mackenzie (CHCM) conta com
acervo semelhante, eventualmente mais amplo A referência ao arquivo histórico-documental da Escola de Engenharia decorre de terem sido buscados nesse acervo os elementos documentais aqui referidos e utilizados.
↩
8. Ver, dentre outros autores e textos, Abrunhosa (2016).
↩
9. Depois de 1927, a presença do Inspetor (representante)
designado pela Universidade do Estado de Nova York foi substituída pela do Inspetor Federal nomeado pelo Ministério da Educação e Saúde para supervisionar a Escola de Engenharia Mackenzie.
↩
10. O chamado “Curso Americano” tinha exigências similares às
estabelecidas nos regulamentos do curso “nacional”, acrescidas do seguinte: média das notas para habilitação, 60; 85% de frequência obrigatória às aulas teóricas e práticas; Projecto-These no final do curso (ANUÁRIO, 1938, p. 21-23).
↩
11. Quando da inauguração do Edifício A. Cownley Slater, em
1946, o Prof. Antônio Valente do Couto referiu-se ao “belo
projeto do insigne Arquiteto Dr. Christiano das Neves” (ANUÁRIO, 1946, p. 95).
↩
12. Interessante notar que a instalação da Faculdade de Arquitetura
do Instituto Mackenzie e a posse de seu primeiro Diretor ocorreram no breve período de tempo em que Christiano Stockler das Neves, por nomeação do Governador Adhemar de Barros, foi prefeito da Cidade de São Paulo (de 15/3 a 28/8 de 1947).
↩
Faculdade de Arquitetura Mackenzie:
origens e transformações
1. O depoimento do Prof. Vasco de Mello ocorreu na mesa-
redonda “FAU-Mackenzie – Ensino de Arquitetura e Urbanismo no Passado”, realizada em 16 de março de 2017, na disciplina “Questões de Ensino em Arquitetura e Urbanismo” do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da FAU-Mackenzie.
↩
2. Durante o primeiro semestre de 2017 a Direção da FAU-
Mackenzie organizou um conjunto de mesas-redondas reunindo os Professores egressos por décadas.
↩
Pragmatismo e idealismo na
Faculdade de Arquitetura Mackenzie:
concepções de partida e a genealogia
de uma identidade
1. Nos dias atuais, Palácio Duque de Caxias, prédio do Quartel-
General do Comando Militar do Leste, Rio de Janeiro.
↩
2. Depoimentos prestados à autora pelo egresso e professor
Pedro Paulo de Melo Saraiva (in memoriam) e pelo Arquiteto Alberto Rubens Botti (Mackenzie, 1954), durante pesquisas realizadas de 2009 a 2012, pelo grupo “Arquitetura, Ensino e Profissão” (Líderes Celio Pimenta, in memoriam, e Eunice Helena S. Abascal).
↩
3. Entrevistas com os egressos (realizadas pela autora durante o
ano de 2007) reforçam a existência de júris externos e comissões integradas por eminentes personalidades de destacada atuação profissional. Pereira (2005) assinala a presença desses júris nas décadas de 1920 e 1930, com a presença de Bruno Simões Magro, Prestes Maia e Alexandre de Albuquerque. Na década de 1950, a existência desses júris surge com veemência nos depoimentos de Rodolpho Ortemblad Filho e Pedro Paulo de Mello Saraiva, prestados à autora durante o desenvolvimento das pesquisas do Grupo “Arquitetura, Ensino e Profissão”.
↩
4. Depoimento à autora do Arquiteto Hoover Américo Sampaio
(Mackenzie, 1954), Professor na Escola de 1959 a 2014, em 10 de março de 2017.
↩
5. Em depoimento prestado à autora pelo Arquiteto Fernando
Martins Gomes, assistente de Christiano Stockler das Neves na cadeira Grandes Composições. Entrevista realizada em 2008.
↩
6. Como atestam documentos primários consultados, como os
históricos escolares de egressos – como o do arquiteto Flavio Marcondes, consultado pela autora.
↩
7. Paulo Archias Mendes da Rocha (Mackenzie, 1954), foi
premiado por suas obras diversas vezes, com destaque para o Prêmio Pritzker de Arquitetura (2006); o Leão de Ouro (Veneza,
2016); o Prêmio Imperial do Japão (Tóquio, 2017) e o Prêmio Royal Gold Medal – Riba (Londres, 2017).
↩
8. A LDB regulamentada pela Lei no 9394/96 propôs que o
Departamento não fosse mais uma obrigação, e algumas universidades conceberam formas de organização diferentes.
↩
9. Conforme depoimento do Prof. Arquiteto Flavio Marcondes à
autora, em 15 de março de 2017.
↩
A presença feminina na FAU-
Mackenzie
1. Agradecemos a colaboração do Secretário Geral da
Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), o Engenheiro Nelson Callegari, quem nos disponibilizou o material de pesquisa relativo à listagem de formados, de 1919 aos dias atuais.
↩
Relato de uma trajetória
1. O relato foi lido na mesa-redonda dos egressos das décadas de
1950 e 1960, evento organizado pela Direção da FAU-Mackenzie em 24 de março de 2017.
↩
O desenvolvimento da Faculdade de
Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie
nas décadas de 1980 e 1990
1. A periodização estabelecida no Projeto Pedagógico 2003 da
FAU-Mackenzie para o histórico dessa unidade de ensino distingue três períodos: de 1917 a 1947; de 1947 a 1960; de 1960 a 1970; e de 1970 até os dias de hoje (i. e. 2003). (UNIVERSIDADE MACKENZIE, 2003, p. 18).
↩
2. Arquitetos e teóricos de grande relevância para a compreensão
da Arquitetura nas décadas de 1960, 1970 e 1980: Aldo Rossi é o autor de Arquitetura da cidade (1966); Robert Venturi escreveu com a Arquiteta Denise Scott Brown obras seminais, tais como Complexidade e Contradição em Arquitetura, originalmente publicada em 1966, e ambos com Steven Izenour publicaram Aprendendo com Las Vegas, em 1972; Paolo Portoghesi é o autor de Depois da Arquitetura Moderna (Dopo L’Architettura Moderna, 1980).
↩
3. Arquitetos que representam uma produção arquitetônica e
intelectual mineira, num momento em que se produziu um ambiente de renovação nas artes e na Arquitetura em Belo Horizonte, no final da década de 1970, em que se destaca a atuação de Éolo Maia e Sylvio Emrich de Podestá.
↩
4. O Capítulo “A contribuição da FAU-Mackenzie nos concursos
de Arquitetura e Urbanismo“ apresenta um quadro que relaciona todos as premiações recebidas pelos estudantes da FAU-Mackenzie no Concurso Opera Prima.
↩
5. Resta elucidar quais dessas disciplinas de Planejamento
referem-se ao campo de conhecimento do planejamento urbano e regional e do urbanismo, distinguindo-se de outros aspectos do planejamento do ambiente construído.
↩
6. A aprovação do regime semestral está registrada na Ata da
Reunião do Cepe de 7 de fevereiro de 1990.
