Não Se Humilha, Não
Agradecimentos
Quero agradecer primeiramente a todos que um dia me machucaram, me
humilharam, me oprimiram e que me fizeram sangrar. Usei meu sangue e
minhas experiências para escrever este livro que você tem em mãos. Nós
escolhemos a forma como vamos lidar com nossas dores, e eu escolhi usar as
minhas dores para ajudar pessoas que estivessem passando pelas mesmas
experiências que eu passei.
Desde pequena, eu falava que queria mudar o mundo e que queria ajudar
as pessoas. Eu não fazia a mínima ideia de como faria isso, mas queria muito.
O destino me deu um lápis e eu puxei um papel. Comecei a escrever minhas
experiências na internet e, aos pouquinhos, pude transformar algumas vidas.
O que eu não imaginava é que ao desabafar sobre minhas experiências eu
atrairia o olhar da melhor editora do Brasil. Sim, Intrínseca, vocês são os
melhores. Gostaria de agradecer a vocês pela paciência e por entenderem que
um escritor tem aquele momento em que precisa viver um pouco, para depois
escrever... Sei que eu sou assim.
Dei um intervalo longo entre o meu terceiro e o quarto livros. Na época,
isso me atormentou, tirou meu sono. Queria lançar um livro atrás do outro.
Então eu escrevia, escrevia, mas não gostava do resultado. Sentia que não
estava dando o meu melhor. Sentia que eu podia ir além. Então eu vivi. E
vivi. Sofri. E chorei. Passei por experiências dolorosas. Quando estamos em
um momento assim, não entendemos. Achamos que somos coitadinhos e que
nunca vamos conseguir levantar novamente. Mas tudo tem um sentido...
Absolutamente tudo. Quando finalmente me curei das minhas feridas, eu
entendi. E eu precisava vir falar disso para vocês. Contar minhas
experiências: como saí disso, como sobrevivi a isso, como consegui voltar a
ser feliz depois de tanta dor. E, assim, surgiu o quarto livro. Como todos os
outros, Não se humilha, não foi escrito com base nas minhas experiências.
Não posso deixar de dizer que meus livros são puramente ficção, é claro. Mas
as lições que trago comigo e exponho nos livros são coisas que aprendi na marra.
Agradeço também aos meus leitores, que pacientemente (ok, alguns
foram bem impacientes! risos) esperaram este livro. Dei o meu melhor e
espero que, depois da leitura, você também se sinta melhor. Espero que vocês
tenham gostado de Não se humilha, não ser uma viagem no tempo em que
desembarcamos antes de Não se apega, não. Foi incrível escrever essa
história “de amor” da Isabela e do Gustavo.
Agradeço ao Thadeu Santos, um dos meus editores, por fazer essa
viagem no tempo comigo. Quando você edita meus livros é diferente, sabia
disso? Tenho um carinho enorme por você e uma admiração enorme pelo seu
trabalho. Agradeço também a Suelen Lopes e a Renata Rodriguez, que deram
as mãos comigo nesse projeto e se mostraram mulheres maravilhosas e muito
competentes. Foi um trabalho lindo que fizemos juntas.
Agradeço ao meu pai, Paulo André Freitas, que, como sempre, é a luz no
meu caminho. Sabe aquela pessoa que te inspira nos seus processos criativos?
Esse é o meu pai. Ele sabe mais dos meus livros que eu mesma e, com
certeza, é o meu fã número um. Meu pai senta na mesa com meus amigos e
cobra todo mundo: “Você já leu o livro da Isabela? Não? Nossa, você vai se
surpreender. Essa menina é genial.” Papai, eu queria ser metade do que você
é. Essa é a verdade. Te amo muito. Obrigada por fazer parte da minha vida,
do meu trabalho, e por me apoiar em todas as minhas loucuras criativas.
Agradeço à minha mãe, Regina Dias Ribeiro Freitas, que não parava de
me perguntar “E aí? Já tá pronto?”, me deixando nervosa e ansiosa para
acabar logo. Pronto mamãe, agora está pronto. Capricorniana, né? Ela quer
tudo rápido e bem-feito. Talvez seja por isso que ela é a melhor mãe do
mundo, sério mesmo. Nunca vi minha mãe errar. Tudo que ela faz, ela faz
com maestria. Talvez o fato de eu ficar meses corrigindo meus livros seja
uma característica que aprendi ao observar minha mãe. Te amo, mami. Você
é meu pedacinho de amor no mundo.
Agradeço à minha irmã, Marcella Freitas, que vai ler este livro. Porque,
claro, ela não gosta de ler, mas os meus livros ela ama. Te amo, mana brow.
Agradeço ao Lucas Nazareth, meu amor e pai do meu filho, pela
compreensão nas madrugadas em que eu passei com a cara enfiada no livro
novo, em vez de estar assistindo junto com ele à nossa série, Supernatural.
Seu apoio, compreensão e carinho foram essenciais nessa jornada. Eu te amo
muito, desde o primeiro dia.
Por fim, agradeço ao meu filho, Pedro Freitas, que veio ao mundo no dia 13 de agosto de 2018 e mudou toda a minha vida. Ele me tirou da mais
profunda descrença no amor e me deu uma razão pela qual viver. Com Pedro
ao meu lado, eu consigo acordar de manhã com um sorriso no rosto. Não tem
como ser triste ao lado do Pedro, pois ele contagia todos ao seu redor... É
mágico. É como viver dentro de um livro. Só de olhar para o meu filho, eu
consigo escrever pelo menos uns dez livros baseados no sentimento mais
lindo que ele desperta em mim: o amor. Da forma mais pura e linda que pode
existir. O amor que eu tanto procurei. Pois é... A vida tem formas engraçadas
de nos trazer aquilo que mais queremos, não é mesmo? Mamãe fica com você
durante o dia e, quando você dorme, escreve a madrugada inteira. Porque
mamãe é escritora. Mas a história mais linda de todas começou a ser escrita
quando você nasceu... Meu menino de luz.
Eu te amo, Pedro.
Meu Pedro.