↩
7. Conforme Ata do Conselho Universitário (Consu) de 1º de
setembro de 1980. Note-se que em princípios da década de 1980 cria-se a Faculdade de Comunicações e Artes, com a migração de parte dos cursos da Faculdade de Arquitetura.
↩
8. À época, a coordenação do TGI foi atribuída ao Prof. Arquiteto
Galba Osório.
↩
9. O Prof. Dr. Roberto Righi esteve à frente da coordenação da
Pós-Graduação nos primeiros oito anos de funcionamento. Um estudo mais aprofundado desta atuação é apresentado no capítulo dedicado à Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UPM.
↩
10. No Capítulo “Mestrado e Doutorado em Arquitetura e
Urbanismo:uma história de sucesso” será relatada detalhadamente a história da Pós-Graduação Stricto Sensu da FAU-Mackenzie.
↩
11. Conforme o Projeto Pedagógico de 2003: “Em 1979 a faculdade
passou a se chamar ‘Faculdade de Arquitetura e Urbanismo’, traduzindo a ampliação do campo profissional e acadêmico. Em 1980 formam-se 79 alunos integrantes da 1ª turma do curso noturno, que a partir de 1989 transformou-se em curso vespertino. Em 1990 o curso foi reestruturado, passando a ser organizado de forma semestral” (UNIVERSIDADE MACKENZIE, 2003, p. 23). Há aqui uma sequência cronológica que necessita maior elucidação, pois mais adiante afirmase que a estrutura semestral passou a vigorar a partir de 1990.
↩
12. As disciplinas técnicas tradicionalmente ligadas às engenharias
eram de responsabilidade do Departamento de Engenharia Civil, que não se vinculava à Faculdade de Arquitetura, seja em seus aspectos pedagógicos, seja em seus aspectos
administrativos. O Departamento de Técnicas de Arquitetura foi criado e instalado apenas em novembro de 1998 por meio do Ato da Reitoria nº 13 de 25 de novembro de 1998, como se vê adiante (BRASIL, 2012, p. 31).
↩
13. Finalmente, em Portaria da Reitoria nº 71 de 27 de novembro
de 2001 foi designada a Profa. Eleana Patta Flain para exercer pro-tempore o cargo de Chefe do Departamento de Técnicas da Arquitetura, vinculado à FAU-Mackenzie.
↩
14. Podem-se enumerar nesta categoria os professores: Nadia
Somekh, Silvana Zioni, Marcelo Bernardini, Angélica Tanus Benatti Alvim, Denise Antonucci, Luiz Ackel e outros.
↩
15. José Magalhães, Roberto Righi, Héctor Vigliecca, José Paulo
de Bem, Bruno Padovano e outros.
↩
16. Angelica Tanus Benatti Alvim, Carlos Leite, Mario Figueiroa e
outros.
↩
17. Como: José Magalhães, Telésforo Giorgio Cristófani e outros.
↩
18. Coordenado pelo Prof. Dr. Roberto Righi desde sua fundação
até 1996.
↩
19. Como: Vicente Del Rio e Bruno Padovano (Desenho Urbano),
Paulo Bruna (Projetos Urbanos Contemporâneos); Hans Joachim Aminde, de Stutgart (estudos de praças e novos espaços urbanos).
↩
20. Ganho pela equipe do Prof. Dr. Roberto Righi e dos Profs. José
Paulo de Bem, José de Magalhães Jr. (Mackenzie, 1963), que contou com a colaboração da equipe do urbanista espanhol Eduardo Leira.
↩
21. Que contou também com a participação dos Profs. Dr. Roberto
Righi e José Paulo de Bem, na equipe do Arquiteto francês
Cristian de Portzamparc e do Prof. José Magalhães., na equipe do espanhol Eduardo Leira.
↩
Arquitetura Mackenzie 100 anos |
FAU-Mackenzie 70 anos O início do
século XXI
1. Em memória de Ladislao Szabo (1958-2007).
↩
2. Gestão do professor Carlos Egídio Alonso, conhecido por
Carlão, em suas duas atuações como diretor: 1999-2001; 2001-2005.
↩
3. Essa reformulação foi efetuada por Carlos Egídio Alonso
(Carlão) e Ladislao Szabo, então chefe do Departamento de Projeto e os demais chefes de Departamento.
↩
4. A primeira chefe do Departamento de Técnicas foi a Profa. Ms.
Eleana Patta Flain.
↩
5. Análise utilizada para identificar pontos fortes e debilidades das
organizações, oportunidades e ameaças. Ferramenta de planejamento estratégico (BASTOS, 2014).
↩
6. O então Diretor da Faculdade, Carlos Egídio Alonso, foi
candidato a presidente da Abea e tornou-se presidente da Unión de Escuelas y Facultades de Arquitectura de Latinoamérica (Udefal).
↩
7. As discentes Eliana Rosa de Queiroz Barbosa (orientanda da
Profa. Dra. Nadia Somekh) e Mariana de Souza Rolim (orientanda do Prof. Dr. Carlos Guilherme Mota) realizaram estágios de Doutorado Sanduíche com Bolsa Capes/PDSE e
cotitularam-se, respectivamente, em 2016 e 2017, co-supervisionadas por docentes da Universidade Católica de Leuven (Bélgica) e Università di Studi di Ferrara. Foram as primeiras duplas-titulações da UPM.
↩
8. O responsável pela estruturação das Apap foi o Prof. Ms.
Wagner Amodeo.
↩
9. Regulamento Apap, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Mackenzie, 2017.
↩
10. O Parecer CNE/CES nº 67, de 11/03/2003 (BRASIL, 2003),
eliminou a exigência de currículos mínimos nacionais.
↩
11. Lei nº 10.172, de 9 de janeiro de 2001 (BRASIL, 2001), que
aprovou o Plano Nacional de Educação (PNE).
↩
12. Contribuiu para este levantamento o parecer CNE/CES nº
329/2004 (BRASIL, 2004), sobre a carga horária mínima dos cursos profissionalizantes no Brasil, aprovado em 11 de novembro de 2004, dos relatores Edson de Oliveira Nunes e Antônio Carlos Caruso Ronca.
↩
13. É fundamental citar a contribuição dos diversos setores da
UPM, em especial os funcionários da Secretaria Geral, liderados pelo Engenheiro Nelson Callegari, entre eles Brás, Rosângela e toda a equipe.
↩
14. Ato no 4/2001 da Reitoria da Universidade Presbiteriana
Mackenzie. Institui e regulamenta o Trabalho Final de Graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e dá outras providências. O Regulamento do TFG encontra-se disponível em:
<http://www.mackenzie.br/fileadmin/Graduacao/FAU/TFG/Regul
TFG.pdf>. Acesso em: 2 fev. 2011.
↩
15. Os professores contratados em regime de período integral
naquele momento foram Ladislao Szabo e Ivana Bedendo, que integravam o GT Projeto Pedagógico, e Eleana Patta Flain.
↩
16. Nesta ocasião a Direção da FAUMackenzie estava a cargo da
Profa. Dra. Nadia Somekh (2005-2010).
↩
17. O primeiro Coordenador do Curso de Arquitetura e Urbanismo,
em sua nova estrutura, foi o Prof. Dr. Valter Caldana.
↩
18. Essas atividades e estruturas, fundamentais ao protagonismo
estudantil, são desenvolvidas na Parte 3 desta publicação.
↩
19. Em 2005, a Universidade passa por importante reestruturação,
quando a estrutura departamental deixa de existir e o ensino, a pesquisa e a extensão passaram a se organizar por cursos. Na FAU- Mackenzie, a Coordenação de Curso propõe a organização das matérias e disciplinas, do ponto de vista didático-pedagógico, em eixos temáticos e, do ponto de vista administrativo, em grupos de disciplinas por etapa e sequências de disciplinas (UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE, 2013-2014).
↩
20. O projeto de Arquitetura de reforma do prédio 9 ficou a cargo
dos professores Valter Caldana e Luiz Benedito de Castro Telles, auxiliados por uma equipe de alunos formandos.
↩
21. Dois grandes seminários internacionais tiveram lugar na
FAUMackenzie entre 2005 e 2009: o seminário Solo Criado, apoiado pelo Lincoln Institute of Land Policy, e o SHCU 2008, em parceria com as pósgraduações da FAU-USP, USP São Carlos e PUC-Campinas.
↩
22. Durante a gestão da Profa. Nadia Somekh (2005/2009).
↩
23. O projeto de Arquitetura foi realizado pelos professores Luiz
Telles e Valter Caldana com o auxílio de uma equipe de alunos
do quinto ano do Curso de Arquitetura e Urbanismo.
↩
24. Relato de gestão apresentado por Valter Caldana, então
coordenador do Curso de Arquitetura e Urbanismo.
↩
25. O Plano de Desenvolvimento Institucional da Universidade e a
Visão 150 são documentos que definem as estratégias e as ações de médio e longo prazos para a instituição. A Visão 150, um conjunto de metas a serem atingidas até 2020, quando o Mackenzie completará 150 anos de existência, em especial, é bastante focado nas questões didático-pedagógicas e suas decorrências científicas e administrativas.
↩
26. Documento de abertura do I Fórum de Ensino da FAU-
Mackenzie sobre os Departamentos e os Eixos Temáticos.
↩
27. Mack ou Mec, esta foi a chamada de capa da revista Projeto,
especializada em Arquitetura e Urbanismo e Design, uma das mais importantes do país, em março de 2013.
↩
28. Enade – Exame Nacional de Desempenho das Instituições de
Ensino Superior do Brasil, organizado pelo Inep - Ministério da Educação, que avalia a cada três anos os cursos superiores no Brasil.
↩
29. As ações foram planejadas e executadas, além do Conselho de
Curso e do Núcleo Docente Estruturante, por uma comissão composta por professores, alunos e funcionários formada especificamente para este fim, que trabalhou sob a coordenação geral do então Coordenador do Curso de Arquitetura e Urbanismo, professor Paulo Roberto Corrêa.
↩
30. Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em
Arquitetura e Urbanismo (Anparq), cuja presidente foi a Professora Angélica Tanus Benatti Alvim no biênio 2015/2016.
↩
31. A Faculdade ostenta em 2016 as seguintes avaliações públicas:
Programa Capes Pós Graduação Stricto Sensu nota 5/7, Enade Arquitetura e Urbanismo e Design nota 4, Guia do Estudante Arquitetura e Urbanismo e Design 4 estrelas e Ranking Universitário Folha Design 14ª posição na classificação geral nacional e Arquitetura e Urbanismo 7ª posição na classificação geral nacional e 1ª posição na classificação geral nacional entre os cursos não públicos.
↩
Formação acadêmica e atuação
profissional: opiniões e perspectivas
de ex-alunos da FAU-Mackenzie
(1994-2000)
1. A pesquisa que originou este texto, em agosto de 2006, teve a
colaboração da Profa. Ms. Silvana Maria Zioni e dos discentes da graduação Vanessa Kavey Mo, Elaine Akemi Niyama e Maíra Rodeghir Soliko.
↩
A trajetória do Curso de Design da
Universidade Presbiteriana
Mackenzie: 45 anos de ensino
1. O Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira engloba
atualmente diversos professores do Curso de Design da FAU-Mackenzie. A coordenação da comissão avaliadora de produtos do júri em 2016 e 2017 esteve sob a responsabilidade do então Coordenador do Curso de Design, Prof. Dr. Marcelo Silva Oliveira.
↩
2. Entrevista de Carlos Perrone concedida a Andrea de Souza
Almeida em 21 de maio de 2011.
↩
3. Entrevista de Carlos Perrone concedida a Andrea de Souza
Almeida em 21 de maio de 2011.
↩
4. Entrevista do professor Djalma Barros concedida a Andrea de
Souza Almeida em 30 de abril de 2011.
↩
5. Portaria nº 852/87 – Regulamenta o Currículo Pleno para os
Cursos de Desenho Industrial, com as habilitações de Projeto do Produto e Programação Visual.
↩
6. Entrevista da professora Luise Weiss concedida a Andrea de
Souza Almeida em 26 de maio de 2011.
↩
7. Entrevista de Luís Alexandre Ogasawara concedida a Andrea
de Souza Almeida em 16 de abril de 2011.
↩
8. Entrevista de Juliana Bertolini concedida a Andrea de Souza
Almeida em 9 de abril de 2011.
↩
9. Entrevista da professora Eliana Zaroni Lindenberg concedida a
Andrea de Souza Almeida em 5 de maio de 2011.
↩
10. Entrevista da professora Denise Dantas concedida a Andrea de
Souza Almeida em 30 de abril de 2011.
↩
11. Entrevista do professor Luiz Geraldo F. Martins concedida a
Andrea de Souza Almeida em 21 de maio de 2011.
↩
12. Portaria nº 852/87 – Regulamenta o Currículo Pleno para os
Cursos de Desenho Industrial, com as habilitações de Projeto do Produto e Programação Visual.
↩
13. Entrevista da diretora, na época, Nadia Somekh concedida a
Andréa de Souza Almeida em 27 de junho de 2011.
↩
Mestrado e Doutorado em Arquitetura
e Urbanismo: uma história de
sucesso
1. O Curso foi decorrente de uma iniciativa do Prof. Dr. Roberto
Righi, então docente de Planejamento Urbano.
↩
2. Nesse contexto, destaca-se também o papel do Prof. Galba
Osório, então Chefe do Departamento de Projetos Arquitetônicos, que muito ajudou ao enfrentar as inúmeras dificuldades iniciais e a consolidar o Mestrado na escola.
↩
3. Foram convalidados 86 requerentes de Mestrado e três de
Doutorado.
↩
4. O corpo docente à época era formado pelos Profs. Drs.
Candido Malta Campos Neto, Carlos Egídio Alonso, Haroldo Gallo, José Geraldo Simões Jr., Nadia Somekh, Rafael Perrone, Roberto Righi e Fernanda Magalhães. Colaborava com esse grupo o Prof. Dr. Carlos Guilherme Mota, integrante do Programa de Pós-Graduação em Educação, Arte e História da Cultura da UPM. Em 2001, os Profs. Drs. Gilda Collet Bruna e Paulo Correa passaram a compor o quadro de docentes. Em 2003, acrescenta-se ao grupo o Prof. Dr. Carlos Leite. Esse quadro de professores se modificou ao longo do tempo.
↩
5. Em 2006, foram incorporados mais sete docentes ao corpo
permanente, além dos nove já existentes, totalizando 16 Professores Doutores: Abílio da Silva Guerra Neto, Ana Gabriela Godinho Lima, Angélica Tanus Benatti Alvim, Candido
Malta Campos Neto, Carlos Egídio Alonso, Carlos Guilherme Santos Serôa da Mota, Carlos Leite de Souza, Gilda Collet Bruna, José Geraldo Simões Jr., o saudoso Ladislao Pedro Szabo, falecido em julho de 2007, Maria Augusta Justi Pisani, Maria Isabel Villac, Nadia Somekh, Rafael Antonio Cunha Perrone, Roberto Righi e Ruth Verde Zein. Em 2007, contou com três professores colaboradores: Eunice Helena Sguizzardi Abascal, Mario Figueroa Rosales e Wilson Florio. A partir de 2008, com o falecimento de Ladislao Szabo, a Profa. Eunice Abascal é credenciada ao corpo docente permanente, e o Prof. Ricardo Medrano ao conjunto de colaboradores. Entre os anos de 2009 e 2010, os professores colaboradores se alteram: Célia Regina Meirelles, Charles Vincent e Valter Caldana passam a compor o conjunto. Recentemente, em 2017, o Prof. Carlos Egídio Alonso se afastou do Programa, por motivo de saúde. Realizou-se processo de credenciamento de docentes permanentes e colaboradores. A relação atual de docentes é a seguinte: permanentes (17) – Abílio da Silva Guerra Neto, Ana Gabriela Godinho Lima, Angélica Tanus Benatti Alvim, Candido Malta Campos Neto, Carlos Guilherme Mota, Carlos Leite de Souza, Eunice Helena S. Abascal, Gilda Collet Bruna, José Geraldo Simões Jr., Luiz Guilherme R. de Castro, Maria Augusta Justi Pisani, Maria Isabel Villac, Nadia Somekh, Rafael Antonio Cunha Perrone, Roberto Righi, Ruth Verde Zein e Wilson Florio; colaboradores (5) – Celia Regina M. Meirelles, Charles Vincent, Denise Antonucci, Igor Guatelli e Valter Caldana.
↩
6. Naquele momento, a modalidade em Associação Temporária,
prevista por seis anos, foi considerada inovadora, e tinha como propósito contribuir para o desenvolvimento e consolidação de um Mestrado independente, junto à UniRitter. O primeiro desenho do Mestrado em Associação Temporária já definiu como área de concentração Projeto: Arquitetura e Cidade, e as disciplinas foram gestadas na forma de laboratórios.
↩
7. A gestão do Reitor Prof. Dr. Manassés C. Fonteles se encerrou
na metade do triênio em questão. Durante o período em que esteve frente da Reitoria, o Decanato de Pesquisa e Pós-Graduação foi conduzido pela Profa. Dra. Sandra Stump e pelos coordenadores de Pós-Graduação, Prof. Dr. José Geraldo Simões Jr. (2004-2008) e Prof. Dr. Marcos Rizolli (2008-2011). A partir de 2011, assume a Reitoria o Prof. Dr. Benedito Guimarães Aguiar Neto; para o Decanato é nomeado o Prof. Dr. Moises Ary Zilber (2011-2014) e como Coordenadora Geral da Pós-Graduação (CGPG), a Profa. Dra. Diana Luz Pessoa de Barros (2011-2013). Em ambas as fases, o PPGAU contou com o apoio da Reitoria, do Decanato e da CGPG. Destaca-se a elaboração do novo Regulamento Geral da Pós-Graduação da UPM e dos regulamentos específicos dos programas de Pós-Graduação conduzida pela CGPG de maneira participativa, que introduziu modificações fundamentais aos cursos, com destaque para a ampliação do prazo regulamentar do Doutorado no PPGAU de 36 para 42 meses.
↩
8. Entre os anos de 2013 e 2016, a Profa. Dra. Angélica Tanus
Benatti Alvim exerceu o cargo de Coordenadora Geral de Pós-Graduação da UPM. Com o apoio do Reitor, Prof. Dr. Benedito Aguiar Neto, e do então Decano de Pesquisa e Pós-Graduação, Prof. Dr. Moises Ary Zilber e, posteriormente da Profa. Dra. Helena Bonito Pereira (que assume o Decanato, atual Pró-Reitoria, em 2014), realiza-se importante revisão do Regulamento Geral de Pós-Graduação da UPM e dos regulamentos específicos dos programas de Pós-Graduação, aperfeiçoando-os em questões relativas ao Doutorado Direto, ao Pós-Doutorado e à internacionalização, com destaque para a implementação de artigo que dá autonomia para os PPGs da UPM disporem de cotutela e dupla titulação. A partir de 2016, a CGPG está sob responsabilidade da Profa. Dra. Maria Cristina Triguero Veloz Teixeira, que vem dando continuidade às ações, estimulando com ênfase a internacionalização dos PPGs da UPM.
↩
9. São eles: Angélica Tanus Benatti Alvim, Candido Malta Campos
Neto, Eunice Helena Abascal, Gilda Bruna, José Geraldo Simões Jr., Nadia Somekh e Ruth Verde Zein.
↩
10. Em 2010, a coleção de bolso da Editora Romano Guerra
publicou diversas pesquisas de professores do PPGAU: Primitivismo em Mario de Andrade, Oswald de Andrade e Raul Bopp (Abilio Guerra), Textos fundamentais sobre história da Arquitetura Moderna brasileira – Parte 1 e Parte 2 (Abílio Guerra), Un habitat – Das declarações aos compromissos, de Denise Antonucci, Angélica Tanus Benatti Alvim, Silvana Zioni e Volia Kato; e a tradução de Les Nouveaux Principes de L’Urbanisme, de Françoise Ascher, por Nadia Somekh (Os novos princípios do urbanismo). Em 2014, dando continuidade à coleção, a editora publicou A aventura das palavras da cidade através dos tempos (Christian Topalov, Stella Bresciani Laurent Coudroy de Lille e Hélène Rivière d’Arc (Org.) – verbete Urbanismo, de Candido Malta Campos Neto).
↩
11. A discente Mariana de Souza Rolim obteve dupla titulação no
primeiro semestre de 2017 e foi orientada pelos Profs. Drs. Carlos Guilherme Mota (UPM) e Marcello Balzani (Ferrara).
↩
12. O projeto São Paulo Calling foi iniciativa da Secretaria de
Habitação (Sehab) por meio da Arquiteta (egressa do Doutorado do PPGAU) Elisabete França, que convidou os Profs. Angélica Tanus Benatti Alvim, Maria Augusta Justi Pisani e Luiz Guilherme Rivera de Castro para integrá-lo. Contou com aproximadamente 30 estudantes de Graduação e 12 de Pós-Graduação.
↩
13. O projeto foi liderado pelo Prof. Dr. Carlos Leite em 2012.
↩
14. Projeto idealizado pela Profa. Dra. Nadia Somekh como
Diretora do DPH/PMSP (2013-2016) e circunscrito no âmbito das pesquisas que envolvem a equipe liderada pela docente.
↩
15. Projeto de extensão que se encontra em sua terceira edição,
sob a liderança da Profa. Dra. Maria Augusta Justi Pisani e participação dos Profs. Drs. Valter Caldana, Paulo Corrêa e Erika Figueiredo.
↩
O percurso da Pesquisa e da
Extensão na FAU-Mackenzie
1. Órgão do governo federal incumbido de regrar a Pós-
Graduação Stricto Sensu no país.
↩
2. Nos anos 2000, a Universidade Mackenzie extinguiu a estrutura
departamental vigente desde a década de 1970. Após a dissolução dos departamentos, as unidades universitárias passaram por uma reformulação para atender às Diretrizes Curriculares Nacionais, conforme a Resolução CNE/CES 06/2006.
↩
3. Desde 2006, as Coordenações de Pesquisa e Extensão vêm
passando por transformações na Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM). Ora estão a cargo de uma coordenação, ora se desdobram em duas coordenações. Em julho de 2016, a UPM redefiniu nova estrutura das coordenações das Unidades Acadêmicas que propiciaram melhor desempenho de algumas áreas: a Coordenação de Pesquisa foi substituída pela Coordenação de Trabalho de Conclusão de Curso e de Pesquisa; a Coordenação de Atividades Complementares pela Coordenação de Atividades Complementares e Extensão; a Coordenação de Estágios pela Coordenação de Estágios e Protagonismo Estudantil. Nesse período, as Coordenações de Trabalho Final de Graduação e Pesquisa e de Atividades Complementares e Extensão da FAU ganharam dois coordenadores adjuntos, visando distribuir melhor o trabalho e as responsabilidades dessas duas importantes áreas.
↩
4. A Extensão foi integrada oficialmente à Universidade com sua
inclusão na Constituição Federal de 1988 e regulamentação pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB) de 1996. A LDB explicita nos incisos VI e VII do artigo 43º – as finalidades da educação superior:
“[...] estimular os conhecimentos do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados a comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade.”
E, ainda
“[...] promover a extensão aberta a participação da população, visando a difusão das conquistas e benefícios relutantes da criação cultural e da pesquisa cientifica e tecnológica geradas na instituição.”
Além disso, o Plano Nacional de Extensão (2001) define Extensão Universitária como: “prática acadêmica que interliga a universidade nas suas atividades de ensino e pesquisa com as demandas da população”.
↩
5. A Jornada de Iniciação Científica da UPM encontra-se em sua
13ª edição. Promovida pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, via Coordenadoria de Pesquisa, atualmente, se soma à Mostra de Iniciação em Tecnologia e Inovação e à Mostra de Extensão, ambos eventos de responsabilidade da Pró-Reitoria de Extensão e Educação Continuada. As pesquisas desenvolvidas pelos alunos do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) e do Programa Institucional Voluntário de Iniciação Científica (Pivic) são apresentadas durante o evento e posteriormente publicada em seus anais.
↩
6. Texto com base em Alvim e Abascal (2012).
↩
7. “[...] Um dos principais pressupostos para se caminhar
interdisciplinarmente é o diálogo, para se reconhecer aquilo que falta de um lado e que pode ou deve receber do outro. Ou [...]
quebrar o isolamento disciplinar pela negociação de pontos de vista, projetos e interesses divergentes/convergentes” (CALEGARE; SILVA JR., 2012, p. 240).
↩
8. A Semana Viver Metrópole foi criada em 2004 pelo Diretório
Acadêmico da Faculdade de Arquitetura Mackenzie (Dafam) em parceria com um grupo de professores. Atualmente, encontra-se em sua 15ª edição.
↩
9. O Coordenador de Pesquisa e Extensão, entre 2005 e 2006,
era o Prof. Dr. Carlos Leite de Souza.
↩
10. Entre os anos de 2008 e 2010, a Coordenação de Pesquisa
esteve sob a responsabilidade da Profa. Angélica Tanus Benatti Alvim, a Coordenação de Extensão, da Profa. Eunice Abascal, e a Coordenação de Pós-Graduação, da Profa. Maria Isabel Villac.
↩
11. No 4º Fórum, organizou-se a produção dos Grupos de Pesquisa
a partir dos Eixos Temáticos que estruturavam na ocasião o ensino na escola, com a participação de um conjunto de pesquisadores de renome nacional para aprofundar os debates: Projeto – Prof. João Walter Toscano (USP); Urbanismo – Profa. Heloisa Soares Moura Costa (UFMG e CNPq); Fundamentação e Crítica – Profa. Monica Junqueira (FAU-USP), e Sustentabilidade + Tecnologia – Prof. Marcelo Romero (USP); Design: teoria e projeto – Prof. Ari Antonio da Rocha, (FAAP); Design de comunicação: formas visuais de narração, interação e representação – Profa. Maria Cecília Loschiavo dos Santos (USP); Design, arte, linguagens e processos – Prof. Marcos Rizzoli (UPM).
↩
12. Os artigos dos Grupos de Pesquisa e dos conferencistas foram
publicados em meio digital ISSN: 2176-1809.
↩
13. Nessa ocasião, o Fórum foi indexado pelo ISBN, quando os
artigos científicos foram publicados em seus Anais em formato
digital.
↩
14. A partir da experiência do 5º Fórum de Pesquisa, em agosto de
2009, como coordenadora de Pesquisa, a Profa. Angélica Tanus Benatti Alvim idealiza seu novo formato e submete-o ao MackPesquisa para obtenção de recursos, recebendo parecer positivo em dezembro. Em abril de 2010, assume a Coordenação de Pesquisa a Profa. Eunice Helena Abascal, e juntamente com a Profa. Angélica Tanus Benatti Alvim, que assume a função de Coordenadora do Programa de Pós-Graduação, organizam os dois eventos abertos. Os Coordenadores de Extensão, Prof. Charles Vincent (2008-2010) e Prof. Paulo Corrêa (2011) contribuem ativamente articulando o evento à Semana Viver Metrópole, organizada pelos alunos dos Cursos de Graduação. Entre os anos de 2013 e 2014, a Coordenação de Pesquisa esteve sob responsabilidade da Profa. Denise Antonucci, que deu continuidade à oitava edição do evento.
↩
15. No 6º Fórum, organizaram-se as seguintes Sessões de
Comunicação: Ambiente Construído; Memória e Identidade; Arquitetura Moderna e Cidade; Ensino e Práticas Projetuais; Espaço Urbano, Sustentabilidade e Projeto; Habitar a Cidade Contemporânea; Tecnologia, Projeto e Sustentabilidade. No 7º Fórum, organizaram-se as seguintes Sessões Temáticas: Ambiente, Projeto e Materialidade; Práxis e Proposição Teórica; Ambiente Construído, Projeto e Gestão do Território; Arte e Cidade; e Tecnologia, Experimentação e Projeto. No 8º Fórum, foram organizadas Sessões Temáticas, denominadas A&U e DI, e Mesas-Redondas, além de Conferências.
↩
16. Na FAU-Mackenzie, os Coordenadores de Extensão, nos
diferentes períodos (2008 a 2016), foram: Prof. Carlos Leite, Profa. Eunice Helena S. Abascal, Prof. Marcelo Oliveira, Prof. Charles Vincent, Prof. Paulo Correa, Prof. Eduardo Sampaio Nardelli. No período entre 2016/2 a 2017/1, as Profas. Pérola Felipette Brocaneli e Nara Silvia Martins são responsáveis pela
Extensão na Unidade, atuando como Coordenadora e Coordenadora adjunta, respectivamente.
↩
17. O projeto teve como Coordenador o Prof. Ivo Eduardo Roman
Pons e contou com ampla participação dos docentes do Curso, especialmente da Profa. Nara Martins.
↩
18. A Associação Brasileira Beneficente Aslan (Abba) é uma
entidade ligada à comunidade cristã que associa igrejas locais no trabalho de resgate de crianças e adolescentes em situações de risco social. Disponível em:
<http://abbabrasil.com.br/>.
↩
19. O projeto tem como coordenador o Prof. Mauro Claro e conta
com ampla participação dos docentes do Curso de Design e Arquitetura e Urbanismo, especialmente das Profas. Ana Paula Calvo e Denise Antonucci.
↩
20. O projeto tem como coordenadora a Profa. Pérola Felipette
Brocaneli e conta com a parceria do PPGAU FAU-Mackenzie (Profa. Dra. Eunice Helena S. Abascal), com ampla participação dos alunos do Curso de Arquitetura e Urbanismo e dos Profs. dos Cursos de Design, Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil e Administração da UPM, além dos Profs. e alunos do Ensino Médio do Colégio Claretiano – SP.
↩
21. O projeto teve como organizador o Prof. José Geraldo Simões
Júnior e foi realizado pelo PPGAU em parceria com o Programa de Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Universidade de Lisboa (Instituto Superior Técnico – IST) e da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Conta com ampla participação dos docentes do Curso de Design e Arquitetura e Urbanismo, especialmente dos Profs. Angélica Tanus Benatti Alvim e Roberto Righi. O evento foi financiado pelo MackPesquisa.
↩
22. O projeto teve como organizador o Prof. Luís Alexandre
Ogawasara e contou com ampla participação dos docentes do Curso de Design, Jornalismo, Engenharia e Arquitetura e Urbanismo, reunindo equipes multidisciplinares que integraram os discentes intercambistas de Nantes com os alunos dos cursos de Design, de Arquitetura e Urbanismo, da Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, e de outros cursos da UPM: Computação e Informática, Publicidade, Direito, Engenharia Civil e Mecânica. Disponível em:
<http://cidadeemmovimento.org/premiacao-dodesafio-sao-
paulo-2030-saiba-como-foicerimonia/>. Acesso em: 15 mar. 2017.
↩
23. Evento Coordenado pelo Prof. Wilson Florio, Coordenador de
Pesquisa, e pelo Arquiteto Affonso Orciuoli, da Rede Brasileira de Fabricação Digital (RBFD).
↩
24. Evento Coordenado pelo Prof. Guilherme Michelin.
↩
25. O evento teve como organizadora a Profa. Nadia Somekh e
contou com ampla participação dos docentes do Curso, especialmente dos Profs. Angélica Tanus Benatti Alvim, Eunice Abascal, José Geraldo Simões Jr. e Carlos Guilherme Mota, fortalecendo a cooperação do Programa de Pós-Graduação (PPGAU UPM) com a PMSP, para sua organização e execução.
↩
26. O Projeto Arquitetura e Construção encontra-se em sua quarta
edição e vem sendo coordenado pela Prof. Dra. Maria Augusta Justi Pisani, que envolve vários docentes, alunos da Graduação e da Pós-Graduação.
↩
A contribuição da FAU-Mackenzie nos
concursos de Arquitetura e Urbanismo
1. Licença poética utilizada por Arquitetos para se referirem à
participação da classe profissional em concursos e à grande disposição e importância desses eventos.
↩
2. Optou-se por não incluir imagens dos projetos selecionados,
visto que a quantidade de concursos relacionados no capitulo é enorme; a escolha de alguns em detrimento de outros não se justifica.
↩
3. Mesmo não sendo objeto direto deste capitulo, é fundamental
ressaltar que o concurso de projetos, no Brasil, vem sendo deixado de lado e seus resultados são muitas vezes desconsiderados nas etapas posteriores que envolvem o projeto executivo e obras. Recentemente, em função das alterações da legislação de licitações (Lei nº 8.666 de 1993) e da introdução do Regime de Contratação Diferenciada (RDC), o problema se agrava e alia às sucessivas crises e escândalos políticos ligados às obras de infraestruturas. Considera-se fundamental a valorização dos concursos como etapa inicial de uma importante política pública, que pode dar sentido transformador ao projeto e qualificar nossas cidades. As entidades de Arquitetos têm importante papel a cumprir.
↩
4. Peter Zumthor: Arquiteto suíço que recebeu em 2009 o Prêmio
Pritzker, considerado a maior láurea da área atualmente. Estudou no Pratt Institute em Nova Iorque, na década de 1960
Disponível em: <http://www.archdaily.com/tag/peter-zumthor>.
↩
5. No Diccionario Metápolis Arquitectura Avanzada (GAUSA,
2000, p. 124), o autor propõe uma definição de concurso na qual os que realmente estão em julgamento são os jurados.
↩
6. A Unesco, pela XX Conferência Geral, de 1978, da qual o Brasil
é signatário, recomenda aos países membros a adoção do
concurso de projeto segundo normas e princípios que indica – júri técnico; contratação do vencedor para desenvolver o projeto; garantia dos direitos de autor. Após tal recomendação, a Lei nº 8.666 de 1993 adotou o concurso como modalidade de licitação para “serviços técnicos profissionais especializados” (MAGALHÃES, 2016).
↩
7. O primeiro grande certame da virada do século foi o concurso
fechado e internacional para o novo Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP), que contou com a proposta do Arquiteto Paulo Mendes da Rocha (Mackenzie, 1954). Também concorreram os Arquitetos Arata Isozaki, Eduardo de Almeida e Bernard Tschumi, o vencedor do concurso.
↩
8. A equipe vencedora foi composta por Tito Livio Frascino
(Mackenzie, 1964), Rosa Ribeiro, Leticia Lodi, Alexandre Stefani, Andrea Soares e Rosa Maria Leal.
↩
9. Também era finalista a equipe de Sérgio Roberto Parada,
Arquiteto especialista em aeroportos.
↩
10. Equipe formada por Mario Biselli (Mackenzie, 1985), Guilherme
Motta, Orlando Pudenzi, Cristiana Rodrigues, Daniel Corsi da Silva (Mackenzie, 2003), Artur Katchborian (Mackenzie, 1985). Colaboraram também Sérgio Matera, Laura Paes Barretto Pardo, Ana Carolina Pudenzi (Mackenzie, 2001), Tais Cristina da Silva (Mackenzie, 2004), Andre Biselli Sauaia (Mackenzie, 2006) e Victor da Paixão (Mackenzie, 2006).
↩
11. Segundo colocado: equipe formada pelos Arquitetos Jaime M.
Cupertino, José Paulo de Bem, Joan Villà (Mackenzie, 1968), Luis Guilherme R. Castro, Silvia Chile (Mackenzie, 1998) e Maria Augusta Bueno (Mackenzie, 1998); terceiro colocado: equipe formada por Francisco Spadoni, Lauresto Esher (Mackenzie, 1967), Selma Bosquê e Tiago Andrade.
↩
12. Também colaboraram Christian Michael Seegerer, Cristiane
Tashiro (Mackenzie, 2000), Daniel Fonseca (Mackenzie, 2002), Érika Engels (Mackenzie, 2006), Fabiana Lima (Mackenzie, 2009) e Yuri Vital (Mackenzie, 2004).
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13. Completam a equipe: Júlio César Corbucci, Ana Cecília Parente
(Mackenzie, 2003), Carlos Rivera, Fabio Mosaner, Heralcir Cesari (Mackenzie, 1994), Luiz Fernando Farkas, Sophia Telles, Laura Elisa Poggio (Mackenzie, 2005) e Sarah Mota (Mackenzie, 2006).
↩
14. Arquitectum é a mais antiga plataforma internacional de
competições de Arquitetura do seu tipo, focada na organização de competições e eventos cobrindo uma gama de projetos promocionais, conceituais e profissionais.
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15. Também colaboraram no projeto: Cristiana Rodrigues, Carolina
Dal Ben, Claudia Filardo, Gabriel Bicudo e Alexandre Nobre.
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16. Fernanda Ferreira (Mackenzie, 2004) e Pablo Leite Chakur
(Mackenzie, 2001) colaboraram por anos com Lilian e Renato Dal Pian, conhecidos por suas participações e vitórias em concursos: Ferreira, de 1996 a 2001; e Chakur, de 2001 a 2006.
↩
17. Também colaboraram nesta equipe Liana Perez Oliveira
(Mackenzie, 1999) e Laura Paes Barreto Pardo.
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18. Equipe: Arquitetos Ana Carolina Ferreira Mendes (Mackenzie,
2007), André Biselli Sauaia, Cassia Lopes Moral (Mackenzie, 2007), Cassio Oba Osanai (Mackenzie, 2007), Daniel Corsi, Dani Hirano, Luiz Marino Küller e Reinaldo Nishimura; estagiários: Claudia Zanoio (Mackenzie, 2010), Luciana Conti (Mackenzie, 2009) e Raquel Rodorigo (Mackenzie, 2009).
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19. Colaboradores: Arquitetos Luciana Brasil (Mackenzie, 1996),
Naiara Hirota (Mackenzie, 2008) e Vicente Deeke Boguszewiski; estagiários: Amanda Renz (Mackenzie, 2010),
Mário do Val (Mackenzie, 2010), Juliana Baldocchi (Mackenzie, 2010), Kalina Juzwiak (Mackenzie, 2010), Luisa Monserrat, Renata Santoniero (Mackenzie, 2011) e Tiago Collet (Mackenzie, 1995).
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20. Motta leciona desde 1993 na FAU-Mackenzie, Figueroa
lecionou de 1993 a 2014, e Fehr leciona desde 2000 – atualmente é coordenador do Curso.
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21. Colaboradores: Amanda Renz, Carlos Eduardo Garcia, Flávia
Tenan (Mackenzie, 2010), Josei Nagayassu (Mackenzie, 2009), Juliana Baldocchi, Juliana Klein (Mackenzie, 2008), Marcus Vinícius Damon (Mackenzie, 2008) e Marina Canhadas.
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22. Autores: Carlos Garcia, Guilherme Lemke Motta, Lucas Fehr,
Marcus Vinicius Damon, Mario Figueroa; colaboradores: Amanda Renz, Christián Ribeiro, Juliana Baldocchi, Kalina Juzwiak, Luiza Monserrat, Mario do Val, Pedro Lindenberg e Tiago Collet.
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23. Autores: Carlos Garcia, Guilherme Motta, Lucas Fehr, Marcus
Vinicius Damon, Mario Figueroa, Mario do Val, Ricardo Dias; colaboradores: Amanda Renz, Ana Maria Montag (Mackenzie, 2006), Fabio Ucella (Mackenzie, 2008), Luciana Brasil, Vicente Boguszewski e Mariana Matarazzo.
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24. Também são coautores: Azevedo França, Joana Garcia de
Oliveira, Gabriel de Andrade Ranieri (Mackenzie, 2011), Regiane Khristian Silva Bouças (Mackenzie, 2002), Rodrigo da Costa Tamburus (Mackenzie, 2012) e Mariana Pianta Santoro (Mackenzie, 2012).
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25. No “Concurso ‘A Cidade Somos Nós – Propostas para a São
Paulo de 2030’ contempla 6 trabalhos”, de um total de 106 inscritos, a comissão julgadora selecionou seis trabalhos que deveriam contemplar uma visão da área em um horizonte de 20 anos, abordando os aspectos de desenvolvimento e mobilidade
urbana que têm como base os “10 Princípios da Mobilidade Urbana Sustentável” (CONCURSO “A CIDADE”, 2011).
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26. Trabalharam na proposta: Pedro Paulo de Melo Saraiva
(Mackenzie, 1955), Fernando de Magalhães (Mackenzie, 1996), Pedro de Melo Saraiva (Mackenzie, 1996), Gustavo Cedroni, Martin Corullon e Cesar Shundi; e os colaboradores: Alex Lima (Mackenzie, 2008), Andrei Barbosa, Bruno Salvador, Bruno Jin Young Kim, Dulci Cipriano (Mackenzie, 2013), Felipe Fuchs, Filipe Barrocas, Maria Francisca Lopes, Marcelo Macedo (Mackenzie, 2011), Marina Ioshii, Luis Tavares, Paula Hori (Mackenzie, 2012), Rafael Goffinet, Rafael Carvalho e Rafael de Souza.
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27. A concepção do projeto contou com a colaboração dos
Arquitetos Katherina Ortner e Sebastian Murr.
↩
28. Coautores: Alessandra Mattar (Mackenzie, 2011), Alexandra
Kayat (Mackenzie, 2010), Eduardo Mikowski (Mackenzie, 2013), Gabriel Ranieri, Nara Telles (Mackenzie,2012), Pedro Ribeiro, Raul Cano.
↩
29. Também colaboraram: André Nunes, Florencia Merguerian,
João Sodré, Julia Reis (Mackenzie, 2013), Marina Canhadas (Mackenzie, 2008), Bruno Carnevalli (Mackenzie, 2011), Guilherme Tanaka, Júlia Masagão, Raul Pereira, Leandro Fontana, Rulian Nociti, Paula Martins, Cláudia Kawakami e Rui Furtado.
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30. O TFG é a atividade prevista pelo Ministério da Educação e
Cultura (MEC) como Trabalho de Conclusão de Curso. Segundo o parecer da Comissão de Especialistas de Ensino de Arquitetura e Urbanismo: “A área de ensino de Arquitetura e Urbanismo se antecipou às determinações legais (Lei nº 9131/95), que estabeleceram para o ensino superior, a partir de 1996, um exame dos alunos ao final de Curso, e desde 1994 incluiu, entre as exigências curriculares obrigatórias para todos
os cursos e alunos formandos, a realização do Trabalho Final de Graduação”. (UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE, 2001).
↩
31. O Prêmio Opera Prima tornou-se referência nacional como
concurso de trabalhos finais de graduação em Arquitetura e Urbanismo. Desde sua criação, contou com júris formados por profissionais mackenzistas de grande competência, como Fabio Penteado, Paulo Mendes da Rocha, Alfredo Paesani, Alberto Botti e Marcio Kogan.
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32. A Projeto Design é uma revista brasileira, da editora Arco
Editorial, que existe há aproximadamente 40 anos, com edições mensais dirigidas a profissionais da área de Arquitetura e Urbanismo. Sua primeira edição, ainda com a denominação de Revista Projeto, foi a de número 11, porque essa era uma publicação originária do Jornal Arquiteto, de 1972. O jornal era ligado ao IAB-SP e foi criado por Vicente Wissenbach.
↩
33. A Abea contribui para a elaboração da política de avaliação e
regulação dos cursos junto ao MEC.
↩
34. Conforme dados coletados junto à coordenação do Prêmio
Opera Prima, desde seu lançamento em 1988 (cuja finalização da edição foi em 1989) até hoje, houve apenas uma interrupção, no ano de 2012. E, por esse motivo a 24ª edição realizada em 2013 foi aberta a participação dos formandos de 2011 e 2012 de forma a não interromper o ciclo dos formandos.
↩
35. Entrevista realizada por Vinicius da Costa em março de 2017.
↩
Diretório Acadêmico da Faculdade de
Arquitetura Mackenzie (Dafam): debate político, ensino e cultura
1. Nascido em Florianópolis, em 1933, e falecido em São Paulo
em 2016.
↩
2. Entrevista realizada na Sede do Dafam, no dia 24 de março de
2017, com a presença de Paulo Olivato, Victória Braga, Vinicius da Costa, Ricardo Caco Ramos, Flavio Marcondes e Eduardo Nardelli.
↩
Faculdade de Arquitetura e
Urbanismo Mackenzie: desafios e
perspectivas para o século XXI
1. Total de alunos matriculados em junho de 2017 – Graduação:
2688 matriculados e 2529 alunos cursando (84% de Arquitetura e Urbanismo, 16% de Design); Pós-Graduação Stricto Sensu: 108 alunos (Doutorado: 42; Mestrado 54; Pós-Doutorado: 4); Pós-Graduação Lato Sensu: 130 alunos (Concepção e Gestão de Projetos de Arquiteturas Metropolitanas: 26; Gerenciamento de Empreendimentos na Construção Civil: 68; Sustentabilidade das Edificações: 35). Fonte: Dados informados pela Coordenadoria de Controles e Processos Acadêmicos da Universidade.
↩
2. O capítulo limita-se a uma reflexão exploratória, sem considerar
as especificidades distintas dos campos de conhecimento oriundos da Arquitetura e Urbanismo e Design e suas regulamentações.
↩
3. Muitos cursos de Design originaram-se da Arquitetura e
Urbanismo, Comunicação Social ou Artes Plásticas. O Capítulo
“A trajetória do Curso de Design da Universidade Presbiteriana Mackenzie: 45 anos de ensino” detalha as origens e as especificidades desse Curso.
↩
4. Embora o campo do Design seja proveniente da Bauhaus, os
primeiros cursos de desenho industrial no Brasil surgiram após a Segunda Guerra Mundial no âmbito do processo de industrialização do país.
↩
5. Dados extraídos dos Censos Demográficos do IBGE (BRASIL,
2010).
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6. Entre os anos de 1950 e 1980, o crescimento populacional
urbano decorre da combinação entre o crescimento migratório e o vegetativo. No período, particularmente os grandes centros urbanos, com destaque para aqueles situados na região sudeste do país, experimentaram altas taxas de crescimento populacional. No início dos anos 1990, o Censo Demográfico já apontou uma redução significativa da velocidade de crescimento das cidades brasileiras, determinada pela redução significativa dos saldos migratório e vegetativo. Desde então, o crescimento populacional das cidades está mais equilibrado. No entanto, a expansão das cidades continua e pode ser explicada por inúmeros fatores, entre os quais destacamos: movimento populacional em direção às periferias, decorrente do alto valor da terra em áreas dotadas de maior infraestrutura, redução do tamanho médio da família (se em 1960 a média era de 6 pessoas/família, em 2000 a média passou a ser de um pouco mais de 3 pessoas/família), composição familiar distinta, entre outros.
↩
7. No Brasil, o profissional formado em Arquitetura e Urbanismo
deve estar apto a atuar nas diversas escalas de intervenção do espaço: do edifício (interior e exterior) à cidade, compreendendo hoje a complexidade do ambiente construído e não construído. Devido à sua ampla formação, na maioria das vezes, esse profissional opta por uma subárea ou mesmo por
segmentos dessas duas subáreas, especialmente as definidas pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) como atribuições do profissional, por exemplo: a concepção e a execução de projetos de Arquitetura e Urbanismo, Arquitetura Paisagística, Arquitetura de Interiores, Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico, e Planejamento Urbano e Regional, entre outras (BRASIL, 2010). Mas, sem dúvida, o espaço construído em suas diversas escalas é objeto e responsabilidade desse profissional.
↩
8. O campo de formação do Designer é bastante amplo, podendo
o profissional atuar no setor produtivo ou de serviços, na esfera pública ou privada, nas associações sem fins lucrativos, em atividades de pesquisa acadêmica e como agente empreendedor, entre outros (UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE, 2014).
↩
9. O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Arquitetura e
Urbanismo foi revisado em 2013, conforme as determinações das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Arquitetura e Urbanismo (BRASIL, 2010). O PPC do Curso de Design foi elaborado entre 2013 e 2014. Ambos atendem à legislação educacional vigente e às disposições Regimentais e Estatutárias da UPM, indo ao encontro das diretrizes gerais do “Plano Visão 150” e do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI).
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Você terminou Arquitetura Mackenzie, 100 anos
Angélica Tanus Benatti Alvim